Reclamações públicas
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Encomenda não entregue e impossibilidade de comunicação
Exmos, Srs, Aguardo a entrega da encomenda com o código de expedição 1225655917 desde do dia 23 de Dezembro, data indicada pela GLS e recebi indicação no dia 26/12/2025 que houve tentativa de entrega no ponto escolhido mas que este não estava disponível. Desde então, o ponto escolhido já se encontra disponível mas não houve qualquer tentativa de nova entrega ou de contacto comigo ou com o expedidor para resolver o problema, nem qualquer resposta às solicitações de contacto por escrito. Tentei contacto telefónico, mas não aceita o código postal do ponto de entrega que indiquei e está correto e desliga a chama automaticamente. Assim, solicito resolução rápida do problema, já que estou desde dia 26/12/2025 sem o montante pago ao fornecedor nem os produtos que encomendei por incapacidade de entrega da GLS. Obrigada.
Viatura danificada
Venho por este meio apresentar a minha reclamação para com a companhia de seguros , seguro directo . Há mais de um mês que reclamei que a minha viatura tinha sido danificada aquando de um pedido de reboque e até hoje a resposta é a mesma , dizem que estão a tratar com a companhia de reboques , companhia essa caminhinesquecivel lda que não tem sequer livro de reclamações online e a morada está numa residência privada. Tenho fotografias do carro a ser mal rebocado e dos danos bem como provas temporais , o reboque demorou 5 horas a executar o serviço . Vou continuar a reclamar pelos meus direitos . Na fotografia podemos ver que colocaram as rodas de reboque nas rodas da frente quando o carro tem tracção atrás e a barra de reboque fica na traseira da viatura e não na frente , o carro saltou 4 vezes do reboque danificando pintura das jantes , direção e pintura do para choques .
Alteração unilateral do meu plano
Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à alteração unilateral do meu plano de ginásio, efetuada sem o meu conhecimento ou consentimento, situação que infelizmente já ocorreu anteriormente. Quando celebrei o contrato com a Fitness Hut (empresa anterior), aderi a um plano empresa que me conferia o direito de utilizar qualquer ginásio em todo o território nacional. Em 2024, após alterações implementadas pela Viva Gym, deixei de poder utilizar a unidade do Porto, bem como perdi o acesso à máquina de água, benefício que estava incluído no meu plano. Na altura, foi-me informado que, caso pretendesse continuar a utilizar a máquina de água, teria de pagar uma taxa adicional, o que considero inadmissível, uma vez que o fornecimento de água deveria ser um serviço básico assegurado aos sócios, tal como acontece em ginásios concorrentes. Resido em Almada e trabalho em Lisboa, pelo que utilizava as diferentes unidades da Viva Gym de acordo com a minha disponibilidade e localização, precisamente porque tal direito estava previsto no plano que contratei e assinei. Contudo, no dia 06/01/2026, ao tentar aceder à unidade de Almada, fui surpreendido com a impossibilidade de entrada. Fui então informado de que o meu plano teria sido alterado. A empresa irá, certamente, alegar que foi enviado um comunicado, porém o único aviso recebido referia-se exclusivamente ao aumento do valor mensal, de 28,90€ para 29,90€, não mencionando em momento algum qualquer restrição de acesso às unidades. Importa ainda salientar que o meu plano foi realizado por uma colaboradora na unidade de Oeiras, no âmbito de um plano empresa, ficando acordado que eu teria acesso às unidades conforme anteriormente contratado. Ainda assim, fui informado de que o meu plano estaria agora limitado às unidades da região de Oeiras e Cascais. Manifesto, assim, o meu total descontentamento e indignação com a política adotada por esta empresa, que deixou de responder às minhas necessidades enquanto consumidor, retirando direitos previamente contratados e condicionando o acesso a outras unidades mediante o pagamento de valores adicionais. Considero esta prática desrespeitosa e prejudicial ao consumidor, configurando uma alteração contratual sem o devido consentimento. E a devolução de 29,90€ pago de Janeiro, ao qual não poderei usar pelo descolamento até Cascais. Aguardo esclarecimentos e a reposição das condições originalmente contratadas. *Número de Sócio 704p37114 *Plano: Corporate *Valor: 28,90 *Novo Valor: 29,90
Chamadas não atendidas/correspondidas
Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa iRobot, devido à total falta de resposta da linha de apoio ao cliente, apesar de várias tentativas de contacto. Sou proprietária de um aspirador iRobot que se encontra avariado há cerca de uma semana, impossibilitando a sua utilização. Desde que o problema surgiu, tenho tentado contactar repetidamente a linha de apoio da marca, sem qualquer sucesso, não sendo as chamadas atendidas nem existindo retorno por parte da empresa. Esta situação tem causado transtornos significativos, uma vez que se trata de um equipamento doméstico essencial, ainda mais considerando que a marca se posiciona como um serviço de qualidade e confiança, o que claramente não se está a verificar no apoio pós-venda. Solicito, com a maior brevidade possível: • Contacto efetivo por parte da iRobot • Assistência técnica adequada • Resolução do problema do equipamento ou indicação clara dos próximos passos (reparação, substituição ou outra solução) Aguardo uma resposta célere, sob pena de avançar com outros meios legais ao meu dispor. Com os melhores cumprimentos,
