Reclamações públicas
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Cobrança indevida de crédito
Exmos. Senhores, No dia 07/10/2024, por lapso cliquei na app do cartão universo na transferência instantânea no valor de 265,75€, dei de imediato conta do erro mas só consegui devolver o valor no dia seguinte, através dos pagamentos livres. Trata-se de publicidade agressiva e que leva ao utente da app a clicar sem querer. No entanto, o cartão universo tem vindo a cobrar todos os meses um pagamento fracionado com juros. No extrato de Dezembro é cobrado 15,70 € e diz que o saldo em dívida é de 151,47 €. É impossível contactar para resolver esta situação, o contacto telefónico atende um assistente virtual (IA) que não resolve e esclarece nada, na app, através de mensagem, fiz um pedido de esclarecimento e de cancelamento do cartão, mas sem sucesso. Venho solicitar a vossa intervenção no sentido de obter esclarecimentos, e de me ajudarem a cancelar o cartão, pois trata-se de abuso ao consumidor. cumprimentos, Paulo saraiva Cumprimentos.
Fraude na resolução de sinistro
Exmos. Srs., Face á tentativa de fraude e incompetência de V/ Exa., venho por este meio expor a situação que ocorreu no dia 18/11/2024 pelas 02:00. No dia mencionado, a viatura encontrava-se devidamente estacionada na via pública nos Olivais Sul, quando deflagrou um incêndio na viatura ao lado (Ford) tendo se propagado e causando estragos na minha viatura e noutras, tendo a Polícia Judiciária tomado diligências e efetuado o auto da situação, auto esse levantado por mim no dia imediatamente a seguir. No seguimento do ocorrido, terei participado a ocorrência á minha seguradora, Seguro Direto, no qual terá encaminhado devidamente a situação á seguradora da viatura onde ocorreu o aparato, designadamente Lusitânia Seguros, Grupo Montepio (nº de processo: 310000/L39844/2024), tendo aqui iniciado o insólito: 1. No dia 28/11 ás 10h00, a viatura seguiu para a oficina Topcar (oficina esta escolhida pela seguradora e não pelo cliente) a fim de efetuar a peritagem; 2. No dia 29/11/2024, a Seguradora Lusitânia Seguros ter-me-á enviado um e-mail a indicar que o processo foi concluído como mão criminosa tendo início na viatura por eles segurada, não sendo possível qualquer responsabilidade da ocorrência até a conclusão do processo crime; 3. Após este e-mail terei contactado a seguradora e solicitado provas em como se trata de mão criminosa; 4. No dia 16/12 a seguradora volta ao contacto através de e-mail a indicar que a viatura foi considerada perda total, sendo o valor da reparação 3393.50€, tendo informado que o valor da viatura pela Eurotax é de 3000.00€. Não obstante, apresentou a proposta de 610€ pelo salvado; 5. Ora, posto esta resposta, obviamente que rejeitei o valor que a seguradora apresentou, uma vez que o valor em causa, é MUITO ABAIXO do indicado na Eurotax. Tendo, assim exigido, uma vez mais, provas da mão criminosa a que se referem e informado que pretendo o valor justo pela viatura (3.000€) ou a reparação da mesma; 6. No dia 19/12 a seguradora volta ao contacto a informar que não irá assumir qualquer responsabilidade da situação e, citando a mesma “é ao lesado que incumbe provar a culpa do suposto autor da lesão, assim deverá ser V/ Exa. a apresentar provas que responsabilizem o veículo do nosso cliente”. ISTO É DE RIR! 7. Após o insultuoso e-mail, contactei o meu advogado que, LITERALMENTE do que a seguradora informou e indicou que o lesado não tem de apresentar qualquer prova, se a seguradora indica ser mão criminosa, TEM O DEVER de apresentar provas que confirmem a sua tese. Contactei ainda a Polícia Judiciária que me informou que o processo de investigação ainda não foi concluído, pelo que a seguradora não pode tirar ilações ou concluir o processo sem o fim da investigação (hilariante!). Face ao mesmo, enviei novo e-mail á seguradora a reforçar que exijo as ditas provas e que não aceito o que informa; 8. No dia 30/12/2024 recebo dois novos e-mails da seguradora, o primeiro que indica que o cliente deles é tão lesado como eu e que reiteram toda a informação até ao momento. Posto isto, informo que este processo NUNCA IRÁ ENCERRAR do meu lado até que seja dado o devido valor! A minha viatura foi lesada por um incêndio que deflagrou numa viatura assegurada por vós, logo é da vossa inteira responsabilidade! Informo que a situação foi exposta ao Centro de Arbitragem, ao Livro de Reclamações Online, á Deco e ainda vou ás redes sociais. Reitero que pretendo o valor de 3.000€ ou a reparação da viatura, sem espaço para negociações. Encontro-me impossibilitado de utilizar a minha viatura desde o dia 18/11, é uma vergonha! Com os melhores cumprimentos, Cláudio Brás
Maus-tratos a animais e violação de leis de concorrência
