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Assistência técnica
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Acho uma grande falta de respeito para com os clientes,deixar um pedido de reparação em aberto por 10 dias,já faltando um dia para fazer a reparação,e depois apenas enviar uma mensagem,a dizer que não podem fazer a reparação na data agendada. Como se fosse uma coisa simples.Mas não é. Trata-se de um único frigorífico da família que está avariado desde o dia 03/05/25,data em que entrei em contacto com a Worten para pedido de reparação desse frigorífico,a primeira data,era 12 dias depois,e mesmo assim aceitei,,e aguardei com paciência,pelos Senhores da Astecaldas,que faz as reparações para os produtos Worten,que simplesmente,com certeza só devem ter se lembrado de abrir este pedido feito por mim no dia 13/05/25,dizendo que não poderia vir até minha casa no dia 15/05/25,para fazer a reparação,simplesmente porque é feriado na Vossa Zona.É inadmissível ,o Vosso comportamento.Isso é falta de compromisso para com o Cliente.Ainda bem que os Senhores não são cirurgiões,pois deixariam de fazer uma cirurgia em um paciente,porque é feriado em Vossa Zona.E Eu e minha família ficamos aqui a ver navios ...Francamente.Muito indignado com Vossa assistência técnica . Tudo bem que disseram que iam ver uma nova data,e porque não o dia seguinte,que não é feriado? Pois sim fizeram um novo agendamento para o dia 20/05/25.É porque não é na casa dos Senhores. Agora vamos aguardar,para ver se não surge um feriado no dia 20/05/25,novamente. Fica aqui a minha indignação Cumprimentos.
Incumprimento contratual e violação dos direitos do consumidor
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha reclamação formal contra a empresa Moveis.pt, relativamente ao processo de compra, entrega e pós-venda da encomenda nº 7510190, realizada em 10 de março de 2025, no valor total de 964,00€, correspondente à aquisição de três artigos: Cómoda Mandeville 184 (180,00€), Roupeiro Closico 159 (497,00€) e Roupeiro de canto Tivetra 116 (287,00€). A presente declaração visa expor a sucessão de falhas, atrasos e incumprimentos por parte da Moveis.pt, bem como os transtornos e prejuízos que me foram causados. O processo iniciou-se com uma falha na entrega da encomenda, que não ocorreu dentro do prazo inicialmente previsto. Perante a ausência de qualquer comunicação por parte da empresa a informar sobre atrasos ou problemas logísticos, fui eu quem teve de tomar a iniciativa de contactar a Moveis.pt para obter informações sobre o estado da encomenda. Este facto revelou, desde logo, deficiências graves no seu serviço ao cliente e na gestão de expectativas dos consumidores. Quando finalmente recebi a encomenda, constatei, com surpresa e frustração, que uma das caixas entregues não correspondia ao produto adquirido, impossibilitando assim a montagem do Roupeiro de canto Tivetra 116. Adicionalmente, verifiquei que duas peças do Roupeiro Closico 159 apresentavam danos visíveis. As caixas não vinham devidamente identificadas, o que dificultou a verificação imediata de todas as peças. Tendo já contratado, a expensas próprias, um serviço de montagem profissional, vi-me forçada a cancelar o agendamento, incorrendo não só em custos financeiros diretos, mas também em significativos transtornos logísticos, uma vez que havia reorganizado o meu horário e o dos meus familiares para acomodar esta montagem. Após reportar a situação à Moveis.pt, em 2 de abril de 2025, recebi uma resposta que, além de não resolver prontamente o problema, exigiu da minha parte tempo e esforço adicionais para fornecer informações detalhadas sobre as peças em falta e danificadas, algo que deveria ser da responsabilidade da empresa. O transtorno mais grave foi, sem dúvida, a situação criada em minha casa: todas as peças desembaladas dos móveis ocuparam espaço considerável no hall de entrada, criando um ambiente não apenas desorganizado, mas potencialmente perigoso para as minhas crianças pequenas, com peças grandes e pesadas apoiadas precariamente contra paredes ou sobre outras peças. A resposta da Moveis.pt ao meu problema foi manifestamente incrível. Propuseram-me, então, a entrega das peças em falta e a substituição das danificadas num prazo de 10 a 20 dias úteis. Ofereceram também um reembolso parcial de 100€ como compensação, valor manifestamente insuficiente face aos transtornos e prejuízos causados. O aspeto particularmente chocante da resposta foi a sugestão de que eu descartasse no lixo a caixa recebida por engano, que continha peças novas em perfeito estado. Esta recomendação revela não apenas desrespeito pelas obrigações ambientais, mas também uma flagrante contradição com a própria política de sustentabilidade da empresa, que se vangloria de "plantar uma árvore por cada encomenda", conforme destacado no email de confirmação da minha compra. Mesmo após aceitar a solução proposta pela empresa, por razões puramente práticas, o prazo acordado não foi cumprido. Apenas em 9 de maio de 2025, em cima do prazo máximo estipulado, recebi a peça danificada do Roupeiro Closico 159. Quanto às peças em falta do Roupeiro de canto Tivetra 116, até à presente data (13 de maio de 2025) não foram entregues. Quando questionei novamente a empresa sobre esta situação, a resposta foi evasiva, informando-me que estavam a contactar a fábrica para obter informações sobre as peças, demonstrando assim não terem qualquer controlo sobre o processo ou previsão concreta de resolução. Todos estes factos configuram graves violações das obrigações legais da Moveis.pt enquanto fornecedor, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens. As sucessivas falhas de comunicação, os atrasos injustificados e o incumprimento das promessas feitas constituem uma clara violação do meu direito a receber produtos em conformidade e em tempo útil. Face ao exposto, solicito o apoio da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor na obtenção da resolução do contrato referente ao Roupeiro de canto Tivetra 116, com o reembolso integral do valor pago (287,00€) e a recolha das peças já entregues. Declaro que todos os factos aqui relatados são verdadeiros e podem ser comprovados através da documentação em anexo, que inclui faturas, registos de correspondência eletrónica e fotografias. Cumprimentos.
