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Devolução de produto danificado
Fiz um pedido de devolução na Amazon no dia 11 de maio e desde então a experiência tem sido absolutamente péssima. Depois de vários contactos para o apoio ao cliente, a recolha da encomenda só aconteceu no dia 19 de maio. Segundo o tracking da transportadora, a encomenda foi entregue nas instalações da Amazon no dia 21 de maio, mas até hoje continuo sem qualquer atualização ou reembolso. O mais absurdo é que a aplicação da Amazon ainda mostra a mensagem “o reembolso será processado quando recebermos a encomenda”, apesar de existir confirmação de entrega há dias. Já liguei várias vezes para o apoio ao cliente e ninguém resolve nada. Cada contacto dá informações diferentes, não existe acompanhamento do caso e o serviço pós-venda tem sido horrível. Estamos a falar de uma empresa gigante que consegue fazer entregas em 24h, mas aparentemente não consegue confirmar uma devolução entregue no próprio armazém nem processar um reembolso dentro de um prazo razoável. Sinto uma enorme falta de respeito pelo cliente e uma completa ausência de transparência. Neste momento continuo sem o produto e sem o dinheiro. Muito dececionado com a forma como a Amazon está a tratar esta situação.
Retaliação direta
Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa QSL Restauração Lda., relativa a atos de retaliação e violação dos direitos do trabalhador e do denunciante. Exposição dos Factos: Estatuto de Denunciante: No âmbito de denúncias efetuadas sobre irregularidades graves na unidade Maia Centro, a empresa reconheceu-me formalmente, via e-mail no passado dia 14 de maio, o estatuto de Denunciante Protegido, ao abrigo da Lei n.º 93/2021. Retaliação e Suspensão: No passado dia 22 de maio (sexta-feira), fui surpreendido com uma comunicação verbal de suspensão preventiva. Esta medida ocorre imediatamente após a formalização das minhas denúncias e da notificação de queixa à Ordem dos Advogados contraa instrutora do processo, configurando um ato claro de retaliação, expressamente proibido pelo Artigo 21.º da referida lei. Obstrução e Falta de Transparência: A gerência recusa-se sistematicamente a fornecer-me qualquer explicação por escrito ou documento formal que fundamente a suspensão, impossibilitando o meu direito à defesa. Apesar dos meus pedidos formais via e-mail, a empresa mantém-se em silêncio, violando os deveres de informação e boa-fé previstos no Código do Trabalho. Solicito a vossa intervenção e apoio jurídico para: Denunciar a prática de retaliação contra um denunciante protegido. Forçar a empresa a entregar a documentação legal relativa à minha suspensão. Garantir que os meus direitos laborais e a minha integridade profissional sejam preservados perante esta tentativa de silenciamento. Encontro-me disponível para facultar todo o histórico de e-mails e provas documentais que sustentam esta reclamação. Com os meus cumprimentos, Francisco Silva
Cadastro Vinted Pro
Gostaria de apresentar uma reclamação formal relativamente à impossibilidade de utilizar corretamente os serviços da Vinted enquanto Empresária em Nome Individual (ENI) devidamente registada e enquadrada fiscalmente. Sou ENI registada em Portugal, com todas as obrigações fiscais inerentes. Assim, toda a minha atividade de vendas, incluindo as efetuadas através da Vinted, está sujeita ao cumprimento rigoroso das obrigações fiscais nacionais e europeias. No entanto, ao tentar converter a minha conta atual para Vinted Pro, verifiquei que o sistema não aceita o meu NIF, alegando que este não é válido. Recordo que, como ENI, o meu NIF é o mesmo que o meu número de contribuinte pessoal – situação perfeitamente normal e reconhecida pela Autoridade Tributária portuguesa. Esta limitação está, assim, a impedir-me de exercer corretamente a minha atividade através da conta Pro, apesar da própria Vinted publicitar que ENI podem aderir a este regime, correndo também o risco de ter a conta bloqueada por elevado número de anúncios e vendas. Esta situação colocam-me numa posição muito difícil: - Impossibilidade de converter a minha conta para Pro, apesar de ser ENI e de a Vinted publicitar essa possibilidade; Gostaria de reforçar que esta situação não é um caso isolado, afetando outros utilizadores ENI em Portugal, como já foi possível constatar em fóruns e grupos de discussão relacionados com a Vinted. Assim, e tendo já exposto esta questão diretamente ao vosso suporte sem que tenha obtido uma solução, solicito que seja encontrada uma resolução urgente para este problema, seja permitindo a inserção do NIF pessoal na criação da conta Pro (em conformidade com o regime ENI). Aguardo resposta por escrito no prazo legal. Att, Débora Ribeiro
Reclamação - Retenção indevida de valores por caducidade / Omissão de informação obrigatória ao cons
