Reclamações públicas
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Fraude, burla, suporte mal educado e me burlaram e não me deram provas nada concreto
### Reclamação — Suspensão e encerramento injustificado da minha conta Venho apresentar uma reclamação contra o site **Classificados X** devido à suspensão e posterior encerramento da minha conta, sem que me tenha sido apresentada uma justificação concreta ou qualquer prova que demonstrasse uma suposta violação das regras da plataforma. A minha conta foi suspensa sob alegações relacionadas com supostos anúncios ou conteúdos considerados irregulares. No entanto, até ao momento, não me foi apresentado nenhum exemplo específico, nenhuma publicação concreta, nenhuma prova ou explicação detalhada que demonstre qual teria sido a infração cometida. Sempre utilizei a plataforma de forma responsável e as informações e fotografias utilizadas no meu perfil correspondiam ao meu próprio conteúdo. Também sempre prestei os serviços aos clientes que contactaram através da plataforma, não tendo recebido qualquer acusação concreta de fraude ou de não prestação de serviço que justificasse o encerramento da minha conta. Além disso, eu possuía **pontos/créditos dentro da plataforma**, que foram acumulados durante a utilização do serviço. Com o encerramento da conta, deixei de ter acesso ao meu perfil e aos benefícios/pontos associados à minha utilização da plataforma, sem que me fosse apresentada uma explicação adequada sobre o que aconteceria com esse saldo. Considero especialmente preocupante o facto de a plataforma ter tomado uma medida tão grave sem apresentar evidências concretas e sem me indicar claramente qual regra teria sido violada, qual anúncio teria originado a decisão ou qual comportamento específico teria justificado a suspensão e o encerramento da conta. Solicitei esclarecimentos e uma revisão da decisão, mas não considero que tenha recebido uma resposta suficientemente fundamentada. Desta forma, solicito: 1. Que o **Classificados X reveja manualmente a decisão** de suspensão/encerramento da minha conta. 2. Que me seja informado **qual anúncio, publicação ou comportamento específico** teria motivado a penalização. 3. Que sejam apresentadas as **provas concretas** utilizadas para fundamentar a decisão. 4. Que me indiquem qual **regra específica dos termos de utilização** teria sido violada. 5. Que seja considerada a **reativação da minha conta**, caso não exista uma prova concreta de violação das regras. 6. Que seja esclarecido o que acontecerá aos **pontos/créditos que eu possuía na conta** antes do encerramento. 7. Que me seja fornecida uma resposta formal e devidamente fundamentada sobre a decisão tomada. Não pretendo qualquer tratamento privilegiado. O que solicito é transparência, uma análise individual do meu caso e a possibilidade de conhecer concretamente os motivos e as provas que levaram ao encerramento da minha conta. Aguardo uma resposta e uma revisão efetiva da decisão.
Cobrança imprópria de Subscrição
No dia 12.08.2026 resolvi fazer um teste de PHDA. No começo do teste até ao seu término não é mencionado qualquer pagamento. Contudo ao concluir o teste pediram um pagamento de 1,45€ para os resultados, o qual eu aceitei e paguei. No dia 15.08.2026 recebi uma notificação que me informava de uma cobrança de subscrição no valor de 49,95€ desta empresa. Entrei em contacto com eles porque em nenhum ponto eu aceitei uma subscrição mensal e eu li os termos que me apresentaram na compra do teste e em nenhum lugar mencionava uma subscrição. Após entrar em contacto com eles, informaram-me que no email de boas vindas que enviaram apresentava informações relativas à subscrição, pagamento e data de cobrança, o que não é verdade, envio prints do email em anexo. Após confrontados com essa informação mais do que uma vez, deixaram de me responder. Li as reviews do TrustPilot e aparentemente é uma situação recorrente. Gostaria que procedessem ao reembolso do meu dinheiro, uma vez que nunca autorizei a sua retirada.
