Reclamações públicas

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B. O.
23/08/2019

Contrato renovado automaticamente l.

Aderir ao seguro da agilcare, obrigatoriamente com 12 meses de fidelização. Entrei em contato com a empresa para realizar o cancelamento e a atendente me instruiu a enviar uma carta assinada e com meu documento de identificação para que o mesmo tenho efeito. Após envio da carta a empresa me responde com um e-mail conforme está abaixo.Já havia entrado em contato com a empresa anteriormente solicitando o cancelamento do mesmo e em nenhum momento me indicaram o procedimento fazendo com que meu contrato fidelizasse por mais 12 meses.Estimado/a Cliente, Acusamos a receção do seu pedido de cancelamento referente ao Plano de Saúde Sorriso+.Relativamente ao assunto exposto, cumpre-nos informar que o seu plano será cancelado a partir de 19/06/2020, data em que termina o seu período contratual.A cliente aderiu ao plano de saúde no dia 19/06/2018, por 12 meses (Cláusula 6ª). Cláusula Sexta: Da duraçãoO presente contrato tem a duração mínima correspondente ao período de 1 (um) ano, sem prejuízo do disposto na alínea c) da cláusula terceira supra. O contrato é renovado automaticamente pelo mesmo período (12 meses), caso o cliente não pretenda a renovação tem de fazer um pedido de cancelamento por escrito até 30 dias antes da renovação. (Cláusula 7ª) Cláusula Sétima: Da renovação1. Após o termo do período de 1 (um) ano, o presente contrato renovar-se-á, automaticamente, por iguais períodos.2. O ADERENTE ou a AGILIDADE podem opor-se à renovação automática do contrato, por escrito, até 30 (trinta) dias antes da renovação. No seu caso em concreto para o plano não renovar teria de ter enviado o pedido de cancelamento por escrito até dia 19/05/2019, como não foi recepcionado o contrato renovou por 12 meses. Caso não se verifique o pagamento, informamos que o pedido de cancelamento ficará sem efeito e o plano permanecerá ativo, sujeito a novo pedido. Alguma dúvida está ao seu dispor na nossa Linha de Apoio ao Cliente – 212405660 – dias úteis das 09h às 19h.

Encerrada

Problema com Cancelamento

Venho por esse meio comunicar que não consegui efetuar o levantamento do carro por não aceitarem o cartão de credito da pessoa que fez o pagamento da reserva. No balcão do Porto a senhora diretora e gerente não apresentou a opção de adicionar a pessoa do cartão de credito, no caso a minha mãe, como segunda condutora. Eles foram extremamente agressivos no atendimento simplesmente porque eu sou brasileiro. Peço o cancelamento da reserva e devolução do valor pago. Melhore cumprimentos, Daniel Kauffmann

Encerrada
J. F.
22/08/2019

Contactos de telemarketing

Fui contactado pela empresa Scopen a fim de responder a um inquérito, não cheguei a saber qual seria o tema pois não recebi de bom agrado o contacto no meu número pessoal.Questionada sobre a origem da informação do contacto telefónico, fui informado que não usam uma base de dados, simplesmente geram números aleatoriamente. Não é a primeira vez que recebo contactos sob este pretexto e é interessante que nunca recebo este tipo de contactos no meu número empresarial.Tenho dúvidas em relação à legalidade deste sistema, visto que o mesmo é supostamente usado subvertendo assim as novas normativas da lei de protecção de dados em vigor. Estes contactos são inconvenientes, não tendo qualquer respeito sobre a hora de contacto.Como parar com estes contactos? Apesar de ter deixado claro que não pretendia receber mais contactos desta empresa, se não existe uma base de dados, como é que eles esperam acomodar o meu pedido?Obrigado pela atenção.João

