Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Reembolso de viagem - Pedido de indemenização EC261

No dia 22 de maio de 2018 tinha o check in feito para o voo 7681, EV38CSZ, às 16h55, de Lisboa para Zurique. A referência do voo na booking era 119 59 29 13 4. O voo foi cancelado na última hora quando já tinha passado a zona de segurança. Fui contatar a Esayjet e informaram que tinha que procurar outro voo ou aguardaria por outro voo da Easyjet, mas não tendo data definida! Eu teria que estar sem falta no dia 23 de maio às 09h00 na RAV (organismos de desemprego na Suiça). Consegui arranjar um único voo nesse mesmo dia na TAP. A Easyjet já não tinha mais alternativas nesse dia. Reclamei as despesas do voo da TAP e alguma alimentação. A Easyjet respondeu que ao abrigo do o Regulamento EU261/2004 não teria direito à devolução do valor.

Encerrada
A. C.
23/05/2018

CONTESTAÇAO DO AUTO Nº 449959

Refª: Auto de Noticia Nº 449959 de 16 de Maio de 2018Exmos Srs:IEm 16 de Maio foi-me emitido o auto em referenciaIINo auto a infração é caracterizada como titulo invalidoIIIPelo que me apercebi a invalidade, era referida ao prazo de validadedo cartãoVFacto que não é referido no autoVIAo validar o cartão, emitiu um sinal sonoro. Para mim estava tudo bemVIIFiquei estupefacta ao verificar que os cartões “andantes” tinhamvalidade! Nunca fui informada dessa limitação e muito menos vi escritoem nenhum ladoVIIIOra, para mim o cartão estava correto, porque, repito: não fui informada,nem vi escrito em nenhum sitio que a validade do cartão é limitadaIXContrariamente ao apresentado no auto o cartão foi validado, mas por razoes que não me são imputáveis estava fora de validade. Assim considero e solicito que fique nulo e sem efeito o auto nº 449959 de 16 de Maio de 2018.A bem da imagem da empresa e para prevenir situações futuras, deve a Metro do Porto informar os seus clientes de forma clara desta e outras situações obscuras.23 de Maio de 2018Olga Rita Soares Sampaio

Resolvida
A. C.
24/04/2018

Reembolso de voo por motivos de força maior (doença)

Tinha uma viagem marcada para esta terça-feira (24 de abril), para Helsínquia, com a TAP (com regresso a 30 de abril). O número da reserva: JRMR4V.Esta sexta-feira o meu pai foi operado de urgência. Descobriram um tumor no intestino que desconfiam ser maligno. Aguardamos ainda a análise, mas fomos avisamos para nos prepararmos para o pior. Imagine o quão difícil está a ser para a nossa família lidar com esta situação inesperada. A situação é complexa e sensível, e não há condições para viajar quando temos passado os dias no hospital a acompanhar a recuperação do meu pai. Quando ele vier para casa ainda vai ser preciso mais apoio. Portanto, estou mesmo impossibilitada de sair do país.Telefonei para a TAP, e informaram-me que, uma vez que marquei o meu voo em tarifa discount, não poderia obter reembolso. Mesmo perante esta situação, que está completamente fora do meu controlo e que não podia prever que acontecesse. Apenas podia cancelar/pedir reembolso online (ao qual procedi, com a referência ROR21679408421), mas informaram-me que apenas iria receber taxas com um valor de cerca de 18 euros, quando paguei um total de 209.60 euros por ambos os voos.Considero completamente inadmissível que a TAP ignore situações de força maiores como estas. São doenças graves, fora do nosso controlo, e obviamente que não podemos prever que estas coisas vão acontecer aos nossos familiares mais próximos.Gostaria que me ajudassem a obter um reembolso total, ou outra solução adequada, uma vez que sinto que os serviços da TAP não foram prestáveis, nem compreensíveis, perante uma situação que está completamente fora do meu controlo. É mesmo inadmissível que a TAP tenha tamanha falta de consideração e sensibilidade pelos seus clientes.

