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Atrasa na entrega de encomendas
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao serviço de entregas/distribuição da empresa VIADIRECTA, à qual peço a vossa atenção.Eu fiz uma compra online no dia 14-02-2018. No dia 15-02-2018 recebo um SMS da entidade onde fiz a compra a informar que a encomenda seria entregue no dia útil seguinte entre as 09h e as 19h (ou seja no dia 16-02-2018 – sexta-feira). Na sexta-feira, dia 16-02-2018 pelas 10h00 recebo um SMS da VIADIRECTA a informar que a encomenda se encontrava em distribuição e para aguardar contacto do distribuidor. Até aqui tudo a correr normal.Esperei até às 16h30, uma vez que a encomenda não chegava, tentei entrar em contacto, por diversas vezes, com a VIADIRETA através do numero 218112800 mas sem sucesso. Por volta das 17h enviei um mail, para atendimento.gestao@viadirectanet.pt, a pedir informações da entrega ou para entrarem em contacto comigo e nada… Às 17h30 após 20 minutos em linha de espera lá fui atendido. Expliquei a situação e que seria importante a receção da encomenda nesse mesmo dia, dispondo-me a fazer uma deslocação de 20km para me encontrar com o distribuidor, ou para este me ligar para combinar a entrega. Pela pessoa que me atendeu foi-me dito que iria pedir ao distribuidor para entrar em contacto comigo e então aguardei. Foi até hoje…Resumindo, não recebi a encomenda, tão importante que era, naquele dia, para não falar do prejuízo de 200€ que tive.
Experiencias/actividades disponíveis online mas que não são suportadas pelo parceiro
Ofereceram-me voucher da Odisseias (número 757698646 comprado em 10-12-2017 e válido por 2 anos).Ao fazer o registro do voucher e o booking online da actividade escolhida foi aceite e guardei screenshoots do que a actividade continha e da confirmação do meu booking. No mesmo dia, fui informada pelo parceiro que iria providenciar a actividade que a mesma já não é válida. Enviei email para Odisseias (Processos 93615 e 93212) ao que me dizem primeiro que só as actividades online são válidas, ao que respondo que fiz o booking no site da Odisseias. E depois de algum tempo me respondem que a única opção é escolher outra actividade suportada pelo mesmo parceiro, ou escolher outra (sendo que nem os passos a seguir me foram explicados, dado que online o meu voucher já está assinado a uma actividade/booking). Pedi para me ser feito o reembolso do dinheiro do pacote ao que dizem que o mesmo já não está válido para devolução. Eu acho que tenho toda a legitimidade para pedir o reembolso, dado que eles fizeram a publicidade de algo que não pode ser providenciado. Que a lista de atividades/experiências esteja sempre a mudar é compreensível. O que não é compreensível é como não actualizam o site online indicando a ressalva/menu de actividades não válidas, dado que a mesma pode ter deixado de ser válida quando um certo número de catálogos/pacotes foram vendidos nos entretantos. Isto sim era um bom customer service. Por isso e por não ser a primeira vez que me sinto lesionada com empresas deste género, pedi o o reembolso do dinheiro.
Encomenda Aguarda Procedimentos Declarativos
Fiz encomenda a 22 de Dezembro (valor ~11€) foi retida com a indicação Aguarda Procedimentos Declarativos desde o dia 25 de Janeiro. Questionada a Alfandega a 5 de Fevereiro fui encaminhado para os CTT que abriram o incidente REKY5Y nesse mesmo dia, apesar da insistência, a 12 de Fevereiro pediram-me para aguardar até 16 de Fevereiro.A 16 de Fevereiro, quando questionados pelo ponto de situação abriram novo incidente (YG8POD) igual ao anterior.Por forma a evitar novo loop decidi abrir esta reclamação.
Sinistro - Tomada de Posição - Contestação da decisão
Apresento a minha contestação perante a tomada de decisão da seguradora Allianz.Desde finais Novembro que comecei com infiltrações no soalho flutuante em ambos os quartos. A minha habitação é um rés-do-chão. Com o passar do tempo um dos quartos ficou com o pavimento todo negro (podre) não tendo nenhuma infiltração nas paredes nem em nenhuma outra parte da casa. Accionei o seguro, em Dezembro, que me enviou um perito para a respectiva avaliação, que para meu espanto colocou no relatório de peritagem, que tal infiltração se devia à existência da capilaridade do solo e infiltrações pela parte inferior da fachada, resultantes de falta de isolamento eficaz da mesma. Contudo este problema remete-se unicamente à minha fracção da habitação, ou seja, nenhum dos outros condóminos têm qualquer problema na sua habitação. E não existe qualquer infiltração pela parte inferior da fachada, pois se houvesse, existiriam mais condóminos com o mesmo problema. Além disso, o meu seguro inclui a cláusula danos por água, ao qual, a seguradora informou que tais danos reclamadas não se encontrariam no acolhimento da apólice contratada.
