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simulação de valores
Boa tarde, venho reclamar o tratamento quanto a valores cobrados por serviços prestados no hospital veterinário allvetcare, localizado em Alverca . No dia 5/04/2026 por volta das 23h, eu e meu marido levamos nossa cadela que havia sido atacada por outro canídeo, e apresentava feridas ,ao dar entrada no hospital, após a cadela ser vista , uma Dra. Veterinária, que estava a tratar do caso, chamou-nos a sala para informar a situação, em estimativa informou que o ideal era a internação para fazerem análises , médicaçoes etc .. em estimativa cobrou-nos o valor de 632,00€ em calção mais ou menos, a dizer que esse valor estaria as análises necessárias, medicações , raio-x E internação por 2 dias , ou seja estaria incluído tudo o que fosse necessário.e nos reembolsaria o que não fosse usado . no dia a seguir recebemos uma ligação do hospital para autorizarmos uma medicação injetável. Neste mesmo dia 6/04 fomos à clínica por volta das 19h para visitar e avaliar a situação, visto que as análises estavam todas ok, e sem alterações, o raio-x também estava tudo bem , decidimos levá-la para casa, a cadela estava estável e só mesmo com feridas que nem se quer houve a necessidade de agrafos ou de cozer . Recebemos medicação para dar continuidade em casa, e instruções de limpeza etc .. na hora do pagamento, o valor cobrado foi do calção total que havíamos pago , e ainda queriam cobrar mais 68€ que por acaso estava em erros nas faturas, pois pedimos para que fosse revisto os valores. Embora percebemos que os valores de medicações, internamentos,análises etc… São caros , sentimo-nos enganados quanto a estimativa de dizerem que estaria tudo incluído e com 2 dias de internação, visto que levantamos a cadela no dia a seguir, e nem sequer completou 24h de internação. foi uma situação constrangedora porque nao esperávamos tanto visto que o tempo foi menor , que o estimado . Para além disso, estávamos em um momento de desespero, mais a cadela não apresentava risco de vida, não achamos justo cobrar um calção tão alto , por um tratamento que ainda não havia sido iniciado, por acaso nao somos uma família rica, e como toda a família portuguesa trabalhamos muito para sobreviver, chego a conclusão que se não tivéssemos todo aquele valor no momento então , a nossa cadela nem sequer seria aceita, um tanto desumano . Não podemos questionar os valores de medicações, porque é o que faturaram. Envio em anexo dados da empresa E dados meus e do meu marido .
Reclamação de Faturação Indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à fatura recentemente emitida referente ao atendimento do meu filho, Apolo, nas vossas instalações. Ao analisar detalhadamente os itens cobrados, verifiquei a inclusão de materiais como máscara FFP2 e luvas vinílicas. No entanto, de acordo com a minha observação direta durante os atendimentos, esses materiais não foram utilizados nas situações descritas. Nas ocasiões em que o meu filho recorreu ao sistema eletivo, nomeadamente para realização de exames de sangue e RX, não foi feita qualquer utilização de luvas nem máscara por parte dos profissionais durante os procedimentos. Da mesma forma, nas idas ao serviço de urgência, o meu filho não realizou exames, tendo sido apenas avaliado por enfermeiros e médicos, que igualmente não utilizaram luvas durante o atendimento. Desta forma, considero incorreta a cobrança destes itens, uma vez que não correspondem a materiais efetivamente utilizados no atendimento prestado. Gostaria de salientar que não me oponho ao pagamento de todos os procedimentos e serviços realmente realizados. No entanto, não considero justo assumir custos de materiais que, na prática, não foram utilizados durante o atendimento ao meu filho. Solicito, assim, a revisão detalhada da fatura em questão, bem como a retificação dos valores cobrados indevidamente. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Márcia Aragão (mãe)
Cobrança indevida
Fiz o cancelamento da minha inscrição no dia 13 de Março de 2026 pelo site do Element gyms, no dia 01 de Abril foi-me retirado o valor de 11.96 euros, enviei um email para o Element gyms, a dar conta do sucedido e a pedir a devolução do dinheiro, à qual me responderam que teria que fazer a desistência com o minimo de 15 dias de antecedência, quando já tinham passado 18, hoje dia 15 de Abril voltaram a retirar o mesmo valor, voltei a exigir a devolução do dinheiro, mas ainda não obtive resposta. Exijo que me sejam devolvidos os valores cobrados indevidamente.
