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Pedido cancelamento servico
Exmos. Senhores Ontem à tarde dirigi-me a empresa depilconcept em Guimarães para uma avaliação. Foram-me apresentados os produtos e diferentes opções de packs. A proposta apresentada apresentava um valor muito alto e a vendedora aconselhou outro pack e uma forma de pagamento faseado. Não me foi dito que esse pagamento seria um crédito, pediram-me os documentos e ai percebi que foi ativado o Cofidis pay. Hoje dirigi-me a empresa a pedir o cancelamento desse serviço pois considero o valor muito elevado. Foi-me dito que não fazem cancelamento. A minha questão é que o processo foi feito ontem. De quanto tempo disponho para a cancelar, não tenho esse direito??? Agradeço ajuda.
Impossibilidade de cancelamento do plano
Exmos. Senhores, Desde novembro de 2024 que tento cancelar o plano de saúde medicare, pois já não necessito do mesmo por ter adesão ao seguro de saúde do meu cônjuge. E neste momento encontro-me em dificuldades financeiras (desemprego) e enviei novamente e-mail para cancelar no dia 23/06/2025. Novamente entram em contato a informar que só posso cancelar em abril de 2026 porque o plano é anual e renovável automaticamente. Mais li no site a seguinte informação: " Deverá cumprir o pré-aviso de 30 dias para o final da anuidade em curso. O não pagamento da mensalidade associada ao plano não implica anulação do mesmo, gerando apenas valores pendentes de regularização." Sendo que tenho a possibilidade de cancelar e manifestei minha vontade de cancelar e acabaram por renovar o plano, infelizmente. Ou seja mais uma vez contra a minha vontade. Não me importo de cumprir o pré aviso. Mas não quero ter mais despesas uma vez que me encontro financeiramente instável. Cumprimentos. Aline Barros
Alteração do Plano
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação dirigida à companhia de seguros responsável pelo meu contrato de seguro de saúde e dentário com cobertura de estomatologia, contratado em fevereiro de 2025 para a minha filha de 6 anos. Na altura da adesão, a principal razão para incluir a cobertura de estomatologia foi a indicação médica de que a minha filha poderia necessitar de um tratamento dentário com anestesia geral. No entanto, após diversas consultas realizadas, verificou-se que tal procedimento não será necessário. Assim sendo, a cobertura de estomatologia deixou de ser relevante para o nosso caso. Dado este novo cenário, entrei em contacto com a vossa linha de apoio ao cliente com o intuito de manter o seguro de saúde e dentário, excluindo apenas a cobertura de estomatologia. Para minha surpresa, fui informado de que tal alteração não seria possível até fevereiro de 2026, ou seja, um ano após a contratação da apólice. Importa referir que em momento algum fui informado previamente sobre essa limitação de permanência obrigatória da cobertura durante 12 meses. Perante isso, solicitei o envio de uma cópia do contrato ou da gravação da chamada no momento da contratação, para poder confirmar que fui devidamente informado e que concordei com tais termos. No entanto, essa solicitação foi recusada pela vossa equipa. Desta forma, requeiro formalmente uma das seguintes soluções: A alteração imediata da apólice, mantendo o seguro de saúde e dentário, mas com a exclusão da cobertura de estomatologia; O envio de uma cópia do contrato assinado ou da gravação da chamada onde tenha sido informado claramente desta obrigação contratual. A minha intenção nunca foi cancelar o seguro, mas sim ajustá-lo à realidade atual da necessidade da minha filha. No entanto, considero abusivo ou, no mínimo, uma falha grave de comunicação e transparência da parte da vossa companhia não informar previamente estas condições restritivas. Aguardo um contacto breve e uma solução célere para esta situação. Com os melhores cumprimentos, Roberta Osório Número do Cartão Médis: 23827110700 Telefone : 934098584 Email: robertabella0109@gmail.com Cumprimentos.
