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Alteraram o tarifário sem a minha autorização
Exmos. Senhores, Nos últimos anos estava no Meo4 associada à conta da minha mãe. Aderi ao Moche e achei que por ser jovem iria ficar desvinculada da fatura da minha mãe. O mesmo não aconteceu e continuei Moche, mas o Moche estava em nome dela. Agora decidi desvincular-me da fatura da minha mãe. Deslocámo-nos as duas à loja, mesmo morando à distância e tratámos da alteração de titular. Ao alterar a titularidade para meu nome, a Meo alterou-me o tarifário de Moche 10.90€ com 250gb para o Meo Movel 23.99€ com 250gb. O que ne choca é a Meo alterar o tarifário do cliente sem autorização do mesmo. Para não falar que telefonei para a Meo para resolver a situação e ainda me cobraram a chamada. Entretanto fui à loja e a única oferta disponível que mais se assemelha é o Moche 11€ 200gb. Acho que vai contra os direitos do consumidor e uma manipulação para o cliente ficar a pagar mais. Cumprimentos.
Proteção ao cartão crédito
Exmos. Senhores, Derivado a continuidade da mesma resposta venho por este meio divulgar a situação pendente passado dia 20 Agosto nota situação de baixa médica ainda não se encontrar resolvida.Protecao ao meu cartão de crédito (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.
Sandes Pulled Pork
Exms. Senhores, Comprei uma Sandes Pulled Pork no estabelecimento Pingo doce. Segundo a imagem publicitária e a lista de ingredientes é um hambúrguer com carne de porco, pão brioche, queijo e picles. Ao abrir a caixa deparo me com um papo seco recheado pela carne desfiada. Um pouco diferente do que deveria ser.
Peça diferente da solicitada
Exmos. Senhores, Tenho um Jeep Wrangler híbrido (BH-38 -AJ) comprado novo no stand da Cardan Porto. Infelizmente bateram-me no carro e danificaram 1 jante. O seguro tratou de todo o processo, acontece que quando recebi a jante nova (preta) a mesma vem numa cor diferente da original recebida aquando da compra do carro (cinza). Toda a encomenda foi feita com nº de chassi .. matricula ..etc... O que me dizem é que apenas aparece em sistema uma unica referencia e que foi a recebida. Estou a mais de 4 meses em trocas de emails, telefonemas .. e nada avança !!! (Customer Care Jeep Case No. 02554846 ) Agradeço a vossa ajuda na resolução deste assunto. Cumprimentos.
Ausência de resposta do serviço de Apoio ao Cliente
Venho por este meio informar que a entidade em questão, não me responde aos consecutivos emails que tenho enviado com o objectivo de efectuar uma amortização parcial de um crédito automóvel. O primeiro email foi enviado dia 27/10/2025, e hoje, dia 30, ainda não obtive qualquer progresso na obtenção de simulação. A única resposta que obtive foi dia 28, em que me questionaram a origem do montante. Desde aí já enviei vários emails e nada de resposta. Seguramente não voltarei a trabalhar com eles.
REPARAÇÃO DEFEITUOSA E OMISSÃO
Referente à compra do telemóvel recondicionado, venho exigir a IMEDIATA RESOLUÇÃO DO CONTRATO e o REEMBOLSO INTEGRAL do preço. A minha exigência fundamenta-se na falta de conformidade reincidente e perigosa do bem (aquecimento e defeitos persistentes) e na falha sistemática da Vossa assistência técnica, comprovada pela Vossa própria documentação:• VIOLAÇÃO DE PRAZO LEGAL: O V. Relatório de Intervenção de 2024-06-03 atesta o "Incumprimento do Prazo de Reparação", o que, nos termos do Artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, me confere o direito imediato de optar pela Resolução do Contrato.• REPARAÇÃO DEFEITUOSA E OMISSÃO: As múltiplas reparações foram ineficazes. procederam à troca da placa-mãe (com novo IMEI) sem o meu conhecimento ou consentimento, e usaram peças não originais (tela falsa, conforme a Reclamação n.º 35266226). Tais intervenções, que falharam em sanar o vício original, representam um grave inconveniente e uma violação dos deveres. Concedo o prazo improrrogável de 10 (dez) dias úteis, a contar da receção desta, para que procedam ao reembolso mediante devolução do equipamento. Na ausência de reembolso integral no prazo estipulado, avançarei imediatamente com a queixa junto do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente, sem prejuízo de outras vias judiciais, sendo que tenho as documentações que demonstra de forma inequívoca o meu direito.
Reclamação – Atraso na substituição de peça
Venho por este meio expressar a minha insatisfação relativamente à situação da minha carrinha Citroën, que se encontra na oficina Citroën Barreiro & Vilas desde o início de setembro de 2025, para substituição de uma peça do travão de mão. Desde o momento da entrega, foi-me indicado que a reparação demoraria cerca de duas semanas, no entanto, passados quase dois meses, a situação permanece sem resolução. Sempre que entro em contacto com a Citroën Barreiro & Vilas, sou informado de que a peça ainda não está disponível para entrega, sem previsão concreta para a reposição ou conclusão do serviço. Considero este atraso inaceitável, tendo em conta que o veículo é essencial para o meu dia-a-dia, e que o prazo inicialmente comunicado foi largamente ultrapassado. Solicito, portanto: Uma explicação clara sobre o motivo do atraso na disponibilização da peça; Uma data previsível e garantida para a entrega e conclusão da reparação; Caso a peça continue indisponível a curto prazo, que me seja apresentada uma solução alternativa, como veículo de substituição ou compensação adequada. Aguardo uma resposta formal e célere à presente reclamação.
