Reclamações públicas

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J. A.
04/06/2026
Quarto com Requinte Unipessoal lda

Encomenda mobiliario incompleta

Exmos, Senhores Venho por este meio reclamar encomenda de mobiliario quarto foi entregue incompleta pela firma "Quarto com Requinte Unipessoal, lda com morada Povoa de Varzim. No dia 13 de fevereiro 2026 efetuei uma compra com o Sr. Sergio Oliveira, mobiliario de quarto que incluia 1 cama; 1 comoda;1 camiseiro; 2 mesinhas cabeceira e 1 espelho redondo, cujo custo total combinado foi de 1.700,00€ e dei de sinal no mesmo dia 850,00€. No dia 28 de fevereiro 2026 vieram fazer a entrega e montagem do moveis na minha residencia, quando a montagem estava a ficar pronta foi informado que não trouxeram o camiseiro porque não estava pronto mas que ia ser entregue durante a semana seguinte. Esta informação foi dada pelo Sr Sergio que no mesmo telefonema solicitou o pagamento do restante valor ( 850,00€) em que eu acabei por efetuar ao confiar nas palavras que entregava sem falta na semana seguinte. Acontece que passou varias semanas e o camiseiro não foi entregue de varios telefones e mensagens chegamos ao acordo de me devolver os 300€ que era o valor do camiseiro, que chegou ao ponto de agora não me atente o telefone o loja fisica encontra-se encerrada. Eu quero que ele me entregue o camiseiro ou me devolva os 300€. Os melhores cumprimento. Jorge Alves

Encerrada
M. L.
04/06/2026

Troca e/ou devolução não aceite

Foi efectuada uma encomenda no dia 2 de junho de 2026 e relizado o paamento do valor total do mesmo. No dia seguinte o produto chegou (apoio de braço pediátrico) mas o tamanho não era adequado e não foi apresentada nenhuma solução adequada à criança. Recusaram-se a devolver o dinheiro ou a dar um vale para gastar noutra altura. Foram compradas umas sandálias no dobro do valor, mas chegando a casa apercebi-me de que as mesmas tinham aspecto de usadas e que não eram suficientemente confortáveis. Dirigi-me à loja para trocar, mas a troca e/ou a devolução foi recusada. Não apresentaram qualquer alternativa.

Encerrada

Tablet com defeito

Venho por este meio solicitar ajuda na resolução de um problema com um tablet adquirido no Auchan no dia 01-06-2026 e ter oferecido o mesmo a minha filha no dia 03-06-2026 o tablet está sempre a se desligar sozinho e não consegue fazer uso do mesmo, dirigi me ao Auchan hoje 04-06-2026 e expôs o problema os mesmos dizem me que não trocam nem fazem devolução o tablet está a funcionar a menos de 24h e o problema persiste, comprei o mesmo pois preciso para ela puder trabalhar e agora não me resolvem o problema sendo que eu não tenho culpa o tablet foi comprado a 3 dias e só ontem e que foi aberto sempre foi usado com película com capa não têm nada de estragado, agradecia que me ajudassem a resolver este problema pois faz falta para trabalhar.

Resolvida
E. O.
04/06/2026

RECLAMAÇÃO PINGO DOCE

Reclamar por obrigarem as pessoas a comprar charcutaria, sem a cortar na hora, obrigando a adquirir em embalagem de plástico a vulgar "covette". Quando exigem ao consumidor que pague os sacos plásticos... Apelo a todos que se neguem a comprar desta forma! Porque: Incoerência Ambiental: Sublinhe a contradição entre a política de redução de plástico descartável (como a cobrança de sacos e eliminação de utensílios de plástico de utilização única) e a imposição de embalagens plásticas na charcutaria. Combate ao Desperdício Alimentar: Ao não cortarem na hora a quantidade exata que o cliente pede, as superfícies comerciais estão a fomentar o desperdício, obrigando à compra de porções estandardizadas. Direito à Escolha e Informação: O consumidor tem o direito de escolher o modo de apresentação do produto, especialmente quando o serviço de corte sempre fez parte da especificidade daquela secção.

