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Instalação de ar-condicionado, falhas graves no serviço, danos no imóvel e prejuízos financeiros
Assunto Reclamação formal – Instalação de ar-condicionado, falhas graves no serviço, danos no imóvel e prejuízos financeiros Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a todo o processo de aquisição, pré-instalação e instalação do sistema de ar-condicionado adquirido através do Leroy Merlin, com execução do serviço pela empresa Leroy Merlin . O processo iniciou-se com a deslocação técnica ao imóvel para levantamento e elaboração de orçamento. Posteriormente foi-me enviado um orçamento que considerei adequado e, por se tratar de uma empresa de grande dimensão, avancei com o pagamento na loja Leroy Merlin. Contudo, passados dois dias, fui novamente contactado a informar que existia um novo orçamento e que teria de proceder a um pagamento adicional. Após insistência e necessidade de escalar a situação até à direção da loja, esse erro acabou por ser assumido pelo Leroy Merlin, ficando a situação resolvida, embora demonstrando desde logo falhas graves na gestão do processo. Após a compra, o processo arrastou-se durante vários meses até ser realizada a pré-instalação do sistema de ar-condicionado. Nessa fase, a empresa deslocou-se ao local, definiu os traçados e posicionamentos necessários, e os roços foram executados pelo meu construtor com base nessas indicações. Em nenhum momento, nem na fase de pré-instalação nem posteriormente, fui alertado para qualquer erro ou inconformidade nos roços realizados. Seguiram-se novos atrasos significativos até que, finalmente, foi realizada a instalação do sistema. Importa ainda referir que, no próprio momento da instalação, a equipa técnica verificou que faltava uma bomba de condensados que não tinha sido entregue juntamente com os equipamentos e restantes componentes adquiridos. Esta falha obrigou-me a deslocar-me pessoalmente à loja Leroy Merlin de Alfragide para levantar a peça em falta, não tendo sido apresentada qualquer alternativa de entrega ao domicílio (o que me obrigou a fazer mais de 300 Km, apesar do imóvel ser em Lisboa, eu resido em Leiria), causando mais transtornos, perda de tempo e custos adicionais totalmente alheios à minha responsabilidade. Este imóvel foi adquirido para investimento, tendo sido celebrado contrato de arrendamento. Após entrega da chave aos inquilinos e o início da utilização do sistema de ar-condicionado (1 de Dezembro de 2025), começaram a surgir graves problemas de humidade em várias divisões do apartamento, comunicamos a anomalia e a empresa instaladora, como forma de testar o equipamento introduziu varios litros de agua no equipamento, agua essa que permaneceu no interior do equipamento e paredes o que provocando danos significativos nas paredes e acabamentos. Adicionalmente, foi também detetado pelo inquilino que o ar-condicionado dos quartos não se encontra a funcionar corretamente, o que agrava ainda mais a situação e demonstra falhas evidentes na instalação do sistema. Após novo contacto com o Leroy Merlin, e depois de mais demoras, foi enviada uma equipa técnica ao local, que alegou que a origem do problema seria a execução dos roços, imputando a responsabilidade ao meu construtor. Esta alegação é totalmente inaceitável, uma vez que, se os roços estivessem incorretos, tal deveria ter sido identificado e comunicado no momento da pré-instalação ou, no limite, aquando da instalação, o que nunca aconteceu. Apesar disso, está agora a ser-me exigido o pagamento de duas bombas de condensados como solução para um problema que resulta claramente de falhas de planeamento, verificação e execução do serviço prestado. Uma empresa alternativa que consultamos, referiu que a colocação das bombas de condensados, não são aplicadas nestas condições. Mas sim terão de ser feitas outras correções. Ou seja, tenho o apartamento com danos extensos provocados pela humidade, os inquilinos apesar de já terem assinado o contrato e terem pago todos os valores acordados, ainda não conseguiram dar entrada no apartamento, encontram-se atualmente alojados num hotel por o imóvel não reunir condições de habitabilidade, e estive cerca de um ano com o imóvel praticamente parado, acumulando prejuízos financeiros muito significativos. Acresce ainda o facto de o apoio ao cliente prestado pelo Leroy Merlin ser manifestamente deficiente. Não tem sido possível obter respostas claras nem soluções concretas, sendo extremamente difícil ou mesmo impossível contactar o comercial responsável ou o chefe da loja, não havendo qualquer acompanhamento eficaz nem esclarecimentos relativamente à resolução do problema. Anexo a esta