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Participação de sinistro
No passado dia 5 de Agosto tive um acidente de trabalho , o qual foi participado a esta seguradora pela minha entidade patronal.Após vários emails com pedidos de esclarecimento de minha parte junto da gestora, Ana Silveira NUNCA obtive uma resposta satisafatoria.Fiz o envio de toda a documentação solicitada por esta alegada gestora de processos, contudo nunca me contatou para facultar alguma informação relativamente ao decorrer do meu processo.Qual não é o meu espanto ao ligar para a linha geral, já que a senhora nunca esta disponivel no contato direto , foi me indicado que faltava a minha entidade patronal referenciar o valor do meu salário, e a pessoa que me atendeu indicou que iria fazelo.QUASE TRÊS SEMANAS DEPOIS volto a contatar , mas desta vez com a dita gestora que me indica que ainda falta este dado POR ERRO DA COLEGA, o que de facto não faz sentido pois se o processo está alocado a ela nunca deveria(a meu ver) passar por outras mãos sem seu conhecimento.Espanto maior ainda quando a dita senhora me diz que, não irá efetuar o pagamento do valor das deslocações pois não mandei os originais.
Cheque de reembolso do IRS expirado
Recebi um cheque de reembolso do IRS no ano passado a meados de Julho, cujo valor era de 56€. Devido à minha casa estar em obras, acabei por perder rumo do cheque e não o depositei atempadamente. Eventualmente o cheque voltou às minhas mãos, ainda em 2015, e aí procurei informar-me online, por via de fóruns e comunicados oficiais, acerca do que fazer nesta situação. A ideia, portanto, seria ir ao meu departamento de finanças local e solicitar um cheque atualizado para, aí sim, o poder depositar. No entanto, por entre as minhas pesquisas em casa, vi várias pessoas a referir que se dirigiram aos seus bancos com cheques de reembolso do IRS fora de validade, algumas delas clientes da CGD, e estes haviam sido aceites. Sendo que o estacionamento mais próximo do departamento de finanças de Ílhavo é, indiscutivelmente, em frente à CGD, pensei em fazer uma paragem lá e questionar acerca desta possibilidade, evitando assim ter que ir mais longe. Face ao que tinha lido online, pensei que depositar o meu cheque, ainda que fora de validade, fosse uma possibilidade, e nada melhor do que me informar de forma definitiva no meu banco. Foi com esse objetivo que entrei no posto da CGD de Ílhavo.Comecei por questionar se seria possível depositar aquele cheque, porque apesar de estar fora de validade, havia ficado com a ideia de que poderia ser possível depositar na mesma. O colaborador exitou por breves segundos, mas continuou dizendo que podiamos tentar. Questionei se não haveria problema, ele respondeu-me literalmente se entrar, entrou, ao que eu assenti dizendo que desde que não houvesse problema, estava tudo bem. O colaborador finalizou o depósito em silêncio e afirmou, por fim, que havia entrado, e estaria tudo em ordem. Assinei o comprovativo de depósito e saí, passando ainda pela recepcionista com quem havia comentado sobre a situação quando cheguei. Ela ficou admirada e referiu que, na volta, o cheque ainda me aparecia em casa rejeitado. Eu disse que, supostamente, estaria tudo dentro dos conformes. Ela assentiu.Semanas depois recebo o cheque em casa, com um carimbo que deixava explicito que este havia sido revogado. Tudo bem, pensei eu, vou trocá-lo às finanças. Infelizmente a CGD não se ficou por aí e achou por bem retirar coisa de 36€ da minha conta para custos administrativos que envolveram o tratamento do meu cheque expirado. Entretanto fui às finanças com o meu cheque e solicitei um recente, que me foi entregue sem problemas passado algumas semanas. Fiz o depósito desse atempadamente e tive acesso aos meus 56€. Aí estava resolvido.Foi desta forma que expus a situação a um elemento da gerência da CGD de Ílhavo: eu ter-me-ia dirigido à CGD de Ílhavo há alguns meses para questionar acerca da possibilidade de depositar aquele cheque expirado e fui esclarecido que se o cheque entrasse, entrava, não fui demovido de o depositar, pelo contrário. Não fui informado acerca das possíveis consequências que poderiam surgir por depositar aquele cheque, e eu fui lá primariamente para me informar, sublinho. Semanas depois, o cheque chegou a casa revogado e, pior que isso, a CGD havia tirado 36€ da minha conta à custa disto. Apenas queria este dinheiro de volta, visto que não me sinto responsável por naquele dia ter depositado o cheque porque