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transferencia de valores não recebida
Exmos. Senhores, venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a empresa Paysend, devidamente autorizada a operar em território português, pela ausência de conclusão de uma transferência internacional no valor de €352,72, efetuada no dia 16 de maio de 2025, com destino a uma conta no Brasil (banco recebedor: Nubank). Descrição dos Fatos: A transferência foi efetuada corretamente por mim através da plataforma Paysend, utilizando recursos próprios, e foi confirmada pela empresa como "enviada". No entanto, o banco de destino, Nubank, confirmou expressamente que os fundos jamais chegaram ou foram creditados na conta do destinatário. Contatei ambas as instituições, fornecendo todos os comprovantes e detalhes da transação. Mesmo assim, não obtive resolução ou esclarecimento técnico suficiente que comprove o paradeiro exato dos fundos. A Paysend encerrou o atendimento sem apresentar evidências claras da entrega ao Nubank, limitando-se a alegar que os valores foram enviados. Cumprimentos, Luisa Fleury
MOEY ENCERROU MINHA CONTA E NÃO QUER TRANSFERIR MEUS FUNDOS
Exmos. Senhores, Venho através desta fazer uma grave reclamação sobre a Moey de Portugal que encerrou minha conta sem autorização e se recusa a efetuar uma transferência dos fundos do meu IRS que ainda se encontram na conta para um outro banco . Eu não moro mais em Portugal e por isso não consigo reativar a conta . Porém ao entrar em contato com atendentes que não dizem os nomes e parece que se escondem para não dar informações através do WhatsApp, me pediram todo tipo de informações para constatar que realmente a conta seria minha ,e até me pediram outro IBAN para transferir a quantia más ,logo resolveram que era melhor eu sacar o dinheiro em um caixa eletrônico no meu país de origem oque não foi possível e que é uma coisa que não quero fazer por conta de taxas cambiais . Logo Moey esta com o meu IRS retido em uma conta que não tenho mais acesso e não solucionan o problema do jeito que eles mesmos oferecem que é através de uma transferência. Quero o meu dinheiro de volta!!!!! Não abram conta online neste banco
Inoperacionalidade do Seguro Automóvel LOGO
Exmos. Senhores, No passado dia 26 de maio tive a necessidade de ativar a Assistência em Viagem do meu seguro automóvel LOGO SEGUROS. Após várias tentativas (A APP não funcionava corretamente e encaminhou-me para a chamada telefónica, o que já elimina aqui a promessa de praticidade e rapidez), consegui falar com um operador via telefónica onde solicitei a respetiva assistência (reboque para o meu veículo) e táxi. Enquadrei a operadora acerca das minhas circunstâncias - estava bastante calor (sensação térmica 35º, distrito de Castelo Branco) e tinha os meus três gatinhos no carro. Passaram cerca de 60 minutos e o atendimento automático via whatsapp pedia-me sempre para aguardar uma vez que ainda não tinham informações acerca da assistência. Contactei novamente a linha de apoio que - de uma forma bastante arrogante - me informou que o meu processo se encontrava em tratamento. Quase três horas depois, aparece o reboque de assistência, porém, quando questiono acerca do táxi, sou informada que ainda irá demorar mais duas horas e sugeriu dar-nos boleia na carrinha do reboque até à oficina porém não podia levar os meus três gatos na carrinha, teriam de ir sozinhos no carro. Recusei prontamente, uma vez que não ia deixar os gatinhos - que já estavam bastante assustados e com calor - sozinhos dentro do veículo. Tive que arranjar alternativa de transporte (pago por mim), uma vez que não ia aguardar mais duas horas (estou grávida e o calor já estava a ser bastante insuportável). Nesse sentido, acredito que esta situação merece ser reportada para que todos percebam a inoperacionalidade do seguro automóvel LOGO. Estou extremamente insatisfeita. Cumprimentos.
Depósito no caixa eletrónico não creditado pelo Novo Banco
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação ocorrida com o Novo Banco. No dia 14/05/2025, realizei um depósito em numerário no valor de 220 euros num caixa eletrónico da agência do Novo Banco de Loures. O terminal emitiu um recibo a indicar apenas de 50 euros como valor recebido, mencionando que as restantes notas estavam “para aprovação”. Contudo, nenhum valor foi creditado na minha conta. No dia seguinte, 15/05/2025, desloquei-me de imediato à agência do Novo Banco de Loures para apresentar uma reclamação formal. Nessa ocasião, os colaboradores confirmaram que a máquina reteve o meu cartão no momento da operação, o que comprovou que a transação foi interrompida de forma anómala, ficando igualmente retido o montante depositado. Foi-me ainda comunicado que esta situação já é um problema recorrente. O cartão foi-me devolvido com a garantia de que o assunto seria resolvido num prazo máximo de 10 dias úteis. No entanto, até à presente data, o montante de 220 euros continua por creditar na minha conta. A única informação que me tem sido prestada é que a situação “ainda se encontra em análise”, o que considero inadmissível, sobretudo tendo em conta o prazo ultrapassado e o facto de o erro ter sido detetado e reconhecido internamente. Gostaria de saber quais os meus direitos nesta situação e que medidas posso tomar com o vosso apoio para forçar a resolução do caso e a devolução do montante em falta. Agradeço desde já toda a atenção e fico a aguardar a vossa orientação. Com os melhores cumprimentos, Lia Costa
Retiraram dinheiro sem autorização
Retiram aproximadamente 6 euros da minha conta bancária, sem permissão exijo a reposição do valor e que não voltem a retirar qualquer valor sem minha permissão. Se não iremos por outros meios. Cumprimentos.
