Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Máquina de lavar loiça
Boa noite. Recebi uma máquina de lavar loiça, fruto de uma campanha da empresa onde trabalho, no dia 23/04/2026. A transportadora entregou a máquina na minha morada e saiu, sem aguardar para a abrir. Só consegui instalar a máquina no dia 28/05/2026, quando finalmente arranjei uma pessoa para fazer a instalação. Ao abrir, o profissional verificou logo que a porta estava desnivelada e com o fecho danificado. Tanto a minha empresa como eu entrámos em contacto com a Teka, que enviou um técnico para avaliar o problema. O técnico confirmou que a avaria resultou do transporte e elaborei um relatório que foi enviado à Teka. Fui informada de que não iriam resolver o problema porque passaram 33 dias desde a entrega, ou seja, três dias além do prazo estipulado. Acho esta situação completamente absurda, principalmente porque a máquina nunca foi sequer utilizada e está exatamente nas mesmas condições em que chegou. Mesmo a transportadora confirma que a avaria aconteceu durante o transporte, mas a Teka recusa-se a assumir a responsabilidade, justificando que passaram três dias do prazo. Acho isto injusto e sinto que ninguém quer assumir o problema. Quando voltei a contactar, pediram-me fotografias da avaria, enviei inclusive um vídeo, mas continuaram a dizer que não tinha reparação possível e que basicamente tinha de ficar com um equipamento inutilizável. Não acho aceitável que eu, consumidora, tenha de ficar prejudicada nesta situação. Peço a intervenção do setor responsável para que a máquina seja reparada ou trocada com urgência. Aguardo uma resposta e resolução o mais rapidamente possível.
Madeixa mal feitas
Venho por este meio informar a minha insatisfação relativamente ao procedimento realizado hoje no vosso salão. O meu nome é Letícia e paguei o valor de 280 euros pelo serviço. Infelizmente, saí do salão bastante insatisfeita com o resultado obtido. Além de sentir o cabelo extremamente seco após o procedimento, não notei uma diferença significativa em relação à cor que já tinha anteriormente. Continuo com a raiz escura e apenas foi feita uma ligeira iluminação na parte inferior do cabelo. O que mais me desagradou foi o facto de o meu cabelo continuar com três tonalidades distintas: um loiro mais claro na parte da frente, alguns reflexos mais claros em determinadas zonas e um loiro mais escuro na parte de trás. Esta situação foi, inclusive, algo que mencionei durante o atendimento e que gostaria de ter corrigido, mas o resultado final manteve exatamente o problema que me deixava insatisfeita. Considerando o valor pago, o tratamento realizado e o tempo que permaneci no salão, sinto que o resultado não correspondeu às minhas expectativas nem ao investimento efetuado. Compreendo que possa não ser possível proceder à devolução do valor pago, mas considero importante transmitir o meu desagrado e a minha deceção com o serviço prestado. Agradeço a vossa atenção e aguardo o vosso feedback. Com os melhores cumprimentos, Letícia Escolhi o vosso salão porque acompanhei os trabalhos publicados nas redes sociais e na internet, e foi precisamente a qualidade dos resultados apresentados que me levou a marcar este serviço convosco. No entanto, ao comparar as fotografias do meu cabelo antes e depois do procedimento, verifico que a mudança foi muito reduzida. Na prática, o meu cabelo encontra-se praticamente igual ao que estava antes, o que aumentou ainda mais a minha decepção , tendo em conta o valor investido e as expectativas criadas pelos trabalhos que vi divulgados.