Prezados(as), Vimos, por meio desta, expressar a nossa profunda preocupação em relação às recentes imagens por nós recepcionadas (www.fimdodoce.pt), capturadas nas explorações que fornecem o frango ao Pingo Doce. Estas imagens evidenciam falhas na política de bem-estar animal desenhada pela empresa, não são incompatíveis com os seus valores e com as Cinco Liberdades de bem-estar animal que a própria salienta no seu website. Como Organização Não Governamental (ONG) Frente Animal lançamos a campanha #FimdoDoce para partilhar esta informação com os consumidores, que têm o direito de conhecer os métodos de produção aprovados pelo retalhista para vender os seus produtos. É urgente resolver o problema da produção como um todo, visto que os problemas que condicionam o bem-estar destes animais estão altamente relacionados com a raça utilizada na produção, a densidade dos pavilhões e a falta de condições destes animais para cumprirem os seus comportamentos e necessidades básicas próprias da espécie. Junto a esta reclamação, anexamos ainda um breve relatório de evidências que desenvolvemos de forma a indicar alguns dos problemas detectados nas imagens e como estes chocam com as Cinco Liberdades. Há cerca de um ano, tomamos a iniciativa de contatar a Jerónimo Martins (Pingo Doce) para apresentar a Carta European Chicken Commitment (ECC), como forma de perceber junto com a mesma como poderia o sofrimento destes animais ser minimizado, visto que este é um compromisso que tem vindo a ser implementado noutras empresas em toda a Europa e cujos critérios são os mais alinhados com os estudos de especialistas no bem-estar animal nestes contextos de produção. Um dos critérios que nos preocupa é o facto de as raças de crescimento rápido usadas na produção de frango necessitarem de uma quantidade de antibióticos superior, sendo que vários estudos indicam que a resistência antimicrobiana é já considerada uma das dez principais ameaças globais à saúde pública, e, estimando, inclusive, que até 2050, 10 milhões de mortes em todo o mundo possam resultar da mesma (tornando-se mais letal que o cancro). Aliás, atualmente muitas centenas de milhares de mortes estão já a acontecer devido a infeções comuns, anteriormente tratáveis A segurança das cadeias alimentares está relacionada com a saúde e bem-estar dos animais de produção. O stress e as más condições em que vivem estes animais (doentes, stressados e amontoados em pavilhões) podem aumentar a transmissão de doenças zoonóticas, expondo os consumidores a problemas de saúde. Ora uma solução comercialmente viável e mais segura para a saúde dos consumidores seria criar animais mais saudáveis que requeiram menos antibióticos. Em Portugal, em março de 2024, o programa A Prova dos Factos (RTP1) levantou também questões relacionadas com o uso destes medicamentos na indústria avícola. Segundo a reportagem, a DGAV afirma que, em 2023, 95% dos animais de explorações de frango no país foram submetidos a algum tipo de medicação, e que quase 1 em cada 3 precisou da administração de antibióticos. Contudo, esta não é a nossa única preocupação em relação à transparência da empresa referida. Na página da Jerónimo Martins, no separador em que destacam os seus “Prémios e Reconhecimento”, podemos ler: - Certificação Welfare Quality em bem-estar animal na produção de frango - Certificação em produção livre de antibióticos desde 2022 nos frangos (desde o nascimento) Pedimos que esses dados sejam verificados e apresentados de maneira clara e transparente aos consumidores, pois entendemos que isso representa uma distorção das informações fornecidas, ao sugerir que todos os frangos comercializados nas lojas da empresa possuem essas certificações, o que não corresponde à verdade. Para garantir clareza e transparência, gostaríamos de destacar que, no comunicado de imprensa emitido pela empresa em resposta à campanha da ONG Frente Animal, esta ressalta o seguinte: – As auditorias regulares que o Pingo Doce faz aos seus fornecedores incluem critérios de bem-estar animal, com base na legislação em vigor e no referencial da Global G.A.P. (Global Good Agricultural Practices) que avalia a implementação de boas práticas na produção. Em nenhuma destas auditorias foram identificadas situações como as apresentadas pela Frente Animal. No entanto, na mesma página do site onde mencionam os seus prémios e reconhecimentos, o referencial Global G.A.P. é destacado apenas no contexto da aquacultura, frutas e legumes. Por isso, gostaríamos que fosse esclarecido se este referencial se aplica de facto à produção de frango industrial comercializado pelo Pingo Doce ou se estamos diante de mais uma possível deturpação de informação, levando os consumidores a presumir que a empresa possui certificação para esse produto específico, o que constitui uma violação das disposições legais sobre concorrência (Lei n.º 19/2012). Portanto, serve o presente para solicitar a tomada de providências imediatas para investigar os problemas detectados, informar corretamente os consumidores e apurar as entidades responsáveis por este caso. Aguardo um retorno formal sobre as ações que serão tomadas por sua entidade em relação a este caso e estou à disposição para fornecer informações adicionais, caso necessário.
