Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Dificuldade cancelando fidelidade abusiva para cancelamento em situação de desemprego
Prezados Senhores, Venho por meio deste relatar que estou enfrentando dificuldades para cancelar o serviço com a empresa. Estão me cobrando quinzenas referentes a períodos em que não utilizei o serviço, além de uma taxa de cancelamento no valor de 50€. A cada dia que passa, os valores quinzenais continuam a ser somados. Informei a alguns funcionários, por meio dos canais de comunicação da empresa, que estou desempregado e possuo carta de desemprego para comprovar minha situação. No entanto, fui informado de que, enquanto não efetuar o pagamento dos valores pendentes e da taxa de cancelamento, a dívida continuará aumentando. Vale ressaltar que os valores cobrados são em dobro, uma vez que também pago pelo serviço do meu cônjuge, que é minha dependente. Adicionalmente, fui colocado em um contrato de fidelidade de 4 meses, dos quais o segundo mês já havia sido pago, mesmo sem ter utilizado o serviço. Após esse período, houve um mês em que não me cobraram devido a uma promoção interna, da qual não fiz uso em nenhum momento. No entanto, após o fim desse mês de bônus, as cobranças foram retomadas, apesar de eu já me encontrar desempregado, e as quinzenas desde então não estão sendo quitadas. Diante disso, solicito a revisão dessas cobranças e uma solução para o caso, considerando minha situação financeira atual. Atenciosamente, Cumprimentos.
Cancelamento
Exmos. Senhores, Fiz a adesão do plano em época com proposta futura de um novo ginásio em Odivelas que era para ficar pronto em meados do mês de Junho/Julho. A intenção como moro próximo a este ginásio que estaria sendo construído de frequentar, mas o ginásio não sei por qual motivo não será mais feito no mesmo local ou próximo. Paguei taxa para realizar a inscrição na época. Após um período começou em meu banco aparecer possíveis cobranças referente ao ginásio mas como podem cobrar algo que ainda não estava pronto? Não desejo frequentar outro ginásio e gostaria de solicitar o cancelamento e também possíveis cobranças futuras ou pendentes que estejam em meu nome pois fiz uma adesão com promessa de um ginásio e este não existe. Quem quebrou contrato ou como eles possam chamar não fui eu pois a minha intenção seria este ginásio e como ele não irá existir, não desejo outro. Para nossa ajuda, nunca existe telefones ou e-mail para possível cancelamento. Tudo deve ser feito em algum de seus ginásios mas para cancelar fiquei sabendo de outro ponto que tenho que pagar multa para cancelar. Como posso eu pagar por uma coisa que nunca pisei o pé no ginásio, nunca paguei nada a não ser a taxa de inscrição com a promessa de existir um ginásio em odivelas que não ficou pronto e não existe. Me sinto lesado por acreditar em uma promessa, pegarei meu dinheiro, não cumprirem o prometido e ainda tenho que pagar por isso. Cumprimentos.
Procedimento de atendimento.
Exmos. Senhores, Por email enviado em 18/09/2024 (16:34), a Clínica CUF Alvalade informou-me que a minha mãe tinha consulta subsequente de geriatria com a Dra. Maria Margarida Dias Nunes agendada para 02/10/2024, às 10:30. Na data da consulta, a funcionária do balcão - guichet 4, atendimento entre as 10:30 e as 11:00 - informou que a consulta de geriatria com a Dra. Margarida Nunes fora suspensa, tendo sido sobrepostas outras consultas, e que essa médica recusava-se a ver a doente porque não tinha tempo para tal. A mesma funcionária, sem identificação visível, disse ainda que a sua chefia informava que a suspensão fora efectuada por outra funcionária externa à CUF Alvalade mas não se sabia por que razão tinha sido suspensa. Nem a ora reclamante nem a sua mãe receberam, por email, sms ou contacto telefónico, qualquer aviso de que a consulta já não se realizaria na data acima indicada. A mãe da aqui reclamante tem 91 anos de idade, sofre de fibrilhação auricular e necessita da ajuda da filha para se deslocar ao médico, a qual teve de faltar ao seu trabalho paa esse efeito. A Clínica CUF Alvalade contactou outro médico em substituição o qual respondeu, igualmente, que não tinha tempo para a consulta de geriatria - até porque tinha de inteirar-se da situação da doente para compreender os exames que a Dra. margarida Nunes tinha anteriormente andado a doente realizar. Assim, a mãe da ora teve de vir embora sem qualquer consulta de geriatria realizada. Pretende-se informação sobre melhor actuação no que se afigura como uma ofensa aos direitos da doente. Ao balcão foi preenchida a queixa no Livro de Reclamações para envio à ERS. Com os melhores cumprimentos. Cristina da Silva Lopes Cumprimentos.
Falta de 2 artigos
Fiz uma compra de vários itens e veio faltando 2 itens , reclamei reembolso e foi recusado. Eu particularmente não compro mais neste site.
