Reclamações recentes

M. M.
26/05/2026

Falta de higiene (Departamento do café/frangos)

Exmos Senhores, Venho por este meio processar uma reclamação acerca da higiene do Intermarché especificamente da zona do Cacém. Este supermercado infelizmente tem se notado um declínio no cuidado, para não falar dos preços que estão a disparar com a qualidade dos produtos a decaírem. Envio esta reclamação porque eu e o marido quando fomos no Domingo(24/05/2026) na hora de almoço buscar um frango assado no departamento da cafetaria, observámos não só uma, mas duas baratas na montra onde estão os frangos expostos. Por vezes na entrada deste supermercado já vimos baratas mortas mas da parte de fora, mas achámos que pudesse vir da parte de fora. Entendo que poderá acontecer estes azares, mas juntando às condições deste supermercado ultimamente, só me faz não querer consumir neste supermercado e já passei a palavra aos meus vizinhos para não irem consumir nada deste estabelecimento. Infelizmente não conseguimos tirar fotografias, pois esconderam-se e foi tudo muito rápido. Gostaria de saber se haveria forma de marcar uma inspeção formal ao estabelecimento. Morada do supermercado: R. Elias Garcia n° 201 B-C, 2735-682 Agualva-Cacém Agradeço atualização desta reclamação e o que poderá ser feito futuramente para que não aconteça de novo.

Resolvida
C. L.
06/05/2026

Não devolução de produto entregue

Boa tarde, no dia 27/1/26 comprei um fogão a gás, mas quando cheguei a casa percebi que não dava para interior, oportunidade que não tive no local, de observar isso. Quando o fui devolver, aceitaram-no, disseram me que ficava em cartão e que só podia ser devolvido em produto e deram me um voucher de impressora de caixa, fininho, parecido com aqueles voucher comuns de super mercado de descontos ou promoções. Perdi esse voucher e quando fui lá resgatar esse dinheiro não estava em cartão e só estava no voucher que havia perdido. Não me devolveram nem dinheiro, nem produto, nem produtos em troca. Escrevi no livro de reclamações fisico, responderam a assumir o erro e que da próxima fariam um melhor serviço, mas que não me devolviam nada porque a politica deles é assim. Só que nada me foi informado no momento da devolução, não me deram direito de escolha, não me falaram da importância do voucher e ainda disseram que estava em cartão. Habituada aos hiper com politicas mais claras brandas, confiei e na minha opinião, agiram de má fé. Ficaram me com 42,99€. Gostaria que me devolvessem o produto ou produtos no mesmo valor o que os beneficiava, mas queria resolver isto porque esse dinheiro é meu. Entretanto tenho reclamado em várias entidades e não obtenho qualquer resposta, nem sequer à minha carta que enviei depois da resposta deles àreclamação no livro de reclamações. Obrigada

Resolvida
M. G.
23/04/2026

Cobrança Indevida

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a uma situação ocorrida num posto de abastecimento automático do Intermarché na Lousã Ao tentar efetuar um pagamento com cartão Revolut e Wize a operação foi recusada com a indicação de “saldo insuficiente”. No entanto, de forma inesperada, foi efetuada uma pré-autorização que bloqueou a totalidade do saldo disponível na minha conta. Neste momento, encontro-me sem acesso a qualquer valor, o que me impede de satisfazer necessidades básicas, como alimentação e deslocação, causando um transtorno significativo. Ao contactar o estabelecimento, além de ter estado 3 dias incansavelmente a tentar comunicar com os mesmos, disseram que não tinham nenhuma transação nesse valor o que impossibilitava a anulação de cobrança. Porém eu tenho o comprovante em como o valor está pendente em nome da empresa de distribuição de combustível do intermarché na Lousã.