IHRU parece nao querer pagar o apoio extraordinário a renda a que temos direito
Venho por este meio reclamar porque nao estou a receber e esta a ser impossivel solicitar a analise para atribuição do Apoio Extraordinário à Renda, incluindo o pagamento retroativo dos montantes correspondentes aos períodos em que reunia todas as condições de elegibilidade, mas não recebi o apoio. De acordo com o Decreto-Lei n.º 20-B/2023 e demais legislação aplicável: • Entreguei o IRS referente a 2024 em 2025, com rendimento anual declarado de 11.127,81 euros; • O valor mensal da minha renda era de 635 euros em 2024 e é atualmente de 648 euros (2025); • A minha taxa de esforço ultrapassa os 35%, cumprindo plenamente o critério de acesso. Considero portanto que reúno todas as condições exigidas e que terá ocorrido um lapso do sistema na atribuição do apoio nos anos de 2023, 2024 e 2025. Apesar de múltiplas tentativas, não consegui qualquer contacto com o IHRU, nem por email nem por telefone, mesmo após literalmente centenas de tentativas ao longo dos anos. Perante essa impossibilidade e espera infinita de uma email que nunca chegou, dirigi-me pessoalmente à sede do IHRU em Lisboa agora em Outubro, onde deparei-me com condições de atendimento absolutamente inaceitáveis e proibitivas de acesso ai mesmo. Atualmente, os utentes são obrigados a comparecer à porta do edifício antes das 7h da manhã, ao relento, apenas para garantir uma senha de atendimento que é distribuída às 9h para depois esperarem eventualmente até a tarde para serem atendidos e talvez resolverem alguma coisa. Trata-se de uma situação que considero indigna, desorganizada e desrespeitosa, especialmente para pessoas idosas, com dificuldades de mobilidade ou que como eu tem condições auto imunes com dores ao ficar muito tempo em pé, e que não se coaduna com o nível de serviço público esperado num país europeu. Esta prática transmite a impressão de que não há verdadeiro interesse em atender os cidadãos nem em garantir o exercício do seu direito ao apoio. O tempo esta a passar, e eu mesmo tendo pleno direito a receber valores que muito me ajudariam nao recebi NADA, jamais e nao tenho a possibilidade de falar com ninguem do IHRU pois o serviço é inexistente seja por telefone que por email.
Encomenda não Recebida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma encomenda que nunca recebi, apesar de constar na notificação dos CTT como entregue no dia 30 de outubro, às 10h37. Informo que me encontrava em casa nesse horário e que não foi efetuada qualquer entrega nem contactado o destinatário. Refiro ainda que, segundo as condições indicadas, seria necessária a apresentação de documento de identificação ou código de entrega, o que não ocorreu. Em anexo junto comprovativos e evidências relevantes para a análise da situação. Com os melhores cumprimentos, CL
TAP Air Portugal – Alteração unilateral de lugares Extra Comfort – Legroom sem reembolso da diferenç
No dia 28/12/2024, efetuei uma reserva de voo com a TAP Air Portugal (reserva QS79UP, voo TP201, Lisboa–Nova Iorque, com partida a 16/09/2025). Durante o processo de compra, selecionei e paguei lugares da categoria Extra Comfort – Legroom, devido ao conforto adicional e também por motivos médicos e psicológicos, uma vez que sou portador de fobia de voo diagnosticada no programa “Ganhar Asas” da própria TAP. Meses depois, sem qualquer aviso prévio ou pedido de consentimento, a TAP procedeu unilateralmente à alteração dos assentos, atribuindo-me lugares da categoria Comfort (sem Legroom), claramente inferiores ao serviço originalmente contratado. Quando entrei em contacto com o call center da TAP, fui informado de que a mudança se devia a “força maior”, alegadamente para acomodar outro passageiro com necessidades médicas. No entanto, foi-me dito que não teria direito à devolução da diferença de valor, algo que considero ilegal e inaceitável, uma vez que não recebi o serviço pago. Posteriormente, apresentei: Reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico, no dia 09/08/2025, com referência 2025-0001423380; Reclamação formal junto da ANAC (Autoridade Nacional da Aviação Civil), após a TAP ultrapassar o prazo legal de 30 dias úteis sem resposta. A resposta da TAP, recebida já em outubro, foi vaga e evasiva, limitando-se a justificar a alteração sem qualquer proposta de reembolso da diferença nem fundamentação legal que o sustente. O valor em causa é de aproximadamente 100 €, correspondente à diferença entre o assento Extra Comfort – Legroom (pago) e o Comfort (sem Legroom) (fornecido). Esta conduta constitui um incumprimento contratual, violando: O artigo 798.º e seguintes do Código Civil (execução defeituosa do contrato e dever de indemnizar); O Decreto-Lei n.º 257/2007 (direitos dos passageiros de transporte aéreo); E o Decreto-Lei n.º 156/2005 (Livro de Reclamações), dado que não foi cumprido o prazo legal de resposta nem a obrigação de reparação do prejuízo. A TAP reteve indevidamente um montante pago por um serviço que não foi prestado, o que configura enriquecimento sem causa e falta de ética comercial. --- Pedidos concretos: 1. Reembolso integral da diferença de valor entre o lugar Extra Comfort – Legroom e o lugar Comfort atribuído. 2. Esclarecimento formal da TAP quanto à base legal ou política interna que justifica a recusa do reembolso. 3. Intervenção jurídica da DECO, enquanto entidade de defesa do consumidor, para garantir o cumprimento contratual e o respeito pelos direitos do passageiro.
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