Reclamações recentes

Direito à Informação e práticas de faturação coercivas.

Venho apresentar queixa contra o Grupo Trofa Saúde por violação do Direito à Informação e práticas de faturação coercivas. No âmbito do meu acompanhamento em Psiquiatria para um processo de recurso junto da Segurança Social (SVI), foram emitidos dois relatórios médicos. Em nenhum momento, nem o médico assistente nem os serviços administrativos, me informaram previamente que a emissão destes documentos teria um custo de 70€ cada, para além do valor das consultas. Só fizeram uma chamada a informar que o relatorio podia ser levantado e que ia ser emitida uma fatura . e eu questionei qual o valor da fatura e só nesse momento é que soube o valor do relatorio. expliquei que ninguem me havia dito nada sobre isso e responderam-me que podia nao levantar o relatorio... No dia de ontem, 07-04-26 recebi um email que envio em anexo do Grupo Trofa Saúde a exigir o pagamento dos últimos 70€, acompanhado de uma ameaça de acréscimo de 20€ de penalização (taxa administrativa) caso o pagamento não fosse efetuado em 24h. Vi-me obrigada a pagar um total acumulado de 140€ apenas para evitar represálias financeiras e não prejudicar o meu processo de subsistência, uma vez que me encontro de baixa médica. No entanto, considero estes valores e a forma como foram impostos totalmente abusivos, uma vez que: Não houve consentimento informado sobre os custos (Artigo 18.º da Lei n.º 15/2014); A ameaça de uma multa de 20€ após apenas 10 dias da fatura é uma prática comercial agressiva e sem fundamento legal claro em serviços de saúde; O último relatório, embora pago sob pressão, ainda não foi levantado. Solicito a intervenção da ERS para a devolução dos valores cobrados indevidamente por falta de transparência e o cancelamento de qualquer taxa de mora aplicada.

Em curso

Facturacao indevida

No dia 30 dirigi me ao hospital trofa em loures. Na recepção dei admissao para dentista, eu e os meus 3 filhos. Nas 4 admissoes questionaram o seguro e eu das 4 vezes disse com acordo Gnr. Após as consultas na facturação a colaboradora diz me que nao trabalham com a gnr. E eu disse que seria impossível pois na admissão disseram me que sim, questionando me quem me fez a admissão, a funcionária foi questionar a colaboradora Paula porque nao me disse que nao trabalhavam com a gnr e a resposta foi que se confundiu com a psp.4 vezes ? Pedi para falar com a administração e disseram que estava ocupada, qual o meu espanto quando me dizem que é a Celia Presilha , exactamente a administradora que estava no hospital da Amadora quando o meu marido teve lá um problema idêntico razao pela qual nao lá vou. Como tinha o seu email,expus a situação e pedi que me ligasse. Como nada acontecia fiz reclamação no livro da situação irrisória mencionando que nao iria efectuar o pagamento total pois o hospital tem de arranjar uma solução para esta situação claramente é um erro na ma formação dos colaboradores na recepção. Nao podem dizer me que tem acordo e depois do acto que se confundiram e pedirem me 200euros !! No dia 31 ligaram me da facturação a dizer me que ou faço o pagamento mesmo tendo uma reclamação a decorrer ou irei ter custas administrativas. Apos explicar a situação ate a funcionária me disse que nao é um procedimento do grupo... lamentavel isto. Gostaria de conseguir relatar este assunto ao director do grupo pois claramente existe um problema na gestao do cliente em lisboa. Um hospital é um sítio para sentirmos confiança, não pode ser um sitio para sermos enganados descaradamente

Encerrada

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