PAE+2023
Exmos. Senhores, Tendo efetuado a candidatura ao incentivo para colocação de painéis solares, tendo enviado toda a documentação necessária e a mesma sido dada como elegível e que iria seguir para pagamento (conforme email anexo), foi posteriormente reanalisada e solicitada nova documentação nomeadamente faturas, e as mesmas enviadas, tendo posteriormente recebido um email a indicar que por razões técnicas a mesma foi considerada não elegível ( conforme email anexo), foi solicitado esclarecimento qual a razão técnica que levou a que a candidatura deixasse de ser elegível, não tendo recebido qualquer resposta Cumprimentos.
Reclamação contra a Seguradora MetLife – Falta de transparência, retenção de relatório médico e aval
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a seguradora MetLife, no âmbito do processo de cessação da minha situação de incapacidade temporária, por considerar que ocorreram diversas irregularidades graves, tanto no tratamento do meu caso como na resposta aos meus pedidos enquanto segurada. Sou médica dentista e, desde o início do processo, procurei colaborar com a seguradora de forma transparente e responsável. No entanto, destaco os seguintes pontos críticos: 1. Falta de entrega do relatório médico Desde 24 de março de 2025, solicitei reiteradamente o envio do relatório médico completo que serviu de base à decisão da MetLife em considerar-me apta e cessar a minha incapacidade. Até à data nunca me foi fornecido este documento, o que constitui uma violação dos meus direitos legais de acesso à informação clínica conforme previsto: Na Lei n.º 26/2016, de 22 de agosto, sobre o acesso à informação administrativa; Na Lei de Bases da Saúde (Lei n.º 95/2019), que garante o direito ao acesso à informação clínica por parte do titular dos dados. A seguradora respondeu apenas com um resumo administrativo da decisão, sem qualquer anexo técnico ou relatório assinado por profissional médico, o que considero absolutamente insuficiente e inadmissível. 2. Avaliação médica contestável A decisão de cessação da incapacidade foi baseada, segundo a MetLife, apenas em uma consulta médica presencial e uma ressonância magnética (RMN). A seguradora afirma que o pagamento foi efetuado dentro do prazo legal — algo que não está em contestação neste momento — mas ignora a necessidade de fundamentar clinicamente a decisão tomada. Importa referir que, em maio de 2025, realizei novos exames complementares de diagnóstico, nos quais foi novamente identificada a presença de sinais de tendosinovite, contrariando diretamente a conclusão da seguradora. 3. Tentativas frustradas de resolução direta Apesar das diversas tentativas de contacto direto com a MetLife, através do seu serviço de apoio ao cliente e da Provedoria, não obtive qualquer resposta concreta quanto à entrega da documentação solicitada, tendo apenas recebido respostas evasivas e generalistas, desconsiderando os meus direitos enquanto segurada e cidadã. Solicito à DECO: A intervenção junto da seguradora MetLife para que me seja imediatamente entregue o relatório médico completo; A verificação da legalidade do processo de cessação da incapacidade, tendo em conta os novos exames realizados; A avaliação da conduta da seguradora, que considero lesiva, desrespeitosa e violadora dos princípios da boa-fé contratual e dos meus direitos enquanto consumidora. Agradeço desde já a atenção e coloco-me à disposição para fornecer todos os documentos comprobatórios, incluindo comunicações com a seguradora, exames médicos e comprovativos da situação clínica atual.s.
Não regularização dos valores liquidados junto do Banco de Portugal
Exmos. Senhores, Regularizei uma dívida junto da whitestar no dia 31/01/2025 e reparei que os valores ainda constam no Banco de Portugal. ( processo ) 7191/24.3YIPRT Entretanto a consultar o mapa de Riscos do BP , também verifiquei que uma hipotética dívida (reporta a 2018) ao qual a resposta do tribunal foi extinguir o processo por falta de documentação assinada por mim , tendo sido devolvidos todos os valores penhorados até a data (setembro de 2018) .Este valor também ainda se encontra no mapa de Risco do Banco de Portugal ( processo 4378/17.9T8OER) Salvo melhor opinião, entendo que a empresa em causa tem má condutas,, Cumprimentos.