Encerrada
M. T.
04/06/2026

Falta de Informação Clínica e Omissão de Esclarecimento sobre Vacinação HPV

Venho apresentar reclamação relativamente ao acompanhamento que tenho vindo a realizar no Hospital de São João há mais de três anos, na sequência de um rastreio do cancro do colo do útero que revelou infeção por HPV. Importa esclarecer que não se tratou de uma situação de simples vigilância após um resultado positivo. Ao longo destes mais de três anos, fui submetida a sucessivas citologias, tendo sido identificadas alterações celulares que motivaram a realização de diversos exames complementares, colposcopias, biópsias e consultas hospitalares de seguimento. Ou seja, tratou-se de uma situação clínica que exigiu acompanhamento especializado continuado e procedimentos diagnósticos relevantes. Apesar disso, durante todo este período, nunca me foram comunicados de forma clara, completa e regular os resultados dos exames realizados. Na prática, limitava-me a receber marcações para novas consultas ou exames, sem que me fosse devidamente explicado qual era o meu estado clínico, quais os resultados obtidos ou qual a evolução da minha situação. As cartas enviadas pelo hospital continham apenas referências muito vagas, insuficientes para que eu pudesse compreender a minha condição clínica. Apenas recentemente, após insistência reiterada da minha parte e múltiplos pedidos de esclarecimento, me foram finalmente disponibilizados alguns resultados. Até esse momento, nunca me tinham sido enviados os resultados dos exames realizados ao longo destes anos. Esta falta de informação foi particularmente grave porque, perante a ausência de esclarecimentos por parte do hospital, procurei obter apoio junto do meu centro de saúde. No entanto, fui informada de que nem os próprios profissionais conseguiam aceder à informação necessária para me prestar esclarecimentos adequados sobre o meu acompanhamento hospitalar. Durante anos, permaneci sem conhecimento efetivo da evolução da minha situação clínica, dependendo exclusivamente das marcações sucessivas para consultas e exames. Paralelamente, existe uma segunda questão que considero ainda mais preocupante. Durante mais de três anos de acompanhamento hospitalar por infeção por HPV, alterações celulares persistentes e realização de biópsias, nunca fui informada da possibilidade, indicação ou benefício da vacinação contra o HPV no meu caso concreto. Nunca me foi explicado se reunia critérios para vacinação, nunca me foi apresentada essa opção e nunca me foram prestados esclarecimentos que me permitissem tomar uma decisão informada sobre esta matéria. Recentemente, através de uma profissional de saúde, fui informada de que a vacinação deveria ter sido considerada desde o início do meu acompanhamento. Fui ainda informada de que a ausência dessa intervenção poderá ter contribuído para o agravamento da minha situação clínica. Segundo a informação que me foi transmitida, inicialmente apresentava positividade para dois tipos de HPV e atualmente apresento positividade para um número significativamente superior de tipos virais. Esta informação causou-me enorme preocupação, sobretudo porque ao longo de todos estes anos estive a ser acompanhada numa instituição hospitalar de referência, realizando exames e procedimentos sucessivos, sem que nunca me tivesse sido prestado qualquer esclarecimento relativamente à vacinação ou à sua eventual importância no meu caso. Acresce que tenho conhecimento de que existem situações em que a vacinação contra o HPV é disponibilizada no contexto hospitalar. Assim, pretendo compreender porque motivo nunca fui informada dessa possibilidade, porque motivo nunca foi avaliada ou discutida essa opção comigo e porque motivo fui privada da oportunidade de participar de forma informada numa decisão potencialmente relevante para a minha saúde. Perante o exposto, solicito esclarecimento formal sobre: Os motivos pelos quais os resultados dos exames realizados ao longo destes mais de três anos não me foram regularmente comunicados de forma clara, completa e compreensível; Os motivos pelos quais nunca fui devidamente informada sobre a possibilidade, indicação ou benefício da vacinação contra o HPV no meu caso concreto; Se, em algum momento do meu acompanhamento, existiu indicação clínica para vacinação e, em caso afirmativo, porque motivo essa informação não me foi transmitida; Quais os critérios atualmente utilizados pelo Hospital de São João para propor ou disponibilizar a vacinação contra o HPV a utentes acompanhadas por infeção persistente por HPV e alterações celulares associadas; A disponibilização integral da informação clínica e dos relatórios referentes ao meu acompanhamento neste processo. Considero que estas falhas comprometeram o meu direito à informação, ao consentimento informado e à participação esclarecida nas decisões relativas à minha saúde. Atendendo à gravidade da situação, à duração destas falhas ao longo de mais de três anos de acompanhamento e ao impacto que tiveram na minha capacidade de tomar decisões informadas sobre a minha saúde, solicito uma resposta formal, detalhada e fundamentada. Caso não obtenha esclarecimentos adequados e devidamente fundamentados relativamente aos factos aqui expostos, reservarei o direito de remeter esta reclamação à Direção-Geral da Saúde e às restantes entidades competentes para apreciação da atuação verificada neste processo. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
H. D.
04/06/2026
Car Judge

