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falha na prestação de serviços / cancelamento unilaterais de agendamentos
A quem constar: Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à condução do meu tratamento ortodôntico na Impress, cuja fase final se encontra atualmente comprometida por falhas reiteradas de comunicação, cancelamentos unilaterais de consultas e indisponibilidade injustificada de agenda, apesar de o tratamento se encontrar integralmente pago. Encontro-me na reta final do tratamento e considero que a atenção e diligência prestadas pela clínica foram manifestamente insuficientes e incompatíveis com as legítimas expectativas criadas no momento da contratação. Desde o início do serviço, deixei expressamente claro que deixaria de residir em Portugal a partir de 01/11/2025, e que poderia regressar caso fosse necessário para finalizar o tratamento se houvesse algum atraso (o que final se comprovou com a necessidade de adicionar a etapa de refinamento ao meu tratamento). Tal informação foi reiterada em diferentes momentos e, ainda assim, foi-me assegurado que: * o acompanhamento remoto seria viável, * os agendamentos presenciais não representariam qualquer entrave, * e que o processo seria simples e compatível com a minha situação. Essas garantias foram determinantes para a minha decisão de adesão ao tratamento - garantias que não se confirmaram na prática. Ao longo do mês de janeiro de 2026, período em que organizei uma estadia prolongada em Portugal especificamente para concluir o tratamento, tive dois agendamentos cancelados unilateralmente, sem aviso prévio adequado, sem proposta de alternativa e sem qualquer consideração pelos constrangimentos pessoais, profissionais e financeiros envolvidos. Destaco, em particular, os seguintes fatos graves: 1. Falta de dever de informação na consulta de colocação dos alinhadores de refinamento, no final de outubro de 2025, não fui previamente informada sobre a necessidade de instalação de botões e elásticos - apesar de ter comunicado que sairia de Portugal no dia seguinte. Apenas uma semana depois, já fora do país, fui contactada para realizar um procedimento que deveria ter sido planeado e comunicado atempadamente. Esta falha teve impacto direto no planeamento e execução do meu tratamento. 2. Cancelamento unilateral de consulta sem aviso A consulta inicialmente agendada para 05/01/2026, marcada com grande dificuldade e alinhada com a minha estadia em Portugal, simplesmente desapareceu da aplicação, sem qualquer comunicação prévia. Posteriormente fui informada de que a consulta havia sido cancelada unilateralmente, sem qualquer tentativa de contacto comigo ou proposta de remarcação, tendo sido colocada numa genérica “lista de espera”, apesar de eu já ter organizado viagem para o efeito - informação essa que inclusive comprovei mediante envio do bilhete aéreo. Ressalto que apenas após múltiplas tentativas de contato por diferentes meios (telefone e aplicação), consegui um encaixe excepcional para o dia seguinte, 06/01/2026. Tal solução só foi possível mediante insistência contínua da minha parte, o que demonstra que a resolução do problema não foi espontânea nem proativa por parte da Impress, mas sim fruto de esforços reiterados da minha iniciativa. 3. Reincidência de cancelamentos e falhas operacionais na fase final do tratamento Resolvida a questão relativa à colocação dos attachers e botões, tornou-se necessário agendar a consulta de encerramento do tratamento para o período entre 27 e 30 de janeiro de 2026, de forma a coincidir com o término do meu plano de alinhadores (13/13) e aproveitar a minha estadia já programada em Portugal, uma vez que regressarei de forma definitiva ao Brasil em 30/01/2026, sem qualquer previsão de retorno a Portugal. Apesar de ter comunicado de forma clara e reiterada esta limitação temporal, voltei a enfrentar dificuldades injustificadas de agendamento e cancelamentos unilaterais, tendo sido obrigada a acompanhar diariamente a aplicação e a contactar a clínica por quase duas semanas. Apenas após esse esforço contínuo consegui um agendamento para 27/01/2026, que posteriormente me foi comunicado tratar-se de um “erro”, sendo cancelado mais uma vez de forma unilateral, sem qualquer alternativa apresentada para a mesma data ou para datas próximas. Eu tinha conseguido realizar esse agendamento dia 14/01/2026 e estava tudo confirmado na aplicação até a notificação de cancelamento ter sido enviada hoje (21/01/2026), uma semana após estar tudo confirmado. A minha situação pessoal e profissional atual não me permite estar telefonando para a Impress e monitorando a aplicação entre 10 - 20 vezes ao dia para exigir um tratamento digno e razoável para um serviço