Sinistro Multi-riscos
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, manifestar publicamente a minha profunda insatisfação com a atuação da Ocidental – Companhia Portuguesa de Seguros, S.A., da qual sou cliente há mais de 20 anos, sem qualquer sinistro, no tratamento de um sinistro relacionado com uma apólice de seguro multirriscos habitacional. A forma como o processo foi conduzido evidencia graves falhas em matéria de comunicação, transparência, boa-fé e cumprimento das obrigações para com os clientes. Como ex-funcionário e ex-mediador do setor segurador, constato, com desagrado, que esta situação vem confirmar a má reputação que, por vezes, recai sobre o sector. O caso em questão diz respeito a um sinistro ocorrido no pavimento da minha sala, cujo ressarcimento foi indevidamente recusado pela Ocidental Seguros, com base em alegações que considero infundadas, tecnicamente inconsistentes e manifestamente questionáveis. A Ocidental recusou o ressarcimento do sinistro com base na suposta existência de "deficiências estruturais" no edifício, alegando que estas excluiriam a cobertura. No entanto, não realizou qualquer perícia técnica que comprove essa conclusão. A avaliação limitou-se a uma mera observação visual, sem análise científica ou metodologia válida. Recusou-se sistematicamente a fornecer os documentos que sustentam a decisão, nomeadamente o relatório técnico da peritagem citado como fundamento para a recusa. A seguradora indevidamente transferiu para o segurado a obrigação de apresentar relatório técnico por entidade certificada, invertendo o ônus da prova que lhe compete. Esta conduta viola o dever de transparência e boa-fé e impede o exercício do direito de defesa do segurado. A minha experiência com a Ocidental - Companhia Portuguesa de Seguros, S.A. revela práticas profundamente preocupantes que minam a confiança dos clientes nesta instituição. A atuação da seguradora neste processo caracterizou-se por: Falta de transparência sistémica: Recusa reiterada em disponibilizar documentação fundamental que sustente as suas decisões; Utilização de argumentação genérica e não fundamentada: Alegações técnicas sem base em perícias ou relatórios detalhados; Desrespeito pelo direito à defesa do cliente: Negação de acesso a informações essenciais para contestação. Esta conduta não só viola os princípios básicos da relação segurador/segurado, como questiona seriamente a integridade dos serviços prestados pela companhia. Exorto outros consumidores que tenham enfrentado situações semelhantes com a Ocidental a: Partilharem publicamente as suas experiências; Formalizarem reclamações junto da ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões); Exigirem o cumprimento escrupuloso das obrigações contratuais e legais. Só através da denúncia organizada e da exigência coletiva de transparência poderemos promover mudanças significativas neste setor, garantindo que os direitos dos consumidores sejam efetivamente respeitados. Infelizmente, a minha experiência leva-me a crer que esta reclamação, tal como todas as que formalizei diretamente junto da Ocidental, será tratada com a habitual desconsideração, reduzida a um mero exercício protocolar. A postura institucional da Ocidental revela uma cultura organizacional que esconde um profundo desprezo pelo princípio basilar do serviço ao cliente. Esta atitude não se limita a uma mera falha operacional, configura uma distorção ética do próprio propósito de uma companhia de seguros. Cumprimentos.
AT aumenta o valor de IMI
Exmos. Senhores, Aquando do pagamento de IMI (2025), reparo que, relativamente a um imóvel , o seu valor patrimonial passou de € 106.960,70 (na notificação de IMI de 2024), para o valor de 117.389,37 (na notificação de IMI de 2025). Ou seja o mesmo imóvel passou a ter um aumento do seu valor patrimonial, sem qualquer justificativo para tal. Neste contexto solicitei esclarecimentos à AT (questão ID: 1-4535914009), relativamente ao aumento do valor patrimonial do imóvel. Na resposta sou informado que: 1) a AT, faz uma actualização patrimonial, automática, do valor de um imóvel, para efeitos do calculo do valor a pagar de IMT 2) Contudo, a AT entende que não tem de atualizar o valor real ou de mercado do imóvel, que pode ter diminuído (devido à idade, localização, estado de conservação, etc.). . 3) Desta forma, a AT abdica da sua posição de defesa do cidadão, limitando-se extorquir impostos, sem considerar uma correta (e atualizada) avaliação do valor patrimonial do bem, sobre o qual incidem os impostos a cobrar (IMI); Assim, esta situação de grande injustiça, só possivel face à posição de quero posso e mando, da autoridade tributária, numa clara violação dos direitos do consumidor (neste caso contribuinte). Com os melhores cumprimentos JC
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