Encerrada
A. C.
16/04/2018

Bilhetes por e-mail.

ede expresso e me foi enviada à factura electrónica e um bilhete estrôncio contendo o número da reserva e também o número dos bilhetes, feita te o meu ponte de embarque e mostrei o único documento que havia recebido por e-mail pelo compra do brilhe, e o motorista me disse que o e-mail que eu recebi não era bilhete, fui de boleia até Sete rios para não perder o autocarro, fui até o guiche e mostrei o e-mail que eu avia recebido que confia o número da reserva e a senho me disse para ir até a máquina vermelha e por o número da reserva para imprimir o bilhete, o bilhete foi impresso e segui viagem.Na volta para lisboa eu fui até o balcão novamente e solicitei a impressão do bilhete de regresso para casa, a senhora me pedi-o o número da reserva e eu passei o número para ele e ela me disso que não poderia imprimir o bilhete pois o número da reserva já havia sido utilizado anteriormente e ela me aconcelhou a comprar outro bilhete de regresso a casa. Fui até ao motorista da empresa e mostrei o e-mail e o mesmo me disse que aquele e-mail não era bilhete mesmo estando escrito no título, “bilhete electrónico” tive mesmo que comprar outro bilhete extra para voltar para casa. Isso é uma falta de respeito pra com o cliente. Estou muitíssimo insatisfeito com os serviços prestamos pela Rede expresso. Enviei um e-mail a empresa na sexta feira e na segunda feira me respondendo com outra confirmação de compra com fatura, com o mesmo e-mail que já haviam enviado depois da compra.Eu preciso que vocês me devolvam o dinheiro do bilhete do Centro sul para sete rios, do bilhete de Viseu até sete rios e de sete rios até Almada centro sul.

Encerrada
J. M.
12/04/2018

Pedido de indemnização

Em 09abr2018 a TAP air Portugal cancelou o voo TP1681 com destino ao Funchal, com hora prevista de saída às 13:30h inviabilizando o início de um período de férias (09abr a 16abr2018) que tinha planeado em setembro de 2017 e para a qual já tinha adquirido passagem de volta na TAP para 16abr, alugado carro na Rentalcars e estadia no Pestana Palms.O referido voo, com sáida prevista para as 13:30h, foi inicialmente atrasado para as 14.30h com a informação de falta de tripulação de cabine e posteriormente efetivamente cancelado com o argumento de mau tempo.Cancelado o voo, fui informado para me dirigir o balcão de apoio ao cliente, o qual realizai e que após de três horas na fila fui atendido por uma colaboradora da TAP informando que não haveria voo, e que só me disponibilizariam novo voo em 13abr2018, o que recusei pois inviabilizava todas as minhas férias.Face ao acontecido, solicitei à mesma colaboradora para que fosse ressarcido dos gastos já suportados (voos, estadia e aluguer de carro) pois a responsabilidade era da TAP pois ao não garantir o voo de ida, inviabilizou todo o planeamento posterior por mim efetuado, a qual me respondeu que que me deveria ligar à linha de reservas da TAP, para cancelamento das reservas de voo e ressarcimento dos mesmos. Indignado escrevi no livro de reclamações do qual tenho duplicado e que pretendo enviar para a ANAC.Contactada telefonicamente a TAP(linha de reservas), esta informou que só devolveriam os gastos do voo de ida e das taxas aeroportuárias do voo de regresso e que os outros custos teriam de ser suportados por mim, o que não aceitei, dando origem a esta reclamação, pois considero que a responsabilidade de toda a situação é da companhia aérea TAP, por não ter garantido o serviço para a qual se tinha comprometido,.

Encerrada

troca da carta de condução estrangeiro

Gostaria de fazer a troca da minha carta de condução brasileira para portuguesa, já tendo ido duas vezes ao IMT de Leiria e não esta sendo possível, pois os funcionários exigem um documento com minha morada fornecida pelo SEF ( sendo que este documento exigido, fica retido no SEF quando buscamos nosso titulo de residência definitivo). Alem de que, na lei do próprio IMT( lei 40/2106 de 29 de julho e lei 37/2014 de 10 marco ) e no site consta que basta entregar um documento comprovativo da residência em território nacional ( no meu caso tentei apresentar O comprovativo de morada da junta de freguesia, apresentado em outros órgãos públicos e aceites).

Encerrada

Estacionamento-Parque Curbside Partidas

Sendo a primeira vez que utilizei o aeroporto de Lisboa, estacionei no dia 07-12-2017 durante 4 horas no Parque Cubside Partidas, cujo o formato só nos leva a crer que aquele é o único estacionamento do local, tendo ainda um aviso que os 10 primeiros minutos seria grátis.Como já havia ido ao aeroporto do Porto e por duas horas havia pago o valor de 7,54 euros, imaginei que não seria diferente em lisboa e que por 4 horas pagaria apenas e no máximo 25 euros.Mas ao sair veio a surpresa, tive que pagar o absurdo de 97 EUROS. Nem um estacionamento privado e este preço, nem para deixar uma semana um carro chega a ser esse preço absurdo.E o mais incorreto ainda é o fato de na entrada não haver nenhuma placa informando os preços abusivos que serão cobrados caso você escolha aquele tipo de parque.Aos Sócios da DECO, informo que fiquem espertos quanto a esse parque de estacionamento.