já pago e contratado.. Este novo cancelamento colocou-me numa situação de extrema insegurança e stress, pois, até ao momento, não existe qualquer garantia de que conseguirei encerrar um tratamento integralmente pago antes da minha saída definitiva de Portugal, situação essa criada exclusivamente por falhas operacionais e de gestão da Impress. Isso sem falar na constante reorganização dos meus compromissos de trabalho para conseguir assistir às consultas com a impress, que acabam por ser canceladas. Encontro-me, neste momento, numa situação de stress injustificado, resultante de sucessivas falhas operacionais da clínica, tendo sido obrigada a despender tempo excessivo em chamadas telefónicas, monitorização constante da aplicação e reorganização da minha agenda pessoal e profissional - o que é manifestamente inaceitável. Face ao exposto, exijo que a Impress: 1) assuma a responsabilidade pelos cancelamentos unilaterais, e 2) garanta, com carácter urgente, um agendamento entre 27 e 29 de janeiro de 2026 para encerramento definitivo do meu tratamento. Caso tal não seja assegurado de forma imediata e concreta, informo que recorrerei às vias legais ao meu dispor em Portugal, incluindo eventual ação judicial por incumprimento contratual e falha na prestação de serviços, com pedido de indemnização pelos prejuízos causados. Registo, por fim, o meu profundo desapontamento com a Impress. Se tivesse conhecimento prévio das dificuldades sistemáticas de agendamento, da extensão injustificada do tratamento e da fragilidade do acompanhamento, não teria contratado os vossos serviços. Aguardo resposta urgente e uma solução concreta.
Desvalorização do Estado de Saúde
Entidade reclamada: Instituto da Segurança Social, I.P. Serviço: Junta Médica / Verificação de Incapacidade para o Trabalho Local: Sede Segurança Social de Setúbal Data: 21/01/2026 No dia 21 de Janeiro do presente ano de 2026, fui submetido a uma segunda junta médica para verificação de incapacidade temporária para o trabalho, no âmbito do meu processo na Segurança Social. Sou portador de Tiroidite de Hashimoto com sintomas agravados, depressão crónica e insónias, condições clinicamente documentadas, sendo acompanhado por médico psiquiatra, com relatórios médicos, análises, medicação e restantes comprovativos entregues no dia da junta. Durante o atendimento, senti que os médicos presentes desvalorizaram e menosprezaram a minha condição física e mental, ignorando a documentação clínica apresentada e o parecer do médico assistente. O tratamento foi feito como se eu não apresentasse qualquer limitação, apesar de me encontrar inapto para exercer a minha atividade profissional (cozinheiro), que é de elevado nível de stress, incompatível com o meu estado de saúde atual. Após a verificação, foi ainda anulado o meu subsídio por Situação de Incapacidade Temporária para o Trabalho, decisão que considero injusta, desproporcionada e tomada sem a devida consideração do meu quadro clínico real. Esta situação causou-me grande impacto emocional e agravamento do meu estado de saúde, sentindo-me desrespeitado enquanto utente do Serviço Nacional de Segurança Social.
renovaçao contrato
Vejo que a mesma insatisfação que eu tenho com a empresa, já é frequente, e infelizmente nao sou a única a esta insatisfeita com a renovação automática, sem aviso, e a obrigação do pagamento por mais 12 meses. Gostaria de apresentar a minha insatisfação com a empresa, e perceber se legalmente esta situação pode ficar com a obrigação de pagamento de 12 meses
Dívida não exigível
Exmos. Senhores, A minha esposa, M. N., tem vindo desde julho de 2024 a ser contatada por esta empresa com a alegação da existência de uma dívida infundada para com a Medicare datada de 2021. A minha esposa contatou telefonicamente a Medicare a saber dos seus planos de saúde, em data que não pode precisar mas antes de 2018. Foi-lhe enviado um cartão, mas o mesmo nunca foi utilizado e por indicação da Medicare foi destruído, pois não existiu interesse na contratualização do seguro, não se tendo verificado da sua parte qualquer confirmação por escrito relativamente à adesão ao serviço, não existindo assim qualquer vinculação conforme legalmente se encontra previsto e não relevando para o caso a receção do cartão para além de não ter sido utilizado. Por email já foi transmitido à Indebt o não reconhecimento desta divida e também foi contatada a Medicare que confirmou que o assunto estava encerrado e que não desse importância às comunicações recebidas. Assim, solicita-se que a alegada dívida seja considerada sem efeito, bem como a cessação de todos e quaisquer contactos futuros relacionados com este assunto. Atentamente J. S. (associado da DECO) em nome de M. N.
