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Movimentação fraudulenta
No dia 25-06-2026 fiz esta reclamação no site do BBPI. Registada com o nºROR00000000045637274. Não obtive qualquer resposta. Mas a reclamação que fiz pela linha de apoio no próprio dia 24 só chegou ao serviço de reclamações dia 26 (o que me foi transmitido ontem ao telefone quando eu liguei para a linha de colaboradores. Nesse contato por mim efetuado soube que falta assinar um documento de autorização de levantamento de sigilo bancário. Se não fosse eu a ligar ainda hoje não sabia disso. Peço a vossa ajuda e intervenção pois parece que vamos entrar na faze do empurra e de desresponsabilização. Apresentei queixa na GNR de Mafra no próprio dia 24-06-2026. Fiz reclamação também no livro de reclamações online no dia 25-06-2026 MC Carlos Manuel Correia Duarte NIF 137772211 c-passo@hotmail.com 914803006 Exmos. Srs. Boa tarde. No dia de ontem, dia 24-06-2026, por volta das 12h34 fui contatado pelo nº217207707 identificando-se como BPI e como pertencendo ao departamento de fraudes do BBPI. Informaram que estavam a ligar por causa de um movimento suspeito que identificaram na conta e que iam enviar um SMS com um código para eu autorizar a anulação desse mesmo movimento. Como ex-colaborador do Banco durante vários anos, achei estranho o procedimento de estarem a pedir por telefone um código SMS. Deixei a tal chamada em espera e liguei imediatamente, de um telefone fixo para o 217207700, linha de apoio do BPI, que me encaminharam para um departamento (supostamente das fraudes do BPI), onde relatei a estranheza daquela chamada, contando o que se estava a passar. O colega do outro lado da linha disse para eu desligar a chamada de imediato, oque efetuei. Entretanto o nº 217207707 voltou a efetuar mais duas tentativas de chamadas, que não atendi, pelas 12h49. Continuei na chamada do telefone fixo com o colega do BPI, que me foi fazendo perguntas. Se tinha sido eu a fazer os movimento, se conhecia os nomes que apareciam, se conhecia aquelas contas e qual era o meu equipamento telefónico. Eu disse que não tinha efetuado nenhum daqueles movimentos e que não os reconhecia, informei que não conhecia as pessoas nem as contas de destino das transferências, e que o meu equipamento era um Xiaomi. O meu último movimento tinha sido na máquina interna de depósitos do BPI de Mafra, no valor de 800.00€, cerca de 10 minutos antes do recebimento da tal chamada, que entendi como suspeita. Não fui eu a fazer o movimento de reforço de aplicação de 1.000.00€, que foi o 1º movimento não reconhecido por mim. Depois efetuaram vários movimentos de mobilização e transferências para outras contas. Movimentos que não reconheço além do reforço poupança: Mobilização Poupança Caravana 431/020 10.000.00€ Mobilização BPI Poupança IVA 431/023 4.400.00€ Mobilização deposito a prazo 447/008 15.000.00€ Mobilização BPI Poupança Caravana 431/020 3.700.00€ Mobilização BPI Poupança Filipe 431/024 5.000.00€ Entre as mobilizações referidas acima, foram efetuadas as seguintes transferências (que poderão confirmar na minha conta), num total 32.000€, para as contas abaixo, das quais não reconheço: PT50002300004584251670694 Madalena Sofia Tunguno 10.000.00€ (12h21) PT50001800036901988302017 Edmilson da Glória Margarida Falusso 7.000.00€ (12h26) PT50001000006541601000105 Filipe Fancon 15.000.00€ (12h28) Durante a chamada que eu fiz para o BPI, que demorou cerca de 1h30, e da qual o colega disse para eu desligar a outra chamada, fui informado de que iria fazer o procedimento para estas situações e indicou-me o nº do processo que ficava registado D-104838640. No decorrer dessa chamada ainda questionei a possibilidade de travar essas transferências e o sobre que iriam fazer. A resposta foi que iriam fazer os procedimentos necessários para a ocorrência, ficando eu com poucas informações sobre os tais procedimentos. Por fim, bloquearam os meus acessos (que acho que deviam ter ocorrido imediatamente, no inicio da conversa e não no final). O restante, não sei o que mais efetuaram. Ao desligar a chamada com o atendimento do BPI, fui de imediato ao balcão do BPI de Mafra onde recolhi um extrato com os movimentos e mencionei o porquê ao colega Dinis Vale, que me atendeu. Sai de balcão de