Devolução
Fiz a compra de um motor mas a peça não é adequada para minha carrinha então solicitei a devolução onde foi aceita em conversa realizada pelo chat da B parts abriram um chamado para fazer a recolha cobraram o valor da devolução eu aceitei tudo conforme, mas a partir daí deixaram de responder ninguém mas entrou em contato comigo e o prazo de devolução de 14 dias está próximo de vencer e estou com o motor esperando a b parts fazer a recolha e ninguém Me responde nem tem serviço telefônico para o serviço de pós venda
Uber: Lucros Bilionários, Motoristas Escravizados
A plataforma Uber tem prejudicado seriamente os parceiros e os motoristas com corridas a preços muito baixos. Por exemplo, há viagens de apenas 2€ para destinos em Lisboa. A cada 10 viagens que a Uber envia para o motorista, apenas 1 é realmente boa e compensadora. Como é possível sobreviver assim ao que a Uber está a fazer com os seus preços? Ela não tem de comprar um carro novo a cada 7 anos, como exigem as regras para veículos TVDE. Ela não tem despesas com combustível, manutenção, seguros ou impostos. É só explorar o motorista, escravizando-o com comissões elevadas que chegam a ficar com mais de metade do valor da corrida, enquanto os rendimentos dos motoristas caem drasticamente. Em 2025, com lucros recorde da Uber a nível global, os motoristas portugueses enfrentam reduções unilaterais de tarifas, pagamentos por quilómetro ridiculamente baixos (por vezes 0,20€ a 0,35€ em corridas curtas), recolhas distantes e tempos de espera prolongados. Isso torna o trabalho insustentável, forçando muitos a abandonar a plataforma ou a acumular dívidas. É urgente uma revisão da lei TVDE para proteger os profissionais e acabar com esta exploração abusiva.”
Reclamação serviço instalação salamandra
Venho por este meio justificar a razão da devolução da salamandra e de todo o respectivo material, adquirido na vossa loja de Sintra com o seu colega Délcio (muito prestável e simpático , não temos razão de queixa) no dia 31/08/2025. Escolha e compra do material Na primeira visita à loja, escolhemos a salamandra e adquirimos todos os materiais indicados pelos vossos colaboradores como necessários para a instalação, no entanto não nos indicaram a necessidade de aquisição de proteção térmica de parede nem de chão, mas isso nós até percebemos por ser uma altura de verão e talvez não tenham stock desse material e pode até nem ser uma peça que seja estritamente necessária para este fim. Falta de material e necessidade de nova encomenda Posto isto, só na visita do instalador para a verificação de todo o material é que nos foi informado que tais proteções eram obrigatórias e também teriamos de adquirir mais um tubo para a instalação ser realizada. Como a instalação já tinha data marcada, tivemos de alterar para garantir que o restante material chegaria a nossa casa. Peça incorreta e novos atrasos Quando me cheguei a casa após me dirijir à loja, percebi que o tubo solicitado pelo instalador estava incorreto e não se tratava do tubo que o instalador tinha pedido. Relembro que a encomenda desta peça foi feita na loja de Sintra com um colega vosso. Após me ter dirigido novamente à loja para nova encomenda, desta vez da peça correta, esta não se encontrava em stock e mais uma vez teria de reagendar a instalação. Neste momento, pedi o Livro de Reclamações a um colega vosso, de imediato reencaminharam me para falar com outra colega vossa (Natacha), que se mostrou disponivel para resolver a situação, fornecendo-me o seu contacto direto. Decidi então não formalizar a reclamação nessa altura, confiando na resolução prometida - o Leroy contactar o instalador para este conseguir a peça a tempo e não ser necessário reagendamento da instalação. Falta de comunicação e prazos não cumpridos Durante os dias seguintes, mantive contacto com a vossa colaboradora Natacha e com o instalador. Fui informada de que a peça correta já tinha sido encomendada e demoraria 2 a 4 dias úteis a chegar. No entanto, esse prazo não foi cumprido. Após alguns dias, fui informada de que a peça tinha finalmente chegado, tendo sido reagendada a instalação para dia 12/11, relembro que este processo teve inicio a 31/08 e que a salamadra e o restante material foram entregues em nossa casa dia 26/09, pelo que os atrasos são consideráveis. Tentativa de instalação e erro técnico No dia 12/11, os instaladores deslocaram-se finalmente à minha residência, mas constataram que a peça "redutor", que deveria ter sido enviada pelo Leroy Merlin, segundo eles, não tinha sido incluída. Ainda assim, iniciaram o trabalho e começaram a abrir o buraco para a conduta da lareira, no entanto pouco depois, comunicaram que no sitio onde estavam a tentar abrir o buraco não deveria ser gesso nem pladur mas sim betão, e que não conseguiam avançar com o martelo manual mas sim com um eléctrico e que