Reclamção de Contrato Falso
Exmos. Srs, Venho por este meio apresentar a minha indignação e respectiva reclamação, uma vez que na minha apólice indica que inclui parto com um capital seguro de 50.000 €, no entanto apercebo-me a uma semana de ser pai pela primeira vez, que não posso fazer uso desse valor indicado na minha apólice nem para pagar o parto nem para pagar despesas associadas a minha estadia para acompanhamento do nascimento do meu filho. Ora isto é enganar as pessoas. Tenho este seguro há mais de 10 anos, tendo aderido ao mesmo em 2015, e só agora me apercebo que não me posso acreditar no que supostamente estou seguro ou não. Isto trata-se de enganar o cliente de forma gravosa. Pelo que irei proceder também à reclamação no livro de reclamações, bem como junto da Deco Proteste e Portal da Queixa. Irei também exigir a renegociação desta mesma apólice e o pagamento do valor equivalente a todos os elementos indicados na minha apólice dos quais não posso usufruir e para os quais tenho pago durante 10 anos.
Avaria por vício oculto
Exmos. Senhores. A minha tv Samsung UE75TU7125KXXC tem um defeito na placa electrónica V-COM esquerda que só é fornecida juntamente com o display. A tv foi adquirida em 07/04/2021 e só foi utilizada após 02/2022. Mas a questão é que essa série de tv foi afetada por problema de fabrico em que dificilmente dura mais de 5 anos. Ou seja deveriam ter atenção com quem tem este tipo de aparelhos em que o defeito foi detectado mas não foi feita a recolha dos equipamentos pelo fabricante.
Recusa de reembolso de valores pagos – Escola de Condução
No dia 10/10/2025 celebrei um contrato de prestação de serviços de formação de condutores com a Escola de Condução Oliveira, Lda, tendo efetuado o pagamento do montante total de 628 €. Frequentei apenas uma aula teórica, não tendo usufruído de quaisquer outros serviços incluídos no plano de formação. Posteriormente, manifestei a minha intenção de resolver o contrato e solicitei a devolução do valor pago, deduzido dos serviços efetivamente prestados. Contudo, a escola recusou proceder ao reembolso, invocando a existência de “custos administrativos” e de taxas (nomeadamente taxa administrativa e taxa de inscrição) que não se encontram expressamente previstas como não reembolsáveis no contrato celebrado. O contrato em vigor estabelece que o pagamento devido corresponde aos serviços efetivamente prestados, não contendo qualquer cláusula que preveja a retenção total ou parcial do montante pago em caso de desistência por parte do formando. Considero, assim, que a recusa de devolução dos valores relativos a serviços não prestados carece de fundamento contratual e legal, configurando uma prática lesiva dos direitos do consumidor. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de ser promovida a reposição do montante pago correspondente aos serviços não prestados, mantendo-me disponível para a resolução amigável da situação.
Encomenda cancelada e a devolução ainda não foi feita
Fiz uma encomenda no dia 30/11 e desde dia 17/12 estou a tentar ter alguma ajuda para saber o que se estava a passar, uma vez que a data de entrega era dia 5/12 e ainda não tinha chegado, nem tinha recebido mais nenhuma informação. A encomenda foi cancelada porque num dos emails a que me responderam, quando tentei ter alguma assistência pelo apoio ao cliente, disseram que a encomenda tinha sido devolvida e que iam fazer a devolução do dinheiro. Ainda perguntei se era necessário disponibilizar mais algum tipo de dados que fossem necessários para a devolução, ao que me responderam que não. Até hoje, 21/1, não recebi mais qualquer tipo de reposta, nem a devolução do dinheiro, que são quase 60€. Já enviei vários pedidos de ajuda via email para a equipa de apoio ao cliente e sempre sem grandes respostas ou soluções. Não sei mais como pedir ajuda e ver este problema solucionado.
