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Bloqueio de Conta
Bom dia venho por este meio efetuar a reclamação dos serviços da Moey pois desde março que me encontro com a conta bloqueada sem nenhum tipo de aviso, já efetuei vários contactos nomeadamente pela linha telefónica e e-mail, ao que sempre obtive a mesma resposta, "Não podemos prestar informação nenhuma em relação ao exposto", o atendimento via telefone é péssimo pois os profissionais que atendem não tem qualquer tipo de qualificações para ajudar, já pedi o cancelamento da conta mas também não me deixam cancelar, contactei com o Banco de Portugal para me tentar informar sobre o assunto e aconselharam me a fazer uma reclamação no livro de reclamações online, mesmo após a reclamação a resposta foi a mesma de sempre continuando à mais de 2 meses sem ter acesso, nem à minha conta, nem ao meu dinheiro, tenho contas para pagar como toda a gente e não tenho maneira de o fazer por causa desta situação, exijo o desbloqueio urgente da conta bem como alguma maneira de compensação pelo transtorno causado. Com os Melhores Cumprimentos.
Conta fechada/Não me devolvem o dinheiro
Exmos. Senhores, Venho acrescentar nova informação à minha reclamação anteriormente apresentada contra o Millennium BCP. Há cerca de 3 semanas, a Sr.ª Susana Pedroso informou-me que a situação seria resolvida no prazo de 2 semanas e que o dinheiro seria devolvido. No entanto, já passaram 3 semanas e continuo sem receber qualquer valor. Hoje voltei novamente ao Millennium BCP do Barreiro para tentar resolver a situação. Falei com a Sr.ª Paula Soares, que tentou contactar a Sr.ª Susana Pedroso, mas foi-lhe dito que a mesma se encontrava ocupada e não podia atender. Esperei mais de 1 hora no banco e saí sem qualquer resposta ou solução relativamente ao meu dinheiro. Continuo sem acesso ao valor de 345,55€, correspondente ao saldo da conta e aos valores cobrados indevidamente do cartão de débito. (Ha mais de 2 meses que espero que o banco me devolva o dinheiro e nada ! Sou uma pessoa doente que tem que tomar medicação diária e não tenho dinheiro para comprar os medicamentos, estou passando sérias dificuldades sendo eu desempregada e o banco tem o meu dinheiro)
Fechamento de conta na Caixa de Credito Agrícola sem motivo
Bom dia, eu chamo me Maria da Costa Lemos e tenho 79 anos e felizmente fui professora do ensino básico toda a minha vida. Hoje estou reformada e tenho uma conta na Caixa Agrícola no balcão de Penalves na Póvoa de Varzim. Como pensionista da Caixa Geral de aposentações no dia de hoje 19 de Maio é o dia de entrada da minha pensão de reforma e hoje de manhã o dinheiro não estava lá, entretanto ligaram me desse balcão em penalves, Póvoa de Varzim uma senhora que se Chama Camila Faria a dizer que a minha conta irá ser encerrada dentro de 1 mês. Eu tenho 79 anos de idade e nunca tal me aconteceu na minha vida, no entanto está me a acontecer esta situação que venho a denunciar. Maria da Costa Lemos.
