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Falha na entrega e falta de comunicação
No dia 2 de dezembro de 2020 realizei uma encomenda do telemóvel Smartphone One Plus 8 Dual SIM 12GB/256GB Glacial Green, com prazo de entrega de 7 a 21 dias úteis, no site www.besteletronics.pt. No dia 11 de dezembro de 2020 pedi informações sobre a minha encomenda, visto que ainda não me tinha sido dito nada, ainda não me tinham sequer enviado email de confirmação do pedido, ao qual me responderam, apenas no dia 15 de dezembro de 2020, que estavam a aguardar a chegada do telemóvel às suas instalações. O prazo expirou no dia 5 de janeiro de 2021. Como ainda não tinha recebido informações, enviei outro email no dia 10 de janeiro de 2021, a pedir informações sobre a encomenda, ao qual me disseram, apenas no dia 15 de janeiro de 2020, que ainda estavam a aguardar a chegada do telemóvel às suas instalações, e que podia, se quisesse, trocar o meu pedido por outro. Posto isto, acho inadmissível o atendimento ao cliente, em primeiro lugar porque não dão justificações sobre o estado da encomenda a não ser que seja perguntado pelo cliente, e em segundo lugar que me tenha sido oferecida a possibilidade de escolher um outro artigo, como se eu tivesse escolhido o telemóvel ao calhas. Se eu encomendei o Smartphone One Plus 8 Dual SIM 12GB/256GB Glacial Green, é porque eu quero este modelo e não outro. Mais, se eu encomendei no site www.besteletronics.pt é porque dei confiança ao site para isso, paguei 631,80€ e estou a ser tratado desta forma. Concluindo, depois desta péssima experiência passada com esta marca, e de estar completamente farto de esperar, pretendo obter a devolução do meu dinheiro para proceder à compra noutro estabelecimento que me trate da forma que é devida.
Prémio do seguro
Assunto: Prémio do seguro (renovação do contrato)NIF:197652891N.º de cliente:960383800Exmos. Senhores,A 10 de setembro de 2020, enviei email para a OKteleseguros, aludindo o nº2 do art. 2º do Decreto-Lei nº20-F/2020, de 12 de maio, para a redução temporária do montante do prémio em função da redução do risco. Sou professora e fiquei em casa, lecionando online, de março a julho. A companhia respondeu-me a na sequência do estado de emergência e de calamidade que vivemos, assistimos a uma redução do tráfego automóvel.Por esse motivo, após análise cuidada da nossa carteira de clientes, decidimos atribuir um benefício aos nossos melhores clientes.Este benefício corresponde a uma contribuição de 3.5€ no prémio da renovação do seu seguro automóvel, valor que já pode ver refletido na documentação que enviamos em anexo.O prémio anual do ano passado foi de 372,13€ e este ano é de 381,50€, já com uma redução de 3.5€. Isto será caricato senão cómico. Desta forma gostaria que me explicassem que redução foi esta, tendo em conta que estive 4 meses em casa. Que percentagem será esta? Devo agradecer à companhia toda a atenção e carinho que teve ao atribuir-me tão grande e significativa quantia? Aguardo resposta esclarecendo-me, por escrito dos valores atribuídos, no prazo máximo de 8 dias, esperando que tudo não tenha passado de um erro de cálculo de valoresCom os melhores cumprimentos,Sandra de Jesus Ferreira da Costa Magalhães
Inatividade Conta Cartão de Credito
Venho, por este meio, comunicar a V.exa. que recebi uma carta por parte da UNIBANCO, alertar- me para activar um cartão de crédito, cartão este que me foi enviado para a residência sem que eu tivesse pedido, mesmo assim nunca foi activado, sobe pena de ter de pagar custos administrativos.Quereriam os mesmos extorquir- me dinheiro ou induzir- me em erro para activar o cartão e assim ter despesas?
