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Incumprimento grave inconveniente DL 84/2021
Exmos. Senhores, O meu nome e Rita Carvalho contacto 939500902 Assunto; Incumprimento do dever de reparações sem grave inconveniente(DL 84/2021) No dia 16/01/2026,solicitei a assistência para a minha máquina de lavar. A data de hoje,09/02/2026,continuo sem o equipamento operacional. Sendo mãe solteira com duas filhas pequenas, a ausência deste bem de primeira necessidade constitui um "grave inconveniente "conforme previsto na lei. Fui informada via telefone que a peca só chegaria na próxima semana (esta) e hoje tornando a ligar já me informam que a peca não esta em Portugal e que não sabem quanto tempo demorara a chegar, tendo já passado 24 dias , esta semana termina o prazo legal para a reparação,(30 dias),além de que me deixaram sem alternativas, ou maquina de substituição ate a reparação ou substituição da minha, que esta na garantia e tem seguro pago todos os meses, peço a gentileza de intervenção pois já são 24 dias sem maquina, eu não tenho carro nem disponibilidade financeira para ir de transporte levar um saco por vez de roupa a lavar. Cumprimentos.
Valor de devolução não recebido
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação referente a encomenda encomenda online, que foi devolvida em loja no inicio de Janeiro de 2026, e que até ao momento o valor da mesma não foi restituído. Apesar de contactar o comerciante, através dos canais de suporte, e mencionar que o meio de pagamento utilizado, MBway, não está a restituir o valor da compra não houve uma abordagem no sentido de restituir a quantia através de outro meio. Mais informo que contactei o suporte por 3 vezes, sendo que da última vez fui informado que a deliberação da restituição por outro meio que não o de pagamento me seria respondido através de carta postal. Face ao exposto e à abordagem escolhida pelo comerciante venho apresentar queixa pela não restituição do valor da compra quando já decorreram mais de 30 dias. Cumprimentos.
Incumprimento do pagamento efetuado e não aceitação da devolução passado 15 dias do seu levantamento
Boa noite! Venho por este meio apresentar está queixa contra a empresa Castro Eletrónica. Queixa essa que se prende com o facto que fui informado no dia 8 de Dezembro da entrega do equipamento que comprei (Máquina de Secar Roupa) entre às 8h e às 12h. Informei no mesmo dia que não estaria disponível nesse horário e virem da parte da tarde porque estaria numa consulta ao qual iria ser submetido a uma segunda cirurgia devido a uma amputação do dedo. Não quiseram saber do meu pedido e chegaram a minha casa estava um familiar em casa e só deixaram a máquina no hall de entrada e foram se embora. Na compra da máquina paguei o transporte, um seguro para que o mesmo esteja em condições e a sua montagem e instalação. Não o fizeram! Depois de várias queixas via e-mail, dirigi me loja do Porto no dia 17 de Dezembro e o funcionário disse e ajuda me a fazer um RMA de reclamação a dizer que já não queria o equipamento e sim a devolução do mesmo. No dia 23 de Dezembro foram a minha casa efetuar o levantamento do equipamento, isso passado 15 dias da entrega do equipamento. Na compra efetuei um crédito na compra da mesma com a financeira SeQura que trabalha com a Castro Eletrónica. Notifiquei a mesma financeira SeQura que o equipamento tinha sido devolvido no dia 23 de Dezembro. Recebi um email automático da mesma a dizer que a empresa Castro Eletrónica tem um aplicativo da financeira e quando eles confirmarem a devolução da mesma me devolviam o dinheiro pago pelo equipamento. O tempo foi passando e dia 9 de Janeiro depois de eu já me ter deslocado duas vezes a loja de Mozelos que não aceitavam o equipamento passado 15 dias do seu levantamento a dizer que o equipamento está arranhado. Informei que o equipamento foi embalado corretamente e a empresa transportadora que levantou o equipamento assim o viu. O débito continuei a pagar mas na passada terça feira, dia 3 de Fevereiro anulei o débito, já que não teria de pagar nada já que não tenho o equipamento e o banco entrou também com uma queixa do débito a fim de eu ser reembolsado.