Encerrada
S. M.
22/08/2019

Ruído/vibração Posto de transformação EDP

Condições de estabelecimento de Posto de Transformação PTD PRT 0032 Rua Pedro Hispano 686, Porto PN 2007231775 – 501433666940A empresa EDP, distribuição SA deu por resolvida uma determinada queixa, apesar de não ser verdade. Esta decisão foi feita de forma unilateral.Em outubro de 2018 apresentei por escrito uma reclamação à entidade referida por causa do ruído que faz sentir no meu apartamento (1º andar), sala e quartos e que tem a sua origem num PT (posto de transformação de distribuição de rede pública) onde estão instalados em cave desde 1986 dois transformadores a óleo).Desde então a EDP procedeu a algumas intervenções no sentido de resolver a questão mas apesar de alguma melhoria (o que até indicia que a queixa era fundamentada) o problema não foi resolvido, pelo que continua a ser desrespeitado qualidade do descanso, direito constitucionalmente consagrado.Percebi que o assunto ia ser dado como concluído quando descobri (até porque me informei com pessoas da área) que só mudando o local do PT, ou mudando os próprios transformadores para os novos, referidos como “ a seco” é que a situação poderia ter um bom desfecho.Ora, como são medidas que tem custos mais avultados, a situação foi desde logo dada como resolvida.Cheguei a enviar uma carta ao Exmo Sr Diretor da EDP distribuição Norte no sentido de o sensibilizar para a questão e até para as minhas circunstâncias pessoais, expondo-me. Mais uma resposta sem consequências.Apresentei diversas reclamações junto da EDP sobre o mesmo assunto, fui por diversas vezes à loja física de atendimento até ao momento em que informaram, por escrito, que o assunto estava resolvido, o que é falso.A EDP procedeu a medições de ruído no local e durante o dia (no PT) e diz estarem em conformidade com a legislação em vigor. Referi sempre que se trata de um problema de vibração. Os valores colhidos inicialmente no processo também estariam de acordo com a legislação, mas foi só quando a equipa técnica entrou no meu apartamento é que percebeu de imediato o efeito dos transformadores na minha habitação. Não foi necessária qualquer medição. Bastou entrar.Esse ruído/vibração faz-se sentir sobretudo e de forma insuportável à noite e madrugada. Dissipa-se com o ruído normal do dia.Resido naquele apartamento desde setembro de 2018. O apartamento esteve desabitado durante vários anos, pelo que é natural que a questão possa não ter sido detetada há mais tempo.Como referi, nesta última missiva da EDP, Distribuirão informa que foram efetuadas medições de ruído no local e que estão dentro da conformidade. Tudo foi feito dentro das medidas menos dispendiosas para a EDP, mas a mudança de transformadores para os novos a seco menos ruidosos e com menos vibração, que chegou a ser falado pela equipa como a próxima medida a tomar não chegou a acontecer. Tudo isto por razões puramente económicas. Até a equipa de prestadores de serviços que atuou in loco no PT referiu que o local devia ser acusticamente isolado. Mas sem qualquer seguimento... Por último refiro, como já referi EDP Distribuição, que tenho 3 filhos menores em idade escolar e que um deles sofre de epilepsia infantil/ noturna ( crises convulsivas noturnas) e que toma medicação regular e de SOS por causa das crises regulares.Atentamente.SM

Encerrada
T. P.
22/08/2019

Divida de telecomunicações com mais de 10 anos

Exmos. Senhores,Recebi da vossa parte uma carta referente a uma dívida existente da minha parte à empresa MEO – SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, S.A. no valor de 219,76 euros (145,11 euros, como valor de capital em dívida e 60,14 euros de juros de mora).Esta dívida é referente ao ano de 2009 e consequentemente aconteceu à mais de 10 (dez) anos.Como V.Exas certamente não desconhecem, a Lei dos Serviços Essenciais (Lei nº 10/2013, de 28 de janeiro) estipula que “o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação” e que “o prazo para a propositura da ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses, contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos”.Face ao exposto, a dívida invocada por V.Exas encontra-se claramente prescrita pelo que, desde já, exijo que o registo relativo à mesma seja eliminado de quaisquer bases de dados e que o meu nome seja retirado da lista de devedores.Caso tal não suceda e esta situação não seja regularizada no prazo máximo de 8 dias (com a consequente ativação e instalação do serviço contratado) darei conta do sucedido à entidade reguladora, a ANACOM, bem como não hesitarei em recorrer aos meios legais à minha disposição.Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos, Aveiro, 22 de Agosto de 2019

