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Encomenda não reembolsada
Ontem, dia 21/09/2025 fiz uma compra no Continente através da Glovo, para entrega na minha casa, ao fazer a encomenda, verifiquei que a morada era a da minha casa, uma vez que tenho também a morada do trabalho guardada na APP da Glovo. Finalizei a encomenda, fiz o pagamento tudo ok, após uns minutos, quando fui verificar o estado vi que a morada de entrega estava a do trabalho e não a da minha casa, fui logo à "Ajuda" e alertei para esta situação. Disseram-me que tinham reportado a situção ao rapaz da entrega e que através do Chat com o rider comunicasse a morada correta. Lá o fiz, só que o rider foi fazer a entrega ao meu trabalho, que estava encerrado. Passado uns minutos ligam-me da sede, então expliquei novamente a situação, inclusive disse que não foi um erro meu, porque coloquei a morada correta e sim da aplicação. Pediram desculpa pelo incómodo e disseram para pedir o reembolso no chat. Fui ao chat e pedi o reembolso, disseram que iam averiguar a situação e que me respondiam dentro de 3 minutos, aguardei, foi aí que disseram que não podiam efetuar o reembolso visto ter sido uma erro de morada, disse novamente no chat que não tinha sido erro meu e que se não houvesse reembolso ia fazer uma reclamação. Encerraram o chat e não me reembolsaram a minha encomenda.
Candidatura PAE+S 2023 - Anulada
Exmos. Senhores, Fiz uma Canditatura ao Fundo Ambiental PAE+S 2023, com certificação energética. Que ficou em análise técnica a 07/07/2025. Depois teve um Pedido de Esclarecimentos a 12/07/2025, ao qual respondi. Posteriormente ficou Elegível e assinei o TERMO DE ACEITAÇÃO em 22/07/2025. A seguir a candidatura passou a: Para Pagamento a 23/07/2025. Agora a 19/09/2025 alteraram o estado para NÃO ELEGIVEL. Mesmo enviando novamente a documentação solicitada, neste momento a candidatura está ANULADA. Questiono-me como é possivel ANULAREM definitivamente uma candidatura, após ter já estado ELEGÍVEL e ter assinado o TERMO DE ACEITAÇÃO. Cumprimentos.
Reserva enganosa e abandono do consumidor
Prezados, Sou cliente Genius nível 2 da Booking.com e confiei na plataforma para fazer uma reserva de alojamento (Reserva nº 6186936532), com data prevista para o check-in em 15/08/2025. Ao chegar, percebi que o local era totalmente diferente do anunciado: isolado, dentro de um posto de gasolina na estrada, claramente um alojamento de caminhoneiros, sem recepção e sem qualquer estrutura mínima para receber famílias. A situação era tão inapropriada que presenciamos um caminhoneiro urinando na roda do caminhão, à nossa frente, sem qualquer constrangimento, o que reforça o tipo de ambiente e a completa falta de condições para hospedagem familiar. Por questões de segurança e dignidade, não foi possível permanecer no local. Como não havia outras opções de hospedagem próximas e estávamos em outro país (somos residentes em Portugal e o alojamento era na Espanha), fomos obrigados a encerrar a viagem e retornar para casa imediatamente, tendo prejuízos financeiros e emocionais que vão além do valor da reserva. O Booking, apesar de ter sido o intermediador integral da reserva, vem se omitindo e transferindo a responsabilidade para o estabelecimento, que mente dizendo que não compareci ao check-in (“no-show”). O próprio Booking reconhece que isso não ocorreu, mas mesmo assim continua aceitando essa resposta falsa como definitiva e se recusa a resolver o problema. Esse comportamento demonstra falta de responsabilidade com o consumidor e fere os direitos básicos previstos no Código de Defesa do Consumidor e nas normas europeias de proteção ao consumidor, que estabelecem responsabilidade solidária entre fornecedor e intermediador. Solicito com isso : - Cancelamento imediato e gratuito da reserva; - Reembolso integral do valor pago; - Providências para impedir que outros consumidores passem pela mesma situação. Em anexo envio fotos que comprovam a real situação encontrada. Obrigado.