bloqueio de conta bancária há quase um ano sem informação
Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa ajuda e intervenção relativamente a uma situação com o Novo Banco que se arrasta há quase um ano, sem qualquer resolução ou informação clara. A minha conta bancária encontra-se bloqueada há cerca de 12 meses. O banco tem justificado a situação com uma alegada “investigação em curso pela Polícia Judiciária”, no entanto não me é fornecida qualquer informação concreta adicional, nem prazos, nem enquadramento detalhado. Há cerca de um ano, e por indicação do próprio banco, apresentei queixa junto das autoridades policiais. Nessa sequência, foi-me atribuído estatuto de vítima no âmbito do processo. Apesar disso: - Não recebi qualquer esclarecimento adicional do Novo Banco; - Apresentei reclamação no Banco de Portugal; - Submeti igualmente reclamação no Livro de Reclamações; - Contudo, continuo sem acesso aos meus fundos e sem informação concreta sobre a situação. Considero a situação extremamente grave, dado o tempo decorrido e a ausência de resposta efetiva ou solução, o que me está a causar prejuízos significativos. Solicito a vossa intervenção, no sentido de: - Ajudar a clarificar a legalidade da manutenção deste bloqueio prolongado; - Pressionar a entidade bancária para prestar informação concreta e fundamentada; - E indicar-me os próximos passos adequados, incluindo eventuais vias judiciais, caso se justifique. Fico a aguardar o vosso contacto com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Jessica Andrade
Conta Skrill restringida peço solução urgente
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Skrill devido à restrição injustificada da minha conta, onde se encontra retido o valor de aproximadamente 1.000 euros. Sou cliente verificado da plataforma, com conta nível 2 e toda a minha identidade devidamente validada. No entanto, após realizar um depósito hoje, a Skrill restringiu inesperadamente a minha conta e solicitou documentos adicionais para verificação. Desde então, já enviei por mais de três vezes todos os documentos solicitados, incluindo extrato bancário e comprovativo de pagamento referente ao depósito efetuado. Apesar disso, até ao presente momento não obtive qualquer resposta concreta nem atualização por parte da Skrill. Esta situação está a causar-me sérios transtornos, uma vez que sou estudante e esse valor é essencial para o pagamento da renda da casa e da mensalidade da universidade. Considero inaceitável a retenção do meu dinheiro sem qualquer esclarecimento ou suporte adequado, especialmente tratando-se de uma conta totalmente verificada. Solicito que a Skrill analise e resolva o meu caso com a máxima urgência, libertando os fundos retidos ou apresentando uma justificação clara e imediata para esta restrição. Aguardo uma resolução rápida para
Bloqueio da minha conta bancária
Exmos senhores Eu Gilda Maria Gomes Leandro Melo portadora do NIF 188855777, venho por este meio reclamar o bloqueio da minha conta bancária já há mais de um mês e não me darem informações concretas. A conta foi bloqueada por movimentos suspeitos mas eu não fui vítima de burla, felizmente mas preciso de ter acesso ao meu ordenado e á minha Pensão de Viúva para fazer face aos meus compromissos. Tenho faturas para pagar e já estou a pagar juros por não ter acesso á minha conta bancária. Por favor resolvam esta situação o mais rápido possível. Eu não tenho ninguém que me possa ajudar. Preciso comprar medicamentos, alimentos e luz, internet, água,etc e estou a pagar um empréstimo. Com os melhores cumprimentos Gilda Leandro Melo
Burla
