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sem equipamento
No dia 8 ou 9 de setembro coloquei no seguro desta empresa uma consola Nintendo switch a arranjar, recebi vários emails , sobre o estado da mesma,. O útltimo email informava que a mesma já estava reparada a 22 de setembro de 2024, dirigi me a loja onde a consola foi entregue na loja da worten de lisboa no centro comercial vasco da gama onde me informam que nao se encontra, bem eu esperei mais uns dias e voltei novamente para buscar a minha consola, onde mais uma vez me informam que nao se enconta, liguei para a empresa em questão onde me informam que ja tinham enviado o equipamento, mas como a loja worten nao tinha qualquer equipamento, abriram um processo para saber onde estava a guia de quem tinha recebido o equipamento e passado 48h iriam me contactar, pois bem qual o meu espanto passaram se mais de 48h eu e que tive de ligar a perguntar sobre o assunto, o mais estranho e que como e que eu pago um seguro e os meus dados naoo aparecem em sistema apenas com o email!!! Nniguem sabe do equipamento ninguem me da uma resposta!! Onde anda o equipamento, tenho direito a devolução da mesma pois ja se passaram mais de 30 dias.
REEMBOLSO DE COMPRA QUE INDUZ AO ERRO E VENDA CASADA
Prezados, Venho, por meio desta, solicitar o reembolso integral de 19,99 € referente à compra do jogo “GTA Online”, realizada ontem através da PlayStation Store. Efetuei a compra com total boa-fé, realizei o download e até personalizei o meu personagem, veículos e outros elementos do ambiente. No entanto, somente após concluir essa configuração inicial fui surpreendido com a informação de que não é possível jogar sem uma subscrição ativa do PlayStation Plus. Em nenhum momento, durante o processo de compra, download ou instalação, houve aviso claro e visível de que o jogo exigia tal subscrição. Isso contrasta com outros títulos da plataforma, nos quais essa exigência é apresentada de forma imediata e destacada. No caso do GTA Online, a loja exibe o jogo como uma experiência independente — sem qualquer menção clara ou inequívoca à dependência de outro serviço pago. Sinto-me enganado e desamparado como consumidor, pois adquiri um produto que, na prática, é inutilizável sem uma subscrição adicional que não me foi informada de maneira transparente. A política de negar reembolso pelo simples fato de o jogo ter sido baixado não se aplica quando há falha ou omissão de informação essencial sobre as condições de uso do produto. Tal omissão configura falha na prestação de informação, contrariando o direito do consumidor à transparência e clareza, conforme estabelecido na legislação europeia e nos princípios de boa-fé que regem as relações de consumo. Diante disso, peço encarecidamente que reavaliem o caso e procedam com o reembolso integral do valor pago, considerando que o produto adquirido não corresponde ao que foi razoavelmente anunciado. Agradeço antecipadamente pela atenção e compreensão.
Reclamação – Falta de assistência e incumprimento de garantia (iRobot)
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente a um equipamento adquirido à empresa iRobot, que se encontra avariado e sem qualquer resolução ou resposta adequada por parte da marca. No dia 31 de julho, adquiri um robô de limpeza Roomba Combo 405 plus +base AutoWash, através de do site da IRobot. O equipamento funcionou normalmente durante algum tempo, mas deixou de carregar, impedindo totalmente a sua utilização. Desde o dia 01 de outubro, tenho tentado contactar a iRobot através dos meios disponibilizados (telefone e e-mail), sem sucesso efetivo. As respostas automáticas que recebo são baseadas em procedimentos genéricos que não resolvem o problema, e não existe qualquer seguimento no sentido de recolher o equipamento para reparação ou substituição, conforme previsto na garantia legal de 3 anos aplicável em Portugal. Face à ausência de resposta e incumprimento das obrigações de assistência em garantia, venho solicitar a intervenção da DECO para que: A empresa seja notificada e proceda à reparação ou substituição do equipamento defeituoso, sem custos para o consumidor; E, caso não o faça, seja promovido o reembolso do valor pago. Junto em anexo cópia da fatura de compra, comprovativos de contacto com a iRobot e todas as comunicações trocadas. Agradeço desde já a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso apoio na resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Margarida Maria Patuleia Estevinho Bairro da Torregela - Rua Sá da Bandeira 43 - 7005 - 599 Évora Contribuinte: 181341603 e-mail: m.e@sapo.pt Évora, 20 de outubro de 2025