Facturação indevida e abusiva
No dia 21/11/2025 fui sujeito a processo clinico no Hospital CUF Tejo que envolveu a realização de timpanocanaloplastia com correcção de exostoses à esquerda via retroauricular. Esta entidade emitiu em 09/12/2025 a factura 590350, no valor de 2.007,20€, referente a uma intervenção de Timpanoplastia. Como esta intervenção não foi realizada pedi esclarecimentos por email em 12/12/2025, mas apenas recebi nova factura com o nº110237, emitida em 31/01/2026 no valor de 1.124,55€ e referente à mesma intervenção de Timpanoplastia. Voltei a pedir esclarecimentos por email em 12/2/2026 solicitando a anulação da factura 110237, mas apenas recebi como resposta uma comunicação do Departamento de Contencioso solicitando a liquidação desta factura. Em 09/12/2025 recebi a factura 590346 no valor de 1.088€ referente ao valor da Cirurgia De Exostose no total de 3.440€ - 2.352€ (comparticipação seguro Advancecare). Considerando a caução de 1.382€ por mim paga em 20/11/2025 resulta num valor a haver em meu favor de 294€ que continua sem ser pago pelo Hospital CUF Tejo até à presente data.
FACTURA NÃO RECEBIDA
Fiz um pedido de assistência técnica à RNA- REDE NACIONAL DE ASSISTÊNCIA, para uma máquina de lavar loiça que estava avariada. Repararam, paguei por MBWAY e apenas deixaram uma GUIA. Reclamei e NÃO ENVIARAM FACTURA DO SERVIÇO, nem por email, nem por correio. SERVIÇO CARO E MAU ATENDIMENTO AO CLIENTE, NÃO DÃO RESPOSTAS! A FACTURA É OBRIGATÓRIA, PORQUE NÃO ENVIAM?
COBRANÇA INDEVIDA DE CONSULTA
Estou há anos com este problema, os Lusíadas teimam em achar que fui a uma consulta e que tenho o valor por pagar, no entanto, eu não fui à mesma. Já enviei e-mails, tento ligar, sempre sem solução, ninguém faz nada. Chegou ao ponto de já receber cartas de advogados a ameaçar com tribunal. Mas será possível que ninguém saiba ou consiga ver que não tive a consulta? Quero resolver a situação, até porque não é benéfico para mim ter o meu nome 'sujo' Margarida Pereira
Faturação abusiva de material
Eu usufrui dos vossos serviços para efetuar exames de Gastroenterologia na vossa unidade de Vilamoura ao qual fui muito bem atendida e tratada. No entanto no momento de pagar os atos deparei-me com duas faturas (anexos), uma com os valores dos atos médicos incluindo biópsias as qual já foram pagas. Na segunda fatura de 223,78€ estão a faturar valores exorbitantes por material utilizado nas biópsias, ato que ja está faturado na outra fatura e que eu já paguei. Nunca me foi informado que estes valores seriam cobrados. Quando fiz a marcação dos exames perguntei se tudo tinha participação do seguro ao qual me responderam afirmativamente. Acho um absurdo os valores que me foram cobrados por material médico que é utilizado num ato que já foi cobrado. Eu já fiz este exame com biopsia noutras unidades particulares e nunca me foi cobrado este tipo de valores por o ato médico em si e por material à parte. Não concordo com esta fatura e não a pretendo pagar. São valores exorbitantes que não foram acordados antecipadamente. De acordo com Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor) no artigo 10: “ Proibição de Cobrança por Bens/Serviços não Solicitados: O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado.” “ Pagamentos Adicionais (Artigo 9.º-A): Antes de qualquer contrato ser firmado, o fornecedor deve obter o acordo expresso do consumidor para qualquer pagamento adicional (ex: taxas extras, seguros opcionais). A falta de escolha ativa pelo consumidor torna o pagamento inválido.” Pretendo que esta situação seja devidamente esclarecida pois os esclarecimentos que me deram não foram suficientes. Caso a fatura não seja anulada irei recorrer à Entidade Reguladora da Saúde (ERS).