Operações bancárias não autorizadas / fraude MBWay Caixadirecta. Entidade reclamada: Caixa Geral de Depósitos, S.A. Descrição da situação: No dia 16 de fevereiro de 2025, foram realizadas 27 transferências via MBWay a partir da minha conta CGD (serviço Caixadireta), no montante total de €21.576,00, sem o meu conhecimento ou consentimento ou qualquer autenticação. As operações apresentam um padrão claramente fraudulento: – Elevada frequência em cerca de 2 horas; – Valores entre €600 e €999 (fracionamento típico de fraude); – Destinatários desconhecidos; – Mobilização de poupanças (€14.300) sem autenticação adicional; – Continuação de operações mesmo após 3 tentativas recusadas, sendo que a primeira recusa foi por saldo insuficiente e a terceira por esgotamento do saldo das mobilizações internas. Após esta recusa por esgotamento de saldo CGD permitiu nova mobilização de 20.000€ de uma conta que segundo titular para alimentar a fraude, sem qualquer contacto ou autenticação forte para tal. – Execução enquanto eu me encontrava fisicamente noutro local (comprovado). A CGD recusou a restituição, alegando que as operações foram “autorizadas”, sem demonstrar essa autorização, conforme exigido pelo artigo 74.º do DL n.º 91/2018. Verificam-se ainda falhas graves nos sistemas de segurança: – Ausência de alertas ou bloqueios; – Falta de autenticação reforçada em operações sensíveis; – Inexistência de contacto preventivo com o cliente. Existe processo-crime em curso (NUIPC 114/25.4JAFUN) por burla informática. Solicito que a CGD cumpra com o estipulado no decreto lei n° 91/2018 de 12 de Novembro, art° 114.°
Encerramento unilateral da conta sem aviso e retenção de fundos há mais de 4 meses
Exmos. Senhores, Venho pedir o vosso apoio numa situação grave que estou a viver com o Novobanco há mais de quatro meses, e que afeta tanto os meus fundos como, potencialmente, a minha situação legal de residência em Portugal. Sou cliente do Novobanco há vários anos. A minha conta detém um determinado saldo à ordem, no entanto, o foco desta reclamação e o meu principal património retido pelo Banco são as 219 780 unidades de participação no fundo BlueCrow Growth I. Este ativo possui o valor substancial de 385 098,52 EUR, montante expressamente reconhecido pelo próprio Novobanco em documento oficial datado de 28 de março de 2026. No dia 7 de janeiro de 2026, ao tentar aceder à minha conta, deparei-me apenas com uma mensagem genérica: "O seu contrato encontra-se cancelado. Por favor contacte a Linha Direta". Não recebi qualquer carta, e-mail ou aviso prévio - nada. Naquele mesmo dia eu tinha solicitado ao Banco a emissão de duas declarações que precisava urgentemente para tratar de procedimentos administrativos em Portugal. Ficou tudo bloqueado de um dia para o outro. Enviei imediatamente vários e-mails ao balcão (S. Sebastião da Pedreira, em Lisboa) - nos dias 7, 9, 14 e 27 de janeiro. Apenas no dia 28 de janeiro uma colaboradora do balcão respondeu, dizendo simplesmente que a conta tinha sido encerrada por "internal policy issues". Nada mais. Sem indicar qualquer base legal, sem data da decisão, sem qualquer explicação sobre como recuperar o meu próprio dinheiro. Entre 2 e 20 de fevereiro enviei mais quatro e-mails consecutivos a perguntar como poderia transferir o saldo para outro banco e como transferir as minhas unidades de participação para outro intermediário. Nenhum foi respondido. Em 17 de abril enviei carta formal por correio registado, com aviso de receção, ao balcão - também ignorada até hoje. Quando ligo para o número geral, mandam-me para o e-mail do balcão. Quando escrevo para o e-mail do balcão, ninguém responde. É um ciclo que dura há mais de quatro meses. O mais absurdo é que, mesmo dizendo que a conta está "encerrada", o Banco continua a reconhecer-me como titular dos valores mobiliários - emitiu até documento oficial em 28 de março com o valor exato das minhas unidades de participação. Ou seja, mantêm os meus ativos sob custódia, mas recusam-se a explicar como devolvê-los. Esta situação está a causar-me prejuízos concretos: 1. Tive de avançar com procedimentos administrativos junto do IRN sem a documentação completa, em condições desfavoráveis, porque os prazos não podiam ser adiados. 