Encerrada
M. D.
25/12/2017

Recusa de entrega da bagagem, atrasos e cancelamentos

Por este meio, reclamo e manifesto o meu descontentamento referente ao sucedido no dia 20 de dezembro de 2017 com o serviço de transporte aéreo da SATA / Azores Airlines, sendo a situação a seguinte:Adquiri um bilhete Lisboa-Horta para as 07:00h do dia 20 de dezembro de 2017 (Mónica Dias, ETKT nº 3315763403256), tendo sido declarada a necessidade de transporte de um animal no porão e confirmada esta reserva pela transportadora aérea.Efetuei o check-in eletrónico no dia anterior à viagem, declarando que levaria também bagagem de porão. Foi-me impossibilitado de imprimir o talão de embarque, enviar para o smartphone ou e-mail.No dia 20, compareci no balcão de check-in antes da hora de fecho (sendo o tempo indicado pela SATA 1 hora antes do voo), com o intuito de entregar a minha mala e proceder à entrega do meu animal de estimação, quando fui impedida de chegar perto dos balcões por um funcionário do aeroporto.Este funcionário alegou, com maus modos, que o voo seria realizado às 06:50h e não às 07:00h, que eu me encontrava atrasada e que os balcões estavam já fechados, não me oferecendo qualquer opção. Saliento que não fui notificada da alteração da hora do voo e que mais que um contacto foi fornecido à companhia no ato de reserva e check-in eletrónico.Dirigi-me balcão de informação da SATA do aeroporto de Lisboa, onde me foi oferecida a hipótese de viajar para a ilha do Pico no dia seguinte (21 de dezembro), ao qual eu concordei. Foi-me cobrado 4 euros pela emissão deste bilhete. Saí do Aeroporto de Lisboa, quando recebi uma chamada telefónica do balcão de informação da SATA a notificar-me que houve um engano e que a minha viagem seria realizada para a ilha do Pico nesse mesmo dia (20 de dezembro) às 14:00h.Por volta das 12:00h regressei às instalações. Após me dirigir de novo ao balcão de check-in, onde entreguei a minha mala de porão e me foi dado o talão de embarque, foi-me pedido que voltasse lá 1:15h antes do voo para proceder à entrega do meu animal de estimação.Entretanto fui notificada por SMS que o voo estaria atrasado 1 hora, o que me foi confirmado pela funcionária do balcão de check-in, o que se repetiu uma 2ª vez e alterado o destino do voo para a Horta (devido às condições atmosféricas no Pico), sendo então a hora final do voo às 16:00h para a ilha do Faial.Como pedido, compareci no balcão de check-in 1:15h antes do voo, tendo ficado à espera 45 minutos para conseguir entregar o animal de estimação. Ou seja, só às 15:30 me acompanharam ao local para a entrega, ultrapassando a 1 hora estipulada pela SATA e ficando com apenas 10 minutos para passar pela segurança e me dirigir à sala de embarque. Sala essa, que me foi dito pela funcionária do balcão de check-in ser a porta 26 (que se situa num extremo do edifício), e que depois verifiquei não ser verdade, sendo então a porta 7 (que se situa exatamente no extremo oposto).O embarque decorreu normalmente. Após estarem todos os passageiros sentados nos devidos locais e a bagagem estar toda arrumada, foi-nos comunicado que o voo para a Horta não seria realizado pois o avião não chegaria ao destino antes do ocaso e que teríamos que desembarcar da aeronave.Após o desembarque e de ter recolhido os meus pertences, foi-me informado que a SATA ofereceria transporte e alojamento na zona de Torres de Vedras, ao qual recusei por o local ficar a cerca de 40Km de distância do aeroporto. A outra única alternativa que me foi oferecida foi então de utilizar o meu próprio dinheiro para alimentação/ transporte e posteriormente enviar os custos através de e-mail para a SATA para ser reembolsada. Cheguei ao meu alojamento para essa noite depois das 19:00h, não me tendo alimentado em condições o dia todo, nem o meu animal de estimação.O voo para a ilha do Pico foi finalmente efetuado no dia 21 de dezembro pelas 08:00h. Mais uma vez, fui obrigada a esperar 45 minutos para entregar o meu animal, ultrapassando a hora estipulada pela SATA, o que apenas me deu 10 minutos para passar pela segurança e me dirigir à sala de embarque.A viagem de avião decorreu normalmente. Quando cheguei à ilha do Pico fui transportada (a meu cargo) para o terminal marítimo, onde adquiri um bilhete para a Horta (destino para o qual comprei o bilhete de avião originalmente), tendo chegado à ilha do Faial por volta das 12:00h. Cheguei ao destino quase 30 horas depois do previsto e fui obrigada a gastar 96,13€ do meu bolso em transportes e alimentação, valor este, que obviamente está comprovado com recibos e faturas.Posteriormente fui informada por diversas pessoas, que o voo Lisboa-Horta (que me foi recusada a entrega de bagagem em horário adequado) saiu do aeroporto de Lisboa atrasado cerca de 2 horas e que a vasta maioria dos passageiros não receberam a sua bagagem no destino, pois o avião estaria com o depósito de combustível demasiado cheio e não foi possível carregar toda a bagagem devido a problemas de sobrepeso. A este ponto, finalmente consegui compreender porque é que me impediram de chegar ao balcão de check-in.É também de salientar a inconformidade de horários de entregas de bagagem e outros pertences (incluindo neste caso animais de estimação), aos quais os passageiros são obrigados a cumprir e que a própria companhia aérea não cumpre.Também vai para além da minha compreensão o facto de realizarem um embarque na totalidade e 15 minutos depois chegarem à conclusão de que o avião não pode realizar a viagem para o destino porque não chega antes do pôr do sol, quando se sabe que vários aviões já aterraram (e continuam a aterrar) de noite no aeroporto da Horta.A qualidade desta companhia aérea deixa bastante a desejar, sendo de conhecimento público que o número de ocorrências deste género tem acontecido com cada vez mais frequência. Estando ciente dos meus direitos como passageira e regulamentação existente, por toda a exaustão física e mental que me fizeram passar, a mim e ao meu animal de estimação, por todo o meu dinheiro que gastei, por toda a indelicadeza que tive que lidar por parte de alguns funcionários da SATA e do aeroporto de Lisboa, por terem afetado a minha agenda pessoal e por me terem colocado nesta mais que infeliz situação, eu exijo ser reembolsada e corretamente indemnizada.