Atuação negligente
Em março 2020 levei o meu gato para tratar uma obstrução urinaria que está longe de ser uma doença ou problema incurável. Fez uma cistotomia de urgência Clinica de Gondomar por ter havido perfuração da bexiga na algaliação e entregaram-no ao HVP porque a clinica ia fechar devido ao confinamento (ambas unidades pertencem ao onevetgroup). O HVP por seu lado recebeu o animal mas apenas para internamento e recobro e entregaram-me literalmente para morrer. Ele não comia, não bebia e não urinava e voltei a levá-lo ao HVP (Gondomar disse que já não era com eles) onde fizeram a sua avaliação. Afinal o quadro recomendava uma ureterotomia, deveria ter sido de inicio a opção correta… O problema é que ele já estava tão debilitado pela cistotomia e infeção provocada pela perfuração da bexiga que não resistiu. Entre empurrar de responsabilidades entre Gondomar e HVP quem perdeu fomos nós. em tratamentos associados a este processo eu gastei na altura cerca de 1100 euros. Ficou em falta cerca de 621€. O onevetgroup limita-se a exigir o pagamento das faturas sem se pronunciar sobre a prestação a a sua responsabilidade neste caso. Eu sei que autorizei a cirurgia final da qual recebi um orçamento (tive que o fazer dado que tinha o animal a morrer e não tinha tempo de estar a entrar em contestações). Quando recebi a fatura final fiz os meus pedidos de esclarecimento por email (junho 2020) e apenas hoje dia 17 Janeiro 2021 recebi um email do diretor clinico do HVP que em nada responde às minhas questões e se limita a dizer que os serviços prestados tem de ser pagos e que o tema vai seguiu para contencioso. Para além da responsabilidade médica nos atos, existem também vários aspetos duvidosos na faturação. Nada disso lhes interessa. Se fizeram bem ou mal é igual. Tem de pagar e pronto, não paga siga para contencioso e é assim que o estado dos cuidados veterinários em Portugal. Eles tem de assumir a sua parte no processo e as suas responsabilidades. Já fiquei sem o meu animal e não posso ser eu a patrocinar o treino e estudo médico de medidas e atos errados.
Problema com umas sapatilhas Puma da minha mulher
Eu, Mário Nunes adquiri para a minha esposa, Regina Maria Pereira Vieira no passado dia 11.08.2020, um par de sapatilhas da Marca Puma, ST Jogger Mesh, tamanho 38, cor lilás, na loja da Sport Zone de Coimbra Shopping, que custaram 49,99 €. A compra foi feita através de multibanco e paga com cartão. Em meados de novembro do ano transacto verificamos em vários pontos que as mesmas estavam a descoser-se e apresentavam buracos e estavam a arrebentar por dentro do calcanhar. De momento não dispomos do talão de compra, mas conseguimos localizar o dia em que as mesmas foram compradas, através do extracto de compra do Millennium BCP que documentam a prova de compra. Então no passado dia 20.11.2020 dirigimo-nos à loja da Sport Zone no Coimbra Shopping, em Coimbra. Na loja onde compramos as sapatilhas, apesar de termos levado o extracto do Banco disseram-nos que não conseguiam localizar a compra. Disseram-nos que a Sport Zone tinha sido adquirida por uma firma espanhola, depois de reclamarmos, os empregados não deram qualquer solução ao caso, solicitamos o livro amarelo e foi efectuada a competente participação no livro amarelo. Disseram-nos ainda que a Sport Zone deixou de pertencer ao grupo Sonae e que havia já um monte de reclamações. Apesar de termos efectuado a participação, deixamos o número de telefone e até à data não recebemos qualquer contacto da loja da Sport Sone, da marca ou ainda da ASAE. É inconcebivel pagar um artigo de marca, pagar-se 49,99 € e venderem-nos gato por lebre. Pretendemos a devolução do dinheiro ou a troca das sapatilhas. É uma vergonha o que se passou.
