Reclamações públicas

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F. R.
20/08/2021

Comprei e não recebi

Venho, por meio deste, comunicar que a compra efetuada em 26.07.2021 através do Instagran da loja Dona Amora Shoes (amorshoes_store) não foi entregue. Efetuei a aquisição de 3 sapatos, porém recebi somente 1. Foi-me enviado, sem meu consentimento, outros 2 diferentes do que adquiri, quero-os devolver mas se recusam em pagar a postagem de devolução de itens que NAO COMPREI, bem como de me enviar os itens que comprei, ou devolver o dinheiro pelo qual adquiri os sapatos.

Encerrada
M. V.
20/08/2021

Equipamento de diagnóstico auto defeituoso ou publicidade enganosa

Boa tarde. No dia 29/07/2021 adquiri online no site da empresa Audioledcar (empresa espanhola) uma máquina de diagnóstico eletrónico auto IcarSoft CR MAX. No site dessa empresa como no da própria marca IcarSoft EU é mencionada a informação que este equipamento é capaz de apagar códigos de erro eletrónico das marcas compatíveis com o mesmo, entre elas Peugeot que é a marca da minha viatura. Anteontem fiz um scan eletrónico à minha viatura, o qual apresentou 3 códigos de erro genérico guardados na memória do módulo eletrónico de controlo principal e, depois de várias tentativas, o equipamento não foi capaz de apagar os códigos de erro. Ontem voltei a tentar e novamente aconteceu o mesmo. Reclamei junto da empresa, por email, inicialmente com o colaborador Francisco que me questionou, em português, que carro se trata e me pediu para enviar um vídeo demonstrativo da situação. Enviei email respondendo à questão e enviei em anexo o vídeo. Esta manhã envia-me um email dizendo que era normal pois os problemas do carro mantinham-se e então não conseguia apagar nada. Este senhor quis despachar-me, pois, em 1º lugar, o meu carrotem os problemas resolvidos e, em 2º lugar, eu sei com certeza absoluta que os erros, sejam intermitentes ou permanentes, podem ser apagados por um equipamento do género desde que o mesmo tenha capacidade para o fazer. Se os problemas do carro ainda lá estiverem, os códigos de erro aparecem outra vez. É assim que funciona e foi isso que eu respondi a esse senhor Francisco, solicitando a troca do equipamento admitindo que o mesmo tem um defeito e não falta de capacidade para desempenhar as funções anunciadas nos sites. Se o equipamento não tem capacidade para desempenhar essa função trata-se então de publicidade enganosa e quero o meu dinheiro de volta. Esse senhor não me respondeu mais. Fui ao site da Audioledcar e, na área de cliente, solicitei a devolução do equipamento a qual me foi negada. Recebi um email de alguém dessa empresa, que não se identificou, dizendo, em espanhol, que não aceitavam a devolução de equipamentos de diagnóstico e questionando qual era o problema. Respondi fazendo uma descrição do sucedido e do que pretendo atendendo aos meus direitos (o conteúdo dessa descrição corresponde ao desta reclamação). Até ao momento ainda não me responderam e não sei se o vão fazer. O que é certo é que tenho um equipamento que me custou 400€, que não faz aquilo que eles apregoam que faz e por isso não me serve de nada.Agradeço que me ajudem a resolver esta situação, pois 400€ é muito dinheiro.

Encerrada
A. R.
20/08/2021
DPD

Problema com entrega de uma encomenda

Venho por este meio fazer uma reclamação pelo sucedido com uma encomenda internacional, que não me foi entregue e devolvida à origem 6 dias úteis após a última tentativa de entrega, segundo informação prestada pela empresa DPD. No dia 6 de agosto recebi um email da empresa onde comprei 2 produtos para a minha casa, um deles para a minha bebé que está quase a nascer, tendo sido enviado um link para o tracking da mesma encomenda. Infelizmente nunca consegui aceder ao link em questão. Contudo, tratando-se de um envio internacional e de atravessarmos um período de férias considerei que se justificasse um tempo de entrega mais demorado. No entanto, hoje contactei via telefone o apoio ao cliente da DPD, tendo-me sido informado que já tinham sido feitas 2 tentativas de entrega na morada indicada na encomenda, sem sucesso, nos dias 11 e 12 de agosto. Lamentavelmente não foi deixada informação na caixa de correio das tentativas de entrega nem foi feito qualquer contacto via telefone. Quando questionei o motivo por não o terem feito responderam que não é política da empresa tentar contactar telefonicamente os clientes, mas que devem ter deixado a informação das tentativas de entrega na caixa de correio, o que não corresponde à verdade. Concluindo, 6 dias úteis após as referidas tentativas de entrega procederam à devolução de uma encomenda internacional, de grande volume, sem tentarem contactar o cliente via telefone, email ou por outra meio.Lamento a política da entrega da DPD, que considero não defender o interesse dos seus clientes e, venho por este meio, requerer o renvio da encomenda com o custo de transporte suportado pela empresa DPD.