Comportamento Abusivo
Boa tarde, Venho por este meio prestar a minha reclamação. Fui contactada pelo escritório do Dr. Tiago Mendes (solicitador), com sede no Porto a fim de cobrar um valor de dívida em atraso. No entanto, recebi mensagens via WhatsApp, para cobrança da mesma, e foi-lhes informado que tinha uma empresa externa responsável pela dívida em questão, recusaram simplesmente. È a primeira vez que alguém envia mensagens via WhatsApp a cobrar dívidas. Como se não bastasse, hoje, um senhor David Maia,que supostamente trabalha no escritório em questão, veio a minha casa cobrar a dita dívida, não me encontrava em casa, pois o senhor não teve qualquer problema em apresentar a divida aos meus pais, que nada têm a vem com isso, onde está a proteção de dados?? E achou-se no direito de os intimidar, que se não pagasse a divida nas próximas 48h,iriam penhorar bens da casa dos meus pais. Imformou ainda assim, que no caso deles não o terem atendido, o mesmo iria se deslocar ao meu local de trabalho, e na minha recusa de "lhe" pagar, que tinha legitimidade para levar meu carro, e o vender de modo a cobrir a dívida,com que autoridade, não é um agente de tribunal. Ora bem, além de ser um comportamento abusivo, chegou ao ponto de ser perseguição ao virem a minha casa. Informo que a continuar com esta postura, irei apresentar queixa junto das autoridades por serem abusivos e pela perseguição. Grata
Oficina incompetente
Em julho de 2025, levei o Volvo V60 à Santogal Volvo de Loures para resolver um problema simples — o ar condicionado tinha deixado de funcionar corretamente. Era uma avaria desconfortável, mas nada de grave. Entreguei o carro confiando plenamente que, sendo um concessionário oficial Volvo, estaria em boas mãos. O que eu não imaginava é que, a partir desse dia, a oficina da Santogal iria transformar um problema menor num pesadelo que dura até hoje, deixando o carro em pior estado do que quando entrou e, pior ainda, sem qualquer assunção de responsabilidade da parte deles. Disseram-me que o problema estava no compressor do ar condicionado e que bastava substituí-lo para tudo ficar resolvido. Pareceu-me uma explicação lógica, e autorizei o serviço. Paguei o valor pedido, 2771,73€, confiante de que estava a lidar com técnicos competentes e que o carro sairia dali em perfeitas condições, como seria de esperar de uma oficina Volvo. Depois de alguns dias, ligaram-me a dizer que o carro estava pronto. Quando cheguei, fui recebido pela chefe de oficina, que me disse literalmente: “Está pronto a circular.” Foi com essa frase que me entregou o carro, dando-me a entender que o problema estava completamente resolvido. Cerca de cinco minutos depois de sair da Santogal, o painel de instrumentos acendeu um erro vermelho grave — um aviso de alta tensão, acompanhado da instrução para imobilizar o veículo de imediato. Um erro que nunca tinha aparecido antes e que, segundo o próprio sistema, podia indicar risco elétrico sério. Imediatamente parei o carro e entrei em contacto com a oficina, ainda incrédulo com o que estava a acontecer. O que se seguiu foi um misto de desorganização, contradições e desculpas vagas. Não assumiram em momento algum que algo pudesse ter corrido mal durante a reparação. A verdade é que o carro, a partir desse momento, deixou de funcionar como deve ser: deixou de carregar em casa e nas estações públicas, passou a gastar muito mais combustível, perdeu completamente o modo elétrico e híbrido, e apresentava constantemente a mensagem de imobilização ativa. O carro, que antes funcionava perfeitamente em termos elétricos, saiu de lá transformado num veículo inseguro, ineficiente e cheio de erros graves. Voltei de imediato à oficina, que momentos antes me tinha garantido que o carro estava “pronto a circular”, passou a dizer que “não sabia ao certo se o erro estava relacionado com o compressor” e que a substituição “poderia ter resolvido ou não” — o que demonstra que, afinal, o diagnóstico inicial era uma tentativa, não uma certeza. Mais tarde, quando questionei o superior hierárquico, chefe de centro —, este afirmou categoricamente