Reserva de Estadia pela internet
Fiz uma reserva para um Hotel em Portugal através da Roomdi e quando posteriormente solicitei a fatura percebi que a empresa não era portuguesa e que não dava para colocar a fatura como despesa em sede de IRS.
Reparação sistema ABS
No dia 04/12/2017, entreguei a minha viatura (SEAT ALTEA XL) no SEAT Service – M. Coutinho Porto para efetuarem a revisão dos 90.000km. Fui informado que a SEAT Portugal estava a oferecer um teste gratuito ao Ar Condicionado, mas que de momento não dispunham do aparelho para realizar o respetivo teste. Se até ao momento da entrega do veículo não tivessem o aparelho, seria contactado posteriormente para entregar novamente a viatura na oficina, algo que se verificou passados uns dias.No dia 21/12/2017, entreguei novamente a viatura no SEAT Service – M. Coutinho Porto para realizar o teste gratuito ao Ar Condicionado que demoraria cerca de 1h30.No final desse mesmo dia, fui informado que não me entregariam a viatura porque detetaram um problema no ABS e iriam substituir uma peça. Tratava-se de uma reparação indicada e oferecida pela SEAT Portugal.Conforme podemos verificar no documento entregue aquando da entrega da viatura na oficina, fui enganado deste o primeiro momento pelo SEAT Service – M. Coutinho Porto, pois na realidade, a minha viatura não iria realizar um teste ao Ar Condicionado, mas sim, a “Acção 45G5 (Unidade ABS / ESP)”.Após pesquisa, verifiquei que a Comissão Europeia publicou através do Sistema de Alerta rápido para produtos não alimentares perigosos, um alerta que indica que “A conexão à terra da unidade de controle do sistema ABS / ESP pode ser interrompida devido a uma sobrecarga termo-mecânica. Se isso acontecer, o sistema ABS / ESP falhará, levando ao risco de um acidente.”.Ao contrário de outros proprietários de viaturas da marca SEAT, eu nunca fui notificado por carta registada para fazer a respetiva verificação do sistema de ABS. Se eu não efetuasse as manutenções da minha viatura num SEAT Service, nunca seria informado desta necessidade, correndo o risco iminente de ter um acidente provocado pela falha do sistema ABS.Acontece que hoje, dia 14/02/2018, passados 56 dias, ainda não possuo a minha viatura, pois após a Acção 45G5, a minha viatura deixou de travar.Após 3 e-mails enviados para a SEAT Portugal com vista à resolução do meu problema, só recebi duas SMS que em nada me esclareceram.No dia 31/01/2018, após contacto com o SEAT Service M. Coutinho Porto, fui informado que o carro não estava pronto para entrega porque continuava a não travar. Perante esta informação e pela ausência de respostas da SEAT Portugal, informei que entregaria em definitivo o caso ao meu advogado, pois a falta de respostas às minhas exposições via e-mail demonstram a tremenda falta de consideração para comigo enquanto cliente e são manifestamente violadoras do dever de informação.Surpreendentemente, logo no dia seguinte, 01/02/2018, fui contactado pelo SEAT Service M. Coutinho Porto a indicar que a minha viatura se encontrava pronta a ser levantada. Veja-se que em menos de 24 horas conseguiram resolver o que não conseguiram em 43 dias.Dirigi-me à oficina e limitei-me a solicitar, para proceder ao levantamento da viatura, que fosse emitida uma declaração/termo de responsabilidade por via da qual atestassem a conformidade do veículo a circular na via pública, designadamente que haviam solucionado integralmente o problema identificado