Resolvida

prática discriminatória - seguro de vida - doença oncológica

Exmos Srs.Venho pelo presente solicitar esclarecimentos para o seguinte:Tenho aprovação financeira (no Activo Bank) para a compra de um apartamento. Tenho capital e tenho uma vida sedimentada no trabalho e na sociedade.Neste momento a única pendência para a compra da minha casa consiste na celebração de um seguro de vida. Formalizei o pedido à ASISA, sendo que, a resposta rececionada foi francamente desmotivante.Efetivamente, sou doente oncológica diagnosticada em 2017. Devido a mastectomia bilateral, foi-me conferido o grau de incapacidade de 76%, porém admito que sejam valores tablados, pois o meu nível de incapacidade em nada condiciona o meu desempenho profissional e muito menos as minhas atividades de vida diárias. A minha vida e rotinas continuam a ser feitas exatamente como o eram antes do surgimento da doença.Neste momento, as únicas entidades que me estão a atribuir o rótulo de “doente” são precisamente as seguradoras, que me avaliam através de papéis/matrizes.Deste modo, atendendo à Lei n.º 46/2006* que proíbe e pune a discriminação em razão da deficiência e da existência de risco agravado de saúde, gostaria de obter o parecer da DECO sobre a resposta que recebi, em anexo: lamentamos informar que a ASISA Vida não poderá celebrar um contrato de seguro que cubra riscos com as características resultantes: estado de saúde de V.Exa.*Artigo 4.º“(…) Práticas discriminatóriasConsideram-se práticas discriminatórias contra pessoas com deficiência as acções ou omissões, dolosas ou negligentes, que, em razão da deficiência, violem o princípio da igualdade, designadamente:(…)c) A recusa ou o condicionamento de venda, arrendamento ou subarrendamento de imóveis, bem como o acesso ao crédito bancário para compra de habitação, assim como a recusa ou penalização na celebração de contratos de seguros (…)”Como cidadã, acredito que situações discriminatórias como estas têm que ser analisadas, reguladas e clarificadas à luz da lei existente para o bem da sociedade.Aguardo os comentários de V. Exas.Antecipadamente grata.

Resolvida
G. S.
19/08/2021

Encomenda NÃO entregue!

Venho por esse meio comunicar aos senhores,que o óculos comprado no dia 16 -07-2021 ainda não foi entregue até o dia de hoje.Pedido n°307910 no valor total de €36,95Peço que entregue a encomenda ou devolva o valor!

Resolvida
C. R.
19/08/2021

Zurich - Demora Excessiva na regularização de Sinistro Automóvel

Exmos Srs,Venho por este meio apresentar reclamação pela forma como a Zurich Seguros Portugal está a proceder na resolução do sinistro de que sou terceira lesada (Peugeot 206, matrícula: 84-AD-98), num acidente no dia 17/Julho/2021 em que o meu veículo estava estacionado corretamente, sem ninguém no interior e um outro veículo (segurado da Zurich) embate no meu veículo, deixando-o impossibilitado de circular. Na reclamação à Zurich foram enviadas fotos, participação amigável e outros documentos. Foi levantado um auto pela PSP, Divisão de Trânsito de Lisboa. O sinistro não foi considerado na convenção de IDS porque envolveu mais do que dois veículos, embora inicialmente quando participei à minha seguradora (Tranquilidade), esta ainda realizou uma peritagem de que tenho relatório. Apenas quando não foi considerado IDS, ficou a cargo da Zurich, seguradora do veículo que me embateu.A Seguradora Zurich em Portugal, não está neste caso a cumprir com a sua função de reparar os danos causados a terceiros pelo seu tomador de seguro e questiono-me como é que com estas práticas dilatórias a Zurich ainda tem licença para operar no nosso mercado.Segundo informações da Zurich não há prazos para a assunção de responsabilidades enquanto o processo se mantém em estado de averiguações, ou seja, posso ficar sem veículo durante anos...Outro ponto negativo desta seguradora é que nunca entraram em contacto comigo (terceiro lesado) para esclarecerem o ponto de situação do processo de sinistro.Assim para que servem os seguros automóvel que somos obrigados a pagar?Não ter o meu veículo causa-me demasiados transtornos pessoais e financeiros e dada a excessiva morosidade do processo vejo-me obrigada a ter que adquirir outro veículo com todos os custos que isso implica.Para resolver esta ineficácia da Zurich já enviei emails de reclamação à Zurich, muitos telefonemas para saber o estado do processo sem qualquer resultado e um email para o provedor do cliente também sem qualquer resultado.Como a Zurich não está a resolver este problema de uma forma honesta ou não quer reparar os danos a que está obrigada por lei os passos que sou obrigada a tomar são:- Divulgar este comportamento inadmissível da Zurich às entidades oficiais (ASF) e entidades de apoio ao Consumidor assim como nas redes sociais- Avançar com um processo judicial contra a Zurich.