havia sido desinformado pelo colaborador. Este nada fez para defender os meus interesses, os interesses de um cliente com duas contas na CGD, uma delas com 7 anos. Felizmente tenho boas pernas, portanto, muito facilmente teria subido a escadaria e entrado nas finanças para solicitar a troca do cheque por um que pudesse depositar. Não o fiz porque me foi transmitido que não era necessário.O individuo encolheu os ombros, lamentou, mostrou compreensão e tentou fazer com que eu deixasse passar o assunto, argumentando que não havia nada que ele pudesse fazer. Depois de um jogo verbal do gato e do rato, questionei sobre a melhor forma de obter uma resolução para este assunto e ele sugeriu que eu fizesse uma reclamação por escrito. Podia fazer a reclamação em casa ou lá mesmo. Eu resolvi fazer a reclamação por escrito na CGD de Ílhavo. O tom do sub-gerente foi alterando, e chegou a proferir frases como para a próxima não deve deixar passar o tempo, assim não acontece isto, como que numa tentativa de me repreender. Visto que tenho 23 anos, talvez ele tenha achado uma alternativa razoável adotar um discurso condescendente, com palavras soltas. Mas adiante.Fiz a reclamação por escrito a expôr esta situação, como aqui o faço mas mais detalhada, com datas exatas de tudo. Nunca obtive resposta, já lá vai mais de meio ano.
Exigência de prestação de caução para entrega de viatura de substituição
Sou tomador do Seguro automóvel apólice nº 753305806 e proprietária dos dois veículos automóveis ligeiros de passageiros nela seguros. No passado dia 20 de Maio de 2016 (sexta-feira), pelas 16:00 horas (+-) a viatura de matrícula 94-RA-98, marca Renault e modelo Grand Scénic 1.6 DCI sofreu uma avaria, tendo ficado, em consequência, imobilizada e sem possibilidade de continuar a marcha (não houve qualquer acidente). A referida viatura estava emprestada ao meu filho que tinha ido buscar à escola os seus dois filhos. Tendo sido contactada pelo meu filho a propósito da situação em que se encontrava, por indicação minha, ele telefonou para o número de telefone de apoio e pediu um reboque para remover o veículo para uma oficina Renault e solicitou que lhe fosse disponibilizada uma viatura de substituição. Refiro que não accionei o plano auto-estima pois a viatura encontra-se no período de garantia de um ano que foi dado pelo Stand que o vendeu e que, de acordo com instruções do referido stand a viatura teria que ser deslocada para o concessionário Renault que me foi indicado ou, se eu a mandasse para outra oficina perderia a garantia, ou ela não funcionaria. O reboque foi fornecido e a viatura transportada para o local que lhe foi indicado e foi dito ao meu filho para se deslocar à Av. António Augusto Aguiar à EuropeCar (salvo erro) para aí levantar a viatura de substituição. Quando lá chegou de táxi, foi-lhe dito que antes da meia-noite não teriam possibilidade de lhe fornecer qualquer viatura e que, mesmo assim ele teria que proceder ao depósito de uma caução de 70€ para garantir o pagamento do combustível existente no depósito da viatura essa caução poderia ser prestada ou com recurso a um cartão de crédito ou ao depósito da verba exigida que seria, eventualmente, devolvida quando a viatura fosse entregue. Face ao insólito da situação que nunca antes aconteceu, contactei a mediadora do Seguro pedindo a sua intervenção pois o plano que contratei com a Fidelidade garante-me a assistência em viagem sem franquia e viatura de substituição também sem franquia, mais, inclui todas as protecções e todos os riscos possíveis. Acrescento que nunca em toda a minha vida como proprietária de viaturas (já há mais de 40 anos ) me foi exigida qualquer verba ou qualquer caução sempre que tive que recorrer ao veículo de substituição. Acresce que não tenho cartão de crédito, nem tal me pode ser exigido, e não tenho - nem eu nem o meu filho - disponibilidade financeira - para entregar 70 Euros (ou qualquer outra verba) durante, não sei quanto tempo, pois tal dependerá do tempo que demorar a reparação da viatura, sendo, no máximo 30 dias, conforme contrato com Fidelidade. A mediadora, segundo me relatou, tentou por todos os meios contornar a situação mas foi-lhe sempre dito que se trata de uma exigência da empresa de Rent-a-Car a que a Fidelidade é alheia e nada pode fazer relativamente a tal exigência. Decidi então eu telefonar para a Fidelidade, o que fiz pelas 20:00 do mesmo dia 20 de Maio (sexta-feira), tendo ligado para o nº 214405008 de onde me atendeu a Srª D. Inês