Reembolso não recebido
Exmos. Srs., No passado dia 28 de Dezembro de 2025, dirigi-me à loja Desigual situada no NorteShopping, no Porto, para devolver uma mala que recebi de presente. Indicaram-me que, como a mala tinha sido comprada online, o dinheiro seria retornado na conta que foi utilizada para efetuar o pagamento, no prazo máximo de 14 dias úteis. Inclusive, o meu marido recebeu um email, pois foi ele que efetuou a encomenda, a dizer que a devolução foi iniciada e que receberá o reembolso dentro de 14 dias. Já se passaram mais de 14 dias úteis e o dinheiro ainda não foi devolvido. Já enviei emails para o helpdesk da Desigual, já abri um ticket através do site, já contactei nas redes sociais, já liguei mais de 10 vezes para a loja do NorteShopping onde devolvi a mala, mas ninguém atende e não recebo qualquer resposta aos emails e tickets, mesmo passado o tempo de resposta. Sinto que fomos roubados...ficamos sem o produto e sem o dinheiro e há um silêncio total da parte da Desigual. Não esperava algo assim desta empresa.
Reclamação formal e exigência de reembolso – Viagem à Serra da Estrela
Exmos. Senhores da Beauty Travel, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e exigir o reembolso integral relativo à viagem à Serra da Estrela, com custo total de 180€ por pessoa, que incluía o acesso ao spa do Hotel Alambique. Após efetuarmos o pré pagamento de 60€ cada (somos 3 participantes), fomos informadas de que não seria possível usufruir do spa do Hotel Alambique, por falta de disponibilidade. Importa referir que este serviço foi um fator determinante para a nossa decisão de reserva. Foram-nos apresentadas alternativas que não iam ao encontro das nossas condições: • Spa do Hotel H2O, inicialmente rejeitado por não corresponder ao que foi contratado; • Datas durante a semana, que implicariam tirar mais dias de férias do que o previsto; • Um fim de semana no final de fevereiro, período em que é improvável haver neve e no qual não podemos garantir disponibilidade profissional. Posteriormente, aceitámos a alternativa do spa H2O, mas fomos novamente informadas de que também não havia vagas, mantendo-se a impossibilidade de usufruir do serviço principal associado à reserva. No decorrer deste processo, entrei em contacto telefónico com a Sra. Marta Cunha, gerente da agência. Em momento algum fui mal educada, ofensiva ou desrespeitosa. Limitei-me a expressar o meu desagrado de forma assertiva, educada e legítima, perante uma situação que nos prejudicou e que não foi da nossa responsabilidade. Apesar disso, a Sra. Marta Cunha comportou-se de forma inaceitável, adotou uma postura desagradável e pouco profissional, recusando aceitar qualquer crítica, afirmando que eu estava a ser mal educada sem fundamento, impondo que apenas a titular da reserva poderia contactar a agência e, por fim, desligou a chamada abruptamente. Considero que este tipo de comportamento é completamente incompatível com o atendimento ao cliente esperado de uma agência de viagens profissional. Embora o contrato mencione que as reservas não são reembolsáveis, esta cláusula não pode ser aplicada quando o serviço contratado não é garantido pela própria agência. O pré pagamento foi realizado exclusivamente com base nas condições anunciadas, que não se verificaram. A proposta apresentada — devolução de apenas metade do valor e crédito para futura viagem — é injusta e obriga-nos a realizar nova despesa para não perder o dinheiro já pago. Face ao exposto, exigimos: 1. O reembolso integral dos valores pagos (60€ por pessoa); 2. Retratação formal pela conduta inadequada da gerente da agência; 3. Revisão dos procedimentos de atendimento ao cliente, de forma a evitar situações semelhantes no futuro. Caso não obtenhamos uma resposta favorável num prazo razoável, reservamo-nos o direito de recorrer a entidades de defesa do consumidor e outras medidas legais cabíveis. Aguardo uma resposta formal e imediata.
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