Levantamento dinheiro
Venho expressar a minha total insatisfação com o serviço prestado. Efetuei um pedido de levantamento há vários dias e o montante continua com o estado "Pendente" na minha conta. Inicialmente, considerei que a demora pudesse estar relacionada com a validação da conta, no entanto, já enviei todos os documentos pedidos pela plataforma. Contactei o apoio ao cliente através do chat ao vivo por duas vezes, mas não obtive qualquer solução ou explicação satisfatória para a retenção do meu dinheiro. Limitam-se a informar que o caso está em análise ou a solicitar comprovativos de cartões virtuais. Cumpri todas as exigências de verificação de identidade e, por isso, exijo que o departamento financeiro proceda à aprovação imediata e liberte o montante em questão. Aguardo uma resolução urgente deste problema.
Indignação sistema VOLTA
agosto 2026 Venho expressar a minha profunda indignação relativamente ao sistema VOLTA. Considero que a sua implementação foi inadequada, mal explicada e vai contra o princípio de gestão de resíduos que sempre foi transmitido aos cidadãos. Sempre pagámos impostos para garantir uma gestão adequada dos resíduos e do lixo orgânico. No meu caso, tenho um ecoponto coletivo mesmo em frente ao meu terreno, composto por quatro contentores de grande dimensão, que geram incómodo constante: aparecem insetos, acumula-se sujidade, há resíduos espalhados nas redondezas e o ambiente torna-se desagradável. Além disso, já existe um sistema de recolha porta-a-porta, com contentores individuais recolhidos diariamente por uma viatura própria, que funciona de forma simples e eficaz sem obrigar os moradores a deslocações extra. Com o novo sistema VOLTA, sou obrigado a acumular lixo em casa e a transportá-lo até a um supermercado, a pé ou de carro, quando antes poderia simplesmente usar o contentor próximo. O pior é que as máquinas muitas vezes estão cheias, avariadas ou não aceitam as embalagens por estarem danificadas ou sem tampa. As embalagens, produzidas com materiais de baixa qualidade devido ao conceito de tara perdida, não têm qualquer resistência para a reutilização. Se querem regressar ao sistema de tara, então as embalagens deveriam ser substancialmente melhores. A experiência é totalmente absurda: o cidadão transporta lixo para o supermercado, tem de voltar para casa com ele quando a máquina não funciona, e ainda tem de tentar uma nova visita. As empresas não dispõem de depósitos suficientemente grandes e as avarias das máquinas são recorrentes. Este sistema não serve o interesse público nem respeita o tempo dos contribuintes. Pergunto como é possível que, num país que se diz evoluído, se escolha um modelo que mistura reutilização e tara perdida, mas obriga o cidadão a assumir todo o trabalho, o incómodo e a logística de transportar lixo de um lado para o outro, fazendo-nos sentir verdadeiramente desrespeitados neste processo. Solicito esclarecimentos urgentes e uma revisão séria deste sistema, pois, na prática, não está a cumprir os objetivos anunciados e cria mais problemas do que soluções.
Porta65+ Monoparental
Bom dia,é o seguinte apareceu nas noticias que a deco ia se juntar ao iruh para acelerar os processos de candidatura,mas e nos mães solteiras? Estamos esquecidas? Fiz a minha candidatura em Fevereiro deste ano,ate agora não tive resposta,uma das coisas que devia ter prioridade eramos nos que somos mães solteiras,parece mentira ninguém fazer nada,e este país não ir para a frente
Recuperação do PIN do cartão
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao acesso ao meu cartão Edenred e ao saldo que se encontra disponível no mesmo. Fui informada de que, pelo facto de já não trabalhar para a empresa que efetuou o pedido do cartão, a Edenred não pode enviar o PIN para a minha morada e que o pedido teria de ser feito pela minha antiga entidade empregadora. No entanto, já não tenho qualquer vínculo com essa empresa e, consequentemente, não tenho como obrigá-la a tratar deste assunto. A situação coloca-me numa posição extremamente injusta, uma vez que existe um saldo no cartão que me pertence e ao qual tenho direito, mas ao qual não consigo ter acesso simplesmente porque não tenho o PIN. Compreendo que possam existir procedimentos internos, mas não considero razoável que o meu dinheiro fique bloqueado por uma questão administrativa entre a Edenred e a minha antiga entidade empregadora, sobretudo quando já não tenho qualquer possibilidade de contar com a intervenção dessa empresa. Desta forma, solicito, por favor, que me indiquem uma solução concreta para recuperar o acesso ao meu cartão e ao saldo nele disponível, nomeadamente através do envio do PIN para a minha morada ou através de outro procedimento que permita validar a minha identidade e desbloquear o acesso aos meus fundos. Estou disponível para fornecer todos os documentos e informações necessários para comprovar a minha identidade e a titularidade do cartão. Agradeço que a minha situação seja analisada com a devida atenção e que me seja apresentada uma solução, pois não considero justo ficar impossibilitada de utilizar o meu próprio saldo por uma situação que já não depende de mim. Fico a aguardar uma resposta e uma solução para este problema.