Garantia de seguro negada
O meu voo de Orlando para Londres foi cancelado e tendo viajado noutro voo mais tarde, fez com que perde-se o voo de ligação de Londres para o Porto onde teria chegado ás 10h50 da manha de dia 23 de junho. Na realidade, no voo alternativo tive de fazer mais escalas e apenas cheguei ao meu destino final Porto por volta das 21h30 (cerca de 11 horas depois) de dia 23 de junho. Durante esse período tive várias despesas extra nomeadamente; de transporte quando cheguei a Londres (com cerca de 5 horas de atraso) tive de mudar de aeroporto (cerca de 1 hora de distância). Posteriormente, na minha chegada ao destino final Porto cerca 21h30 (aproximadamente com 11 horas de atraso), já não tinha transporte para casa, por isso tive de recorrer á uber. Nesse período tive despesas de alimentação e de comunicações. Valor total despesas 278.38€ -Tentei acionar a garantia “transporte alternativo por perda de ligações do meio de transporte” do seguro da Heymondo nomeadamente o seguinte artigo: 15.5.4) Transporte alternativo por perda de ligações. "Se o meio de transporte público contratado se atrasar ou for cancelado devido a falha técnica, greve ou conflito social, intempéries, catástrofes naturais, fenómenos naturais extraordinários, intervenção das autoridades ou de outras pessoas pela força e, em consequência disso, impossibilite o Segurado de efetuar a ligação com o próximo meio de transporte público fechado e previsto no bilhete, a IMA IBÉRICA reembolsará, até ao limite máximo de 300 €, as despesas de transporte de regresso ao local de origem ou as despesas de transporte alternativo até ao destino final desde que se verifique um atraso igual ou superior a duas (2) horas relativamente à ligação perdida." A seguradora alega refere: “Não se pode aplicar o ponto 15.5.4) Transporte alternativo por perda de ligações, porque não se perdem ligações, mas sim são levados para a cidade de destino noutros voos.” “As despesas com táxis e serviços Uber, utilizados para completar o regresso a casa, não estão incluídas na cobertura.” “Infelizmente, nenhuma das garantias contratadas pode ser aplicada para cobrir as despesas solicitadas, pelo que entendemos que as garantias foram aplicadas corretamente e que não corresponde o reembolso que reclama.” Alegam que não houve perda de ligações!! Na realidade, o atraso de 5 horas na chegada a Londres do voo proveniente de Orlando fez com que eu perde-se a ligação de Londres para o Porto. -Em relação ao táxi e Uber não estar incluídos em momento algum isso é mencionado no referido artigo; pelo contrário, o artigo afirma “…a IMA IBÉRICA reembolsará, até ao limite máximo de 300 €, as despesas de transporte de regresso ao local de origem ou as despesas de transporte alternativo até ao destino final…”
Nao pagamento de roubo de carro dentro da propiedade
Venho reclamar relativamente ao processo 25SAU0171812 e reclamação GP 1-194907200918 | Ap. 004520449399. No passado mes de maio declarei que o meu carro foi roubado e acabou por ser recuperado em Madrid. O carro estava bastante destruído pelo roubo. Declarei a polícia o roubo é que o carro foi roubado dentro da propriedade privada. Dentro da garagem e com o portão da rua fechado, O seguro alega que o roubo foi negligente e não quer pagar o valor do carro nem gestionar o abate porque as chaves do carro estavam ao colocada ao pé do carro. Não entendo como o roubo reportado a polícia, e dentro de uma garagem com o portão da rua fechado, pode ser considerado negligência. Nas fotos pode se ver a distância desde o portão da rua há garagem. Que alguém violou o direito o direito à propriedade privada e roubou o carro. Quero que se me pague o valor do carro que tenho direito, pelo seguro contratado, além do mais se me permita gestionar o abate do carro e se devolva o valor pago do seguro desde que se me indicou que o carro seria para abate e em vez de o gestionar, só me mandam resposta atrasadas e indicando que se fazem cargo de nada. Uma vergonha!