reclamação mails enviados pelo Leroy Merlin (no ultimo mail pedem-me para assinar uma Declaração de quitação onde declaro que não pretendo no seguimento do processo de assistência técnica n 3386-2026 a BCM _Bricolage SA, realize a reparação e pintura da parede, após a colocação da bomba de condensados, anexo também fotografias que comprovam o estado atual do imóvel, os danos causados e as falhas no funcionamento do sistema. Face a todo o exposto, não aceito qualquer custo adicional associado à resolução desta situação e exijo que seja assumida a responsabilidade integral pela correção dos problemas, reparação dos danos no imóvel e compensação pelos prejuízos financeiros sofridos. Aguardo uma resposta escrita, célere e definitiva. Melhores cumprimentos
Dificuldade na adesão do gás ao contrato
Desde o início do meu contrato convosco, de gás e energia em pack, nunca paguei o gás por erro da EDP, conforme já expliquei no pedido de apoio com final 8151. Venho, mais uma vez, registar a minha frustração pela incapacidade da empresa em resolver esta situação. Recebi duas cartas assinadas pelo Diretor Comercial, datadas de 05/01/2026 e 21/01/2026, ambas com exatamente o mesmo conteúdo, informando que o meu pedido estava em análise e que seria dada uma resposta no prazo máximo de 15 dias úteis. O envio da mesma carta com datas diferentes demonstra desorganização, falta de clareza e de vontade em resolver o problema. Continuo a receber, semanalmente, contratos para assinatura, informando que o meu contrato “está quase ativo”. No início desta confusão assinei documentos enviados, sem ter consciência de que isso poderia agravar a situação. Informo que não assinarei mais nenhum documento sem uma explicação escrita clara sobre o que ocorreu e como será resolvido. Solicito uma resposta por escrito (email ou carta) com instruções objetivas sobre como proceder. Não tenho disponibilidade para continuar a ligar todas as semanas, como aconteceu anteriormente. Reforço a urgência da resolução, uma vez que as faturas de gás em falta acabarão por ser emitidas de forma acumulada, situação que não foi causada por mim.
Reembolso
Vendi um bilhete em formato digital na plataforma ticketswap.pt a 13/11/2025 para um concerto do James Arthur que ocorreu a 17/11/2025, o meu objetivo era ir ao concerto, mas mais tarde apercebi-me que era incompatível com outro compromisso. Vendi o bilhete que me custou originalmente 45€ na ticketline.pt, vendedora oficial do evento, por 42,50€ ao qual foi adicionada a taxa da TicketSwap. A 8/12/2025 foi aberta uma conversa entre mim e a compradora, pela TicketSwap pois a compradora alegou que devido ao facto de ter sido hospitalizada teve de revender o bilhete a alguém e essa pessoa alegou por sua vez que o bilhete já tinha sido utilizado e por isso não conseguiu entrar no concerto, e o objetivo da conversa seria eu e a 1ª compradora chegarmos a um entendimento sobre um reembolso. Eu não utilizei o bilhete nem o revendi em nenhum outro site e mostrei me disponível para enviar provas de que era impossível ter ido ao concerto, nomeadamente fotos com timestamp e localização que mostram que à hora do concerto era impossível eu estar no local em que o mesmo aconteceu, mas não me foram solicitadas mesmo após eu perguntar se deveria ou não enviá-las, pois não as queria enviar logo à partida uma vez que são fotos pessoais e não me sentia confortável, além disso nem por parte da 1ª compradora nem pela por parte da TicketSwap me foi mostrado alguma prova de que a 1ª compradora tinha sido hospitalizada, de que a revenda do bilhete tinha mesmo acontecido e por que meios, nem que caso tivesse acontecido alguma prova de que o bilhete não funcionou, e não fazia sentido apenas eu enviar “provas”. A 26/1/2026 a TicketSwap fechou a conversa e decidiu que eu devia reembolsar 42,50€ à compradora e caso não o fizesse num prazo de 15 dias seria envolvida uma agência de cobrança de dívidas, mesmo assim apesar da decisão já estar tomada enviei um email com provas de que não estive presente no concerto, o que não serviu de nada, e com receio das consequências da envolvência da agência de cobrança de dívidas acabei por enviar o dinheiro, apesar de injustamente uma vez que não utilizei o bilhete. Nos termos e condições da plataforma está escrito que “A TicketSwap Local age como um moderador independente entre o Comprador e o Vendedor e tenta encontrar elementos que fundamentem as declarações feitas por cada parte” o que não aconteceu, pois nessa conversa apesar de ter respondido às mensagens da compradora a plataforma não respondeu a nenhuma das minhas, e não apresentou nada que fundamentasse a sua decisão de eu ter de reembolsar a 1ª compradora.