Encerrada
M. P.
22/08/2019

Entrega da Viatura danificada

No passado 24 de Junho, entreguei o meu veículo à empresa Airpark, à porta do Terminal 1, em perfeitas condições. No dia 2 de Julho, procedi à recolha do meu veículo no terminal 1, como combinado. Ao chegar a viatura, reparo que vem com o retrovisor partido! Nesse momento questionei o condutor que o trouxe, o qual disse que não foi ele. Questiono então no momento quem se vai responsabilizar então pelos danos? . Os funcionários presentes informam que nada podem fazer e que devo enviar e-mail a reportar e enviar as fotos que tiramos no momento, obrigando-me a fazer o pagamento do serviço na mesma, senão me entregariam a chave da viatura.Enviei dezenas e-mails, com fotos incluídas dos danos, e recebo um telefonema por parte da empresa a referir que assumiam a culpa e para enviar orçamento para a substituição do retrovisor. Enviei o orçamento no dia 25 Julho e desde então não obtive mais nenhum,a resposta da empresa! Ao contactar a empresa por várias linhas telefónicas à disposição no site, todas elas são atendidas por funcionários que dizem que não podem ajudar e que devo enviar um e-mail.Já comuniquei por email várias vezes que o retrovisor se encontra preso unicamente pelos fios, sendo perigoso, pois pode com o vento soltar-se e provocar estragos noutras viaturas, o que me impossibilita de fazer grandes deslocações com a viatura. Tenho férias na primeira semana se Setembro marcadas no Algarve e necessito da viatura reparada para a deslocação em segurança, já comuniquei esta questão à empresa sem qualquer tipo de resposta

Encerrada
R. J.
21/08/2019

Rede Expressos - Má gestão dos lugares sentados e consequente sobrelotação da viatura

Relato uma situação inadmissível ocorrida no dia 18.08.2019 em que eu, a minha namorada e mais dois amigos provenientes de Espanha ficamos sem viajar ainda que possuindo os bilhetes do autocarro (Rede Expresso) correspondente, sendo convidados a não viajar pelo facto de não existirem lugares sentados disponíveis.Às 18h20, terminal rodoviário de Lagoa vejo a partida de um primeiro autocarro (julgo o nr. 67) e uns minutos depois chega o autocarro 67A, ambos Rede Expresso, respeitante aos bilhetes que teríamos comprado via online na noite anterior pelo site da Rede Expressos.Tal como os restantes, passageiros que se encontravam naquela estação colocamos as nossas bagagens no porão e entramos na viatura. Ao entrar verificamos que apenas existiam 2 lugares disponíveis, algo que não deveria ocorrer. De seguida informamos o motorista, de nome Sr. Ferreira, desta incongruência, já que os 4 possuíamos os bilhetes do Autocarro 67A. O motorista mostrou-se surpreso com o sucedido e começou a verificar os bilhetes de todos os passageiros, pelo que percebi estavam sentados passageiros com os bilhetes dos autocarros 67 e 67A. Isto revela uma total desorganização por parte dos motoristas destes dois autocarros. O Sr. Ferreira entrou em contacto telefónico tentando resolver a situação, mas as únicas opções que nos deu ao convidar a sair do autocarro foi irmos em separado ocupando os dois lugares, o que não fazia sentido (já que tínhamos comprado 4 bilhetes juntos para irmos todos nesse autocarro), ir no autocarro seguinte da Mundial Turismo (EVA Transportes), que não era da companhia que tínhamos comprado correndo o risco de apenas ficarmos retidos em Armação de Pera mediante a existência ou não de passageiros para aquela viagem, ou ir no autocarro da Rede Expressos das 20h. Saímos do autocarro com os bilhetes na mão acreditando na sua palavra – de que poderíamos viajar num dos seguintes. Um pouco mais tarde chega o autocarro da Mundial Turismo, explicamos a situação ao motorista deste veículo indicando que o Sr. Ferreira nos tinha garantido a possibilidade de ir nesse autocarro, mas este não se quis responsabilizar pela situação e não nos deixou embarcar.Posto isto, entro em contacto com o apoio ao cliente área de reclamações e explico a situação à Sra. Ana Lopes, esta indicou-me que o autocarro das 20h também se encontrava cheio e apenas com dois lugares disponíveis, mas para autorizar-nos a embarcar teria que ter a permissão da sua chefia, estive cerca de 20 min ao telefone sem uma solução e já com uma conta avultada pela chamada. Desligo a chamada. Mais tarde e depois de termos explicado a nossa situação à Sra. Motorista do autocarro Rede Expresso das 20h, sem sucesso, entro de novo em contacto com o apoio ao cliente e falo directamente com a Sra Ana Lopes que me dá a solução de embarcar as 01h da manha de Lagoa e chegar a Lisboa as 04h da manha. Isto é inconcebível, fazer-nos esperar desde as 18h20 até as 01h. Talvez seria mais conveniente durante a chamada anterior ter-nos aconselhado viajar no autocarro das 20h até Albufeira, que segundo a Sra. motorista haviam 4 lugares, e daí para Lisboa já que a quantidade de autocarros a viajar para Lisboa seria maior. Não existindo essa opção seria mais consciente embarcar no autocarro das 06h55 do que das 01h, a Sra. Ana Lopes verificou e de facto havia lugares disponíveis, mencionou que iria informar os motoristas e garantiu-nos reserva dos bilhetes nr 162074.Às 06h55 antes de entrar na viatura explicamos a situação ao motorista da Renex Rede Expressos e este não sabia do ocorrido no dia anterior, não lhe chegou qualquer informação, apenas nos disse para entrar se houvesse lugares, não sabia de que código de reserva estávamos a falar. Em jeito de conclusão:Primeiro, a gestão do motorista Sr. Ferreira que nos garantiu viagem num dos autocarros que viriam a seguir e foi de uma desconsideração humana enorme já que só se preocupou em trazer de volta o seu para Lisboa, dando uma imagem de despreocupação em deixar os passageiros portadores dos bilhetes correctos.Posteriormente, as opções que nos deram para efectuar a viagem não foram as melhores.E por fim, a falta de comunicação entre o apoio ao cliente e o motorista que nos trouxe a Lisboa no dia seguinte.Transtornos causados:- Isto fez com que eu e a minha namorada perdêssemos 1h30 (1h=5.84€) do nosso trabalho no dia 19.08.2019 - 17,52€.- Devido a este problema e contacto com o apoio ao cliente recebi mensagem do meu operador telefónico que nessa chamada efectuada atingiu um valor de 10,34€ de factura.Exigimos enquanto clientes desta empresa de transporte pelo menos o reembolso do valor do preço da compra dos nossos bilhetes (67,20€) pelo mau serviço prestado, valor do tempo laboral perdido e valor da chamada telefónica.Espero que situações semelhantes não voltem a ocorrer.Grato pela atençãoRJ