Acidente em Intermarché – Pedido de indemnização por danos físicos, psicológicos e patrimoniais
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a um acidente ocorrido no dia 18 de junho de 2025 nas instalações do Intermarché de Ericeira. Após o acidente, enviei cartas e provas diretamente ao Intermarché, procurando uma solução amigável. No entanto, a empresa declarou não ser responsável e orientou-me a tratar diretamente com a seguradora. Após mais de 90 dias de tentativas e investigações por minha conta para obter os contactos corretos, a única proposta apresentada pela seguradora foi de 36 euros, montante manifestamente desproporcional à gravidade dos danos sofridos. O acidente agravou de forma significativa o meu estado de saúde, resultando em: *Danos físicos: dores intensas na zona lombar, cervical e pernas, com necessidade de acompanhamento médico especializado; *Danos psicológicos: impacto emocional severo, tratamento psicológico em curso e indicação de intervenção com especialista em fibromialgia em Lisboa; *Danos patrimoniais e não patrimoniais: despesas médicas, deslocações, sofrimento físico e moral, além da perda de qualidade de vida. A situação chegou a um ponto em que estou a tomar medicação opiácea (oxicodona), com efeitos adversos e riscos acrescidos, sem ter condições financeiras para suportar despesas médicas e de transporte sem garantias de reembolso. Possuo testemunhas, vídeos, fotos, declaração do psicólogo e toda a documentação médica relevante, que serão anexados a esta reclamação. Caso seja necessário, posso enviar os vídeos e outros elementos de prova para complementar o processo. Importa referir que apenas solicito que se cumpra o que determina a lei portuguesa, nomeadamente as normas do Código Civil, artigos 483.º e seguintes, que consagram a responsabilidade civil por factos ilícitos, bem como o artigo 496.º, que prevê a indemnização por danos não patrimoniais quando a gravidade assim o justifique. Diante da ausência de resposta adequada por parte do Intermarché e da seguradora, venho solicitar através da DECOPROTESTE uma compensação justa e proporcional pelos danos físicos, psicológicos, biológicos, patrimoniais e não patrimoniais sofridos, bem como a garantia de que medidas sejam adotadas para evitar a repetição de situações semelhantes. Com os melhores cumprimentos,
Serviço miserável
No dia 04/07 contratei o serviço desta empresa para a instalação de uma porta blindada no meu apartamento em obras. A montagem foi efetuada com danos na parede, que tive de reparar. Ficou nesse dia combinado que os técnicos iriam voltar quando o perfil de transição fosse colocado debaixo da porta (esse perfil não estava colocado porque estava esgotado). A 14/07, ainda sem residir no imóvel, comuniquei por vídeo que a fechadura apresentava anomalias, a corrigir na próxima visita. No entretanto fiz a mudança e com a utilização reparei que havia mais problemas e enviei mensagem a alertar. Regressaram no dia 2/09 - com atraso de 30min no horário da chegada - e por essa razão o trabalho não foi concluído. O técnico disse que precisava de tempo para desmontar a porta, e dado o atraso nós pedimos para regressar noutro dia. Regressaram então no dia 8/09 fizeram os arranjos necessários. No dia 17/09 eu alertei a empresa que alguma coisa não tinha ficado bem - pois agora tínhamos um novo problema QUE NÃO EXISTIA ANTES - a chave fica presa no canhão ao abrir a porta. A empresa respondeu a dizer que o problema é que o canhão ou a chave têm pó e que a lubrificação é a cargo do cliente. Como este foi um problema que surgiu imediatamente a seguir à visita do técnico, de uma forma lógica, não me pareceu ser pó, e pedi que fizessem uma nova visita. Voltaram no dia 18/09 e o técnico que cá esteve retirou o canhão. Durante o seu trabalho eu não estive presente, ele chamou-me no final. Tinha na sua mão um lubrificante e disse-me que a minha chave tinha pó (temos 5 chaves, todas ficam presas), mas que o problema estava resolvido. No dia 20/09 (2 dias depois) voltei a alertar que o problema continuava. Ao que a assistente responde que eu tenho que lubrificar o canhão. Como é possível que esteve aqui um técnico com o lubrificante na mão e não resolveu o problema? Aparentemente o técnico lubrificou apenas a minha chave. Recusaram-se a regressar. Esta empresa presta um serviço miserável
Burla/wizink