que “o erro já existia antes”. Uma afirmação completamente falsa, contraditória com o que a própria chefe de oficina tinha dito, e que demonstra uma total falta de rigor e coerência entre os próprios responsáveis da Santogal. Ao longo das semanas seguintes, o carro foi ficando retido várias vezes na oficina. Chegaram a dizer-me que estavam “em contacto com o departamento técnico da Volvo”, mas o tempo passava e não havia qualquer solução concreta. O diagnóstico andava em círculos, sempre com promessas de que “iam testar mais umas coisas”, “iam ver com a marca”, ou “iam atualizar o software”. No final, nada. O carro continuava com os mesmos erros graves e eu, sem carro para me deslocar, a arcar com os prejuízos e o stress de lidar com uma oficina que claramente não sabia o que estava a fazer — ou, pior ainda, não queria assumir o que tinha feito de mal. Durante este processo, surgiram ainda mais situações revoltantes. Na última entrega o carro veio com a bateria de 12V quase descarregada. Quando confrontei a oficina, disseram-me, com total leviandade, que “bastava andar com o carro que a bateria carregava”. Isto, quando o carro apresentava alertas graves de imobilização elétrica e não devia sequer circular nessas condições. Foi uma instrução irresponsável e perigosa, que demonstrou total falta de conhecimento técnico e cuidado com a segurança do cliente. Mais tarde, reparei também que as peles do volante estavam danificadas — algo que não existia antes. Questionei a oficina, e a resposta foi uma desculpa absurda: disseram que devia ser “devido a fatores ambientais”. É difícil descrever o nível de desrespeito que senti nesse momento. Um carro entregue impecável, devolvido com danos visíveis, e ainda tentam culpar o ambiente, como se o carro tivesse envelhecido dez anos parado na oficina. O que mais me indignou foi a forma como a Santogal se demitiu de qualquer responsabilidade. Em momento algum admitiram que algo pudesse ter corrido mal na reparação. Nem sequer mostraram preocupação genuína em resolver o problema. Tudo o que faziam era passar o assunto de um lado para o outro, como se o cliente fosse um incómodo e não uma prioridade. Ao longo de mais de dois meses, vivi um verdadeiro calvário. O carro esteve parado mais tempo do que em utilização, perdi tempo, dinheiro e paciência. Fiquei privado da minha mobilidade, com prejuízos evidentes e uma sensação constante de impotência perante a arrogância e o desprezo com que fui tratado. Cada visita à oficina era uma repetição da mesma história: promessas vagas, ausência de respostas e uma falta gritante de responsabilidade. É revoltante pensar que uma marca que se apresenta como símbolo de segurança e confiança permite que o seu concessionário entregue um carro em condições perigosas, sem sequer verificar se está seguro para circular. A oficina falhou em tudo: falhou no diagnóstico, falhou na execução, falhou na comunicação e falhou na honestidade. E o mais grave de tudo é que, mesmo perante provas claras de que o problema surgiu após a intervenção deles, recusam-se a assumir o erro e corrigir o que estragaram. Não se trata apenas de um carro, trata-se de confiança. Eu confiei na Santogal por ser um representante oficial da Volvo. Confiei que iam tratar do carro com o mesmo rigor com que a marca se promove. Em vez disso, recebi desculpas, contradições e um veículo em pior estado. Ainda hoje, continuo à espera de uma solução definitiva.
devolução de dinheiro
Boa tarde, Venho a reclamar a forma como estou a ser tratada por esta empresa, após uma compra que fiz, que a vendedora cancelou, e não me devolveram o valor da peça, quando reclamei responderam a dizer que já tinham feito a devolução no dia 7 de Outubro, e sim, fizeram, relativo a uma encomenda anterior que nunca me chgou, não esta encomenda, enviei foto da entrada do valor efectivamente foi no dia 7 de Outubro e referi que o valor que eu ainda aguardava de devolução, seria de outra montabte, relativo a outra encomenda, continuama rsponder que já fizeram a devolução no dia 7 de Outubro, enviam mensagens feitas, agora pedem o meu extrato bancário desde o dia 29 de Setembro até ao dia 7 de outubro, eu isso não faço, eles não querem devolver o dinheiro, preciso da Vossa ajuda neste sentido, muito obrigada. Obs. o Nif que coloquei foi o meu, não sei seria para colocar o meu ou não, Atenciosamente.