Rangel a quem expliquei o sucedido e esclareci que estava fora de causa o depósito fosse de que quantia fosse para me ser entregue o veículo de substituição pois o mesmo consta das coberturas contratadas, não obriga a qualquer franquia e nada existe nas condições particulares que faça depender a entrega da viatura de qualquer relação comercial minha (mediante pagamento, depósito ou prestação de caução ) com qualquer empresa de Rent-a-Car contratada pela Fidelidade para lhe prestar o serviço que me foi, por esta, vendido. A referida senhora foi extremamente cortês e pediu-me para desligar pois iria ser contactada, no prazo máximo de duas horas, pelo serviço encarregue da atribuição de viaturas. Fui efectivamente contactada pelo Sr. Carlos Barradas da Fidelidade Assistance, que primeiro me foi dizendo que a Assistência em Viagem estava sujeita a uma franquia de 250€, o que de imediato refutei, lamentando que estando eu perfeitamente identificada e podendo o referido senhor consultar as condições do meu seguro, estivesse a tentar confundir-me com jogos inúteis de palavras pois, bastaria ler para ver que não tenho qualquer franquia. Relativamente à viatura de substituição explicou-me que a Fidelidade não dispõe de frota e por isso tem que recorrer aos serviços das empresas de Rent-a-car, limitando-se a sua intervenção a pagar a reserva da viatura mas não se responsabilizando pelas exigências que são feitas pelas referidas empresas, nem podendo interferir nelas. Expliquei ao Senhor Carlos Barradas que o meu contrato foi firmado com a Fidelidade e não com qualquer empresa de Rent-a-car e que não tenho absolutamente nada a ver com os contratos de prestação de serviços subscritos pela Fidelidade seja com quem for. Mais, referi que se as referidas empresas estão a exigir aos clientes da Fidelidade a prestação de cauções tal se deve ao facto de a Fidelidade não ter salvaguardado a posição dos seus clientes, permitindo as exigências que estão a ser feitas aos seus clientes. Face à minha recusa de depositar dinheiro para receber o carro foi-me dito que então não podia receber o veículo de substituição, o que efectivamente aconteceu, estando neste momento sem carro. Ou seja, contratei com a Fidelidade coberturas que estou a pagar e que me não são prestadas, sendo, neste caso, em meu entender, o referido contrato, pelo menos, no que à viatura de substituição se refere, nulo e de nenhum efeito.Porque a disponibilidade de um veículo é vital tive que pedir a um amigo o empréstimo de uma viatura , o que me obrigou a deslocar-me à Arruda dos Vinhos, depois de voltas para recolher o meu filho com prejuízo da minha vida particular e a gastar dinheiro em portagens e combustível, para além dos táxis que o meu filho teve que utilizar e de que, por desconhecimento, não guardou os recibos.
Seguro de vida realizado a uma pessoa com doença oncológica
É de lamentar toda a situação associada a este crédito, mas ainda é mais grave permitirem e autorizarem a realização de um seguro de vida a clientes com doença oncológica em fase avançada. Todo o processo é muito complexo e tenho todos os documentos comprovativos da actuação de má fé de todas as entidades relativas a este crédito. Não compreendo como é que vendem seguros a pessoas que nunca poderiam usufruir deles. A vossa politica tem que mudar. Agora que o meu pai está morto é que pedem papeis comprovativos da sua boa saúde, pois esses papeis deviam ser pedidos no acto do contrato e não quando vos chega aí o pedido de utilização do crédito. Para mais em 2014 o meu pai já se encontrava isento por incapacidade a 60%. O meu pai na data do crédito estava sobre altas influências de quimioterapia, radioterapia e morfina, foi levado a fazer algo, manipulado por terceiros e infelizmente eu só soube da situação após a sua morte, pois nem sequer sabia da existência do crédito nem do dito veículo. Agora deviam pedir responsabilidades aos vossos associados e vocês próprios, pois se o stand soube fazer tão bem crédito e seguro agora também devia saber fazer o pagamento do restante crédito. E não venham dizer me que é impossivel saber se uma pessoa está ou não doente, pois neste caso o meu pai pouco ou nada falava, pois tinha sido operado ao cancro na laringe o que lhe impossibilitava a fala e era muito complicado expressar-se verbalmente, e mais a sua aparência fisica era a de um homem de 1m89 que pesava uns miseráveis 50kilos. Era mais do que visivel. A forma como estão a descartar a situação é no minimo vergonhosa.