Pagar um produto que não usei
Tenho 125 para pagar a bebé card de um kit que não usei e que eles vieram levantar na minha casa no dia a seguir dizem que é para distruir, fiz uma eco e estavam a fazer publicidade ao bebé card eu com o medo que de mãe caí direitinho, falavam na saúde dos meus filhos , a verdade é que eu pedi para falar com meu marido primeiro e a senhora disse não tem que decidir agora porque assim o kit e grátis cheguei a casa meu marido não concordou pq tem um exemplo que fizeram e para usar o kit e mta burcasia, liguei mandei email a dizer que queria cancelar não responderam agora liGeram me eu disse que naO queria em 3 segundos mandaram a factura para pagar e no dia a seguir tinh da o senhor aqui a vir buscar o kit achei isto tudo estranho
Portabilidade
No dia 02-01-2021 aderi no Oeiras Park, em loja, os serviços MEO.Levei toda a documentação necessária, para virar cliente MEO. Solicitei a portabilidade de meus números Vodafone.Informei todos os dados solicitados pelo atendente para poder realizar a portabilidade. (que leva até 1 dia feito em loja, ou 3 dias por outros canais).No dia 08-01-2021 foi feita a instalação dos equipamentos em minha residência. E a portabilidade ainda não tinha sido feita.No dia 13-01-2021 tive de entrar e contacto com o atendimento MEO pelo 16200, onde foi me solicitado o CVP.Entrei em contacto com minha operadora Vodafone e depois novamente com a MEO.Onde desta vez, foi informado que o cadastro feito em loja, avisa sido registrado com Nº de contribuinte errado, e o problema não era a falta do tal CVP.Foi me enviado um email ja pré-preenchido, com os dados corretos, imprimi, fiz scan, e os enviei conforme indicado no email.Tudo no mesmo dia 13-01-2021.Não obtive resposta do andamento, se está a faltar algo novamente, nada.No dia de hoje 17-01-2021, tentei contacto pelo nº 16200, porem toda vez que alguém atendia, a chamada ia a baixo. Estou hoje a pagar 2 serviços, Vodafone e MEO, apenas para manter meu numero antigo até sabe-se lá quando!Pois não posso cancelar os serviços antigos, pois fico sem numero, e não posso utilizar os novos, pois por algum motivo AINDA NÃO FOI FEITO A PORTABILIDADE!!Caso até o dia 20-01-2021 ainda não tenha sido resolvido, irei cancelar os serviços contratados na MEO, e manter-me na Vodafone.
DHL Desalfandegamento
Dia 30/12/2020 recebi um email da DHL para agilizar o despacho aduaneiro e a entrega da minha encomenda. Quando vi a localização da mesma, no DHL tracking, dizia que a encomenda já estava em Lisboa. Fiquei preocupada com os valores afixados na tabela de desalfandegamento da DHL. Procedi à simulação do preço para retirar a encomenda da alfândega o mais rápido possível. Como estávamos proibidos de circular devido às restrições do ano novo estabelecidas face ao covid, não tive qualquer possibilidade de escolher a opção de ir eu mesma tratar de levantar a encomenda à alfândega de Lisboa. Para meu espanto, quando aceito os termos da DHL e envio o documento da prova de compra, o processo foi atualizado e venho a saber que afinal a encomenda ainda se situava em Hong Kong. Ou seja, ainda nem tinha saído do local de origem. Vergonhoso como a DHL induz o cliente em erro. No dia 4/01/2021, recebi um email a dizer o custo de todo o processo de desalfandegamento e ficou-me por 79.91 euros (alfandega+serviços DHL). Fiquei revoltada, porque na simulação DHL voltam a induzir o cliente em erro, pois dava-me apenas uns 37 euros. Quando pesquisei sobre o sucedido, para meu espanto, encontrei imensas reclamações sobre a mesma situação que se passou comigo.No mesmo dia, 4/01/2021, recebi a encomenda e os respectivos documentos. Continha uma fatura, que coloco aqui em anexo, da mercadoria que teve o valor de 79.98 USD=65 euros, valor que deveria ser contabilizado na alfândega e que foi enviado juntamente com a mercadoria. Quando vi os documentos que enviaram pelo email, reparo no documento do processo de alfândega contabilizando um valor bem superior ao que paguei da minha encomenda, 182.45 USD = 151.04 euros.A DHL pegou num processo sem garantir que as faturas estavam em ordem e fizeram-me pagar 79.91 euros por uma mercadoria que me custou 65 euros.Já enviei vários emails e até hoje, dia 17/01/2021, não obtive nenhuma resposta.