Factura legal não recebida
Exmos Srs, Sou guia intérprete, trabalhando como independente para diversas agencias de viagem, e no dia 22 de Setembro de 2025, no decurso de um serviço para uma agencia de Viagens, adquiri à Tiqets, em meu nome, 17 bilhetes para visitar o Palácio Biester, em Sintra, no valor total de € 168,00. Uma vez que necessito de justificar as despesas incorridas para ser reembolsado, solicitei à Tiqets, uma fatura legal em nome da referida Agência de Viagens, providenciando os dados necessários para tal, TAL COMO REFERIDO NO SITE DELES. A resposta que recebi na altura afirmava que não era possivel emitir fatura e que a deveria pedir diretamente ao Palácio Biester, o qual obviamente me disse que a entidade que vende é que tem essa obrigação legal, ou seja a Tiqets... Após várias trocas de emails com o suporte da Tiqets (em anexo) e reafirmando o imperativo legal de serem obrigados a emitir fatura com nome e NIF da entidade a quem vendem, disseram-me finalmente que a mesma poderia demorar um mês a ser emitida, quando, de acordo com a lei portuguesa, tem 5 dias para o fazer. Hoje mesmo, dia 20 de Outubro, voltei a contactar o centro de apoio da tiqets (chat em anexo) e mais uma vez começaram por dizer que não podiam emitir factura e após insistência da minha parte, repetem que demora um mês a emitir a dita fatura. Considero isto um abuso, senão mesmo uma fraude fiscal, já que ao efetuar a compra, o único documento que recebi foi um recibo do pagamento que expressamente diz não ser válido como fatura, e mesmo seguindo as instruções no site deles para obter a mesma, não consigo o referido documento, sendo obrigado a passar um recibo verde pessoal, que não corresponde a qualquer rendimento efectivo da minha parte para que a Agencia me reembolse a referida despesa por conta deles. Pergunto, neste caso, o que devo fazer, já que todas as minhas tentativas para obter a fatura pretendida em nome da Agencia de Viagens resultaram infrutíferas.
Falta de envio de encomenda
burago.store - Reclamação por incumprimento contratual – falta de entrega de encomenda e ausência de resposta por parte do fornecedor No dia 19 de setembro de 2025, efectuei uma compra através da loja online “burago.store”, correspondente à encomenda n.º #13415, no valor total de €46,25, tendo procedido ao pagamento integral no momento da compra. Até à presente data (20 de outubro de 2025), a encomenda não foi entregue, não me foi remetida qualquer fatura ou recibo comprovativo da transacção, e não obtive resposta clara, completa ou conclusiva às diversas tentativas de contacto efetuadas por correio eletrónico e WhatsApp. Adicionalmente, verifiquei que fui bloqueado na página oficial de Facebook da empresa, onde esta mantém actividade comercial diária, o que inviabiliza qualquer tentativa legítima de comunicação por essa via. Esta conduta configura uma violação dos deveres contratuais e legais a que o fornecedor se encontra sujeito, designadamente os previstos no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que transpõe a Directiva 2011/83/UE relativa aos direitos dos consumidores, bem como no Decreto-Lei n.º 28/2019, de 15 de fevereiro, que regula a obrigação de emissão de fatura.
Encomenda não recebida
Exmos Senhores: Venho por este meio reportar a situação anómala relativa à receção de duma encomenda, realizada a uma empresa francesa (Pylones) em 04-10-2025, entregue à Chronopost e depois, infelizmente, em território nacional entregue à DPD. Esta empresa tem a encomenda consigo desde 09-10-2025, e não a entrega, sem que ninguém me explique porquê, apesar dos sucessivos telefonemas efetuados para o número 218546001, num total de seis, sem que a questão se resolva. Todos os dias dizem "a sua encomenda vai ser entregue amanhã" e isso não acontece. A encomenda 04043166224114Z deverá ser entregue num ponto pickup, neste caso Papelaria Ribeiro, na Pascoal de Melo, em Lisboa, o que torna ainda menos claro e inexplicável o motivo pelo qual a encomenda não sai do armazém desde o dia 09-10-2025 e não é entregue. Na verdade, terá de haver uma explicação para que mais de uma semana após a receção da encomenda nos serviços da DPD, a mesma continue por entregar. Tudo isto me parece um péssimo serviço, totalmente ineficaz e incompetente, que me deixa sem palavras e causa transtornos e aborrecimentos de vária ordem, perda de tempo em contacto, esperas infindáveis, etc.