Resolvida
C. L.
27/03/2026

Retenção dinheiro de Devolução

Exmos. Srs., Fiz 1 compra no Intermarché da Terrugem que devolvi porque percebi que não tinha as características que eu pretendia. Qdo devolvi, disseram me que ficava em cartão, e deram me um papel pequeno de impressão, mais pequeno que a factura e nunca me avisaram que só aquele papel me dava acesso ao dinheiro que me era devido da devolução, e não em cartão como me disseram no momento da devolução. Não prestaram as informações devidas e eu perdi o papel. Já escrevi no livro de reclamações ao que responderam a pedir desculpa e que ia ter cuidado da próxima vez, assumindo o erro, mas não me devolvem o dinheiro. Considero uma ação de má fé, e de falha na informação prestada ao cliente. O valor é de 42,99€ de um fogão a gás. Escrevi uma carta em resposta à deles do livro de reclamações, e até agora não recebi qq resposta a essa última carta. Já passaram mais de 15 dias. Gostaria de ver isto resolvido. Atentamente, Ana Duarte Ferreira

Encerrada
C. M.
18/01/2026

Exposição sobre Práticas de Preço Abusivas e Incoerência Logística no Gás Butano – Inter Almeirim

Venho, por este meio, apresentar uma exposição formal relativa a uma prática comercial que considero não apenas economicamente injustificável, mas moralmente censurável e juridicamente abusiva, protagonizada pela unidade Intermarché de Almeirim (Supertejo LDA). No início de Dezembro de 2025, adquiri uma botija de gás butano de 13kg da marca OZ Energia na unidade de Benavente, por um valor inferior a 33,00€. Surpreendentemente, em Janeiro de 2026 (conforme factura FS OE4D03126/2793 anexa), a mesma unidade de produto custou-me, em Almeirim, a quantia de 37,10€. Após diligência própria junto de outras unidades da mesma insígnia, confirmei a seguinte realidade de mercado actual: Intermarché Salvaterra de Magos: 32,00€ Intermarché Marinhais: 32,00€ Intermarché Benavente: 32,90€ Intermarché Almeirim: 37,10€ (Diferencial superior a 5,00€ / +16%) O que torna este preço pornográfico e obsceno (passe a expressão) é a realidade geográfica: a loja de Almeirim situa-se frente a frente (escassas dezenas de metros) com o centro logístico e entreposto da Topaliza/OZ Energia (Lotes 11-12 da Zona Industrial). Enquanto as lojas de Marinhais ou Benavente suportam custos de transporte e frete para serem abastecidas, a unidade de Almeirim tem um custo logístico virtualmente nulo. Como se explica, à luz de qualquer lógica mercantil honesta, que a proximidade absoluta da fonte resulte no preço mais caro da região? Invocando o Artigo 334.º do Código Civil, que tipifica o Abuso de Direito: O exercício da liberdade de fixação de preços por parte de um franchisado é ilegítimo quando excede manifestamente os limites impostos pela boa-fé e pelo fim social e económico desse direito. Ao praticar uma margem de lucro desmedida num bem de primeira necessidade, ignorando a sua própria vantagem de custos, a Supertejo LDA age de má-fé e em prejuízo do equilíbrio do mercado. Adicionalmente, esta prática colide com o dever de transparência e protecção dos interesses económicos dos consumidores, plasmado na Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e no Código Comercial. Esta exposição não visa apenas defender o meu interesse individual — disponho de viatura própria e mobilidade para me deslocar a concelhos vizinhos. Esta queixa é um grito de alerta pelos nossos idosos e cidadãos com parcos recursos e mobilidade limitada. É inaceitável que, em pleno Inverno, uma população envelhecida e cativa de uma opção de compra local seja obrigada a financiar lucros arbitrários com as suas parcas reformas. Cobrar mais 5,00€ por botija a quem não tem como fugir desta loja é uma forma de extorsão social dissimulada sob a capa da "liberdade de mercado". Solicito que a DECO, enquanto entidade de defesa do consumidor: 1. Inste o grupo Os Mosqueteiros a prestar esclarecimentos sobre esta disparidade entre os seus aderentes; 2. Denuncie publicamente esta prática de aproveitamento da localização estratégica para inflacionar preços de bens essenciais; 3. Remeta esta queixa à ASAE e à ERSE para que se proceda a uma auditoria às margens de comercialização da Supertejo LDA. A liberdade comercial termina onde começa o abuso sobre os mais vulneráveis. Com os meus melhores cumprimentos, Carlos Mesquita

Resolvida

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