Débito direto
Eu, António José Martins Duarte, CC nº 07813661, NIF nº 181330610, venho por esta via apresentar reclamação da companhia de seguros OK Teleseguros / Via Directa – Companhia de Seguros SA. Em 29 de junho de 2019 contratei um seguro automóvel à Ok Teleseguro, apólice nº 960448268 no site da mesma pelo período de um ano. Durante esse período ocorreu um acidente do qual não fui culpado, como a resolução de todo o processo não foi a mais correta por parte da companhia, não manifestei qualquer interesse na renovação, apesar da insistência da companhia.Entretanto contratei com outra seguradora um novo seguro automóvel, a partir do fim do contrato a 28 de junho de 2020 com a AGEAS apólice 0045.12.178267. No dia 29 junho de 20 20, num dos alertas enviados pelo banco, verifiquei que tinha sido debitado o valor 438,38€ na minha conta pela entidade Via Direta- Companhia de seguros SA. Como nunca tinha assinado qualquer autorização de débito direto, fui ao site da companhia e entrei na minha área pessoal, verifiquei que existia um documento de autorização de débito direto sem assinatura (ver anexo), apenas apresentava um quadrado assinalado com uma cruz, a autorizar o débito direto. Neste mesmo dia telefonei para a linha de apoio desta companhia (a chamada foi gravada) a questionar esta situação, foi-me informado que eu tinha dado essa autorização de débito, respondi que nunca tinha assinado nenhum documento, nem autorizado de outra qualquer forma que movimentassem a minha conta bancária e que esperava que até ao final do dia efetuassem o credito do valor debitado, caso contrario faria queixa da companhia junto das autoridades competentes, como resposta a assistente disse que não era possível, e que o tempo que o departamento financeiro demoraria a efetuar o crédito seriam 8 semanas, caso pretende-se o crédito de forma mais rápida teria que me deslocar ao meu banco.Desta forma quero apresentar queixa desta companhia para o uso indevido dos meus dados pessoais, falsificação de documentos, abuso de confiança e roubo.
problema com uma fatura de prestação de cuidado de saúde
Venho por este meio comunicar a seguinte situação:- Em 2019, numa consulta de rotina, foi-me diagnosticado o vírus HPV e, posteriormente, foi-me prescrito a análise Pesquisa de DNA do HPV Alto Risco.A Dra. Maria Inês Nunes Pereira de Almeida Reis, comunicou-me na altura que, apesar de ir realizar mais um exame (biópsia) que, teria que repetir o mesmo exame em 2020, ou seja, a Pesquisa de DNA do HPV de Alto Risco, por precaução, conforme consta do meu processo médico existente na Clínica CUF de Almada. Na altura da análise a médica que me seguia, comunicou-me diretamente que a análise não era comparticipada pela ADSE e, se a queria realizar, ao que eu acedi.Em 2020, volto a marcar consulta de rotina de ginecologia e, uma vez que a minha médica já não se encontrava a exercer funções na Clinica CUF Almada, foi me “nomeada” a médica Elsa Maria Veiga Landim.No dia da consulta, além de ter realizado uma outra análise que não a feita em 2019, nem sequer me comunicou que essa nova análise não era comparticipada e se eu estava disposta a fazer mesmo assim.Foi-me cobrado o valor de uma citologia, também realizada nessa consulta e, no balcão, aquando do pagamento que efetuei, foi-me dito pela funcionária que nada mais havia a cobrar, e que provavelmente nem sequer tinha sido feita mais nenhuma análise/exame.Uns dias mais tarde, foi-me enviado uma fatura, no valor de 180,00€, na qual eu tomei conhecimento, de que a análise que me foi realizada, não era a que estava referenciada no meu processo.Questionei a Clinica CUF Almada, apresentado a reclamação telefonicamente, explicando os factos, ao que a Clinica me responde: Boa tarde Exma. Senhora D. Maria João Neves,Vimos por este meio responder ao desagrado de V. Exa, relativamente à situação ocorrida na Clínica CUF Almada.Após cuidada análise, gostaríamos de começar por lamentar os constrangimentos decorrentes no exposto. Não obstante, salientamos