Mafra e dirigi-me de imediato ao posto da GNR de Mafra para fazer a ocorrência. Ocorrência que ficou registada com o nº 000399/26.9GCMFR (Mafra). Que efetuaram, por sua vez, comunicação a PJ. Hoje dia 25-06-2026, pelas 9h dirigi-me ao Balcão BPI de Mafra, para entregar a participação da GNR e obter informações acerca do processo, bem como o pedido de devolução das respetivas transferências. Fui atendido pelo colega Dinis Vale, e à sua frente resolvi ligar também para a linha de apoio 217207700 (9h40), pois no balcão não havia qualquer informação acerca do número do processo que me tinham facultado ontem, por telefone pela linha de apoio. Depois de direcionarem a chamada para vários setores e após várias insistências, a D. Elisabete Alves lá disse que o processo estava em análise pela supervisão e não me adiantou mais nada, apenas que tinha que aguardar. Venho por este meio reafirmar que não fui eu que efetuei qualquer dos movimentos mencionados. Por achar estranho a chamada recebida, contactei de imediato os serviços do BPI (linha de apoio e balcão), além da queixa no GNR, ou seja, efetuei de imediato todas as diligências necessárias. Reforço ainda que o meu contacto com a linha de apoio ocorreu cerca de 10 minutos depois da hora das transferências e que se os serviços do BPI tivessem agido tão de imediato quanto eu agi, provavelmente ainda teriam ido a tempo de travar a saída do dinheiro das contas suspeitas (destino das transferências). Mais informo, que a segurança do meu dinheiro cabe ao BPI, banco onde confiei património. A vossa segurança falhou ao permitir que outros tivessem acesso aos meus dados e acedessem à minha conta, sem que tivessem solicitado qualquer confirmação da minha parte sobre a veracidade destas transações. Por tudo o que foi exposto, solicito que tomem as devidas diligências e procedam à reposição dos valores, que só a mim pertencem, com a máxima urgência. MC Carlos Manuel Correia Duarte NIF 137772211 Contatos: 914803006 c-passo@hotmail.com
Campanha Coca-Cola x Panini
Venho apresentar reclamação relativamente à campanha “Celebra o Campeonato do Mundo FIFA 2026 com Coca-Cola”, por considerar que a sua execução revelou graves falhas de transparência, comunicação e funcionamento. Participei de boa-fé, adquirindo produtos Coca-Cola para acumular pontos e trocá-los por saquetas Panini. Conservei os talões, submeti-os através da aplicação oficial e solicitei validações manuais sempre que os talões eram rejeitados. Muitos foram recusados sem justificação clara e os pedidos de validação permaneceram semanas sem resposta. Durante a campanha, comunicações essenciais foram efetuadas apenas por email, com um prazo de apenas 48 horas para resposta, sem qualquer aviso na aplicação, apesar de ser previsível que essas mensagens pudessem ser encaminhadas para a pasta de spam. O problema mais grave ocorreu no momento do resgate dos prémios. A própria aplicação aceitou os resgates, consumiu definitivamente os meus pontos, gerou vouchers individuais com códigos únicos e apresentou a mensagem: “Parabéns! Este é o teu voucher.” Em momento algum fui informado de que o resgate poderia ser recusado ou de que tinha atingido qualquer limite. A plataforma nunca bloqueou a operação nem apresentou qualquer aviso. Só posteriormente fui informado de que um dos vouchers não seria considerado, remetendo simplesmente para o regulamento da campanha. Mesmo admitindo a existência desse regulamento, considero que a entidade promotora tinha o dever de impedir a operação antes da sua conclusão. Não é aceitável permitir que um consumidor conclua um resgate, veja os seus pontos consumidos, receba um voucher válido e apenas depois seja informado de que esse resgate afinal não produz efeitos. Solicitei esclarecimentos concretos, mas recebi apenas respostas padronizadas que reproduzem o regulamento, sem responder às questões essenciais. Esta situação abalou a minha confiança na campanha e na forma como foi gerida. Solicito a reapreciação do meu processo, a entrega dos prémios aceites pela própria plataforma ou, caso tal já não seja possível, a restituição integral dos pontos consumidos, bem como uma explicação objetiva sobre o motivo pelo qual a plataforma permitiu operações que posteriormente decidiu não reconhecer.