Pagamento indevido
Exmos. Senhores, Venho por este meio fazer uma reclamação contra a Edreams. No passado dia 31.12.2024 foram descontados da minha conta, 89,99€ como descrito Edreams prime anual barcelona. Eu ja nao tenho subscrição com eles, aliás em todos os contactos telefónicos dizem exatamente isso mas que nao conseguem ver a quantia levantada, nem associada ao meu email nem ao meu cartao. Ja fiz 2 reclamações com eles e tenho feito varias chamadas sem solução sempre. Em anexo vou deixar o documento em que fui vitima desse mesmo levantamento o qual nao me estão a dar resposta Queria uma solução para isto! Obrigado Cumprimentos.
Encomenda dada como entregue
AT564003520CN esta este é o numero de rastreamento de uma encomenda feita num site em novembro de 2024 que segundo o rastreamento foi entregue no dia 17/12/2024 em Viseu. primeira pergunta os correios estão abertos as 23.19 h da noite? segunda nunca fui contactada pelo telefone que vinha na encomenda para ser feita a entrega . Terceira quem ficou com a minha encomenda? são estas as respostas que gostaria de obter do ctt. Package status: Delivered (25 Days) Country: China -> Portugal 2024-12-17 23:19 PT, 已妥投【PT Viseu PT】 2024-12-06 09:00 PT, 目的国清关完成【PT】 2024-12-02 18:00 PT, 抵达【PT】 2024-11-28 19:22 HK international airport, 启运【HK international airport】 2024-11-24 17:00 HK international airport, 出口清关完成【HK international airport】 2024-11-23 14:52 东莞市, 快件离开处理中心【东莞市】 2024-11-23 14:09 东莞市, 快件到达处理中心【东莞市】 2024-11-23 12:38 东莞市, 邮件离开【东莞市国际公司直属国际营业部】,正在发往【广商中心】 2024-11-23 12:36 东莞市, 邮件已在【东莞市国际公司直属国际营业部】完成分拣,准备发出 2024-11-23 11:56 东莞市, 中国邮政 已收取邮件 ====================================== Powered by www.17track.net
Mensalidade da Piscina Municipal
Exmos. Senhores, O meu sobrinho, Tiago Marques Ramos, NIF 281394949, é utente das aulas de aprendizagem na Piscina Municipal no horário: 3ªs e 6ªs feiras das 19h20m às 20h. Conforme as normas de funcionamento do serviço, as aulas são ministradas em dias úteis, sendo apenas interrompidas nos feriados nacionais ou municipais. Acontece que, no passado mês de dezembro, não teve aula no dia 13/12 (realização do jantar de Natal para colaboradores), nem nos dias 24 e 31/12, por ter havido tolerância de ponto para toda a Função Pública, decretada pelo Governo. Saliento que, tolerância de ponto não é feriado, por conseguinte, o aluno tem direito a receber estas aulas, o que não aconteceu. Não sendo as aulas ministradas por motivos alheios à sua vontade ou às normas de funcionamento do Serviço, tem o aluno direito a ser ressarcido das aulas em falta. No pagamento da mensalidade de janeiro, no montante de €25.00, foi descontada a aula em falta do dia 13/12 (jantar de Natal), no valor de €3.12 mas não foram descontadas as aulas em falta dos dias 24 e 31/12. Neste sentido, como sou que que pago a mensalidade, venho por este meio reclamar que o montante em falta de €6.24 seja descontado na mensalidade de fevereiro. Melhores cumprimentos, Lisete Vasconcelos Ramos Cumprimentos.