Venho por este meio formalizar uma queixa contra a empresa Odisseias Puras, S.A., após a mesma ter recusado, através dos seus canais de apoio, a reativação ou conversão em créditos do voucher que me foi oferecido. Odisseias.com A empresa alega que o voucher expirou há mais de 6 meses e que o sistema bloqueia o código. Contudo, recuso aceitar esta perda patrimonial, uma vez que o suporte físico do produto padece de graves ilegalidades à luz do direito do consumidor: Odisseias.com O voucher físico não apresenta qualquer data de validade impressa, violando o direito básico à informação clara, legível e transparente. O voucher indica expressamente no papel que é "renovável", mas omite por completo qualquer menção ao prazo limite de 6 meses para efetuar essa renovação, bem como omite a cobrança oculta de uma taxa de 20% sobre o valor total do pack para esse efeito. Ao ocultar estes prazos e custos no produto físico, a Odisseias impediu-me de tomar conhecimento das restrições em tempo útil. A retenção do valor total pago pelo comprador original, sem a respetiva prestação do serviço e baseada em regras ocultadas ao consumidor no ato da entrega do produto, configura um enriquecimento sem causa e uma prática comercial abusiva (violação do Artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 24/2014). Dado que a empresa mantém uma postura inflexível perante uma falha de informação que é da sua inteira responsabilidade, solicito a intervenção da ASAE para a fiscalização desta prática e exijo que a Odisseias proceda à reativação excecional do voucher ou à devolução do respetivo montante sob a forma de créditos em conta.
Hotel
Ao chegar no hotel mesmo já pago tive que pagar novamente, pois A EDreams não havia pago ao hotel.
Incongruência de diagnóstico e reparação de viatura
Exmos. Senhores, no dia 1 de Abril de 2026, por notar uma vibração estranha e um ruído tipo mola na roda dianteira direita do meu carro, recorri à MyForce Belém para um diagnóstico gratuito, com o objetivo de efetuar não só a reparação como também a revisão do carro antes da inspeção anual de Maio de 2026. Nesse diagnóstico, que anexo, foram identificadas 6 "não ok" ou não conformidades e foi-me entregue um orçamento (que anexo). Perante o orçamento, marquei intervenção de reparação a 14 de Maio de 2026. No dia 14 de Maio de 2026, como me tinha sido informado, deixei a viatura na MyForce Belém pelas 8:30. Foi combinado que, caso fosse necessária alguma alteração ao orçamento inicial (visto que o ruído poderia ser não das barras estabilizadoras como previsto no orçamento mas sim de algo adicional como amortecedores ou braços/rótulas/triângulos suspensão dianteiros), eu como cliente seria previamente contactada e teria de consentir qualquer alteração. Nesse mesmo dia, pelas 16:33 e sem qualquer contacto prévio por alterações, recebo uma mensagem: "Exmo. informamos que a sua viatura PEUGEOT já se encontra pronta. A sua oficina MyForce". Pelas 17:30 desse mesmo dia, uma chamada da oficina a informar o mesmo que explícito na mensagem. Pelas 18 horas de 14/5/26, encontro-me na oficina para levantar o carro - pelo que me é informado que não foram feitas alterações ao orçamento inicial, que tudo se encontrava conforme, efetuei o pagamento. Quando liguei o carro e iniciei marcha, mantinha-se o mesmo problema. Voltei e informei os 2 mecânicos presentes. O responsável deu 2 voltas no carro e disse que realmente se mantinha o barulho - na minha presença, desmontaram a roda, colocaram óleo, deram mais uma volta e pediram-me para levar o carro a esta oficina 2a feira, hoje dia 18/5/26 para tentarem perceber o que se passava, tendo sido confirmado telefonicamente 6a feira dia 15/5. Hoje dia 18 de Maio de 2025, como combinado, deixei o carro na MyForce Belém pelas 9h para ser efetuado novo diagnóstico. Pelas 11:50 recebo uma chamada da oficina a informar que o meu carro apresentava problemas nos braços de suspensão, que o colega anterior "não tinha reparado" (SIC), com um novo orçamento de 326,86 euros que anexo. Indignada, contactei o Apoio ao Cliente (210115017) e foi-me aconselhado redigir este email para exposição superior. Fora todas as questões óbvias, desde o primeiro diagnóstico os amortecedores e os "braços" estavam ok e me disseram que trocar a barra de suspensão resolveria o problema. Face ao exposto, solicito esclarecimento urgente sobre: como foi entregue a viatura após a primeira reparação sem teste ou confirmação de que o problema tinha ficado resolvido? se o diagnóstico de 1 de Abril e 14 de Maio sempre disse que os amortecedores e os braços etc estavam ok, como é possível que, após 2 diagnósticos, me seja apresentado um novo problema ? Por que motivo me está a ser apresentado um novo orçamento para uma falha que deveria ter sido detetada antes?