Recusa de envio para o Arquipélago dos Açores
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Skulum, pela recusa em efetuar entregas de produtos no Arquipélago dos Açores. Ao tentar realizar uma compra no site da referida loja, verifiquei que não é possível selecionar o arquipélago dos Açores como destino de entrega, sendo este automaticamente excluído do serviço de envio. Tal prática discrimina consumidores residentes nas regiões autónomas e contraria o disposto na Lei n.º 7/2022, de 10 de janeiro, que consagra o princípio da continuidade territorial, obrigando as entidades fornecedoras a assegurar igualdade de condições no acesso a bens e serviços, independentemente da localização geográfica em território nacional. Considero inaceitável que uma empresa com atividade em Portugal adote políticas comerciais que excluem parte do território nacional, prejudicando o direito dos consumidores açorianos a adquirirem produtos em condições idênticas às do restante país. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste no sentido de notificar a empresa Skulum para correção desta situação e garantir o cumprimento integral da legislação em vigor, nomeadamente no que respeita ao referido princípio de igualdade territorial. Com os melhores cumprimentos, José Teixeira
_Estendal Shopportuguês__não enviado
Em (DATA) adquiri um/uma (BEM ADQUIRIDO), da marca ___Estendal Shopportuguês__, pelo valor de __22,95___ €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (PRAZO). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (INDICAR DATAS) e obtive a resposta de que o bem está para entrega.
Assunto: Reclamação – práticas abusivas nas caixas self-service do IKEA
Assunto: Reclamação – práticas abusivas nas caixas self-service do IKEA Venho por este meio apresentar reclamação relativamente às práticas adotadas pelo IKEA no que respeita à utilização exclusiva de caixas self-service e ao tratamento dado aos clientes. Atualmente, o IKEA não disponibiliza caixas com operadores, sendo os clientes obrigados a utilizar exclusivamente caixas self-service, sem qualquer alternativa. Esta situação obriga o cliente a desempenhar funções que normalmente competem a um operador de caixa, sem qualquer contrato, formação ou enquadramento legal, o que levanta dúvidas quanto à legalidade desta prática. A generalização das caixas self-service permite ao IKEA reduzir custos com recursos humanos, transferindo essa responsabilidade para o cliente, que executa o trabalho de forma gratuita. Paralelamente, a empresa promove campanhas institucionais de imagem positiva, contrastando com a experiência real vivida pelos clientes nas lojas. Esta situação tem causado constrangimentos significativos. No IKEA de Loures, fui alvo de um episódio particularmente grave. Solicitei apoio a uma operadora, que se recusou a prestar assistência, referindo que existiam orientações internas que impediam o registo de artigos pelos funcionários. Saliento que não tenho obrigação de saber operar estes equipamentos nem de ser sujeito a esse tipo de imposição. O controlo exercido sobre os clientes nas caixas self-service é excessivo, com pressão constante por parte dos operadores e da segurança, falta de espaço para acomodar os artigos e falhas frequentes do sistema. No meu caso, a máquina apresentou um erro e ficou inoperacional durante vários minutos. Quando a operadora se dirigiu à caixa, adotou uma atitude inadequada, limitando-se a reiniciar o sistema e solicitando que repetisse todo o processo. Após concluir o registo e tentar sair da loja, fui interpelado pelo segurança e impedido de prosseguir, sem explicações claras. A fatura foi retirada para verificação, situação que considero abusiva. Foi identificado que um artigo não constava na fatura, facto que resultou de uma falha do sistema. Apesar de tal ter sido explicado, fui mantido no local. Posteriormente, ao tentar registar o artigo, o próprio sistema voltou a apresentar erro, confirmando que a situação não foi causada por ação minha. Considero que estas práticas colocam o cliente numa posição injusta, sujeitando-o a vigilância excessiva, constrangimentos e suspeição indevida, sem que exista alternativa às caixas self-service. Estas situações afetam negativamente os direitos do consumidor e merecem análise pelas entidades competentes. Solicito a intervenção da DECO para avaliação desta situação e eventual encaminhamento para as autoridades responsáveis
ma para e trabalhar
A minha experincis na Ikea foi muito diferente da Imagem positiva que é passad para o exterior. Apesar de se apresentarem como uma empresa moderna e com bons valores, internamente a realidade é outra. Ao longo do tempo existiram e continuam a existir situações reportadas por colaboradores e chefias , mas as queixas para a Ikea nunca são levadas a sério. Em vez da Ikea atuar e mudar as direcoes, chefias de departamento, secao e teams leaders e fazer uma “limpeza geral “ no Service Office , o que a Ikea faz é quem fala acaba por ser mal visto, desmente tudo e até tem colaboradores e chefias que defendem cegamente a Ikea devido a estarem a ser beneficiados , o que cria um ambiente de medo e desconfiança entre colegas e chefias. Comportamentos pouco profissionais por parte de algumas chefias e teams leaders, que não condizem com o cargo que ocupam nem com o código de conduta que a própria empresa diz defender. Comportamentos de envolvimentos em que muitos eram casados, andarem a meter-se com promotoras, seguranças prosegur, etc estes comportmanetos criam obviamente um ambiente pouco saudável e desconfortável. O recrutamento interno levantam muitas duviads , abrem as vagas mas a pessoa já está escolhida para o cargo geralmente é uma amiga ou familiar de uma chefia, o que mostra ser um processo nada transparente e desmotivador. O departamento de people and culture que deveria apoiar e proteger os colaboradores , não cumpre esse papel. A responsável que está lá há algum tempo não é competente, tem grupos de amizades e não é profissional pois não trabalha de modo imparcial e tem tratamentos diferentes para quem gosta ou não gosta e isso é muito visível. A Ikea investe na Imagem externa mas internamente é um terror.