no sistema de travagem e, assim, que assumiam a responsabilidade por qualquer falha do sistema ABS se algum sinistro ocorresse, o que poderia até, apresentar mesmo um risco para a minha vida e integridade física, ao que, perentoriamente se recusaram emitir qualquer declaração nesse sentido, demonstrando desta forma a não conformidade do veículo em questão.Entregaram-me apenas um documento com as peças aplicadas na viatura, visto terem dois anos de garantia, documento esse, datado de 30/01/2018 e no qual podemos ler “Exam. Causa pedal ficar esponjoso (Após acao serviço 45G5”).Este documento é manifestamente revelador que desde o dia 30/01/2018 até ao dia 01/02/2018, não efetuaram qualquer procedimento para resolver o problema, indicando desta forma que o carro continua a não travar.Como é possível o SEAT Service M. Coutinho Porto ter a coragem de entregar uma viatura que não trava a um cliente, podendo provocar um acidente e até causar a morte ao condutor e/ou restantes pessoas na via pública?!Mais grave que isso é a SEAT Portugal ser conivente com toda esta situação, pois após as minhas comunicações e após o fax e carta registada enviada pelo meu advogado, manteve a mesma postura, não respondeu.Como é obvio, o facto de não ter carro, tem provocado imensos transtornos na minha vida profissional e pessoal, originando também gastos supérfluos em deslocações.Até ao momento, o SEAT Service M. Coutinho Porto e a SEAT Portugal não se mostraram disponíveis para resolver o meu problema, problema esse causado por eles.Não obstante, questiono: Quantas viaturas homicidas existem em Portugal? Quantas viaturas da marca SEAT, modelos Leon e Altea foram comercializadas em Portugal e em quantas viaturas a SEAT resolveu o problema do sistema ABS?Relembro que nunca fui contactado pela SEAT Portugal para proceder à verificação do referido sistema, pelo que se não efetuasse as manutenções num SEAT Service, andaria a conduzir uma viatura homicida…
Subscrição de canais Premium
Boa noite. Ao consultar a FE do mês de NOV de 2017:HOT, Periodo de Faturação: 21 out a 31 out = €3,663Oferta HOT, Periodo de Faturação: 22 out a 30 nov = -€13,320HOT, Periodo de Faturação: nov 2017 = €9,990Total Televisão €0,333Inicialmente nem liguei, pensei que fosse mais uma oferta das tantas que recebo por SMS e que viria indicada na facturação, como eram centimos nem liguei. No mes seguinte (DEZ 2017) voltaram aparecer novos canais subscritos e novos valores. Foi ai que me dirigi a uma loja MEO (JAN 2018) no sentido de verificar o que se passava e cancelar tudo.Este mes recebo na factura (FEV 2018) um valor de 56,175€ Indemnização por incumprimento contratual o qual recuso me a pagar. Primeiro não foi subscrito nenhum canal pela box, segundo esse sistema de subscrição não tem segurança nenhuma, eu posso simplesmente chegar a casa de um outro cliente MEO pegar no comando e fazer subscrições de tudo e mais alguma coisa e o cliente nunca irá saber quem o fez e este terá que pagar por uma coisa que não fez. Mas neste caso a MEO nada faz para mudar isto pois caem muitos € nos cofres deles com este sistema de burla. Façam o favor de colocar um código de verificação cada vez que seja subscrito um canal e este é enviado por SMS para o numero de telemóvel do clienteCom uma pequena pesquisa conseguimos encontrar inúmeros casos destes, de subscrições fantasmas, em que os cliente nem estão em casa e estas acontecem. ACABEM COM ESTA BURLA JÁ!!!