Não resposta a pedido de cancelamento via email
Venho apresentar reclamação relativamente à ausência de resposta ao meu pedido de cancelamento de inscrição no Fitness Up. No dia 9 de junho de 2026, dirigi-me presencialmente ao clube Fitness Up de Arroios, que era o ginásio que frequentava, com o objetivo de tratar do cancelamento da minha inscrição. No local, fui informado de que, uma vez que a minha adesão tinha sido efetuada online, o pedido de cancelamento teria igualmente de ser submetido por via online. Assim, nesse mesmo dia 9 de junho de 2026, enviei um email para o endereço [apoioaocliente@fitnessup.pt](mailto:apoioaocliente@fitnessup.pt), que me foi indicado pelo próprio clube, solicitando formalmente o cancelamento da minha inscrição. Nesse email informei que o período de permanência obrigatória de 12 meses associado ao meu contrato já tinha terminado, pedi que fosse dado seguimento ao cancelamento e solicitei confirmação da data efetiva de cessação do contrato. No referido email identifiquei-me como Mário Seixas e indiquei o meu número de sócio: 38007272. No dia 12 de junho de 2026, por ainda não ter recebido qualquer resposta, voltei a enviar nova comunicação por email. Adicionalmente, contactei telefonicamente o apoio ao cliente da Fitness Up, tendo-me sido indicado que teria de aguardar até 10 dias úteis por uma resposta ao meu pedido. Apesar disso, até à presente data, não recebi qualquer resposta por parte da Fitness Up, nem confirmação da receção do meu pedido, nem indicação da data efetiva de cancelamento, nem qualquer esclarecimento adicional. Tendo eu apresentado o pedido de cancelamento em 9 de junho de 2026 e tendo aguardado o prazo de 10 dias úteis indicado pelo próprio apoio ao cliente, entendo que não existia fundamento para a tentativa de cobrança da mensalidade seguinte, prevista para 26 de junho de 2026. Perante a ausência total de resposta da Fitness Up e para evitar uma cobrança que considero indevida, procedi à inativação/cancelamento do débito direto junto do meu banco. Saliento que a inativação do débito direto não foi efetuada com o objetivo de incumprir qualquer obrigação contratual, mas sim como medida de proteção perante a falta de resposta da empresa ao meu pedido de cancelamento e perante a tentativa de cobrança posterior a esse pedido. Assim, solicito que a Fitness Up: 1. Confirme por escrito a receção do meu pedido de cancelamento enviado em 9 de junho de 2026; 2. Confirme o cancelamento da minha inscrição; 3. Indique a data efetiva de cessação do contrato; 4. Anule qualquer valor que tenha sido ou venha a ser cobrado relativamente ao período posterior ao prazo de pré-aviso indicado pelo próprio apoio ao cliente; 5. Confirme que não existe qualquer valor em dívida associado à mensalidade cuja cobrança estava prevista para 26 de junho de 2026; 6. Caso entenda existir algum valor em dívida, envie a respetiva fundamentação contratual, com indicação da cláusula aplicável, período cobrado e cálculo discriminado do valor. Considero inaceitável que, após ter seguido as instruções transmitidas presencialmente pelo clube e telefonicamente pelo apoio ao cliente, a empresa permaneça sem responder ao meu pedido de cancelamento e tente prosseguir com cobranças sem prestar qualquer esclarecimento. Solicito, por isso, uma resposta formal e urgente, bem como a regularização definitiva da situação.