Recusa ilegal de Direito de Rejeição / Venda de bem com desconformidade inicial (Decreto-Lei n.º 84
No dia 18/06/2026 , adquiri um telemóvel Iphone 15 na loja Vodafone de Torres Novas (fatura n.º YFA V08/8304640565). No dia que o comprei, quando cheguei a casa após o trabalho, fui abrir a caixa do equipamento para fazer a transferência do meu equipamento antigo para este novo e o equipamento novo, apresentou uma desconformidade imediata, não funcionando logo após a abertura da caixa, não carregando (avaria de origem / Dead on Arrival). Dirigi-me no dia a seguir (19/06/26) à referida loja (uma vez que trabalhei até as 23h e a loja já estava fechada) para reportar a situação e exigir a substituição do equipamento por um novo ou a devolução do montante pago, exercendo o meu Direito de Rejeição consagrado no Artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021. Contra a minha vontade expressa e violando a legislação em vigor, os funcionários da loja recusaram efetuar a troca direta ou devolução. Forçaram o envio do equipamento para a assistência técnica para reparação (ordem de reparação OR260013449), o que é ilegal tratando-se de uma desconformidade manifestada nos primeiros 30 dias após a entrega. Solicito a intervenção urgente da Vodafone e das entidades fiscalizadoras para que seja cumprida a lei, exigindo a anulação do processo de reparação e a imediata substituição por um equipamento novo e selado ou a resolução do contrato com a devolução integral do dinheiro.
Descontinuação da aplicação "Estacionar" e incompatibilidade de sistema (iOS)
Assunto: Pedido de Intervenção / Reclamação contra a Via Verde (Brisa) – Associado Nº 0233892-25 Exmos. Senhores, Solicito a vossa intervenção e apoio relativamente a um diferendo com a Via Verde (Brisa). Sou associado da DECO de longa data (Nº 0233892-25) e venho expor uma situação de manifesto prejuízo e desproteção do consumidor. No passado dia 9 de junho de 2026, enviei uma reclamação formal à Via Verde (cliente@viaverde.pt) que, até à presente data, não obteve qualquer resposta ou esclarecimento. Em suma, a Via Verde descontinuou a aplicação "Estacionar" e exige agora a aplicação geral "Via Verde". Esta nova plataforma requer o sistema operativo iOS 17.6 ou superior. Como utilizo um iPhone X (cujo limite de hardware é o iOS 16.7), fiquei totalmente impedido de aceder ao serviço. Trata-se de uma situação flagrante de obsolescência forçada de um equipamento perfeitamente operacional. Abaixo transcrevo a exposição detalhada e os dados do contrato enviados à operadora: Dados do Cliente: • Nome: José António Gomes de Oliveira • Contribuinte: 102055203 • Contrato Via Verde: 515026073 Texto da reclamação original (sem resposta): (Início da transcrição) "Venho por este meio apresentar a minha reclamação formal relativamente à descontinuação da aplicação 'Estacionar' e à consequente impossibilidade de continuar a usufruir do serviço de estacionamento da Via Verde no meu dispositivo móvel. Sou utilizador frequente da vossa aplicação 'Estacionar' num iPhone X (com o sistema operativo máximo suportado pelo hardware, o iOS 16.7), ferramenta que sempre funcionou perfeitamente e sem qualquer falha técnica. No corrente mês de junho, fui surpreendido por uma notificação da vossa parte a informar que a referida aplicação seria descontinuada nesse mês. Como alternativa, indicaram a obrigatoriedade de instalar a aplicação geral 'Via Verde'. Contudo, a nova aplicação exige o sistema operativo iOS 17.6 ou superior. Sendo o meu dispositivo incompatível com esta versão de software, fiquei totalmente impedido de descarregar a aplicação e, por conseguinte, privado do serviço. A fundamentar a presente reclamação, destaco os seguintes pontos: 1. Falta de pré-aviso adequado: A comunicação foi efetuada no próprio mês da descontinuação do serviço. Este prazo é manifestamente curto e não concede aos clientes o tempo necessário para encontrar alternativas ou adaptar-se à mudança. 2. Desproteção do cliente: Ao avançar com esta transição abrupta, a Via Verde falha na proteção dos clientes fidelizados que utilizavam um serviço estável e funcional, penalizando-os sem qualquer responsabilidade da sua parte. 