Artigo vendido foi superior ao fixado
Exmo. (a) Senhor(a), Venho por este meio efetuar uma reclamação de um produto que adquiri numa das vossas lojas físicas, neste caso no Funchal. Trata-se de uma prática de fixação de preços, nomeadamente especulação objetiva em que o artigo vendido foi superior ao fixado. O artigo em questão foi umas calças de ganga “Jeans 328 MILLIE”, tendo uma etiqueta a vermelho que indicava 14,99€. Quando cheguei à caixa para pagar o artigo, disseram-me que o artigo afinal era 19,99€. Eu chamei à atenção da funcionária para esta situação pelo que a funcionária me disse que o preço da etiqueta não significava nada e que tinha-me que reger pelo valor que constava no site da Mango. Ora isto induz o consumidor em erro porque é apresentado um valor e depois é cobrado outro. Para não dizer, que se vou a uma loja física comprar um produto, não vou estar constantemente a confirmar no site se o valor a cobrar vão estar corretos. De acordo com os direitos do consumidor, em caso de diferença entre o preço marcado na prateleira e o preço cobrado no caixa, prevalece o preço afixado na prateleira (Lei n.º 4/2024, de 15/01 - Artigo 35.º Especulação - alínea 1c) - Vender bens ou prestar serviços por preço superior ao que conste de etiquetas, rótulos, letreiros ou listas elaborados pela própria entidade vendedora ou prestadora do serviço e o código civil). Em anexo seguem as fotografias do preço etiquetado no artigo e da fatura do preço cobrado. Mais uma vez reforço que considero uma prática desleal de fixação de preços e que é da inteira responsabilidade dos colaboradores da loja, sendo a mim, enquanto consumidora, completamente alheia esta situação, pelo que me deveria ser cobrado apenas os 14,99€.
Não permissão de embarque
Exmos. Senhores, No passado dia 22 de junho de 2023, ao chegar ao aeroporto para fazer um voo direto do Porto para Porto Santo, com a companhia aérea EASYJET, informaram-me que não permitiam a utilização do documento de identificação digital através da aplicação ID.GOV.PT. Como não tinha o documento físico comigo, ainda solicitei a um familiar que se deslocasse ao aeroporto para me trazer o documento. Ainda tentei obter alguma explicação que justificasse a negação de um documento legalmente válido no país, para uma viagem dentro desse mesmo país. A resposta, "política da empresa". O documento físico chegou e, apesar do avião ainda estar no local de embarque, a porta de embarque já estava fechada e por isso não me foi possível embarcar. A minha questão é, sendo este um documento legalmente válido em Portugal e sendo a minha viagem dentro de território português, podem-me rejeitar este documento? Cumprimentos.
Serviços mal prestados
Quero aqui denunciar os maus serviços prestados pela empresa de gestão de alojamento local “Oh My Guest!”, sediada em Santa Iria Azoia. A comunicação entre a equipa, nomeadamente a gerente, e o cliente é muito difícil, chamadas não atendidas, mensagens respondidas só após muita insistência e muito tempo. A limpeza do apartamento altamente deficiente (basta ler as “reviews” dos hóspedes para além das fotografias existentes) e a manutenção quase nula, não sendo nada comunicado ao proprietário. Tudo isto pode ser comprovado com factos mas penso não interessar neste momento. A minha reclamação recai sobre as duas últimas situações ocorridas, depois de ter rescindido o contrato, em dezembro, com a empresa em questão. 1. Numa visita recente ao apartamento constatou-se que o edredão e toda a roupa de cama não se encontram no local. No dia 26 de dezembro informei, por SMS, a Senhora Irina do sucedido. Até hoje não obtive resposta. 2. No dia 17 de dezembro passado, informei a Senhora Irina, por SMS (as chamadas telefónicas não foram atendidas), de que tinha sido contactada pelas Finanças para pagar o IVA respeitante à faturação de 2024. Acontece que estou e sempre estive isenta do pagamento de IVA e as faturas emitidas pela “Oh My Guest” nos anos anteriores sempre foram passadas sem IVA. A Sr.ª Irina reconhece numa mensagem que foi um erro, dizendo “Como deve calcular foi engano.” No entanto, considera que a faturação não é da sua responsabilidade. Não compreendo como a entidade que emite as faturas não é responsável pelo serviço que executa. 3. Mais acresce que em várias mensagens já lhe pedi esclarecimentos sobre as faturas em causa, nomeadamente se o IVA foi cobrado ao cliente, sobre que valor da faturação recaiu a percentagem retida pela empresa, mas, até ao momento, não obtive resposta. Pretendo, por parte da “Oh My Guest” respostas a estas questões, nomeadamente que me seja entregue a roupa e o edredão que estavam no apartamento ou ser ressarcida do seu valor. Em relação à segunda situação exposta, quero ser cabalmente esclarecida e também que assumam responsabilidade pelos “enganos” que cometem. É o mínimo exigível!