compra em erro devido a má organização do stock
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma compra efetuada no dia 29/06/2026 na loja KIKO Milano do Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Desloquei-me à loja com a intenção de adquirir um gloss com a tonalidade n.º 16. No expositor, o produto colocado acima do respetivo tester não correspondia ao número apresentado, situação que me induziu em erro no momento da escolha. Em consequência, acabei por adquirir o gloss n.º 06, acreditando tratar-se do produto correspondente ao tester selecionado. Durante a compra solicitei ainda a gravação do nome “Ana” no produto. Apenas após a conclusão da compra e da personalização verifiquei que o artigo adquirido não correspondia ao produto que pretendia comprar. Quando expus a situação na loja, fui informado de que não seria possível proceder a qualquer resolução. Contudo, o problema não resulta de uma simples mudança de opinião relativamente ao produto adquirido, mas sim do facto de a disposição e identificação dos produtos no expositor terem induzido o consumidor em erro no momento da compra. Considero que a forma como os produtos se encontravam organizados e identificados foi suscetível de criar confusão quanto à correspondência entre os testers e os produtos disponíveis para venda, comprometendo a clareza da informação disponibilizada ao consumidor. Solicito, assim, a análise desta situação e uma resolução adequada. Encontro-me disponível para facultar fotografias do produto adquirido e quaisquer esclarecimentos adicionais que sejam considerados necessários. Com os melhores cumprimentos, André Melo Pedro
Serviço não realizado - salão inexistente
Efetuei o pagamento e marquei um serviço de aplicação de unhas de gel . T2185479974. No entanto, quando me desloquei ao local indicado para a realização do serviço, verifiquei que não existia qualquer salão nessa morada. Após contactar a pessoa com quem tinha efetuado a marcação, fui informada de que já não exerce essa atividade. Perante esta situação, solicito o reembolso integral do montante pago, uma vez que o serviço não foi prestado e a informação fornecida no momento da marcação não correspondia à realidade.
Venda a idoso sobre pressão
Exmos. Senhores Eu recebi um telefonema para ir fazer um rastreio de vários exames que eram muito importantes dada a minha idade, e eu fui ao chegar uma senhora mandou-me entrar na carrinha e começou a fazer um exame auditivo que eu exitei porque sei que não tenho solução para mim. Mas a senhora insistiu dizendo que era preciso aquele para fazer os outros seguintes. Saímos da parte de trás da carrinha e ela disse-me que o resto dos exames se faziam na outra parte da carrinha. Eu entrei, e estava uma rapariga de bata branca sentada à frente de um computador e a senhora que me acompanhava disse que era necessário retificar o exame. E eu acreditei, e a senhora simulou um exame que eu não percebi nada, mas eu estava confusa imaginando que se seguiam mais exames, a senhora que me acompanhava sentou-se e disse-me que eu tinha um grave problema no ouvido, que estava a perder a audição. Eu fiquei mais confusa ainda, e ela começou a tentar me convencer que havia solução. Não havendo eu continuei cada vez mais confusa e não percebia o que estava a acontecer, era como se tivesse meia adormecida e passei a fazer tudo o que me mandaram. A senhora mandou-me assinar e eu assinei sem qualquer responsabilidade não tive noção do preço, nem se podia pagar ou não, se fiz a compra a pronto pagamento ou em mensalidades. A senhora ajudou-me a sair da carrinha com muito cuidado, e