3. Incompatibilidade tecnológica injustificada: Tratando-se da substituição de uma aplicação existente, seria expectável e exigível que a nova plataforma mantivesse a retrocompatibilidade com os sistemas operativos dos utilizadores ativos da aplicação 'Estacionar'. Esta exigência técnica força a obsolescência de equipamentos perfeitamente operacionais. Face ao exposto, solicito que a Via Verde analise esta situação com a devida urgência e apresente uma solução célere que me permita retomar a utilização do serviço de estacionamento, sem que para isso seja obrigado a proceder à substituição de um equipamento móvel totalmente funcional." (Fim da transcrição) Face à total ausência de resposta por parte da Via Verde e ao impacto direto nos meus direitos enquanto consumidor, peço o apoio da DECO para mediar esta situação e exigir uma alternativa viável que não me obrigue a adquirir um novo telemóvel. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo as vossas instruções sobre os procedimentos a seguir. Melhores cumprimentos, José António Gomes de Oliveira
Atribuição de lugar indevido
Adquiri um bilhete para o voo TP281 de Lisboa para Maputo, para o dia 19/06/2026, e paguei 80€ extra para ter um lugar em frente à divisória da classe Business, como indicado no site da companhia aérea. No entanto, quando embarquei, atribuíram-me um lugar com bancos à frente, o que não correspondia ao layout apresentado no site. Ou seja, paguei para ter espaço e esticar as pernas sem bancos à frente, tal como anunciado, mas acabei por ficar num lugar normal, com bancos à frente, o que considero injusto. Se era para ficar assim, teria ficado no lugar original, sem pagar mais por isso.
Publicidade enganosa
Exmos. Senhores, Venho expor uma situação relativa ao passatempo conjunto da SIBS (MB WAY) e do SAPO para o Rock in Rio Lisboa 2026 (dia 21 de junho). Na publicação oficial do passatempo foi indicada, de forma clara, a oferta de "5 bilhetes duplos". Fui apurada como uma das vencedoras legítimas, mas verifiquei com surpresa que, a escassos 5 dias do concerto, apenas me foi enviado um bilhete individual. Em contacto com os vossos serviços, fui informada de que a publicação continha uma "gralha" e que, estando os bilhetes esgotados, não enviariam o segundo ingresso. Esta situação gerou um transtorno enorme. Como o passatempo foi lançado em março, confiei na vossa informação oficial durante meses, pelo que o meu acompanhante não adquiriu bilhete na altura em que estavam disponíveis. O envio do prémio em cima da hora, e com metade das condições prometidas, acabou por anular o benefício do prémio e criar um problema logístico impossível de contornar. Agora, com o evento esgotado, o meu acompanhante ficou privado de ir e eu fiquei sem a ida acompanhada que me foi garantida. Esta situação não me afetou apenas a mim, mas sim a todos os 5 premiados, que viram as suas expectativas defraudadas à última hora. Embora compreenda que erros aconteçam, as marcas têm de assumir a responsabilidade pela publicidade que partilham. Dado que o concerto é já este domingo, solicito que a SIBS e o SAPO assumam a responsabilidade pelo erro e apresentem uma solução justa para minimizar os danos causados por esta falha de comunicação. Aguardo uma resposta célere, dada a proximidade do festival. Melhores cumprimentos, Fernanda Rosa
Devolução do sinal
Exmos Senhores. No mês de Julho do ano 2025 adquiri uma viatura na consecionaria Motorpor Faro. Dei um sinal no valor de 250€ para reservar a viatura, valor esse que não foi descontado no preço final do carro, ficando assim falado por chamadas telefónicas e mensagens via whatsapp com o vendedor que a empresa iria fazer a devolução por transferência bancária. Acontece que durante este último ano tenho feito várias reclamações por chamadas, mensagens e até presencialmente, a resposta é sempre a mesma, que vão resolver o problema mas o problema não fica resolvido. Na última chamada que fiz ao vendedor, no passado dia 3 de Junho de 2026 perguntei se seria possível esse valor ficar em nota de crédito para ser descontado brevemente quando for realizar a primeira revisão mecânica, mais uma vez a resposta foi de que ia ver se seria possível, mas após chamadas efectuadas da minha parte sem resposta bem como uma mensagem via whatsapp continuo sem uma resposta final. Queria também mencionar outra situação. Quando a concessionária emitiu o documento do carro, foi feito com um erro na morada, falei com o vendedor e este disse-me para me deslocar ao registo e fazer a alteração, que tem um custo de 35€, que depois de feita a concessionária faria o reembolso. São assim dois valores que ainda não me foram devolvidos. Agradeço a resolução deste problema que já se alonga à demasiado tempo. Melhores cumprimentos Alexandra Viana