Extinção de reserva de propriedade
Bom dia,No passado dia 29/01/2018, tentei efectuar a extinção de reserva de propriedade de um veiculo pessoal, no site da IRN. Preenchi todos os campos, apenas não efectuei o upload dos documentos, com ideia de enviar no dia seguinte por email para a mesma entidade, com o numero do processo. Logo após a estes passos, foi pedido o pagamento, sem qualquer aviso de impossibilidade/ competência para fazer a extinção. Efectuei o pagamento solicitado referente à alteração com os seguintes dados:Entidade: 11712Referência: 234610361Montante: 27,60 €No dia seguinte recebo um e-mail da parte do IRN, em como o pedido havia sido recusado pois não tinha autonomia para o fazer.Ontem, dirigi me portanto a uma loja do cidadão localizada em Azambuja e qual não é o meu espanto ao ter que pagar mais 67.50€!Fui informado que os 27,60€ que já haveria pago, não seriam descontados no pagamento.Paguei esse valor para extinção da reserva de propriedade online (que não foi feita), entrei com o cartão de cidadão e respectiva assinatura digital tal como refere no site... Permitem que o processo avance, enviam as entidades para o pagamento e por fim é recusado e ficam com o meu dinheiro, e tenho que pagar novamente para ser feito presencialmente? Pagar aquilo que já estava pago!Na loja do cidadão fui informado, que quando é feito um pedido online de extinção de reserva de propriedade, e este é rejeitado, o cidadão terá que pagar um juro de 25€!Como sobravam apenas 2,60€, e também fui informado que apenas efectuam devoluções de quantias superiores a 5€, fiquei sem o valor que paguei no site.Gostaria de saber se tudo isto é legal. Após toda esta história fui ler os FAQ's do site e em lado algum somos informados que a rejeição do pedido terá um custo de 25€.Não deveria ser descontado o que já teria pago, na loja do cidadão?Obrigado, Diogo Rocha
Cancelamento de seguro de saúde
Em Novembro de 2017 duas das vossas assistentes vieram ao meu local de trabalho propor os vossos serviços. Apesar da minha aparente dúvida em avançar convosco, uma vez que me foi dito que, preenchendo o formulário não haveria compromisso, assim o fiz. Foi me dito que caso quizesse avançar convosco que eu teria que dar a confirmação depois. Ontem, 6 de Fevereiro de 2017 deparo-me com um levantamento de 31,96 ( valor referente a 2 meses) a qual não dei autorização, face áquilo que me foi dito... Uma vez que não usufruo dos vossos serviços porque não quero ( Nao iria dar ordem de pagamento a um seguro a qual eu não usufruísse) eu espero que me devolvam o dinheiro debidado da minha conta. Nunca me dirigi a nenhum estabelecimento vosso após apresentação dos vossos serviços.
Filtrarte - Compra de filtro de água enganosa
Adquirimos no dia 02 de Novembro de 2016 um filtro de água pela empresa Casa para todos Unipessoal, Lda (email apoiocliente@filtrarte.com) pelo montante de 2301,60€, ficando o contrato em nome da minha esposa.A venda foi realizada através de uma visita ao domicílio em Almodôvar, distrito de Beja, na sequência de um telefonema para controlar a água da rede pública.Durante a visita, foram efetuados um conjunto de demonstrações que visaram indicar que a água da rede pública se encontrava imprópria para consumo (beber e cozinhar). As demonstrações incluíram a utilização de um dispositivo ligado à corrente que colocava uma espécie de garfos dentro de um copo de água que após algum tempo (cerca de 1 minuto), mudava a cor da água com o objetivo de comprovar que a água era imprópria para consumo (processo chamado osmose inversa). Fizeram o mesmo teste em água já filtrada pelo filtro que vinham vender e a água manteve-se com a cor inalterada. O vendedor chegou mesmo a indicar que apenas algumas marcas de água engarrafada continham água própria para consumo, sendo a maioria de qualidade inferior e imprópria para ser consumida.Não estando satisfeitos com o produto, tentámos rescindir o contrato, passado um mês e a empresa alegou que já haviam passado 30 dias e o contrato já não podia ser resolvido. Tendo ficado acordado com a empresa que ao fim de um ano, ou seja, no dia 02 de Novembro de 2017 viria um técnico da empresa para verificar os filtros de água. O que não aconteceu, uma vez que o técnico não tinha disponibilidade de se deslocar ao meu domicílio, acontecendo isto por 3 meses, sendo desmarcado e remarcado, até que se apareceu um técnico da empresa no dia 07 de Fevereiro de 2018, que acabou por substituir os filtros, cobrar 79,90€ e não deixando o serviço resolvido, visto que quando se foi abrir a torneira a mesma não deitava água. Foi contatada a empresa que transferiu a chamada para o técnico que mandou fechar a torneira de segurança, uma vez que já não se encontrava nesta zona e que só poderia vir resolver o problema no dia 08 ou 09 de Fevereiro. No dia 08 a minha esposa contatou a empresa a informar novamente que não tinha água e da empresa informaram que voltavam a contatar pelas 14 horas, o que não aconteceu e não tenho água devido a ter a torneira de segurança fechada e o técnico dizer que não a posso abrir.Considero portanto importante encontrar uma forma de parar por via legal a atividade deste tipo de empresas que atuam de má-fé, visando o lucro fácil e acima de tudo colocam a saúde das pessoas em risco.
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