Encomenda nunca entregue
Fiz uma compra de uma rampa para cães e nunca recebi nenhum feedback, fui procurar na internet e existem várias pessoas a reclamar do mesmo, é inadmissível que tal prática criminosa seja permitida, o site deveria ter ido abaixo por ordem judicial. Dados da empresa: Dados da Empresa Bomsaldo.pt 📍 Rua de São Pedro de Alcântara 45 1250-237 Lisboa – Portugal 📧 contato@bomsaldo.pt 📞 +351 927 734 229 NIF: 336736369 Responsável: Frederico Leandro de Oliveira 🌐 Bomsaldo.pt
falta de apreciação da residência permanente ao abrigo do artigo 80.º da Lei n.º 23/2007
RECLAMAÇÃO – AIMA Terceira renovação temporária – falta de apreciação da residência permanente ao abrigo do artigo 80.º da Lei n.º 23/2007 Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente à atuação da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) nos processos de autorização de residência de Edson Gonçalves Neto, Juliana Coelho Gonçalves e Ana Clara Gonçalves, situação que considero revelar uma sucessão de procedimentos desnecessários e uma falta de adequada apreciação da situação jurídica dos requerentes. Requerentes: Edson Gonçalves Neto - NIF 297261142 Juliana Coelho Gonçalves – NIF 297260936 Ana Clara Gonçalves – NIF 303315326 Os requerentes encontram-se em Portugal há cinco anos completos de residência legal, pelo que, atingido esse período, deveria ter sido devidamente analisada a possibilidade de concessão de Autorização de Residência Permanente, nos termos do artigo 80.º da Lei n.º 23/2007, de 4 de julho. O artigo 80.º prevê a concessão de autorização de residência permanente aos cidadãos estrangeiros que, cumulativamente, sejam titulares de autorização de residência temporária há pelo menos cinco anos e preencham os demais requisitos legalmente previstos. O que está a acontecer, contudo, é que, apesar de já terem sido atingidos os cinco anos de residência legal, a AIMA continua a tratar a situação como uma sucessão de renovações temporárias, tendo sido necessário chegar a um terceiro pedido de renovação. Esta situação constitui um evidente retrabalho administrativo e coloca os requerentes num ciclo sucessivo de renovação temporária, sem que seja esclarecido por que motivo não é apreciada a possibilidade de residência permanente prevista no artigo 80.º. SITUAÇÃO DO EDSON GONÇALVES NETO A situação do Edson é particularmente preocupante. No dia 28/05/2026, foi apresentado à AIMA um pedido expresso de Autorização de Residência Permanente ao abrigo do artigo 80.º, tendo sido identificados os seus dados, o título de residência então válido e os fundamentos do pedido. Nesse pedido foi igualmente apresentado o Atestado Médico de Incapacidade Multiuso definitivo, com grau de incapacidade de 85%, tendo sido expressamente solicitada especial atenção e urgência na apreciação da situação, tendo em conta a necessidade de estabilidade documental e administrativa. Apesar disso, a situação não foi devidamente solucionada, tendo a AIMA continuado a encaminhar o processo no sentido de uma nova renovação temporária. É particularmente incompreensível que, depois de a situação de incapacidade permanente de 85% ter sido formalmente comunicada e comprovada perante a Administração, o requerente continue sujeito a procedimentos sucessivos e desnecessários que poderiam ser evitados mediante uma correta análise da sua situação jurídica. VIOLAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA CELERIDADE E DA BOA ADMINISTRAÇÃO A atuação descrita não deve ser analisada apenas como uma questão de atraso administrativo. O artigo 59.º do Código do Procedimento Administrativo estabelece o dever de celeridade, determinando que os responsáveis pelo procedimento devem assegurar um andamento rápido e eficaz, evitando tudo o que seja impertinente ou dilatório e promovendo o necessário para uma decisão dentro de prazo razoável. Por sua vez, o artigo 60.º do mesmo Código consagra o princípio da cooperação e da boa-fé procedimental, visando a obtenção de decisões legais e justas e a economia de meios. Também o artigo 61.