parecia que tinha muito medo de eu cair. Eu continuei caminhando meio assustada e confusa. Isto aconteceu no parque de um Pingo Doce em Portimão. Eu não sabia para onde me dirigir, se entrasse no Pingo doce e comprasse alguma coisa, ou se me dirigir se para o carro. Entrei no Pingo doce sem saber bem o que fazia dando algumas voltas comprei duas coisas saí dirigindo-me ao carro, já um pouco mais consciente mas assustada. Consegui conduzir até a casa mas não dormi nada assustada com o que se tinha passado porque não acreditava naquele aparelho e como ia resolver o problema, (mas já consiente tive noção que antes de entrar na parte da frente da carrinha tinha consciência do que queria, sabendo que eu não necessitava de um exame de audição e que não ia me deixar enganar) também com medo de contar aos meus filhos. Porque eu já desconfiava que tinha sido burlada. Eu estava com uma depressão piorei muito, mas não sabia a quem me dirigir. Fui ao banco mas disseram-me que tinha que ir à polícia. Eu não pudia ir porque com toda aquela aflição, não sabia onde tinha posto o aparelho, e pensava que uma vez assinado, não poderia fazer mais nada. E assim tem continuado este sofrimento. Porque para mim é uma importância muito grande e que não me adianta rigorosamente nada. Há poucos dias desabafei com o meu neto de 15 anos, e ele lembrou-se logo de ir pesquisar, encontrando logo um caso parecido com o meu. Em que uma filha denunciava burla aos pais idosos cometida pela a mesma empresa. Foi para mim algum alívio porque já não me sentia só, e com esperança de que ainda havia algo a fazer, porque eu tenho 71 anos, fiz muitos rastreios mas nunca vi vender nada num rastreio. Este assunto me está prejudicando muito, e não quero que outros idosos sejam também prejudicados. Porque quem abusa dos mais velhos deve ser punido. Desde já agradeço a vossa colaboração e ajuda.
Banimento
Boa Noite! Minha conta de fans foi banida definitivamente hoje,ele vinha numa série de devolver a conta e a derrubar novamente,passou 4 vezes e essa vez foi a última porque não devolveram,começaram a colocar restrições e depois de 2 dias caíam,voltava em 2 ou 4 dias e até mesmo no mesmo minuto nunca cometi qualquer infração que vá contra aos critérios do insta e sempre andei atenta e rigorosa pra não cometer atos que poderiam me banir,nunca fui uma pessoa de postar coisas indevidas e apenas público e republico posts ao qual me dedico,peço que revejam o meu caso e me devolvam a conta,eu tinha muitas conversas e fotos importantes lá,sempre fui uma pessoa respeitosa e exemplar. se não resolverem,irei recorrer ao justiça e tribunal..já é a 4 conta este ano que me tiram injustamente enquanto alguns que cometem atrocidades seguem ativos.
Fraude - tentativa de entrega de encomenda não sucedida mas estive sempre na morada indicada
Pela segunda vez que recebo indicação que foi feita uma tentativa de entrega de encomenda que não foi bem sucedida por ausência do destinatário quando estive nos dias sempre em casa sem me ausentar. A única hipótese que dão para resolver é escolher outra data para a entrega garantindo que estou na morada e foi precisamente isso que fiz das duas vezes em que escolhi datas específicas e fiquei em casa propositalmente para receber a encomenda. A informação que estive ausente é falsa e é indicativa de fraude por parte da empresa. Contactos telefónicos de apoio a cliente não funcionam. Apesar de dizerem terem postos de recolha disponíveis, essa opção não aparece como resolução… só mesmo escolher outra data, coisa que já fiz e por duas vezes disseram que passaram na morada e é mentira.