HPA não aceita devolução de artigo incorretamente prescrito
Exmos. Senhores, No passado dia 19/06/2025, Quinta-feira, feriado nacional, desloquei-me aos serviços de urgência do Hospital Particular do Algarve, SA (HPA), sita em Cruz da Bota, Estrada de Alvôr, Portimão, com queixas de uma provável lesão no tendão de Aquiles. Depois de ter efectuado os exames de Raio X e TAC, ambos inconclusivos - porque incompetentes para a avaliação da eventual lesão - , fui atendido pelo médico ortopedista, que marcou exame de ecografia para o dia seguinte (uma vez que este serviço estava encerrado naquele dia feriado) e imediatamente mandou colocarem-me uma bota imobilizadora Walker, standart, tamanho L. Paguei pela mesma o valor de 97,25 Euros, conforme recibo que se junta. No dia seguinte, sexta-feira, fui fazer o exame prescrito, a ecografia, da qual, somente ontem, dia 23, recebi o respectivo relatório e que revelou rotura do tendão de Aquiles, conforme também se junta. De imediato consultei o meu médico e este referiu que a mencionada bota Walker não era indicada para o tratamento daquela lesão uma vez que era fixa, obrigando o pé a ficar permanentemente a 90 graus e, com isso, nunca poder ser tratado, podendo até agravar a lesão. Prescreveu-me, então, uma bota imobilizadora, regulável na extensão/flexão. Desta forma, desloquei-me, ontem, durante a tarde, à mencionada unidade de saúde e solicitei a troca da bota fixa por uma regulável prontificando-me a pagar a diferença caso houvesse. Contudo, foi-me referido que o HPA não possuía botas reguláveis, apenas fixas. Solicitei, então, a devolução da bota e o reembolso do valor que dispendi, uma vez que me era completamente inútil. Foi-me referido que não aceitavam a devolução daquele artigo pois já tinha sido usado. Acabei por adquirir numa casa da especialidade uma bota regulável, "medi ROM Walker", com a qual iniciei o tratamento da lesão. Considero, portanto, que os meus direitos de consumidor não foram respeitados por parte do HPA, tendo pago 97,25 Euros por uma bota que nunca me deveria/poderia ter sido "receitada", solicitando, desde já, os Vossos bons ofícios no auxílio da resolução desta reclamação. Cumprimentos.
Falta de atendimento eficaz e orientação clínica pela Linha SNS24
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela Linha SNS24, que considero inaceitável e profundamente frustrante, tendo em conta a situação clínica em que me encontro. Desde o dia 21/06 estou com sintomas preocupantes: ouvido tapado, perda significativa de audição, tonturas e sensação de pressão, com agravamento progressivo. No dia 22/06, fui encaminhada pela linha SNS24 para o centro de saúde da Póvoa de Varzim, onde fui atendida por uma médica que, após avaliação, referiu que eu deveria ser vista com urgência por um especialista em Otorrinolaringologia. No entanto, informou-me que não me podia encaminhar para esse serviço porque não pertenço à unidade local, sendo a minha unidade de saúde a USF Santos Pousada, no Porto. A partir desse momento, iniciei uma série de tentativas para voltar a contactar a linha SNS24, sem sucesso durante horas. No dia 23/06, após múltiplas chamadas falhadas e mais de 1 hora em espera em cada chamada, fui finalmente atendida por uma enfermeira, que, após ouvir o meu relato, me disse que iria encaminhar-me para o serviço de urgência do Hospital da Póvoa de Varzim. Informou, no entanto, que não tinha a certeza se essa unidade dispunha da especialidade de otorrino, mas que, se não houvesse, eu deveria voltar a ligar para a linha para ser encaminhada a outra unidade. Pedi esclarecimentos sobre se poderia saber sem me deslocar fisicamente ao hospital se de facto existia a especialidade de otorrino, e a enfermeira respondeu que sim — que bastaria ligar ou perguntar na triagem. Segui o seu conselho e telefonei diretamente para o hospital da Póvoa de Varzim, onde me confirmaram que não havia otorrino disponível, e sugeriram que voltasse a ligar ao SNS24 e pedisse para ser enviada para o Hospital de São João, no Porto. Assim o fiz. Liguei novamente à linha e fui atendida pela enfermeira Carla Sousa. Expliquei a situação e, para meu espanto, fui contrariada de imediato, sendo acusada de estar a mentir. Disse-me que, estando de férias em Mindelo, e com a morada atual fora do Porto, não poderia ser reencaminhada para o Hospital de São João, e que deveria ser o hospital da Póvoa a tratar da transferência. Tentei, em desespero, explicar tudo o que me tinha sido dito anteriormente — tanto pela outra enfermeira como pelo hospital —, bem como a urgência da minha situação, mas a enfermeira Carla recusou-se a ajudar, não demonstrou qualquer empatia ou vontade de resolver a situação, limitando-se a repetir que “não podia fazer nada”. Neste momento, encontro-me completamente sem acesso a cuidados médicos adequados, mesmo tendo procurado várias clínicas privadas (que não dispõem de otorrino em urgência). A resposta em todos os casos foi que só teriam vaga daqui a vários dias. Além do mais, terei agora de marcar uma consulta no privado — a única opção restante. E quem irá pagar essa despesa? Todos nós já contribuímos para o Serviço Nacional de Saúde através dos nossos impostos. No entanto, mesmo pagando, não conseguimos usar o serviço público quando mais precisamos dele, porque o acesso está condicionado por decisões incoerentes e arbitrárias de profissionais da linha SNS24, que demonstram falta de sensibilidade, humanidade e sentido de responsabilidade clínica. Relembro que todas as chamadas para o SNS24 são gravadas. Assim, solicito que revisitem as gravações das minhas chamadas dos dias 22 e 23 de junho de 2025, de forma a confirmarem os relatos aqui apresentados. As provas das contradições e da falta de apoio adequado encontram-se aí registadas. Estou completamente desiludida, frustrada e indignada com a forma como fui tratada. Gostaria de solicitar uma resposta formal a esta reclamação, bem como uma explicação sobre os procedimentos da linha SNS24 nestes casos e a atuação da profissional em questão. Data: [23/06/2025]