Acesso a conta bancaria
Exmos Senhores Venho apresentar uma reclamação formal contra o Banco CTT devido ao bloqueio injustificado do acesso à minha conta bancária conjunta. O banco solicitou a entrega de documentos de identificação, os quais foram entregues conforme solicitado. No entanto, apesar de se tratar de uma conta com dois titulares, apenas um dos titulares foi notificado, o que constitui uma violação do dever de comunicação por meio duradouro, uma vez que ambos os titulares têm direitos e obrigações independentes perante a instituição. Após a entrega dos documentos, já passaram 6 dias, incluindo um fim de semana, e o banco continua sem desbloquear o acesso à conta. Sempre que contacto o banco, limitam‑se a afirmar que “não sabem o que se passa” ou que “o processo está em análise”, sem qualquer previsão de resolução. Esta situação está a causar prejuízo direto aos titulares, que continuam impedidos de aceder ao saldo e de cumprir obrigações financeiras essenciais. Além disso, todo o processo teve origem numa falha inicial do próprio banco — a ausência de notificação a ambos os titulares. Solicito a intervenção da DECO Proteste para que o Banco CTT: 1. Justifique formalmente a ausência de notificação ao segundo titular. 2. Proceda ao desbloqueio imediato da conta, dado que toda a documentação foi entregue. 3. Assegure que situações semelhantes não se repetem, garantindo o cumprimento das obrigações legais de comunicação e diligência. Agradeço a vossa intervenção urgente para resolver esta situação que está a causar danos injustificados.
Falha grave na prestacao do servico e informacao enganosa
A empresa tem pleno conhecimento da existência de uma prática recorrente por parte de alguns motoristas, consistente na indicação de ausência do destinatário sem que tenha sido realizada qualquer tentativa efetiva de entrega. Tal prática configura a prestação de informação enganosa ao consumidor final. A empresa dispõe de meios objetivos de verificação, nomeadamente registos de GPS das viaturas e histórico de chamadas dos motoristas, que permitem confirmar se as alegadas tentativas de entrega ocorreram efetivamente. Apesar disso, opta por não utilizar esses dados para corrigir a situação, demonstrando omissão, falta de controlo interno e tolerância perante declarações falsas. Como consequência direta desta atuação, as encomendas permanecem por entregar, sendo a responsabilidade indevidamente transferida para o cliente. Esta conduta é inaceitável e representa uma falha grave na prestação do serviço, bem como uma violação dos direitos do consumidor. Esta conduta configura uma prática sistemática de informação enganosa e coloca em causa a boa-fé contratual e a credibilidade do serviço prestado, justificando a intervenção das entidades competentes.
Não devolvem o dinheiro e não têm stock
Exmos, fiz uma encomenda na eurobikes no dia 09/01/26 e verifiquei se havia stock antes de pagar. Havia stock mas após o pagamento disseram que não havia stock de nenhum dos 3 itens que tinha comprado. Solicitei o reembolso logo de seguida por não haver alternativa aos produtos, pois trata-se de referencias de oleos e correspondem a especificaçoes. Agora a loja não me responde por canal nenhum, seja email ou whatsapp que é o que providenciam. Nem me devolvem o dinheiro que paguei. Estou a aguardar á um mês pelo reembolso e nem se dignam a responder. Penso que é um roubo o que esta loja está a fazer e devia haver uma compensaçao pelo tempo que demoram a devolver o que não é deles...
mensagens indevidas
Exmos senhores de tantas reclamacoes tem de se acionar a parte juridica pois desde ontem que ando a receber mensagens indevidas da meo e sem sequer estar a mexer no tlm.. associado número 7186165-17
Pedido no acorde con la venta
E realizado un pedido contrareembolso de 98€ por la compra de una máquina laser y me an enviado un muñeco de bob esponja y nadie contesta a los correos y no hay manera de ponerse en contacto con ellos
Produto de baixa qualidade
Boa tarde. Recebi ontem, via CTT Expresso, o produto Mobile Phone Video Amplifier que encomendei e paguei por multibanco em casa. Dentro do pacote que me foi entregue não havia qualquer fatura da compra e, após teste do produto, verifiquei que a qualidade da imagem é muito baixa e não corresponde minimamente à qualidade mostrada na publicidade. Gostaria de saber o que fazer para devolver o produto e ser reembolsado do valor pago pelo mesmo. Os melhores cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Conforme já mencionei nos meus diversos emails, solicito ajuda para resolução do caso contra o vosso ex-parceiro Smooth Saturday, já que a encomenda que foi efetuada através do vosso "marketplace" não foi entregue. Na altura, o artigo em questão estava identificado como promoção, com uma etiqueta a vermelho, mas não com a etiqueta azul de marketplace, conforme mencionado nos vossos emails. Só soube que era através de marketplace quando recebi o vosso email a informar. Uma vez que o parceiro estava a vender através da VOSSA plataforma, podiam, pelo menos, tentar ajudar na resolução do caso, ainda que já não estejam legalmente vinculados. Cumprimentos, Mariana Bray
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