Encerrada
M. C.
21/08/2019

Cativo de valores indevidos

Venho por este meio comunicar a V.Exas de que, no dia 20 de Agosto de 2019, percebi a minha conta na Caixa Geral de Depósitos bloqueada com a totalidade do saldo do meu ordenado mínimo de 600€cativo.Dirigi-me ao balcão da CGD da Pontinha e fui muito bem atendida pelo Gerente ou sub gerente Dr.Pedro, o qual apresentei a queixa por escrito e que iria fazer chegar a reclamação à Dra Carla Nunes da DAP. Esta senhora disse-me que iria mandar para casa a documentação necessária para fazer um acordo de pagamento em prestações de um cartão de crédito que até hoje nunca chegou nada. Como devem de calcular não posso estar à espera árduo eterno que Sua Exa no desbloqueio parte do cativo referente ao ordenado mínimo estabelecido por Lei, não foi respeitado e salvaguardado como a lei indica no numero 5 do Artigo 738.º, no que respeita a Bens parcialmente penhoráveis:“5 — Na penhora de dinheiro ou de saldo bancário, éimpenhorável o valor global correspondente ao saláriomínimo nacional .Manifestei também por escrito na Reclamação Portal da Queixa nº Nº 31024319 e informei também por escrito ao Banco de Portugal da irregularidade de processo de cobrança. Agradeço esclarecimento em relação a esta ilegalidade cometida pela instituição bancária em questão. Esta situação, torna evidente a violação do artigo em causa (738º), e esta violação foi efetuada pelo funcionário que levou a esta situação não tendo em conta que tem que salvaguardar o valor do ordenado mínimo nacional, 600€.Pergunto: qual é o processo Judicial em que o funcionário de baseou para bloquear a minha conta que nunca poderá ser bloqueada em valores inferiores a 600€. Neste momento encontro-me privada de qualquer meio de subsistência e sobrevivência humana.Volto a referir que Solicito que desbloqueiem o saldo que por lei não é penhorável. Preciso dele para sobreviver!Cliente da CGD nº3180123 com o número de conta 0809012618230