Retrocesso no pagamento indemnização
No passado dia 07/04/2026, efectuei participação devido a danos causados pelas chuvas e tempestades que assolaram Portugal em janeiro e fevereiro, foram-me solicitados orçamentos que, solicitei a prestadores de serviços, que espaçados no tempo fui recebendo e reencaminhado para agente de seguros, que os fazia chegar a vocês. O primeiro orçamento que enviei, juntamente com fotografias dos danos, foi referente ao recuperador calor/lareira, que ficou danificada, devido à chuva que entrou pela chaminé, devido às fortes rajadas de vento que “empurravam” a água pelos tubos abaixo, no dia 30/04/2026, recebo um e-mail com o assunto “Pagamento de recibo indeminização”, contactei o meu agente para ter a certeza que isto era a confirmação de que a seguradora suportava os custos com a reparação da lareia, tendo obtido resposta afirmativa, contactei o prestador de serviços, este como estava com pouco serviço perguntou se na segunda-feira, dia 03/05/2026, poderia passar na minha habitação a levantar a lareira e levar para a oficina e reparar, deu o meu ok, ele assim o fez e dois dias depois, já me estava a entregar a mesma reparada e colocou-a no sitio, paguei o serviço no valor de 490€, conforme estava orçamentado. Como o valor da indemnização nunca mais entrava na minha conta, contactei o meu agente de seguros que após entrar em contacto a UNA, me enviou um e-mail a confirmar que o pagamento era referente à lareira, então fiquei sossegado porque tenho a UNA como pessoa de bem, e porque a minha relação com o meu agente de seguros foi sempre de total confiança e transparência. Na quinta-feira, dia 14/05/2026, recebo a visita do perito Sr. José Silva, e durante a nossa conversa inicial, onde ele me explicou o que vinha fazer e fotografar, disse-lhe que sobre a lareira já tinha recebido um e-mail a confirmar o pagamento, então ele disse que se já estava resolvido, inclusive, aconselhou-me a guardar o e-mail com a confirmação (talvez já tivesse conhecimento de episódios semelhantes) que não fazia sentido ver a lareira e apenas fotografou os outros danos que constavam na participação. Nos dias seguintes e como o dinheiro demorava a entrar, contactei o apoio ao cliente da UNA, e depois de uma longa espera ao telefone, porque quem atendeu não me sabia responder, lá vem a resposta “não considere o e-mail”….pedi para falar com o superior dele, foi-me dito que estava ocupado, mas que me devolveriam a chamada, que ainda aguardo a devolução, após desligar voltei a contactar o meu agente de seguros, que após contactar o comercial da UNA, voltou-me a confirmar que eu iria receber o pagamento. E ontem recebo o e-mail a declinar o pagamento da participação na cobertura e depois outro do meu agente a informar que também a lareira foi recusada. Posto isto, sinto-me ENGANADO pela seguradora, porque inicialmente pagavam, era um valor baixo, não havia problema, quando juntei outros orçamentos à mesma participação, mudaram de opinião em relação à lareira, sem que o perito tenha feito uma inspecção à mesma. Como podem decidir sem ter uma avaliação do perito, quando só com a fotografia aceitavam pagar a reparação? Resumindo, se tivesse efectuado participações diferentes, já teria recebido o dinheiro da reparação da lareira.
