Reclamações públicas

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M. C.
19/11/2025

Fraude documental iServices – Cobrança duplicada e serviço nunca realizado (€104,90)

No dia 20-10-2025 paguei €99,95 na iServices Alma Shopping (Coimbra) por “Technical Intervention Windows” que, segundo o técnico, incluía limpeza completa + troca de pasta térmica + diagnóstico (qualquer peça seria deduzida desse valor). Dias depois pediram €54,95 extra pelo DC jack. Recusei inicialmente. Mais tarde aceitaram fazer por apenas +€4,90 (total €104,90). Quando abri o portátil confirmei: - Pasta térmica 100 % original de fábrica HP (fotos + comparações em anexo) - Apenas trocaram o DC jack Provas irrefutáveis: 1. Dois recibos oficiais (em anexo): - 20-10-2025 → €99,95 por “Technical Intervention Windows” - 06-11-2025 → €49,95 pela mesma intervenção + €54,95 pela peça → Cobrança duplicada da mesma intervenção para disfarçar o preço da peça 2. Fotos da pasta térmica nunca mexida A iServices recusa reembolso total sem eu devolver o DC jack antigo (já removi eu próprio) e insiste em mexer novamente no portátil. Exijo: - Reembolso integral e imediato dos €104,90 - Sem devolução de peças nem nova intervenção Em anexo: - 2 recibos originais - Fotos da pasta de fábrica - Troca de mensagens Portal da Queixa Data da ocorrência: 20-10-2025 / 06-11-2025 Valor em causa: €104,90 Empresa: iServices – Alma Shopping Coimbra Peço intervenção urgente da DECO.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
S. N.
19/11/2025

Reservas

No dia 19/11/2025 fui ao aeroporto Lisboa para levantar um carro da reserva 9942398447 mesmo já tendo pago pelo booking me impediram de retirar o carro onde vim tomar conhecimento de um débito em atraso no valor 4,45€ Referente a IVA contabilizado 1 mês após o chek out da reserva9520866887, meteram uma restrição na minha carta de condução após o dia todo fazendo contatos sem sucesso para receber a referência para o devido pagamento atualizado,e sem o carro ou renbolso do valor pago antes sem assistência.

Resolvida

Penhora de bens

Venho por este meio expressar a minha profunda insatisfação e indignação com o Centro CEAC. Fui surpreendido com uma carta de penhora de bens no valor de cerca de 3.000 €, enviada diretamente para o meu local de trabalho, apesar de existir um acordo de pagamentos mensais previamente estabelecido. Desde o início, nunca tive acesso à plataforma para continuar a formação pela qual estou a pagar. Contactei várias vezes o centro para resolver esta situação, mas as chamadas eram repetidamente desligadas. Tentei inúmeras vezes falar com o Luís — a única pessoa que, segundo o centro, me podia ajudar — mas nunca tive retorno. Hoje voltei a contactar o centro, aguardei a chamada do Luís para finalmente esclarecer a situação, e até esse momento fui tratado com total falta de profissionalismo. Em nenhum momento fui informado que o processo tinha sido encaminhado para advogados, e não faz qualquer sentido exigir o pagamento de algo que eu não estou a usufruir. Antes de qualquer explicação ou tentativa de resolução, já tinham enviado a carta de penhora. Considero esta atitude completamente abusiva. O curso inicialmente custava pouco mais de 1.000 €, valor que aceitei pagar. Fiz um pagamento de cerca de 400 € dentro do acordo. No entanto, por falta de acesso à plataforma — responsabilidade exclusiva do centro — deixei de pagar. O que era uma dívida clara e simples foi transformado, sem qualquer razoabilidade, numa pretensão de cobrança de quase 3.000 €, através de ameaças e pressão psicológica. Nas últimas vezes em que consegui falar com o Sr. Luís, este adotou um tom grosseiro, intimidatório e insistiu que a justiça me iria obrigar a pagar. Já tentei cancelar o curso diversas vezes, mas fui informado que não poderia fazê-lo por ultrapassar a data de rescisão — como se mesmo em situações excecionais (doença, gravidez, impossibilidade de acesso ao serviço) eu fosse obrigada a continuar a pagar por algo que não posso utilizar. Esta experiência foi uma total falta de respeito, empatia e ética. O CEAC é, sem qualquer dúvida, o pior centro de formação com que já lidei, e não o recomendaria nem ao meu pior inimigo. O tratamento ao cliente é lamentável e o comportamento comercial roça o abusivo. Solicito que esta situação seja revista urgentemente e que sejam suspensos de imediato todos os procedimentos legais, visto que não vou assumir pagamentos de um serviço que nunca me foi disponibilizado.