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o WiZink Bank, S.A.U. – Sucursal em Portugal, enquanto consumidora, devido à sua recusa em reembolsar uma transação bancária não autorizada no valor de €4.648,00, efetuada no dia 23/08/2025 através do meu cartão. A operação foi reportada por mim, na 2.ª feira dia 25/08/2025 pelas 9h20 uma vez que não têm atendimento ao fim-de-semana, como fraude, tendo sido apresentada queixa formal na Polícia e posteriormente enviada por email para o wizink neste dia 25. Importa referir que até ao momento que fiz a denúncia, estas transações apareciam como pendentes na app wizink. Apesar disso, e após inicialmente me creditarem provisoriamente o valor, o WiZink atribuiu-me responsabilidade total e eu naturalmente que contestei a decisão, enviando mais uma vez uma exposição por escrito através de email com diversos factos que comprovam a veracidade dos factos. A resposta do wizink foi de quase 3 semanas após esta minha exposição e alegou que houve “autenticação forte” via aplicação móvel e biometria, não apresentando qualquer prova de que a operação foi autorizada conscientemente por mim. O wizink não cumpriu o disposto no Decreto-Lei n.º 91/2018, artigos 115.º e 116.º, que exige o reembolso imediato ao consumidor, exceto em caso de culpa ou negligência grosseira, o que garantidamente não se verifica. De referir ainda que ao fazer diversas pesquisas sobre fraudes, constatei que outros clientes tiveram problemas idênticos com operações não autorizadas. No entanto, o WiZink insiste em não assumir responsabilidades, transferindo a culpa para os clientes. Fiquei sem acesso aos canais digitais, após o bloqueio do cartão e continuo sem ter qualquer informação sobre a minha conta bancária. Pedi alteração de morada neste dia 25 de agosto de 2025, fazendo o envio do documento comprovativo da mesma e até à data de hoje não tenho resposta sobre esta alteração, o que impede o envio do cartão e o acesso aos canais digitais. Neste momento não sei como o processo está, uma vez que contestei a decisão de novo. Não sei se vou ser cobrada injustamente ou se terei de pagar o valor em questão, pois não aceitei nada e não tenho acesso aos extratos bancários. Pedi que me enviassem os mesmos através de email no dia 17 de setembro de 2025 e até agora também não tive resposta ou acesso. Sinto-me completamente injustiçada, numa situação que não me revejo, tendo agora de recorrer a vias judiciais para defender os meus direitos e esperando o apoio da Segurança Social, acrescentando a isto a questão psicológica e emocial, que me perturba há um mês. Melhores cumprimentos, Nádia Costa Santos
Envio em Espera
Exmos.(as) Srs.(as) No passado dia 4 de setembro de 2025, a minha encomenda, com o código de envio "EV064806085CN", foi desalfandegada. Todavia, desde o dia 5 de setembro que se encontra no Centro Operacional de Lisboa, em estado de espera, com a indicação: "O acondicionamento do envio está a ser reforçado". Desde então, já efetuei diversas chamadas telefónicas e enviei vários emails. Nas chamadas, foi-me sugerido que contactasse o vendedor para resolver a questão, o que considero incompreensível, dado que a encomenda se encontra na posse dos CTT. Nos emails, foi-me reiterado, por mais de uma vez, que já foi reforçada internamente a urgência na entrega. Hoje é 22 de setembro e a conduta dos CTT revela-se inaceitável, tendo já sido ultrapassado o prazo indicativo de 10 dias úteis para a entrega. Acresce referir que paguei encargos aduaneiros e IVA em duplicado, uma vez aquando da compra do bem e novamente no momento do desalfandegamento, situação que considero igualmente irregular. Não compreendo a razão para tamanho atraso, sobretudo não estando em período de elevada afluência. Assim, solicito que a situação seja resolvida com a máxima urgência, uma vez que o apoio ao cliente prestado até ao momento tem sido manifestamente insatisfatório. Com os melhores cumprimentos, Maria
Informações atrasadas
Todos os meses tenho dificuldade imensa em ter os dados em tempo hábil. Hoje, por exemplo, é dia 22 e o relatório apresenta somente portagens até o dia 10. E nem estamos na virada do mês, quando o relatório também apresenta informações atrasadas. Por ser uma empresa, essa informação é crucial para o meu negócio, para cobrar terceiros. É muita incompetência e descaso com clientes.
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