isso poderia danificar o teto e parede (abrir fendas), posto isto sugeriram que por nossa conta contratasse-mos um pedreiro para prosseguir o trabalho - uma proposta inaceitável, dado tratar-se de um serviço contratado integralmente ao Leroy Merlin. Obviamente que eu e o meu namorado decidimos que eles não constinuariam com o martelo automático pois não saberiamos o que poderia acontecer. Posto isto os instaladores foram embora e disseram que iam comunicar comigo mais tarde. Conclusão e devolução do material Após falar novamente com os instaladores, agendamos uma nova visita de tentativa de instalação, nessa visita após analisarmos a lareira da vizinha de cima para tentar localizar a conduta da sua da mesma, o instalador concluiu que não seria possível perceber onde está a conduta de nossa casa e por isso teria de ser a "olho" e ir partindo a parede em vários sitios na tentativa de encontrar a mesma, aí decidimos que não estariamos dispostos a isso. Posto isto, o instalador ainda foi buscar massa à carrinha para remendar o buraco feito no teto pelos instaladores na visita anterior. Após 2 dias verificámos que a tentativa de reparação do buraco com massa pelo instalador não foi bem sucedida e a massa cedeu criando algumas fissuras na zona da mesma, lamentável ainda sermos nós a arranjar este buraco. A conclusão que eu e o meu namorado chegámos é de devolução de todo o material à loja e a respectiva devolução do montante gasto no projeto. Devolução Monetária Depois de várias semanas, foi-nos devolvido parte do valor que tinhamos pago. Posto isto, como ainda faltava outro montante ditigimo-nos à loja e foi-nos devolvido o resto e relativamente ao crédito da Oney, este foi também solucionado. Em anexo apresento o dano que a empresa de instalação causou no teto da sala sem saber o que estava a fazer.
Uma anedota
Caros Senhores Tentem entrar em contacto por telefone com a delegação em Portugal! Estão em modo de gozo ao cliente. Um labirinto anedótico para afastar o cliente. Inconcebivel como se intitulam uma empresa! Pf façam o vosso teste. Cumprimentos, Luis Monteiro
Reclamação contra ginásio por cobranças indevidas
Venho por este meio solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a um conflito de consumo com a entidade CARDINAL GARRIDO UNIPESSOAL LDA (Fitness UP), no âmbito de um contrato de prestação de serviços de ginásio. Sou sócia da referida academia, tendo celebrado contrato no dia 04/09/2025, com pagamento por débito direto. Sofri um acidente que resultou numa fratura no ombro, situação clinicamente comprovada, que me impossibilitou totalmente de frequentar o ginásio durante o período de recuperação médica. Por lapso, decorrente da própria situação de saúde e do processo de recuperação, entreguei as respetivas baixas médicas fora do prazo inicialmente previsto no contrato, facto que reconheço. No entanto, tal atraso não altera a realidade objetiva da minha incapacidade temporária para utilizar os serviços contratados, a qual se encontra devidamente comprovada. Apesar disso, a academia manteve a cobrança das quotas relativas ao período em que estive clinicamente impedida de frequentar o ginásio, recusando a anulação das mesmas, com base em cláusulas contratuais que excluem a possibilidade de suspensão do contrato, mesmo em caso de doença ou acidente. Considero que esta prática não respeita os princípios da boa-fé, do equilíbrio contratual e da proporcionalidade, previstos na Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e no Regime das Cláusulas Contratuais Gerais (DL n.º 446/85), sendo abusiva a exigência de pagamento de um serviço que não pôde ser utilizado por motivo de incapacidade temporária por razões de saúde. Solicito, assim, o apoio da DECO Proteste no sentido de analisar a situação e intervir junto da entidade reclamada, visando a anulação das cobranças efetuadas ou previstas durante o período da minha incapacidade médica. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação relevante, nomeadamente contrato, comprovativos de débito e baixas médicas. Com os melhores cumprimentos, Bárbara Gisele de Araújo N.º de sócio: 66002787
Recebi um relatório de estacionamento mesmo tendo pago a aplicação VIA VERDE.
Cara EMEL, Escrevo para verificar o motivo de ter recebido uma notificação de estacionamento enquanto ativava um lugar que já tinha sido pago pela aplicação Via Verde no momento da emissão da notificação. Os detalhes do estacionamento são os seguintes: * **Data:** 19 de dezembro de 2025 * **Horário do estacionamento pago:** 13:28 às 14:20 * **Hora da notificação da EMEL:** 14:07 * **Placa do veículo:** BP-03-PZ * **Zona:** Lisboa | Zona Vermelha * **Método de pagamento:** Aplicação Via Verde No momento da emissão da notificação, o estacionamento estava ativo e válido, de acordo com o histórico da aplicação Via Verde. Anexei uma captura de ecrã e PDF que mostra claramente que o pagamento foi válido. Gostaria de acrescentar que a rua em questão estava livre para estacionamento e até existia um parquímetro do outro lado da rua, pelo que, não compreendo o motivo da notificação. Aguardo a sua análise e resposta. Atenciosamente, L
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