Resolvida
A. R.
19/11/2025

Alteração de percurso de carreira sem aviso prévio e despejo coersivo de passageiros em não previsto

Em 19/11/2025 apanhei em Campanhã no Porto, o autocarro das 12;30 horas da carreira 8004 com destino, anunciado no próprio veículo, a Gramido em Gondomar. Como está definido há muitos anos, esta carreira segue o percurso pelo interior da Freguesia de Valbom, via Fonte Pedrinha, descendo depois até Gramido, pela igreja de Valbom, onde termina então o seu percurso. A minha intenção era utilizar a viagem até ao largo do Padrão, paragem intermédia no percurso normal desta carreira, via Fonte Pedrinha. Na viagem a que fiz referência no início desta descrição, a motorista utilizou um percurso diferente do normal, utilizando o percurso "via marginal" até Gramido, sem que tivesse alertado de alguma forma, quer através de sinalética no próprio autocarro, quer através de aviso verbal, ou outra, da alteração que iria preconizar. Chegada ao destino (Gramido) a referida condutora instou a totalidade dos passageiros (entre 10 a 15) a abandonar o veiculo sob pretexto de que tinha chegado aos destino anunciado e de que tinha também entrado na sua hora de almoço. Mais, quando questionada sobre a solução para a empresa (UNIR) tinha para fazer chegar os passageiros aos destinos para os quais pagaram o respetivo bilhete e que não foram servidos por aquele autocarro, limitou-se a dizer que cada um tinha que se "desenrascar" por si, que a alteração foi decidida pela Câmara Municipal de Gondomar em resultado da avaria de semáforos nas estradas do percurso "normal" e que não tinha recebido instruções da empresa "UNIR" para divulgar qualquer aviso prévio aos passageiros sobre a alteração do percurso. Claro está, a situação criou alguma tensão entre passageiros e motorista, desnecessária. Decorre do ocorrido o sentimento de uma total falta de sensibilidade e desrespeito da empresa (UNIR), e da motorista em serviço, pelos passageiros que, tendo pago os seus bilhetes, viram-se privados dos serviços a que a empresa estava obrigada.

Resolvida
M. S.
19/11/2025

Incumprimento dos termos da Garantia de Equipamento, Recusa Arbitrária e Pressão Comercial

Recusa Ilegítima de Cobertura de Garantia – Instalação Solar Fotovoltaica – Inversor Avariado desde [Data: 5 de Novembro] Data da Avária: 5 de Novembro de [2025]. Objeto: Sistema de Painéis Solares (Inversor Huawei avariado – Sistema em garantia há 2 anos). Motivo da Reclamação: Incumprimento dos termos da Garantia de Equipamento, Recusa Arbitrária e Pressão Comercial. 1. O meu sistema de painéis solares, em plena garantia (instalado há cerca de 2 anos), está totalmente inoperacional desde 5 de Novembro, devido a uma falha clara no inversor (defeito de equipamento). 2. Após vários contactos sem resolução remota, fui coagido a fornecer o meu IBAN para agendar a visita técnica. 3. Recebi um e-mail com a seguinte contradição e prática abusiva: o PRIMEIRA LINHA: Declararam, sem diagnóstico, que "a avaria na sua instalação não se encontra abrangida pelos termos da Garantia de Instalação." o LINHA SEGUINTE: Contradisseram-se, afirmando que "é necessário um diagnóstico presencial adicional que nos permita confirmar o problema de origem." 4. Contestação: É inadmissível e de má-fé que a Galp Solar declare a priori a exclusão da garantia, apenas para depois admitir que a cobrança do diagnóstico só ocorrerá se a avaria não for coberta. Esta tática forçou-me a aceitar a condição de pagamento e atrasou desnecessariamente a reparação. 5. Exijo a intervenção técnica e reparação imediata, ao abrigo da garantia legal e contratual. O ónus da prova de que a avaria é da minha responsabilidade deve ser integralmente da Galp Solar. 6. COMPENSAÇÃO: Exijo, formalmente, o pagamento de uma compensação justa que cubra: * O prejuízo financeiro total resultante da perda de produção e autoconsumo de energia desde 5 de Novembro até à data da reparação. * O ressarcimento pelos danos não patrimoniais (desgaste emocional, tempo e inconveniente) causados pela inação da empresa e pelas suas táticas comerciais dúbias.