Vestido danificado sem reembolso
Exmos senhores, No dia 19 de junho de 2025, deixei na vossa loja um vestido novo, com etiqueta, para: Ajustar as alças; Retirar uma fita decorativa; Fazer a bainha (marcada na loja com os sapatos que iria usar); E ainda aplicar um ponto de cada lado do peito, por sugestão da costureira, para melhor caimento. Fui informada de que o vestido estaria pronto a partir do dia 1 de julho, mas só o consegui levantar no dia 7 de julho devido a questões profissionais, porque julguei que teria de ser eu a levanta-lo para poder fazer a prova do vestido na loja, data em que não me foi solicitado experimentá-lo. Ao fazê-lo em casa, percebi que as alças estavam assimétricas. Voltei à loja a 11 de julho, onde a mesma costureira reconheceu o problema e ficou de corrigir as alças. A data indicada para a recolha do vestido foi o dia 14 (data em que também por motivos profissionais não poderia deslocar à loja) e por sugestão da senhora que me estava a atender o vestido foi recolhido pelo meu pai no dia 14 de julho. Na noite de 14 de julho, ao experimentar o vestido com os sapatos, constatei que: Bainha visivelmente torta à frente (mais curta de um lado); Comprimento inferior ao marcado; Parte de trás do vestido significativamente mais comprida, criando um efeito “cauda” não solicitado. Contactei a loja a 15 de julho, porque tendo uma viagem marcada não poderia ir lá presencialmente, a informar da situação. Foi-me dito para regressar à loja após regressar de viagem. No dia 27 de julho dirigi-me ao estabelecimento e outra funcionária confirmou que a bainha estava mal feita e propôs um ajuste na cintura para compensar o facto de estar mais curto que o desejado. O vestido ficou no estabelecimento para correção, com previsão de entrega a 3 de agosto (data em que mais uma vez me dirigi à loja) mas só ficou disponível a 4 de agosto. Ao experimentá-lo, o vestido mantinha-se curto e com corte irregular. Foi-me pedido para voltar dentro de 45 min, facto a que acedi, mas quando regressei o problema mantinha-se. Solicitei então nesse momento a devolução do valor do serviço e o contacto da gerência. A responsável da loja pediu-me que voltasse no dia seguinte pois iam tentar pela última vez baixar o vestido na cintura e nas alças. Facto a que eu acedi. No dia 5 de agosto, voltei à loja. Ao experimentar o vestido mais uma vez, verifiquei que: O vestido continuava curto; Apresentava linhas desfiadas; A costura da cintura tinha sido alterada de forma incorreta; O vestido encontra-se danificado e inutilizável. Nessa data, entreguei o NIB e o recibo de compra do vestido, e informei que requeria a devolução do valor do arranjo e do vestido. Que tendo em conta o fator que tinha referido aquando da solicitação do arranjo que necessitava do vestido para uma cerimónia em agosto e o facto do vestido estar danificado, informei a responsável de loja que tive de proceder à compra de um novo vestido e incorrer em gastos adicionais. Foi-me dito que o assunto seria reportado ao patrão e que o vestido ficaria na loja e que seria resolvido o problema. Tendo em conta que não recebi mais nenhum contacto. No dia 7 de agosto liguei para a loja e fui informada de que teria de voltar à loja para nova prova. Reiterei que não tenho qualquer interesse numa nova prova, uma vez que o vestido se encontra danificado e que tive de comprar outro vestido, incorrendo em mais despesas por falhas no serviço e solicitei novamente o contacto da gerência, sem sucesso. Após essa situação recebi um e-mail que dizia apenas que o vestido estava pronto para ser levantado e quando questionei sobre a devolução, pois tinha sido o que tinha ficado acordado com a supervisora da loja não obtive resposta. Meses depois continuo sem ter recebido o valor do arranjo e nem a indemnização pelo vestido que ficou danificado, correspondendo ao calor da compra.
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