º determina que a utilização dos meios eletrónicos deve contribuir para simplificar e reduzir a duração dos procedimentos, promovendo a rapidez das decisões. No presente caso, a sucessiva renovação temporária, depois de já terem sido completados cinco anos de residência e depois de ter sido expressamente requerido o enquadramento no artigo 80.º, acaba por produzir precisamente o efeito contrário: multiplica procedimentos, documentos, pedidos e encargos para os cidadãos, sem que a questão jurídica principal seja devidamente resolvida. Acresce que o artigo 128.º do Código do Procedimento Administrativo estabelece prazos para a decisão dos procedimentos de iniciativa particular e impõe à Administração o dever de decidir dentro dos prazos legalmente previstos. PEDIDO Face ao exposto, venho requerer à AIMA, através desta reclamação, que: 1. Proceda à reapreciação da situação documental dos três requerentes, considerando que já completaram cinco anos de residência legal em Portugal; 2. Seja expressamente apreciado o enquadramento de Edson Gonçalves Neto, Juliana Coelho Gonçalves e Ana Clara Gonçalves no regime de Autorização de Residência Permanente previsto no artigo 80.º da Lei n.º 23/2007; 3. No caso do Edson, seja considerada a documentação já apresentada à AIMA, nomeadamente o Atestado Médico de Incapacidade Multiuso definitivo de 85%; 4. Seja esclarecido, de forma fundamentada, por que motivo, após cinco anos de residência legal e perante um pedido expresso de residência permanente, os requerentes continuam a ser encaminhados para sucessivas renovações temporárias; 5. Seja evitada a repetição de procedimentos e exigências administrativas que não sejam efetivamente necessárias à decisão; 6. Seja proferida uma decisão expressa e fundamentada relativamente ao direito à residência permanente, ou, caso a AIMA entenda que algum dos requisitos do artigo 80.º não se encontra preenchido, que indique concretamente qual o requisito em falta e qual o respetivo fundamento legal; 7. Seja dada especial atenção ao processo do Edson, considerando o seu grau de incapacidade permanente de 85% e a necessidade de estabilidade documental decorrente da sua situação. Não se pretende qualquer tratamento privilegiado ou afastamento das exigências legais. Pretende-se, simplesmente, que a Administração aplique corretamente a legislação, analise a situação jurídica efetiva dos requerentes e evite obrigá-los a repetir sucessivamente procedimentos temporários quando já foi expressamente solicitada a apreciação da residência permanente. A situação atual representa um claro desperdício de recursos administrativos e um prejuízo para os cidadãos, além de criar uma insegurança documental que se prolonga desnecessariamente. Solicito, assim, uma resposta concreta, fundamentada e individualizada, indicando a situação de cada processo e, sobretudo, a razão jurídica pela qual não foi apreciada/concedida a residência permanente ao abrigo do artigo 80.º, caso estejam preenchidos os respetivos requisitos. Com os melhores cumprimentos, Juliana Coelho Gonçalves NIF: 297260936 Em representação e no interesse dos processos de: Edson Gonçalves Neto - 297261142 Ana Clara Gonçalves – NIF 303315326
Multa indevida
Tinha acabado de estacionar o meu veiculo pelas 10:49H na Rua João de Freitas Branco, quando um funcionário da EMEL de seu nome Manuel Moreira decide autuar-me porque alega que eu não tenho estacionamento ativo na aplicação dele. Tenho a prova na minha app via verde e inclusive mostrei ao funcionário Manuel Moreira em como tinha o parquimetro ativo e ele foi super rude e mal criado e disse-me que como na aplicação dele não aparecia nada que me iria passar a multa. Trabalho nesta rua e todos os dias meto o parquimetro, tinha acabado de chegar,estacionei a minha viatura mesmo em frente a loja o funcionário foi super mal criado e implicativo,não irei pagar a multa visto que foi passada indevidamente, quero saber qual a solução que têm para mim. Obrigada
Reclamação relativa à venda, planeamento, entrega e instalação de sistema de ar condidionado