Encerrada
J. A.
19/11/2025

Situações de coação dissimulada pela Catawiki

Exmos Srs Junto texto para vossa análise e parecer sobre legalidade do acto

Encerrada
A. S.
19/11/2025
BE FIT PLAZA MADEIRA

Cancelamento de inscrição

Exm Senhores, No dia 14-10-2025 enviei um e-mail a cancelar o ginásio, do qual foi me dito que este cancelamento teria que ser ao Balcão. No dia 31-10-2025 fui então ao balcão no qual me foi dito que a mensalidade de Novembro já não iria a debito, mas que ainda teria que pagar Novembro. Até daqui está tudo bem. Quando recebi um e-mail no dia 10-11-2025, que estava em divida o valor de Novembro e ainda os 5€ de debito recusado e por já passar do dia 8 ainda teria que pagar a inscrição de Dezembro. Peço que o Ginásio assuma a responsabilidade de falta de informação correta que não que foi informado que o pagamento de Novembro teria que ser até dia 7 de Novembro. neste caso os 5€ de debito recusado, e por já estar a cancelar o Ginásio de pelo menos dia 31-10-2025 , não pagar o mês de Dezembro. Não aceito que a situação seja prolongada ou dificultada de forma a impedir o término da minha adesão.

Encerrada

Recusa de Cobertura

Exmos. Senhores, Contratei um Seguro de Viagem. Necessitei de o ativar para a prestação de cuidados urgentes às minhas filhas. Agora recebo notificações do Hospital porque vocês se recusam a pagar as despesas. Tão simples quanto isto. Especificações em anexo. Realmente é um negócio muito lucrativo da vossa parte. Deixo este apelo público: NÃO CONTRATEM OK TELESEGUROS! FICARÃO SOZINHOS QUANDO PRECISAREM!!

Encerrada
A. R.
19/11/2025

Reclamação automática sem minha autorização

Caros senhores (as), venho por meio desta mensagem, informar que já solicitei o cancelamento do contrato no prazo, notificando com 125 dias de antecedência, conforme contrato. Entretanto, o contrato renovou automaticamente sem a minha autorização e ainda me informando valores a pagar que não estava a contar. O que vai contra a lei do consumidor, que informa que eu teria que informar que desejo a renovação e não ser coagida a uma renovação automática da qual não desejo. Portanto, solicito a revisão da minha situação de modo a baixar o contrato conforme desejo expressamente enviado de acordo com a carta em anexo. Com meus melhores cumprimentos, Ana Sofia Vieira.

Resolvida
M. L.
19/11/2025

Cancelamento do contrato

Bom dia! Venho reclamar com a Prosegur, pois quando abri meu restaurante sempre ia um agente da empresa me oferecer os serviços, por tanta insistência assinei o contrato, porém antes disso, perguntei se o restaurante não fosse bem e precisasse encerrar o contrato, se seria cobrado por isso. E ele me informou que em caso de cessação da atividade nas finanças e mandando o documento para eles, o contrato era encerrado sem cobrar custos adicionais. O restaurante não foi bem e precisei fechar e cessar a atividade. Liguei para eles e informaram que para cancelar o contrato, preciso pagar 1.000,00€ e eu não tenho como pagar esse valor. Inclusive, mandei também uma carta solicitando o cancelamento do contrato escrita à mão, junto com o documento impresso que mostra a cessação da atividade nas finanças para a morada da sede da Prosegur em Lisboa e não obtive respostas. Eles escondem informações e não são claros, agem com má índole para conseguirem o cliente. Sem pensar o quanto isso é prejudicial para o cliente. Um contrato tão extenso e uma multa que não faz sentido. Solicito: 1. O cancelamento imediato do contrato, sem penalizacao, devido ao encerramento comprovado da atividade comercial. 2. A suspensao de todas as cobrancas, chamadas e mensagens relativas a este contrato. 3. A anulacao de qualquer valor reclamado por rescisao antecipada, visto que o contrato foi celebrado com base em informacoes falsas e enganosas. 4. A intervencao das entidades competentes DECO para avaliar as praticas comerciais da Prosegur neste tipo de contratos.

Resolvida

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