Encerrada

Não devolução do valor da reserva de acordo com a lei

Não confiem na D'Alma Portuguesa nem nas Sras Lidia Santos e Rita Serrão.Entre Junho e Julho de 2020 efetuámos o cancelamento de uma reserva realizada com a D’Alma Portuguesa (Zeniteconquista - Mediacao Imobiliaria, Unipessoal, Lda) ao abrigo do Decreto-Lei 17/2020, que confere no âmbito da pandemia de Covid-19 o direito de reembolso total a pessoas que se encontrem em situação de desemprego.Após inúmeras tentativas de fazer valer esse direito junto da Sra. Lidia Santos e Sra. Rita Serrão, a D’Alma Portuguesa reconheceu em email de 4 de agosto de 2020 (transcrição em baixo) o direito de reembolso e solicitou prova da situação de desemprego, documentação enviada por email em 18 de setembro de 2020 devido às limitações impostas pela pandemia.“A lei ressalva de facto as pessoas em situação de desemprego, como beneficiando de um regime de excepção, dizendo que nesse caso em vez do voucher têm de ser devolvido o montante previamente pago a quando da reserva.No entanto não basta alegar que está desempregada, terá que entregar uma declaração emitida pela segurança social a atestar a situação de desemprego e nesse caso o dinheiro previamente pago terá que ser devolvido independentemente da política de cancelamentos da reserva ser mais ou menos rígida.”Após o envio da documentação, e apesar de todos os esforços, as Sras. Lidia Santos e Rita Serrão limitaram-se a ignorar emails, telefonemas, cartas e mensagens, numa sucessão de comportamentos inqualificáveis. Já em Agosto de 2021, em duas visitas sucessivas (9 e 10 de agosto) ao estabelecimento da D’Alma Portuguesa em Albufeira, primeiramente a Sra. Rita Serrão alegou que não teriam recebido qualquer documentação ou contacto, e posteriormente a Sra. Lidia Santos confirmou a receção da documentação e reconheceu que não responderam a qualquer das nossas comunicações por alegadamente se encontrarem a aguardar um parecer legal (há 1 ano, o que não poderá ser verdade). Referiu que até final da semana responderia (um parecer que aguardava há 1 ano aparentemente seria conseguido em 2 ou 3 dias), algo que não aconteceu. Após novo contacto telefónico em 13 de agosto, a Sra. Lidia Santos comprometeu-se novamente a responder no próprio dia, algo que voltou a não ocorrer.Acresce que o imóvel em questão esteve ocupado pelo menos durante a primeira semana a que dizia respeito a nossa reserva (comprovado fisicamente por pessoas que nos são próximas e que estiveram hospedadas no Algarve), algo que reforça o comportamento inqualificável das pessoas que estão a gerir esta situação e a respetiva empresa, e que é totalmente oposta ao “profissionalismo” e “senso de humanidade e comunidade” com que se descrevem no seu website.Exijo o pagamento imediato do valor em dívida. O processo seguirá imediatamente para tribunal.