Burla pagamento a entidade 11249
A 17 de dezembro de 2015, em pesquisa na Internet, site OLX,eu e um colega visualizamos um anúncio (ID: 510853613) de vendedor (BPlaystore) classificado com o Profissional (o que n/ deu credibilidade no mesmo), com alguns produtos para venda em que estávamos interessados para ofertas de natal.Contactamos aproximadamente pelas 14h00 do mesmo dia o vendedor via OLX e a posteriori via telemóvel (n.º 963062967). Identificou-se com o nome de João Barca, vendedor de empresa com sede em São Brás de Alportel.Foram tiradas dúvidas sobre os equipamentos em questão (telemóveis Huawei P8), garantia, modo de envio.Foi-nos informado que os equipamentos tinham a garantia de fábrica e vinham com fatura e o envio era efectuado por Nacex. Pedimos desconto por serem 3 equipamentos e comprometemo-nos a assumir os portes com a Nacex o que nos permitia controlar melhor a entrega nas n/ instalações da empresa onde trabalhamosPor tal baixou o valor dos equipamentos para 95€/cada e mostrou disponibilidade para esclarecer todas as dúvidas que tivéssemos.Esclarecidas as dúvidas solicitamos dados para pagamento. Foram enviadas 3 referências para pagamento Multibanco dos equipamentos:> “pagamento IPhone 4s Para efectuar pagamento por Multibanco, utilize a Entidade, Referência e Valor abaixo. Deve inserir estes dados correctamente, caso contrário a Transacção falhará. Entidade: 11249 Referência: 623 617 761 Valor a pagar: 95,00 EUR”> “Pagamento Huawei P8 lite: Para efectuar o pagamento por Multibanco, utilize a Entidade, Referência e Valor abaixo. Deve inserir estes dados correctamente, caso contrário a Transacção falhará. Entidade: 11249 Referência: 623 620 297 Valor a pagar: 95,00 EUR”> “Pagamento Huawei P8 lite: Para efectuar pagamento por Multibanco, utilize a Entidade, Referência e Valor abaixo. Deve inserir estes dados correctamente, caso contrário a Transacção falhará. Entidade: 11249 Referência: 623 622 287 Valor a pagar: 95,00 EUR”Também foram solicitados pelo vendedor os dados para emissão das faturasComo eram equipamentos para oferta foram enviados os dados para emissão de duas faturas com nomes das pessoas que os iriam receber como oferta (pagamentos efetuados por Francisco Amaral, via Multibanco). Efetuados os pagamentos contactamos o “Sr. João Barca” a notificá-lo do mesmo e a solicitar que tão breve quanto possível n/ facultasse o nº da carta de porte do envio.Voltamos a falar com ele pelas 18H00 e este informou-nos de que os equipamentos tinham já sido enviados mas não tinha a carta de porte por já não estar na empresa.Entretanto contactamos a Nacex para saber se efetivamente estava alguma encomenda em circulação com destino à morada indicada. Fomos então informados de que não estava nada em circulação com esse destino.Estranhando voltamos a contactar o “Sr. João Barca” que até às 20h00 não atendeu o telemóvel e posteriormente desligou-o (até hoje!).No dia seguinte iniciamos então a pesquisa de que empresa se tratava. Pelo nº da entidade para pagamento MB (Entidade: 11249) verificamos que a entidade é da empresa Belga HPME, SA., que se afirma com uma entidade legal, cujo agente em Portugal é a empresa Hi-Media Portugal, Lda. (transcrevendo informação dada na Net: http://www.portaldaqueixa.com/negocios-e-sites-na-internet/hi-media-portugal-entidade-11249-burla.html#.VoE0fnnnlQI )“A HPME é uma entidade financeira, devidamente licenciada pelo Banco Nacional Belga e pelo Banco de Portugal que disponibiliza métodos de pagamento a empresas das mais diversas áreas de negócio online, entre estes, as referências multibanco e por essa razão, aparece identificada no extrato de pagamento quando o mesmo foi feito através de uma das entidades fornecidas pela N/Cliente. “
Cartão de crédito RP ON
Contactei a linha de apoio a clientes apenas para me informar sobre os procedimentos de activação de seguro em caso de desemprego e de imediato procederam à suspensão do meu cartão sem minha autorização, sem confirmação de desemprego e sem sequer saberem se era o próprio ao telefone uma vez que qualquer pessoa poderia dar os meus dados. Nunca falhei pagamentos, inclusive já cheguei a efetuar pagamentos adiantados, não percebo agora este procedimento que no mínimo não faz sentido nenhum, se é que não é ilegal. Agradeço a vossa ajuda e o mais breve possível. Obrigado
CONTRA ORDENAÇÃO DA EMEL
Exmos senhoresfui constituido arguido por um funcionario da EMEL,pelos vistos, em 23-06-2015 e recebo uma contraordenação ao CE dia 03MAR2016. sem qualquer tipo de adversão.Procurei informação e parece que é legal, no entanto, não encontrei qualquer informação acerca dos procedimentos a ter por parte dos senhores fiscalizadores da EMEL, o que me suscita algumas duvidas, nomeadamente a falta de qualquer informação no local e na hora dos acontecimentos.Passados 9 meses…? Mais pareço um sorteado pelo sistema SCOT.Já paguei , conforme comprovativo em anexo, mas devido à falta de informação previa parece-me justo que primeiro devem dar a oportunidade de pagar o parqueamento mesmo que com agravamento ,à semelhança do que era praticado, e assim a EMEL cumpria a sua missão, cobrar o parqueamento.e só se não proceder ao respectivo pagamento é que deveria seguir para contra ordenação do CE.