Venho apresentar reclamação relativamente a todo o processo de aquisição e instalação de um sistema de ar condicionado contratado através da Leroy Merlin. Não se trata de um atraso pontual, mas de uma sucessão de falhas desde a avaliação técnica inicial até à execução dos trabalhos, estando a minha habitação em estado de obras há mais de um mês. O processo começou com uma avaliação técnica à habitação, na qual o técnico indicou ser viável instalar uma solução com uma unidade exterior e três interiores (multiplit). Com base nessa avaliação profissional, procedi à aquisição do equipamento recomendado. Posteriormente, já depois da compra, fui informado que a solução afinal não podia ser instalada, sendo necessário substituir os equipamentos adquiridos. Esta situação é particularmente grave, uma vez que a avaliação técnica deveria precisamente determinar a viabilidade da instalação antes da compra. Enquanto cliente, confiei naturalmente na avaliação profissional disponibilizada para esse efeito. Seguiram-se problema com a entrega dos novos equipamentos. No dia acordado permaneci em casa para os receber, mas em vez disso recebo uma notificação indicando que não me encontro em casa para receber a encomenda. Isto originou mais novos contactos, atrasos e necessidade de acompanhamento da situação por minha iniciativa. Entre a troca de equipamentos os técnicos começaram a abrir passagens nas paredes e depois decidem que é boa idea deixar as coisas por acabar, deixando até hoje que ainda não acabaram ao final um mês a minha habitação parcialmente transformada num local de obras, com cabos por passar e testar, rasgos e buracos por tapar, pó sujidade, mobiliário e objetos deslocados. Nem sequer é possivel efetuar qualquer limpeza porque o trabalho está por acabar. Ao longo deste processo ocorreram sucessivas marcações, alterações, adiamentos, obrigando-me constantemente a reorganizar a minha vida pessoal e profissional. Ainda esta semana foi-me indicada uma deslocação da equipa para Segunda feira às 9:30, organizei o dia, permaneci em casa para receber os técnicos que nunca apareceram tendo sido informado ao 12 que só vinham hoje Terça Feira e como estou a reclamar é obvio que não apareceu ninguêm Todo este processo tem provocado um impacto significativo na minha vida pessoal e profissional, Alterar horários e comprromissos profissionais, permanecer em casa quando tenho coisas a fazer no escritório, disponibilizar (gastar) férias e tempo pessoal, realizar sucessivos contactos e deslocações e acompanhar constantemente um processo que deveria ser gerido pelas empresas responsaveis. Considero inaceitável a falta de coordenação e acompanhamento de todo o processo. Tenho sido constantemente obrigado a ser eu a ir atrás para conseguir que o processo avance. Paguei pelos equipamentos e por um serviço de instalação precisamente para que este processo fosse tecnicamente avaliado, planeado, coordenado e executado pelos profissionais responsáveis. Não é aceitavel que ainda seja o cliente a ter de gerir e perseguir os intervenientes para conseguir que o serviço pago e contratado seja feito. À data desta reclamação, 18 Agosto de 2026, depois de mais de um mês, a instalação continua à espera de ser feita e concluida. Face ao exposto, solicito à Leroy: 1 - Data concreta, credível e definitiva para a conclusão dos trabalhos, sem mais adiamentos injustificados; 2 - A conclusão da instalação, incluindo a reparação e acabamento das zonas afetadas, testes das tubagens/ligações e verificação do correto funcionamento de todos os equipamentos; 3 - Uma explicação formal para a avaliação tecnica inicial que afinal já não era viavel. 4 - Que a Leroy de uma vez por todas assuma efetivamente a coordenação do serviço contratado sem ter eu de tomar uma acção) 5 - Avaliação de uma compensação adequada pelos transtornos causados, considerando a duração superior a um mês (quase 2), o estado prelongado de obra na habitação, o tempo perdido, deslocações e contactos efetuados, os períodos dé férias / disponibilidade pessoal utilizados e as perturbações provocadas à minha atividade profissional por estar em casa à espera de técnicos que não aparecem.
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