Cobrança de serviço não prestado

Fiz um pedido ao serviço CarJudge de informação sobre um veículo: https://carjudge.com Foi-me pedido um pagamento único de 2.90 eur, o que fiz com o meu cartão visa DECO Unicre. Recebi imediatamente o relatório, que estava bastante incompleto. Passados alguns dias, aparece um movimento no meu cartão visa de 29.95 eur, para o mesmo serviço CarJudge. Em momento algum dei mais dados que o meu nº cartão de crédito, não subscrevi nenhum serviço, nem me registei no site. Por isso mesmo, não recebi por forma alguma mais informação para além do relatório já referido. Esta empresa está a tentar cobrar um serviço NÃO subscrito. Não tenho nenhum número de cliente nem qq relação comercial com esta empresa. Apenas indiquei o meu número de cartão de crédito e agora estou a ser cobrado indevidamente.

Encerrada

Reclamação Formal contra Drive On Holidays – Cobrança abusiva de dano em para-brisas e recusa de apr

Exmo.(a) Sr.(a) Jurista da DECO PROteste, O meu nome é Maria Albuquerque, sou vossa associada com as quotas totalmente em dia, e venho por este meio solicitar a vossa urgente intervenção jurídica e mediação num litígio grave com a empresa Drive On Holidays - Comércio e Aluguer de Veículos Lda. Fui cliente cumpridora e regular desta operadora durante dois anos e meio. Contudo, no momento da entrega da viatura (Renault Clio, matrícula 01-RB-12), foi-me imputado o valor desproporcional e abusivo de 593,78 € devido a uma micro-picada provocada por uma pedra no para-brisas. Por necessitar de reaver os meus restantes fundos, o pagamento foi efetuado sob protesto. Contestei imediatamente a situação por via eletrónica, uma vez que o dano é perfeitamente reparável por injeção de resina (cujo valor médio de mercado ronda os 60 €). Adicionalmente, o vidro instalado na viatura nem sequer correspondia ao original da marca do construtor. Em resposta, a gerência da empresa afirmou por escrito que o valor cobrado correspondia ao "efetivamente gasto pela empresa para a reparação/substituição do vidro danificado", comprometendo-se a enviar a respetiva fatura emitida pela entidade responsável. Contudo, o documento que me foi enviado (Processo O_17-4945220220) NÃO constitui uma fatura fiscal. Trata-se unicamente de um documento de circulação interna, intitulado "Ordem de Reparação e Recondicionamento", extraído do software informático OKI3360, onde consta apenas a menção "Tabela de Danos". Instada repetidamente a apresentar a fatura fiscal real e o respetivo recibo de quitação da oficina externa com a matrícula do carro, a empresa recusou-se categoricamente a fazê-lo. Invocou um infundado "segredo confidencial" para ocultar o custo real da intervenção e declarou o processo encerrado de forma estritamente unilateral. Existe, por isso, uma forte e legítima suspeita de que a viatura em causa não foi submetida a qualquer substituição de vidro, continuando a circular com o mesmo dano (configurando uma prática de dupla cobrança comercialmente abusiva e evasão às regras de transparência fiscal). Como associada da DECO, exijo que o vosso departamento jurídico tome conta do processo para: Exigir junto da Drive On Holidays a apresentação imediata da fatura fiscal legal que comprove o custo real alegadamente suportado; Na ausência do documento fiscal legítimo, exigir o estorno imediato e integral do valor cobrado em excesso; Encaminhar esta denúncia de recusa de emissão de fatura e falta de transparência às entidades reguladoras competentes, nomeadamente a ASAE e a Autoridade Tributária. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e aguardo as vossas instruções jurídicas para o envio de toda a documentação de suporte que tenho em meu poder. Melhores cumprimentos, Maria Albuquerque

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
M. R.
04/06/2026
Hotel Pestana D.Joao II Alvor