Ruptura de stock
Exmos. Senhores. Venho por este meio expor o seguinte problema: No dia 9 de Janeiro do presente ano, através da aplicação do Kuanto Kusta, encomendei, à Kibo, um disco interno SSD S3PLUS por 49.29 euros. A mesma ficou registada com o número: 100114772 (foto em anexo). O prazo de entrega podia ir até 10 dias úteis. Como não recebi nada, nos dias 20 e 23 de Janeiro, enviei um email a questionar o porquê de não ter recebido a encomenda, que ficaram resposta. No dia 26 de Janeiro liguei, por várias vezes, para o número de apoio ao cliente. Na vez que me atenderam, ao perceberem o porquê da minha chamada, desligaram e não me voltaram a atender. No dia 27 de Janeiro recebi, da parte da Kibo, um email a dizer que havia uma ruptura de stock no artigo pretendido e a perguntar se, pretendia o reembolso , ou trocar por outro artigo. Respondi que queria ser reembolsado. Até à data não recebi nada, nem reembolso nem o artigo.
Encomenda comprada presencialmente - Instalação não concluida, porém cobrada
Venho por este meio expor a minha total insatisfação com o serviço Worten Resolve e seu parceiro Casa Vantagem. Adquiri um esquentador atmosférico Becken para substituir um modelo antigo da mesma tipologia (Junkers). O técnico da Worten recusou a instalação, alegando, sem muitos detalhes, que o modelo deveria ser ventilado. Sendo que o modelo instalado é um JUNKERS a pilhas atmosférico. Mas o ouvi, pois não conheço bem. Seguindo esta indicação, troquei o aparelho por um modelo ventilado da Becken e pedi a instalação novamente. Na segunda visita, o técnico foi indelicado e recusou novamente a instalação, alegando desta vez que o equipamento deveria ter "câmara aberta" e insistindo em marcas específicas (Bosch), contradizendo a sua instrução anterior, ou melhor complementando sua explicação anterior onde ele só citou marcas e não exatamente o que era necessário. Em ambas as visitas, o técnico não permaneceu mais de dois minutos no local e não apresentou qualquer justificação técnica válida. Ao tentar devolver o equipamento e cancelar o serviço, pois desisti genuinamente de trocar o esquentador, fui informado de que não seria reembolsado pelo valor da instalação. Fiz reclamação com a vendedora, que disse que era tudo que ela podia fazer no momento era fazer uma reclamação no site interno da worten. Caso número: 17599515 É inadmissível cobrar por um serviço que não foi prestado devido à inconsistência de informações e falta de profissionalismo do técnico enviado. Solicito o reembolso total do valor da instalação e uma resolução célere para este impasse. Faturas em questão: Esq Atmosferico: FT BFY501/024756 Esq Ventilado: FT ABMO12/052628
Pedido de mediação – Incumprimento serviço de montagem de cozinha IKEA
Exmos. Senhores, Venho solicitar a mediação da DECO Proteste relativamente ao incumprimento reiterado do serviço de montagem da minha cozinha, associado à encomenda n.º 1554411351 da IKEA Portugal. Resumo da situação: 29.08.2025 – Visita do técnico de medidas e ajustes necessários; 18.10.2025 – Plano definitivo da cozinha; 19.10.2025 – Pagamento integral da cozinha e serviço de montagem (≈ 540€); 08.12.2025 – Primeira data de montagem falhada, sem qualquer aviso prévio. Só após contacto foi informado que a parceria com a equipa externa terminou, facto que já era do conhecimento da IKEA; 30.12.2025 e 16.01.2026 – Novas datas de montagem falhadas, novamente sem aviso; 30.01.2026 – Data não realizada devido ao fenómeno meteorológico Kristin, situação compreensível. Todas as restantes falhas são exclusivamente da responsabilidade da IKEA. Sou parte de uma família com filhos e estou sem cozinha funcional há vários meses, apesar de ter cumprido integralmente todas as obrigações contratuais. A situação é inadmissível e insustentável. Solicito: A resolução imediata e definitiva da montagem da cozinha; Explicações formais sobre os sucessivos incumprimentos; Compensação pelos prejuízos causados, incluindo atraso prolongado, transtornos familiares e pagamento de serviço não prestado.
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