Encerrada
J. S.
28/11/2017

Alterar dados de um dos passageiros

Um dos passageiros está incapacitado de viajar.A TAP não permite alterar o nome do passageiro para que outra pessoa viaje no seu lugar.A TAP não devolve o valor da reserva deste passageiro em caso de cancelamento, apenas algumas taxas de aeroportoContactei o call center da TAP e não me apresentaram solução, apenas me disseram que neste caso cancelo a reserva por uma quantia muito baixa ou levarão um lugar vazio no avião.

Encerrada
A. C.
13/10/2017

Dinheiro retido em máquinas de bilhética

Dia 04/10 ao carregar o zapping com 10 € na máquina 2 da estação de Algés a máquina ficou com a nota e não carregou cartão. Reclamei na bilheteira.O processo proposto foi inenarrável:- A funcionária quase reclamou comigo por não esperar ainda mais tempo em frente à máquina - pelos vistos às vezes devolve a nota. Se tiver sido o caso, alguém a levou por mim, das pessoas que estavam na fila atrás de mim.- A funcionária disse que a máquina era como o Multibanco só que não fala a dizer para recolhermos o dinheiro. Parece-me que faria toda a diferença, para esperar ainda mais tempo do que os 2 minutos que esperei.- A nota não estava no circuito até ao cofre pelo que ou já estava no cofre ou foi devolvida a alguém atrás de mim na fila.- Tive de preencher um impresso A4 com imensos dados. No fim, a funcionária disse-me que ia escrever um mail com aqueles dados para os serviços centrais analisarem. Se assim é porque fica o preenchimento do lado do cliente, fazendo-me perder tempo?- A decisão de reembolso dos 10€ tanto pode vir hoje como amanhã, nas palavras da senhora. E implica ir à mesma estação - não pode ser noutra. Ora a estação não fica nos locais que costumo frequentar, ainda desconheço se terei ou não direito ao reembolso.- Nesse mesmo dia apresentei reclamação no canal online da CP para o efeito. Pedi-lhes que fosse revista a forma como é gerido o processo de reembolso e que me indicassem por email ou telefone se tenho direito ao reembolso, pois a deslocação à estação para saber é algo inviável para mim.- Fiz nova reclamação dia 10/10, por falta de resposta e pedindo que me indicassem qual o SLA para resposta a reclamações.- Fiz nova reclamação hoje pois ainda não tenho qualquer resposta.Dia 04 acabei por ficar sem dinheiro para carregar o bilhete e desisti dos meus planos que me obrigavam a utilizar o comboio. A empresa não mostrou qualquer intenção de me resolver o problema e ainda atira para o cliente o ónus da sua resolução.

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.