Falhas graves no Hotel Pestana D JoaoII no Alvor

Este Hotel não tem qualidade e praticam preços absolutamente exorbitantes. Em Maio2026 fiz uma reserva e deparei-me com várias falhas indamissiveis para um Hotel como este que cobra mais de 200 euros por noite, com quartos de 14m2. Levei o tempo a reclamar e nem pude descansar. vou colocar por tópicos. 1- queriam cobrar um valor mais elevado na estadia logo no check-in afirmando que se tratava de um "donativo"- Dá para imaginar??? claro que recusei! Já me tinham tentado cobrar no bar 5 euros de gorjeta. um escândalo! 2- os lençóis estavam manchados de sangue. pedimos imediatamente mudança dos mesmos. 3- o ar condicionado não funcionava 4- depois fazia um ruído horrível que nem se conseguia descansar. 5- o telefone não funcionava completamente avariado e nada fizeram. 6- a varanda estava com um pedaço da parede partida e o parapeito de madeira está degradassímio. sem manutenção alguma. uma vergonha para um hotel que se diz de 4 estrelas mas que oferece um serviço de duas. Reclamei junto do director, que nada fez. E nem sequer se dignou a reembolsar -me pelo facto de eu não ter fetiomais nada se não reclamar o tempo todo.

Encerrada

Reclamação de consumo: Hotel Solar do Requeijo

Venho solicitar o vosso apoio na resolução de um litígio de consumo com o estabelecimento abaixo designado, que até à data não respondeu à minha reclamação. Hotel Solar do Requeijo Lugar de Requeijo, Giela, Arcos de Valdevez NIF 508 269 822 Na estadia de 9 para 10 de maio de 2026 (reserva n.º 304/HSR), pela qual paguei 163,00 €, o quarto foi entregue sem a devida limpeza e preparação: ausência de gel de banho, roupa interior de um hóspede anterior e a presença de um inseto (escolopendra) na casa de banho. Verifiquei ainda que a casa de banho inundava durante o duche. Reportei as falhas no checkout; a receção não foi verificar o quarto e o hotel comprometeu-se a resolver a reclamação no prazo legal. Apresentei reclamação no Livro de Reclamações (ref. 32492029, em 10/5/2026) e, decorridos os 15 dias úteis, não obtive qualquer resposta. Recusei um voucher que me foi proposto, por preferir a restituição do valor pago. Solicito orientação e, se possível, apoio na mediação do conflito, pretendendo a restituição dos 163,00 € e uma compensação pelos transtornos. Informo que apresentei também o caso ao CIMAAL (centro de arbitragem competente), à ASAE e ao Turismo de Portugal. Disponho de vídeo, fotografia, fatura e cópia da reclamação, que envio a pedido. Agradeço a vossa ajuda.

Encerrada
R. V.
04/06/2026

Reincidência de falhas no serviço de emissão e envio de bilhetes

A minha experiência com esta empresa (ticketline) tem sido extremamente negativa. Não é a primeira vez que enfrento problemas relacionados com a entrega dos bilhetes adquiridos através da sua plataforma, o que demonstra uma preocupante falta de fiabilidade no serviço prestado. Neste caso, adquiri dois bilhetes para um espetáculo e, apesar de o pagamento ter sido efetuado com sucesso, os bilhetes não foram enviados para o meu email. Após contactar a linha de apoio, foi confirmado que os dados estavam corretos e foi efetuado um novo envio, mas o problema manteve-se sem qualquer resolução. O mais frustrante é que, mesmo depois de várias tentativas de contacto e da urgência da situação, a empresa não conseguiu apresentar uma solução eficaz nem garantir que eu recebesse os bilhetes a tempo do evento. Fui encaminhado entre diferentes canais de apoio sem que ninguém assumisse a responsabilidade pela resolução do problema. Quando uma empresa vende bilhetes para eventos com data e hora definidas, tem a obrigação de assegurar a sua entrega atempada e de disponibilizar um apoio ao cliente capaz de resolver situações urgentes. Infelizmente, a minha experiência demonstra exatamente o contrário. Espero que esta reclamação seja levada a sério e que sejam tomadas medidas para evitar que outros clientes passem pela mesma situação. A repetição deste tipo de falhas compromete seriamente a confiança no serviço prestado.

Resolvida

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