Regulamento Interno do Parque Orbitur Sitava Milfontes
Exmos Senhores Sou frequentador permanente do parque da Orbitur Sitava Milfontes. Tenho um contracto anual de permanência num alvéolo situado nesse parque onde instalei uma Mobile Home. Nesse contracto, assinado entre as partes, consta, para além de outros, a obrigação de cumprir o Regulamento Interno do Parque, como é natural e que este está para consulta pública na recepção. Acontece porém que, quando nos dirigimos à mesma, informam-nos que não podem fornecer uma cópia do Regulamento (oito folhas), que se quisermos podemos consulta-lo lá e, dizem-nos que têm ordens expressas "superiores" para não deixar ninguém fotografar! Terão alguma coisa a esconder? Como posso ter acesso ao RI, que creio ser um direito meu como parte interessada no contracto? Em que repartição estatal deve este contrato constar para que possa recorrer à mesma. Cordiais cumprimentos
Experiência de acessibilidade horrível
No dia 27/06 fui com a minha mãe ao Rock in Rio ver o concerto do Rod Stewart. A minha mãe sofre de obesidade, tem 69 anos e tem 120kg. Ela não é considerada inválida nem tem atestado de incapacidade. E eu não tenho carro. Sendo um evento inclusivo, isto não devia ser impedimento e à 1a vista. Passo a citar os factos: 19:30 - Chegamos de Uber e tivemos de andar tudo a pé desde a paragem do Uber. Mesmo o acesso através do Shuttle da carris fica longe da entrada e para pessoas que tem mobilidade reduzida, não existe outra alternativa senão andar a pé até à entrada ou ir de carro. 20:30 - Conseguimos chegar á entrada do Rock in Rio e apanhamos um boogie que nos levou à central de acessibilidade. Aqui foi nos dito por uma assistente, que tínhamos de fazer a inscrição na recepção e de receber pulseiras para ter acesso à zona de acessibilidade. Quando chegamos à recepção, uma senhora estava a atender outra pessoa, quando nos viu ignorou-nos inicialmente e após alguns minutos com um sorriso de esgar e cínico, disse que não tinham cadeiras de rodas e que tínhamos de ir para a fila para deixar o nome e o contacto. Assim fiz. Fui atendida por outra senhora que me informou igualmente que não havia cadeira, que não podia fazer nada. Deixei os meus contatos. Esta senhora também não era NADA simpática. Parecia que nos estavam a fazer um favor. Após deixar os contatos, a 1a senhora continuou a ignorar-nos, não dando as pulseiras, nem explicando como poderíamos ir para o palco mundo. Depois apareceu outra senhora que nos viu ali e procedeu à nossa inscrição e deu-nos as pulseiras. A minha mãe recebeu uma pulseira de necessidades especiais e eu de acompanhante. A senhora que nos atendeu explicou por onde tínhamos de ir e reforçou que se nas plataformas de acessibilidade, tivessem acompanhantes, estes teriam de sair e dar lugar à minha mãe. E para tal, deveríamos falar com os assistentes que se encontravam nas plataformas. 21:30 - Começamos a andar a pé para a zona de acessibilidade. Paramos em vários lugares para minha mãe poder descansar. Quando chegamos às plataformas de acessibilidade do palco Mundo (Eram 2, uma para cadeira de rodas e outra para outras necessidades) os assistentes não nos deixaram entrar, alegando que a plataforma estava cheia e com a capacidade máxima. Eu disse-lhes que me tinham informado na recepção que os acompanhantes tinham de ceder o lugar, e estes tinham de lhes dizer para saírem, pois a minha mãe e outras pessoas que estavam à espera, tinham PRIORIDADE. A resposta que obtive foi ALUCINANTE: "Desculpe, nós podemos convidar os acompanhantes a cederem o lugar, mas não os podemos obrigar. Assim têm de esperar". 