2. Em outubro de 2026 terei de renovar a minha Autorização de Residência em Portugal, e a apresentação de documentação bancária é um requisito legal obrigatório. Se a situação não estiver resolvida até lá, isto pode pôr em causa a minha permanência legal no país. 2. Há mais de quatro meses que não tenho acesso a 385 000 € que são meus, sem qualquer perspetiva de resolução. Já tomei várias diligências: enviei carta registada (ignorada), apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, apresentei reclamação direta ao Banco de Portugal e à CMVM. Esgotei praticamente todos os canais oficiais. Recorro agora à DECO PROteste por dois motivos. Primeiro, porque acredito no papel da vossa organização na defesa dos consumidores e na pressão sobre instituições que ignoram os seus clientes durante meses. Segundo, porque esta situação provavelmente não é caso isolado - e a visibilidade pública pode ajudar outros consumidores na mesma posição. O que peço: - Que esta reclamação fique registada na plataforma, para que o Novobanco compreenda a gravidade do caso e responda; - Que a DECO PROteste me apoie a obter respostas concretas: a fundamentação legal do encerramento, a designação de um interlocutor responsável, e o procedimento para a devolução dos fundos e a transferência das unidades de participação; - Aconselhamento sobre os próximos passos, caso o Banco continue a ignorar todas as comunicações. Tenho toda a documentação relevante: cópias dos e-mails, carta registada, comprovativo CTT, e a declaração oficial emitida pelo Banco que confirma a custódia dos meus valores mobiliários. Agradeço desde já a atenção e o apoio da DECO PROteste. Com os melhores cumprimentos, Alex
Penhora indevida
Venho por este meio informar que desde 2024 foi-me penhorado o valor total que tinha na conta deixei de ter acesso há aplicação do telemóvel, já ando a tentar resolver isto a bem e não me conseguem dar resposta pelo qual perguntei a um dos agentes se me conseguiam transferir o dinheiro que tenho na conta para uma outra conta que tenho e não me conseguem dar uma resposta, podem penhorar o valor sendo que o valor que tinha ou tenho, é abaixo do ordenado mínimo ?
Burla infrormatica
Banco CTT Assunto: Pedido de reposição de fundos - Burla informática Exmo. Senhor(a), Venho por este meio apresentar um pedido de reposição de fundos na minha conta bancária, número Nº: 10504271304 (IBAN: PT50019300001050427130417). No dia 12 de Novembro 2025, fui vítima de uma burla informática que resultou na transferência indevida de um montante de 7690€ da minha conta para outra, identificada no anexo em PDF. A burla ocorreu da seguinte forma: No dia 10 de Novembro liguei para o Banco CTT a solicitar o username , pois, não me recordava, de um dia pro outro deixei de conseguir entrar na APP NETBANCO CTT, atendeu-me um senhor estrangeiro, o qual confesso que achei estranho a forma como ele me falou, mas forneceu-me o USERNAME, entretanto consegui alterar a password , no dia 12 pelas 1:10h da noite foi-me retirado da conta 4 transferência que perfazem o valor de 7640€ indevidamente e sem qualquer autorização da minha parte, as 8:51 do dia 12 de Novembro 2025, reparei que tinham sido feitas 4 transferências indevidamente, quando liguei rapidamente para o banco onde pedi o cancelamento do cartão e dos canais digitais, fui rapidamente a PSP de Benfica fazer a participação da burla informática, onde seguidamente entreguei o Oficio com o NUIPC: 1651/25.6 PULSB ( em Anexo ) e em que até a data de hoje, 6 de meio 2026, ainda não obtive qualquer esclarecimento por parte do Banco CTT e em que este, mediante a lei portuguesa deve de proteger a conta e dados pessoais de qualquer titular e havendo neglicência ( falta de cuidado/ proteção ) por parte do banco CTT. Mediante resposta do Banco de Portugal : " O Banco de Portugal analisou a sua reclamação e identificou indícios de incumprimento das normas aplicáveis pela entidade reclamada. Por esse motivo, foram iniciados procedimentos legais com vista à eventual adoção de medidas de supervisão. " Considerando que estas transferências foram resultado de uma atividade ilícita e fraudulenta, solicito a vossa melhor atenção para a restituição total do valor transferido conforme previsto na lei e nos termos do contrato de prestação de serviços bancários . Agradeço a vossa célere atenção e aguardo uma resposta dentro do prazo legal. Com os melhores cumprimentos, Data: 6 de meio 2026 Esta foi a carta escrita ao reclamado , ja estive num processo nos julgados de paz e que nada fizeram, e o banco ainda continua a dizer que nao teem nada a ver com o assunto quando o BCANCO DE PORTUGAL, diz que o BANCO CTT esta em incumprimento .
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