Atraso da cirurgia
Exmos. Senhores, Quero fazer uma denuncia ao hospital Beatriz Angelo estou aguardando a 5 meses da cirurgia do joelho direito com problema de circulação de sangue e outros problemas de saúde pelo atraso da cirurgia com joelho atrofiado tenho uma reclamação no órgão reguladora de saúde ers com número da reclamação. A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) registou a sua reclamação, e atribuiu-lhe a referência REC_59415/2025. Em conformidade com o nosso procedimento interno, cada reclamação vai, em primeiro lugar, ao conhecimento do estabelecimento prestador de cuidados de saúde, que é quem tem a obrigação legal de a analisar, de lhe responder e de dar conhecimento à ERS do seguimento que lhe dispensou. Por sua vez a ERS, nos termos e por força dos seus Estatutos, aprovados pelo Decreto-Lei n.º 126/2014, de 22 de agosto, procede à monitorização e apreciação do tratamento dado pelo prestador à reclamação, a fim de garantir a adequação da análise e tratamento da situação e a uniformidade e legalidade de todo o processo. Assim, informamos que iremos remeter cópia da presente reclamação ao estabelecimento mencionado, pelo que deverá aguardar a resposta do prestador. Caso pretenda consultar o estado do processo, deverá aceder à página da ERS, em www.ers.pt e, na área dedicada aos Utentes, selecionar "Reclamações", seguida de "Consulta de Reclamações" e inserir a referência acima indicada. Para aceder ao link direto a essa opção, clique aqui. Com os melhores cumprimentos, O Departamento do Utente da Entidade Reguladora da Saúde. ATENÇÃO: Esta é uma mensagem automática. Questões dirigidos a este endereço eletrónico não obterão resposta. Quaisquer pedidos relacionados com este assunto devem ser enviados para reclamacoes@ers.pt, com menção expressa, no assunto, à referência do processo acima indicada. Cumprimentos.
Dificuldade cancelamento
Venho por meio deste solicitar o cancelamento do meu contrato. Entrei em contato na semana passada por telefone e ficaram de entrar em contato comigo e até o momento nada foi feito. Por nao ter assinado nenhum termo onde conste eventual fidelização d aminha marte com a medicare agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos.
Consulta aftamologia
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Boa tarde e de muito mau gosto nao responder e encerrar a reclamacao a minha filha neuza Alexandra leandro alves tinha uma consulta no hospital de tomar na aftamologia mandei email.para remarcar nao obtive resposta agradeco que a doutora amelia da aftamologia de tomar que volte a remarcar a consulta da minha filha o meu contacto e o 927446250 e muito yriste nao darem valor aos doentes e triste
Cancelamento
Eu, Yasmin Rezende, venho por este meio manifestar a minha indignação com a prestação de serviços Medicare. Já fiz o pedido de não renovação do contrato, mas fui informada de que estava fora do prazo de 30 dias de antecedência para rescindir o contrato. Fui obrigada a permanecer por mais 12 meses. Já se passaram os 12 meses e hoje pedi novamente o cancelamento do contrato, na qual foi negada mais uma vez, visto que faltam 29 dias para renovar. Porém a Medicare tem a obrigação de informar sobre a renovação, na qual eles não cumpriram. E não teve nenhum email, ligação ou SMS sobre a data de renovação do contrato. Portanto, exijo o cancelamento da mesma. Obrigada!
Pedido de Reavaliação de Comparticipação – Autorização PA0226803
Pedido de Reavaliação de Comparticipação – Autorização PA0226803 Prezados, boa tarde! Venho por este meio solicitar a reavaliação da condição de copagamento total do procedimento autorizado sob o processo PA0226803, referente à medicação endovenosa em regime de Hospital de Dia (EV/IV), realizado em 27/05/2025 no Hospital CUF. Conforme documento de autorização anexo, o procedimento foi aprovado sob orientação médica da Dra. Maria Manuela Brochado (CRM 32562), especialista em hematologia, por se tratar de um tratamento necessário e com base clínica justificada. No entanto, surpreendeu-me a indicação de que todo o valor será suportado por mim, mesmo estando o procedimento autorizado. Solicito, portanto, a revisão da condição de pagamento e a possibilidade de comparticipação parcial, com base no quadro clínico e no enquadramento do plano Médis Light. Anexo a este pedido: Cópia da autorização Fatura/orçamento do Hospital CUF (~440,00€) Relatório médico e exames laboratoriais Dados do contrato/plano de saúde Aguardo resposta célere, considerando que se trata de um tratamento com possível continuidade, e que a não comparticipação representa um ônus financeiro elevado e incompatível com a lógica de proteção assistencial do seguro. Já obtive a informação de que os seguros saúde em Portugal não devem negar este tipo de procedimento. Obrigado! Com os melhores cumprimentos, Mário Mátos NIF: 318785900 +351 926 194 907
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