Encerrada

Avaria de Ar Condicionado

NIF da Odigira: 508565073N.º de fatura do artigo em garantia: FT F21V201/210023O meu nomé é António Vasconcelos e após terem sido alertados por email e mensagem da avaria de uma aparelho de ar condicionado em garantia há mais de 1 mês e após muita insistência a vossa empresa deslocou-se à minha habitação no dia 28/07/2021, constatou a referida avaria e não foi possivel a sua resolução.No dia 04/08/2021 o Sr. Sérgio Mateus que é o dono da empresa disse que me ia contactar para fazer um ultimo teste ao aparelho mas nunca mais contactou.Tenho tentado ligar para o Sr. Sérgio mateus mas o mesmo não atende nem devolve as minhas chamadas.Ao ligar para a empresa por vezes atende uma Sra que ouve o meu problema mais uma vez e que vai dizer ao Sr. Sérgio Mateus para me contactar e ele nunca o faz.Em pleno verão, tenho um ar condicionado com 7 meses que está na garantia mas encontra-se avariado há mais de 1 mês com conhecimento da empresa Odigira que não resolve o problema estando em incumprimento legal.

Resolvida

ENTREGA FORA DO PRAZO - CTT EXPRESSO

Venho, por meio deste, deixar a minha insatifacao e pedir o reembolso do valor pago pelo servico expresso do CTT, servico esse que nao foi cumprido como acordado.No passado dia 03/8/2021 recebi um email sobre a minha encomenda para proceder com o pagamento do IVA e atualização das informações sobre o conteúdo do envio. No mesmo dia, passado alguns minutos de receber este email, procedi com todas as etapas necessárias para o desalfandegamento da encomenda em questão. Após 7 dias,no dia 10/08, e diversas reclamações com os CTT a minha encomenda foi finalmente apresentada ao controlador da alfândega e a mesma teve a liberação de saída nesse mesmo dia. Hoje já são 19/08 e a encomenda ainda não foi colocada em expedição pois o CTT alega que o pacote se encontra na alfândega. Eu trabalho com e commerce internacional e para além disso já falei com o diretor da alfândega do Porto e sei exatmente com funciona o desalfandegamento dos envios, ou seja, o pacote NUNCA sai de dentro do armazém do CTT e o controlador da alfândega vai todos os dias até o armazém e confere todos os pacotes que lhe apresentam. Tendo isto em conta quero saber porque um pacote que estava com a documentação TODA CORRETA E PAGA só foi apresentado ao controlador passado 7 dias e porque após ter sido liberado não foi imediatamente enviado para expedição ? Todas as vezes que ligo para os CTT me dao a desculpa de que o serviço está tendo uma demora, mas acho inadmissível o consumidor comprar um serviço EXPRESSO e ter que esperar quase 1 MÊS para receber a encomenda por falta de organização do CTT e por falta de equipe capacitada. Para alem disso, e inadmissivel o consumidor nao receber um prazo para a entrega de um item que ja se encontra para expedicao desde o dia 10/08 e todas as vezes que ligo dizem que tenho que aguardar. Deste forma poderei aguardar 1 dia quanto 1 ano.Entendo que podem ocorrer atrasos de 1 ou 2 dias nas entregas, mas não de 2 semanas para um serviço que se diz expresso. Quando o servico foi contrato junto ao Correio do Brasil o prazo de entrega estimado era de 8 a 11 dias uteis. Tendo em vista que o pacote foi entregue ao Correio no dia 22/07 as 13:47hrs, o envio deveria ter sido entregue no dia 06/08, ja vamos no dia 19/08 e continuo sem saber o status do mesmo.Por isso exijo ser ressarcida o valor do transporte tendo em vista que o serviço NÃO foi realizado como contratado.

Encerrada
R. P.
19/08/2021

Recusa de emissão de fatura-recibo

No dia 10 de agosto utilizei a plataforma Booking para efetuar a reserva no Inatel do Luso, pagando de imediato 44,24€. Estive instalada com o meu marido no dia 11, realizando o check-out no dia seguinte. Quando solicitei a fatura-recibo, foi-me dito que não seria o hotel a emitir - teria que pedir ao Booking. Contactei este último via site, mas sem resposta até ao momento. No dia 18 contactei via telefone a secção de Reservas da Booking, que me informou que teria que ser o Inatel a passar o Recibo. Contactei o Inatel, que me informou que teria que ser o intermediário (Hotel Beds) a passar. Contactei o Hotel Beds, que disse que teria que ser o Booking... Enfim, ando há mais de 1 semana a tentar obter um simples documento que a lei obriga as entidades a passar, sem ser preciso sequer o cliente pedir! O que posso fazer mais para ter o recibo?

Encerrada

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