Resolvida
R. F.
21/08/2019

Viagem com data errada

Venho por este meio comunicar a V. Exas que no passado dia 26 de Junho de 2019, eu e o meu marido, dirigimo-nos ao balcão da agência de viagens TOP ATLANTICO em Aveiro para marcar uma viagem a Florença em Setembro. Sendo a primeira vez que iamos viajar preferimos marcar a viagem pessoalmente numa agência e não na internet para evitar erros e para ficarmos mais bem informados. Vimos vários dias da semana para a viagem, vários voos e vários hoteis sempre considerando os dias de 16 a 30 de Setembro, período de férias marcado nos nossos postos de trabalho desde Março. No fim comprámos a viagem e recebemos os bilhetes e o voucher do hotel. A um mês da viagem fomos verificar a hora dos voos quando reparámos que as datas dos voos e do hotel estão marcados para Julho.No ínicio quando fomos à agência marcar a viagem a primeira coisa que dissemos foi o destino e a data pretendida, em Setembro, e afinal de contas todas as propostas que nos foram apresentadas foram com a data de Julho. Durante todo o tempo que lá estivemos presumimos que estávamos a falar de Setembro, folheamos o calendário mostrámos as nossas pesquisas online (imagem em anexo) onde estava sempre a data e o destino pretendido. Por alguma razão a senhora que nos atendeu assumiu uma data errada, vendeu-nos uma coisa errada e ainda nos culpa por não termos reparado num erro que em primeiro lugar ela nem devia ter cometido. Nós fomos ao balcão, assumimos que estávamos perante um agente de viagens profissional e qualificado, assumimos que todos ali falávamos a mesma língua e que estavamos todos na mesma página mas pelos vistos não era bem assim.Com tudo isto a um mês da data indicada não tenho uma viagem que já tinha como certa, que já estava inteiramente paga porque a pessoa que nos atendeu não fez algo tão simples como avançar os meses do calendário no computador. Já apresentei queixa directamente na agência e no provedor do cliente. Aguardo que esta situação seja resolvida, exijo a minha viagem ou o meu dinheiro de volta.

Encerrada
J. C.
21/08/2019

SOBREFACTURAÇÃO ÁGUA

Bom dia,Escrevo em nome do meu pai - titular da conta e com 89 anos - para o assunto que descrevo a seguir.Desde Junho/2018 (últimas facturas que consegui recuperar) que o Consumo Médio Mensal dos meus pais é de € 6,65.Pagamento sempre efectuado escrupulosamente e devido também ao facto de inúmeras vezes os meus pais passarem temporadas na aldeia, com familiares.Em 31/Julho deste ano - mas referentes a vários períodos do ano -, foram recebidas uma série de Notas de Crédito (12) referentes a Tarifa Disponibilidade Resíduos e Tarifa Disponibilidade no valor total de € 40,29.No mês em curso, receberam uma factura no valor líquido de € 69,92!!!Foram debitadas 4 rubricas de Instalação 104284 no valor total de € 69,92!!!Valor completamente disparatado e que não se entende!A minha mãe contactara telefonicamente anteriormente os serviços - alertada por uma vizinha cujo contador avariara - tendo sido ríspidamente tratada pelo funcionário, que argumentou que a minha mãe deveria ter verificado o contador!!!Atendendo à idade dos meus pais, ao que acresce pouquíssima mobilidade e conhecimentos nulos sobre equipamento técnico da Companhia das Águas, parece-me, no mínimo estranha esta atitude e situação.A data limite de pagamento é de 26/08/2019 o que preocupa os meus pais.Gostaria de ser esclarecido, primeiro sobre a razão desta facturação e a que se refere e, depois, se a factura deve ser paga, mantendo-se a reclamação em aberto!Relembro que se trata de 2 pessoas com idades superiores a 80 anos e, actualmente, com Assistência Ambulatória Domiciliária, pelo que não podem, de todo, correr o risco de lhes ver cortado o fornecimento de Água!O que não significa que tenham de pagar por qualquer avaria de um equipamento cuja manutenção deveria ter sido efectuada pela Empresa.Na expectativa das v/notícias, subscrevo-me,Com os melhores cumprimentos.José Carneiro Pinto

Resolvida

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