que os procedimentos de faturação adotados coadunaram-se com as normas internas para o tratamento deste tipo de situações.De acordo com os esclarecimentos por parte da médica responsável, foi-nos indicado que a médica informou V. Exa. que iria realizar o teste de HPV, neste caso, a tipagem de HPV. Na expetativa de continuarmos a merecer a sua confiança nos cuidados que prestamos, aproveitamos para agradecer a preferência e reiterar que temos como principal missão garantir, acima de tudo, o respeito pelos nossos Clientes e prestar um serviço de elevada qualidade em todas as unidades CUF. Com os melhores cumprimentos,Cristina SerraDireção da Qualidade e SegurançaGabinete do ClienteVolto a questionar, agora por escrito, apresentando a seguinte reclamação:Exmos. Senhores,Acuso a receção do Vosso email infra, no entanto, não me conseguem explicar o porquê de no meu processo conter a informação de após um ano, voltar a repetir, as análises de Pesquisa de DNA do HPV Alto Risco, prescritas pela Dra. Maria Inês Nunes Pereira de Almeida Reis em 22/abril/2019 e, tendo a Dra. Elsa Maria Veiga Landim, prescrito as análises de Tipagem do HPV Alto Risco?Afirmo, que a Dra. Elsa Maria veiga Landim, no passado dia 26/setembro/2020, não me comunicou que as análises não seriam as que estavam previstas no meu processo, como também não me comunicou que as mesmas não seriam comparticipadas pelo meu sistema de Saúde.Informo os Exmos. Senhores quem vou apresentar reclamação sobre a situação em causa, no livro de reclamações da Vossa Instituição, como faço questão de enviar também comunicação da situação para os serviços da ASAE.Considero o que se passou extremamente grave, depois de ter sido, muito mal atendida pela médica em causa que, enquanto se encontrava a atender-me, nem sequer olhou para mim, estando sempre agarrada ao seu telemóvel.É inadmissível que estas situações se passem, principalmente quando, neste momento, tenho em meu poder, exames feitos, prescritos, por outro médico da especialidade, que se encontram negativos e, o mesmo refere que, eram, depois de ter uma biópsia negativa e uma citologia negativa, os que deveriam ter sido solicitados, sendo o relatório para CINtec Plus (p 16INK4a e Ki67).De salientar que por esta análise ser comparticipada, paguei cerca de 11€ e com as análises que a Dra. Elsa Maria Viega Landim prescreveu, além d enão serem as que estavam mencionadas no meu processo para repetir, não são comparticipadas pelo meu Subsistema de Saúde, o que nem sequer me foi comunicado, o valor que se encontra em dívida é de 180€.Informando ainda de que o valor da análise realizada em 2019, prescrita pela Dra. Maria Inês Nunes Pereira de Almeida Reis, que me informou diretamente, antes sequer de sair da consulta que, a mesma não era comparticipada e me questionou se a queria realizar, teve o valor de 127€Realmente uma enorme discrepância de valor!A Dra. Elsa Maria Veiga Landim tinha o dever de me informar devidamente e não o fez, aliás, sendo eu uma doente para ela nova, não deveria ter sido tão pouco interessada, como foi e tão pouco profissional.Se não quer atender doentes já com processos de outros médicos, deve comunicar e não prestar o atendimento que prestou, pois coloca o Vosso nome, como Instituição de Saúde em causa.Informo que tenho toda a documentação que referiu em meu poder, além de novos exames realizados em outra Instituição e acompanhada por outro médico da especialidade, que tal como refiro, apresentam resultados negativos.Continuam a não assumir o erro por parte da médica, por isso, apresento esta denúncia aos Vossos Serviços porque acho que não devemos ser tratados assim, nem como clientes e principalmente como pacientes.Agradecendo desse já a Vossa atenção a esta situação, que considero bastante grave e esperando orientações que me consigam ajudar na resolução deste problema, encontrando-me disponível para mais esclarecimentos sobre o sucedido.Com os melhores cumprimentos
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