Serviço de Assistência demorado e sem resposta
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação face ao serviço de assistência para uma avaria de um equipamento APÓLICE: PPV 7196612, na Domestic & General, nº de contribuinte associado ao contrato: 210097035 Dia 20 de Dezembro durante a noite o quadro elétrico foi abaixo, não o conseguia voltar a ligar até perceber que o quadro disparava sempre que tentava ligar o frigorífico. No dia 21 logo pela manhã liguei para a assistência técnica a dar conta da avaria e solicitar assistência técnica para o frigorifico. Primeira situação não é assistência 24/7, como eu julgava, mas sim atendimento para o registo do pedido de assistência.. Sou informada que não há serviço de assistência técnica durante o fim de semana, e que só na 2ªf (23/12) é que me iriam ligar para agendar a assistência ao equipamento. Dia 23, não ligaram. Dia 24, ligaram a questionar se o pedido de assistência técnica se mantinha, ou que respondi que sim que desde dia 20 que estava sem o frigorifico a funcionar. Não conseguiram agendar a assistência, porque estavam temporariamente sem acesso á agenda da assistência técnica (?!), informaram que voltariam a ligar. Só voltaram a ligar no dia 27, a agendar a visita do técnico para segunda-feira dia 30/12, quase como se me tivessem a fazer um especial favor. Pedi para me contactarem com pelo menos 30min de antecedência de forma a me descolocar do trabalho para casa, nesse dia e visto que estava planeado a visita do técnico vim trabalhar para casa da parte da tarde, sempre aguardar pela chamada.. não ligaram.. O técnico apareceu por volta das 17h, quando o questionei porque não me tinham ligado, foi rápido a dizer que não tinha a informação que era necessário ligar.. Da análise do técnico, o motor do frigorífico tem de ser substituído, tinham de encomendar um motor novo depois ligavam.. ao que questionei qual o prazo dado que já estava a mais de 7 dias sem frigorífico. E quando voltariam para o arranjar, a resposta foi de que o motor demoraria 3-4 dias, que ligavam para agendar a recolha do frigorífico, para depois procederem a montagem da peça. Quando questionei novamente quanto tempo demoraria isto tudo, visto que já estava á mais de 7 dias sem o frigorifico, a resposta foi que não sabia, porque dependia da chegada do motor, depois tinham de fazer a recolha do equipamento, e o arranjo do equipamento, só aí o frigorifico teria de estar ligado em teste entre 48_72 horas para ver se estava bem.. Fiquei perplexa com a resposta e com toda esta situação, visto que se trata do frigorífico, um electrodoméstico fundamental e não de um qualquer outro equipamento.. reforcei que já estava vários dias sem o frigorífico e que não é normal num serviço de assistência tão demorado.. pelo menos nos casos que conheço e sendo frigorífico muito menos. Resposta do técnico não dependia dele, e que a rapidez ou substituição do equipamento depende da empresa de assistência. Não tendo outra hipótese esperei.. Dia 6 de janeiro não tendo qualquer informação ou contacto por parte da empresa voltei a entrar em contacto e visto que já tinham passaram 3-4 dias para a suposta chegada do motor, liguei novamente para o serviço de assistência para saber o ponto da situação. A colaboradora que atendeu a mais diligente e profissional neste processo todo, pediu-me para aguardar um pouco, infelizmente não conseguiu dar qualquer informação, porque não havia informação para dar. Ou seja, nem a colaboradora conseguiu perceber o que se passa. Fez um pedido interno para obter informação da parte dos técnicos e requisitou urgência neste caso, e na resposta porque se tratava de um frigorífico. A primeira pessoa que reparou que se tratava de um pedido de assistência para um frigorífico que não funciona desde dia 21 de Dezembro. Toda esta situação tem causado transtorno no dia a dia, assim como o aumento dos gastos. Eu estou a pagar um serviço de assistência, que na primeira vez que preciso dele não serve para nada, não dão informações nem estipularam qualquer prazo para a resolução da avaria. Hoje dia 07 de Janeiro, continuo sem qualquer informação da parte da Domestic&General, acho que pior que a demora no serviço só a falta a falta de respeito e consideração pelo cliente. É da responsabilidade da Domestic & General não conseguirem garantir um serviço que me venderam, e do qual não estou a usufruir. Cumprimentos.
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