Abuso de poder da PM do Porto
Exmos. Senhores, Venho por este meio descrever uma situação inadmissível que aconteceu esta segunda-feira, dia 30-9-2024. Eu, estudante universitária, estacionei o meu carro numa rua onde diariamente estão vários carros estacionados. A rua tem pouco movimento, não tem qualquer sinalização de que não é permitido estacionar, tem estacionamento marcado de um dos lados, e do outro não tem qualquer indicação. Quando estacionei o carro, a Polícia Municipal estava lá presente, mas inativa, estavam apenas dentro da sua carrinha, parados na mesma rua onde eu estacionei o carro. Eu estacionei, passei a pé pela Polícia, e nada me foi comunicado. Estacionei por volta das 10:30, e às 11h foi registada uma infração por estacionamento indevido, passo a citar, "em faixa de rodagem onde o trânsito se faz nos dois sentidos, obrigando à utilização da parte da faixa de rodagem destinada ao trânsito em sentido contrário". Ora, com tal não posso contestar pois é de facto um ponto do Código da Estrada, embora diariamente não seja cumprido naquela rua e nada aconteça. No entanto, acho completamente inadmissível terem-me rebocado o carro, e exigindo o pagamento de 135€ para o levantar. É um completo abuso de poder pois 1) eu estava presente no local ao mesmo tempo que a Polícia, que me poderia perfeitamente ter passado a multa e pedido simplesmente para tirar o carro; 2) todos os dias estão lá carros estacionados, não são rebocados e não causam qualquer transtorno; 3) consideram menos transtorno chamar um reboque para o meu e os restantes carros que lá estavam, do que me pedir para tirar imediatamente o carro e resolver o assunto por aí? 4) sou estudante, não tenho meios financeiros para suportar um valor tão absurdo que teria sido evitável. É um abuso enorme. Tudo seria até compreensível se por ventura eu não estivesse no local no momento em que a Polícia também estava. Mas eu estava no local, e tenho testemunhas, e foi simplesmente esperado que eu saísse da zona para multarem e rebocarem o meu carro. Foi-me ainda informado que a Polícia não é obrigada a informar nada. Não estou revoltada com não terem informado da possibilidade da multa, estou sim revoltada com não me terem pedido de imediato para tirar o carro. É uma falta de bom senso enorme de TODOS os Polícias que lá se encontravam. Já enviei reclamação e espero que resolvam rapidamente este assunto. O reboque foi completamente desnecessário e espero que a Câmara tenha a amabilidade de reconhecer isso e me devolver a quantia que paguei para o levantamento do meu veículo. Cumprimentos.
Atendimento loja de Sintra
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar com a qualidade de serviço prestada na vossa loja de Sintra na vertente do tempo de espera. Não se justifica ter apenas um gichet a prestar serviço! Cheguei a estar 6 horas para conseguiste atendido!! Cumprimentos.
Nao pagam IRS RETROATIVO
Exmos. Senhores, Estive a trabalhar ate finais de agosto e nao tenho os rendimentos retidos entre janeiro e agosto de 2024. com efeitos retroativos Cumprimentos.
Não cumprimento do contrato
Exmos. Senhores, Gostava de uma solução para um problema no qual se decorre há mais de 1 ano, onde é feito a tentativa de cancelamento do plano sem sucesso e já expressando minha total insatisfação com a empresa Medicare. Realizei o contacto ano passado solicitando o cancelamento antes de renovarem, mas me disseram que somente poderia ser feito em uma data específica, como estava em outro país não consegui cancelar, então foi renovado. Tentei cancelar novamente este ano e para minha surpresa agora estão me cobrando todos os outros meses que não foi utilizado o plano, algo que não se encontra no contrato. Vale ressaltar que não solicitaram minha assinatura em momento algum neste contrato. Espero que resolvam esta situação e me deixem em paz, como pode ser tão difícil cancelar um plano? Cumprimentos.
Injúrias /Insultos por parte do Presidente
Exmos. Senhores, Venho por este meio, apresentar reclamação pela forma desrespeitosa, injuriosa e agressiva que fui tratado pelo presidente da instituição, o Sr. José Maria Querido no dia 01/10/2024 pelas 20.00h. Além de me ter insultado, disse-me que o acesso ao bar do Atlético Clube da Sismaria é reservado a Sócios pelo que não poderia estar ali. Assim sendo, a informação que o acesso é reservado a sócios deveria estar afixada na entrada. Irei reclamar a situação no Livro de Reclamações físico, para que a situação não se repita com outras pessoas e para que as entidades competentes tomem uma posição acerca do sucedido. Cumprimentos.
Recibo não emitido
Exmos. Senhores, No dia 25 de setembro apresentei-me na porta de embarque do aeroporto do Porto para embarcar num voo da Ryanair (FR1387) com destino a Bruxelas. No momento de embarque foi exigido o pagamento de uma taxa de 60€ porque, supostamente, a minha bagagem de mão não podia ser embarcada na cabine (não contestaram as medidas ou o peso, que de resto a bagagem cumpria). Apesar de ter contestado, paguei a quantia exigida (condição para eu poder embarcar). Solicitei de imediato a emissão da fatura/recibo relativa ao pagamento exigido. A funcionária da porta de embarque recusou emitir a fatura/recibo naquele momento porque não podia interromper o embarque em curso para emitir a referida fatura. Insisti para que me fosse emitida a fatura mas a funcionária em causa reforçou a sua recusa, assegurando-me, contudo, que a fatura seria emitida depois de concluído o processo de embarque e que a mesma seria disponibilizada na minha conta Ryanair. Contrariado, acabei por aceitar esta alternativa. Contudo, até ao momento (dia 2 de outubro de 2024) a referida fatura não foi emitida, apesar dos inúmeros contactos que fiz com a Ryanair, seja por email, seja através de chat, argumentado a Ryanair que não podem emitir a fatura/recibo porque a mesma só poderia ter sido emitida quando foi feito o pagamento, emissão que foi recusada pelo pessoal de embarque da Ryanair, como referi! Argumentam ainda que só há lugar à emissão de fatura/recibo quando o valor pago está sujeito ao pagamento de IVA, o que, aparentemente, não será o caso (tenho dúvidas sobre isto). Pode a Ryanair recusar a emissão de uma fatura/recibo de uma taxa que cobrou com base nestes argumentos? A fatura/recibo é para mim essencial porque pretendo contestar judicialmente esta cobrança e, para isso, eu preciso de documento formal que sirva de prova do pagamento efetuado e que explicite os fundamentos desse pagamento. Cumprimentos. Virgínio Sá
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