danos graves após limpeza
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a um serviço de limpeza de bolor realizado na minha habitação. Fiquei em choque e incrédula ao chegar a casa, pois após a intervenção foram detetados vários danos materiais graves que não existiam anteriormente, como danos e descoloração na madeira junto aos cortinados e rodapés, manchas no chão de madeira que parecem resultar da deterioração do verniz, manchas nas pedras e chão da casa de banho, além de danos em têxteis (tapete) com descoloração visível, e manchas em candeeiros de mesa de cabeceira e na colcha. A empresa reconheceu a situação e informou ter acionado o seguro. No entanto, apesar de já terem passado 18 dias desde que participei o sinistro, ainda não foi realizada qualquer peritagem nem existe evolução concreta do processo. Quando entrei em contacto com a seguradora, informaram-me que, por não ser a tomadora da apólice, toda a informação teria de ser dada pela empresa. Contudo, a empresa limita-se a dizer que está "a aguardar", não acompanhando o processo nem fornecendo informações relevantes. Adicionalmente, a empresa não deu resposta ao meu pedido de devolução do valor pago pelo serviço, apesar deste ter sido claramente defeituoso e de ter causado danos adicionais sérios. Já fiz várias tentativas de contacto e enviei pedidos formais, mas continuo sem resposta adequada ou solução para a situação. Assim, venho solicitar apoio para que o processo de sinistro seja acompanhado de forma urgente, para garantir a realização da peritagem, a devida indemnização pelos danos causados e a devolução do valor pago pelo serviço.
Burla no Voucher E-Lar
Exmos. Senhores, Venho por este meio proceder à reclamação da empresa Worten, que se apoderou da cativação de um Voucher E-Lar. Tendo sido feita a encomenda o agendamento do técnico e no dia em que estava agendada a instalação, o técnico liga-me e informa-me que a Worten, não lhe tinha entregue os equipamentos para montagem. Contactei a empresa Worten, que confirmou, que não entregou os equipamentos e que também não tinha previsão para quando seria possível novo agendamento de instalação, como tal deveria aguardar por um novo contacto. Continuo à 3 semanas sem qualquer tipo de contacto por parte da Worten, assim como quando entro em contato a resposta é que tenho que aguardar. Venho junto de V. Exs. solicitar que perante tal situação de burla, seja contactada a empresa Worten bem como o Fundo Ambiental para não proceder ao pagamento deste voucher. Cumprimentos. Ana Cristina Pato Clemente
Divulgação de conteúdo cientificamente enganoso
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente a publicidade que considero falaciosa e potencialmente danosa ao consumidor. Trata-se da promoção de um livro de receitas "naturais" transmitida durante o programa "A Sentença", da TVI. Em particular, tem sido afirmado ou fortemente sugerido em várias ocasiões que estas receitas podem curar doenças. Numa transmissão especificamente, foi inclusivamente dado a entender que tais receitas poderão constituir um adjuvante relevante no tratamento inicial de doenças oncológicas, através de mensagens que aparentam conferir validade científica a estas afirmações. Enquanto médic@, considero preocupante a divulgação de alegações de saúde desprovidas de qualquer fundamento científico, a qual pode criar falsas expectativas, induzir consumidores vulneráveis em erro e contribuir para decisões inadequadas relativamente à procura ou adesão a tratamentos médicos baseados na evidência. Solicito que esta situação seja analisada com rigor, atendendo ao risco de desinformação em matéria de saúde e suas respectivas consequências. Com os melhores cumprimentos
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