PROPOSTA DE CRÉDITO FRAUDULENTA
Dia 23 Fevereiro pedi um crédito de 3000 euros o qual teve uma resposta por mail nos seguintes termos ...cabe-nos informar que o pedido de crédito pessoal de 3.000 euros ... encontra-se aceite.Neste mesmo mail pediram-me o pagamento de 95,30 euros dando-me a referência para pagar por multibanco.O pagamento foi feito de imediato, e, resumindo, enviaram-me o contrato o qual foi por mim assinado e devolvido com os documentos solicitados.Dia 23 de Fevereiro recebi um mail a informar que o crédito tinha sido recusado pois apresentava- conta constantemente a negativo (o que é falso, pois no máximo esteve a negativo umas 3 vezes e por poucos euros e pouco tempo)- rendimento mensal de 1500 euros não comprovado (mais uma falsidade pois eu sempre disse que não tinha recibos de ordenados mas tinha créditos superiores a 1500 euros mensais o que se comprova pelos extratos do banco relativos aos últimos 3 meses)Disseram-me que em alternativa poderia apresentar uma garantia real o que foi por mim feito tendo enviado hà perto de 2 semanas a caderneta predial do meu imóvel que está avaliado em 120.000 euros.As pessoas que assinaram os mails foram Maria Vieira, Ana Cunha e Marta Ferreira e o contrato diz que a empresa é de um Senhor chamado Vitor Paulo Silva Gomes.Nem sequer uma resposta dão. A caderneta predial encontra-se lá faz amanhã 15 dias, o imóvel não tem qualquer ónus ou encargo, daí não perceber como é que não atribuem o crédito. Não atribuirão só se for mesmo mais uma FRAUDE.Não avançarei com outros tipos de queixa contra esta empresa se derem resposta ao crédito solicitado e em caso negativo (o que não vejo porquê) a restituição do valor por mim pago.Anexo todos os emails e contrato com esta empresa.
Atendimento ao cliente
Em anexo envio o video como prova da ineficácia dos vossos serviço de atendimento. Fiz uma chamada por volta das 16h00 e fiquei em espera cerca de 1h20. Fiquei sem o meu problema resolvido para além dos custos da chamada e do estado em que me deixou ao ponto de fazer esta reclamação. Bem sei que os vossos serviços são bastante procurados mas sei que existem soluções e se existe a necessidade de ter mais pessoal para atender os clientes seria uma opção o que não falta é gente a procura de trabalho, no entanto acredito que a falta de eficácia nesta situação vem da má qualidade de serviço prestada dos actuais funcionários, penso que uma renovação de pessoal era essencial. As pessoas acomodam-se a situações invés de reclamar e chegar a conclusões e soluções.
Pedido de Informação
Exmª SrªAo tomar conhecimento do Programa da TV, em que VªExª é interveniente nos vários Processos de Justiça a que chamaram de PRIVADA, solicito que me envie uma informação detalhada em que meios e provas é que a Exmª Solicitadora, conseguiu tão rapidamente condenar uma Jovem de 20 anos, que é minha filha a pagar uma quantia elevadíssima à Optimus.Fiquei estupefacto, com o que vi no programa e eu que acreditava na Justiça.Assim, solicito a informação pretendida. Informo que irei levar esta situação a todos os meios de comunicação e entidades competentes.
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