23:00 - Estivemos desde as 21:30 até as 23h à espera de poder entrar na plataforma. O concerto do Rod Stewart começou ás 22:40 e a 1a parte do concerto a minha mãe viu o que pode encostada a um caixote do lixo, pois já não consegui estar em pé sem ter dor nos joelhos. Eu fiquei na fila para marcar-lhe o lugar e ter a certeza que ela ia ter uma cadeira e quando chegou a nossa vez, eu já não sabia onde ela estava e quase nos perdíamos uma da outra, mas depois encontrei-a e ela finalmente sentou-se. Enquanto esperamos vi outras pessoas com necessidades a serem tratadas da mesma forma e a serem "instruídas" que tinham de aguardar. Nunca em momento algum os assistentes tentaram falar ou abordar os acompanhantes para darem lugar às pessoas que realmente necessitavam. As pessoas que foram tratadas da mesma forma: Uma senhora que tinha o pé engessado Uma senhora que tinha um dos pés com uma tala Uma menina, provavelmente com trissomia ou outra necessidade, que estava com os pais que a tinham por perto com uma coleira de plástico para ela não se perder deles Um senhor que apresentava uma atrofia muscular num dos braços Um rapaz que tinha dificuldade na fala e possivelmente um atraso cognitivo A todos foi respondido: "Desculpe, nós podemos convidar os acompanhantes a cederem o lugar, mas não os podemos obrigar. Assim têm de esperar". As pessoas ripostavam chateadas, claro, e os assistentes ignoravam completamente. Olhavam para outro lado e não faziam absolutamente nada! Era como falar com paredes ou pessoas que estão noutro mundo. Senti abuso de poder e zero empatia. Provavelmente como não são pagos, fazem o trabalho da forma mais miserável possível e não contribuem que as pessoas que já estão numa situação de vulnerabilidade, tenham uma experiência positiva. 23:30: A minha mãe sentou-se e viu o concerto e no meio do mesmo, uma cadeira na 2a fila mesmo à frente do palco, ficou livre. Um dos assistentes perguntou-lhe se ela queria ir e que a vista era melhor. Assim foi, ela foi para o lugar vago e a cadeira que ela estava a ocupar ficou vaga. Eu perguntei se podia levar a cadeira para ao pé dela e sentar-me com ela. Havia espaço. Foi me dito um não redondo. E tive de estar de joelhos no chão sentada ao lado dela, não podendo estar em pé porque tirava a visibilidade às pessoas que estavam atrás. O cúmulo da situação foi quando um dos assistentes veio ter comigo e me disse que eu estava a causar-lhe problemas com outras pessoas que queriam entrar na plataforma e havia uma cadeira livre e eu estava ali. Perguntei-lhe novamente: posso pôr a cadeira aqui? E ele disse não e foi-se embora. A mim já pode abordar para dizer que me tinha de sentar noutro sitio?? Em vez de dar a cadeira a alguém que precise! E quando entrei na plataforma nunca me sentei. Tive sempre perto da minha mãe em pé, quando ela entrou na plataforma e ficou mais para trás. Portanto, que raio de abordagem é esta?? Porque é que falam com uns e outro não? CHAMA-SE DISCRIMINAÇÃO. Eu ofereci o bilhete à minha mãe e comprei um para ir com ela, para vivermos a experiência de ver o Rod Stewart juntas. Eu não ia sair de ao pé dela se havia espaço!!!! 00:30: Após o concerto, tivemos de andar a pé desde a plataforma até à saída. Mais uns 40m. E conseguimos apanhar o autocarro, mas mais uma vez a minha teve de andar e parar muitas vezes. Daria 0 estrelas a esta experiência, se existisse essa possibilidade. Foi a 1a vez que fui ao Rock in Rio. Não irei mais. Foi uma experiência muito decepcionante e infernal até um certo ponto. Atendimento e acompanhamento da parte dos assistentes da acessibilidade muito mau, para não dizer horrível e sem humanidade ou verdadeira preocupação pelas pessoas com necessidades especiais. A cidade do Rock não é inclusiva, como tão bem vendem. Eu senti-me tratada como lixo juntamente com a minha mãe. Chego à conclusão de que o ROCK IN RIO só existe para facturar, facturar e faturar. Apresentam uma imagem muito glamorosa de tudo, incluído da organização da acessibilidade, mas depois não deixa de ser um FIASCO e um autêntico desastre.
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