Prioridade nas caixas
Exmos. Senhores, Quero manifestar o meu desagrado, quanto a obrigatoriedade da prioridade nas caixas. Lojas Loures e Malveira. Sou doente oncologica com 97% de incapacidade, e na maioria dos casos, em que as caixas estao a abarrotar, peco na caixa a prioridade. A resposta obtida, é nos dada de que só temos prioridade no caso dos clientes que estão na fila autorizarem. Os clientes é que autorizam? ou a caixa tem de informar, que têm uma prioridade a atender, pedindo para deixar passar o respetivo carro? Não deixando passar, quando chegamos a caixa, já me disseram muitas das vezes, que nao é pela cara das pessoas, que se vê, se tem ou não a necessidade de prioridade, porque poderá haver na fila, pessoas com maior necessidade que eu e que nao se pronunciam. Outra das respostaé de que posso ter prioridade, nas caixas automáticas. E eu sou obrigada a saber trabalhar com as caixas automaticas? Quando na maioria dos casos a assistente não está presente e nos mandam esperar, que venha alguém. Estou-me a referir a todas as caixas, porque as destinadas à prioridade, estão na maioria dos casos fechadas, ou têm pessoas, que aparentam nao terem necessidade de ali estarem. Já fiz reclamacao na pagina do pingo doce e nunca obtenho resposta. Posso elogiar o pingo doce de frielas, , ou outros que tem fila unica, e nos mandam sempre chegar à caixa. Não seria mais comodo e pratico, satisfazer o cliente assim? Cumprimentos. Maria Delgado
Acidente em voo
Exmos. Senhores, Venho solicitar apoio relativamente a uma situação ocorrida com a companhia aérea EasyJet, relativamente à qual continuo sem obter resposta adequada apesar de já terem passado várias semanas desde o primeiro contacto. No dia 16/04/2026 viajei no voo EJU7626, entre Funchal (Madeira) e Lisboa, durante o qual sofri uma lesão no joelho na sequência de um incidente ocorrido a bordo. A situação foi imediatamente comunicada à tripulação, tendo sido solicitada assistência médica antes da aterragem. À chegada a Lisboa fui encaminhada diretamente do avião para o hospital, onde recebi assistência médica e ficaram registadas as lesões sofridas. Desde então continuo com dores, inchaço persistente, limitação de mobilidade e necessidade de acompanhamento médico. Existe necessidade urgente de realização de ressonância magnética para avaliação da gravidade da lesão e eventual necessidade de cirurgia, fisioterapia e incapacidade temporária para o trabalho. Contactei a EasyJet várias vezes, enviei documentação médica, comprovativos e restantes elementos solicitados, mas até ao momento continuo sem resposta concreta relativamente: * à abertura formal do processo; * à seguradora responsável; * ao apoio/reembolso das despesas médicas; * ou aos próximos passos do caso. Sinto que a situação está a ser ignorada ou sucessivamente adiada, apesar da gravidade clínica e financeira do problema. Solicito assim orientação e apoio da DECO Proteste relativamente aos meus direitos enquanto passageira e consumidora, bem como sobre os meios adequados para obter resposta e acompanhamento do caso. Com os melhores cumprimentos, Ana Pereira
Nota de liquidação não enviada
No passado dia 6 de maio, procedi ao pagamento integral do valor de 1.368,03 € referente ao processo n.º 20_3141015212_ILS (Crédito ao Consumo), gerido pela EOS. Apesar de a dívida estar liquidada, a EOS tem adiado constantemente o envio da Nota de Liquidação / Declaração de Quitação. Sempre que contacto a empresa, dão-me novos prazos de entrega ("daqui a dois dias", "no fim da semana") que acabam por nunca cumprir. A falta deste documento impede-me de fazer prova de que a situação está regularizada e atrasa a atualização do meu nome junto do Banco de Portugal. Solicito, por isso, que a EOS envie com brevidade a respetiva declaração de quitação e confirme o arquivamento definitivo deste processo.
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