Contestação de Dívida
Solicitei o cancelamento de plano dias após a contratação do mesmo por telefone, porém a operadora informou que somente seria possível após um ano, mesmo tendo apenas dias a presente contratação, nunca houve pagamento de mensalidade e nem uso do serviço e mesmo assim venho recendo cobranças mensais que só aumentam, totalizando já 550€ mesmo sem utilização do serviço. Todas as vezes que ligo para medicare me informam que tenho que quitar o débito, mas não acho justo pagar por um serviço que nunca usei e tentei por várias e várias vezes cancelar!
Fidelidade
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um contrato de plano/cartão de saúde celebrado com a empresa Agilidade, através de contacto telefónico. A adesão foi realizada por chamada, sendo que não me foram prestadas de forma clara, completa e transparente todas as informações essenciais do contrato, nomeadamente a existência de um período de fidelização de 12 meses e as consequências associadas ao cancelamento antecipado. Considero que não houve cumprimento adequado dos deveres de informação ao consumidor, o que compromete a validade do consentimento prestado. Após tentativa de cancelamento do contrato, a empresa recusou a resolução sem penalização, alegando a existência de fidelização, tendo apenas agendado o cancelamento para o final do período contratual. Face ao exposto, solicito: - A resolução imediata do contrato sem aplicação de penalizações; - A cessação de cobranças futuras; - A revisão da situação à luz dos direitos do consumidor em contratos celebrados à distância. Caso a situação não seja resolvida, reservo-me o direito de recorrer a outras entidades competentes, nomeadamente a DECO Proteste. Com os melhores cumprimentos.
Direito à Informação e práticas de faturação coercivas.
Venho apresentar queixa contra o Grupo Trofa Saúde por violação do Direito à Informação e práticas de faturação coercivas. No âmbito do meu acompanhamento em Psiquiatria para um processo de recurso junto da Segurança Social (SVI), foram emitidos dois relatórios médicos. Em nenhum momento, nem o médico assistente nem os serviços administrativos, me informaram previamente que a emissão destes documentos teria um custo de 70€ cada, para além do valor das consultas. Só fizeram uma chamada a informar que o relatorio podia ser levantado e que ia ser emitida uma fatura . e eu questionei qual o valor da fatura e só nesse momento é que soube o valor do relatorio. expliquei que ninguem me havia dito nada sobre isso e responderam-me que podia nao levantar o relatorio... No dia de ontem, 07-04-26 recebi um email que envio em anexo do Grupo Trofa Saúde a exigir o pagamento dos últimos 70€, acompanhado de uma ameaça de acréscimo de 20€ de penalização (taxa administrativa) caso o pagamento não fosse efetuado em 24h. Vi-me obrigada a pagar um total acumulado de 140€ apenas para evitar represálias financeiras e não prejudicar o meu processo de subsistência, uma vez que me encontro de baixa médica. No entanto, considero estes valores e a forma como foram impostos totalmente abusivos, uma vez que: Não houve consentimento informado sobre os custos (Artigo 18.º da Lei n.º 15/2014); A ameaça de uma multa de 20€ após apenas 10 dias da fatura é uma prática comercial agressiva e sem fundamento legal claro em serviços de saúde; O último relatório, embora pago sob pressão, ainda não foi levantado. Solicito a intervenção da ERS para a devolução dos valores cobrados indevidamente por falta de transparência e o cancelamento de qualquer taxa de mora aplicada.
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