Pedido de devolução e reembolso
Exmos. Senhores, Dia 6/05/2025, foi pedido a devolução dos artigos em conformidade com a lei em vigor. Da vossa parte, ainda não fomos informados como proceder a devolução, so foi pedido um video. Também pedi o envio da fatura pelo os artigos comprados até hoje não tive a fatura que é obrigatória por lei. So recebemos um SMS com a encomenda, sem qualquer informação adicional (fatura/documento de transporte). O envio foi efetuado e chego num envelope DHL em plástico uma das caixas estava Cumprimentos,
Pedido Incorrecto
Exmos. Senhores, Corresponde a: Order #DA97D Fiz um pedido de mercearias do Auchan e devido ao estafeta nao saber falar ou ler Português o pedido foi trocado, pedido esse que me recusei a receber. Também nao recebi a devolução ate agora. Eles pedem uma fatura, fatura essa que nao recebi. A única que tenho e a digital feita pela uber eats. Ainda sao 40 euros de um pedido que nao recebi. Por favor nao aceitem pessoas a trabalhar que nao sabem falar nem ler português, ou incompetentes. Cumprimentos.
Resposta à reclamação 12634471
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, informar que, conforme solicitado por vocês na reclamação número 12634471, realizada por mim nesta plataforma, tenho disponibilidade para falar com vocês por telefone todos os dias de tarde. Peço que, se for apenas para dizerem que não têm informações ou que terei que aguardar por mais respostas, que são as únicas respostas que vocês sabem dar, não me contactem. Irei também copiar para baixo deste texto o e-mail que enviei hoje, dia 13/05/2025 à Oppo, pois quero que chegue aos superiores da marca. Após falar com a Deco Proteste, fui informado por estes de todas as ilegalidades que a OPPO cometeu com o meu caso, que irei enumerar abaixo. De acordo com a Deco Proteste, vocês: - são obrigados por lei a dar garantia de 3 anos no dispositivo da troca, coisa que não fizeram pois informaram que só teria 6 meses; - eram também obrigados a informar-me se o telemóvel era recondicionado ou novo, algo que não fizeram e estou inclusive até hoje à espera de resposta sobre isso (embora suponha que seja recondicionado); - dado que o meu dispositivo antigo já foi para arranjar pela terceira vez, tenho direito por lei a pedir resolução do contrato e devolução do valor da fatura que vos enviei, tal como vos pedi diversas vezes no último mês, que vocês recusaram, nunca dando outra opção de troca que fosse decente tendo em conta a situação ainda por cima; - são obrigados a possuir livro de reclamações online, que não possuem também ; - deram-me um telemóvel diferente do meu (a cor é diferente do anterior), e de certa forma obrigaram-me a aceitar o mesmo, mesmo eu tendo dito que queria um igual no mínimo, mas pedido inicialmente a devolução do valor de compra do dispositivo. Digo que obrigaram pois disseram que seria isso ou reparação, de um dispositivo que estava a arranjar pela terceira vez, pelo que, tal como já mencionei, tinha direito à resolução do contrato e devolução do valor pago. Se quiserem, posso reencaminhar o e-mail da Deco Proteste com tudo isso indicado, mas penso que eles já vos contactaram. Mais informo que, embora já tenha levantado o telemóvel, dado que fui "obrigado" a tal, ainda não mexi no mesmo pois não sei no que vai dar este caso. Os acessórios estão inclusive todos lacrados, tal como vieram quando o levantei na Decsis e estou a utilizar outro telemóvel. O que me deram de troca está na caixa ainda, tal como veio para mim. Pretendo, portanto, a resolução do contrato e devolução do valor presente na fatura que vos enviei. Obviamente caso o façam levo à Decsis o telemóvel de troca que, uma vez mais, repito: não foi dito se era novo ou recondicionado, não tem garantia em conformidade com a lei e não é igual ao meu que foi substituído. Caso até ao fim desta semana não tenha resposta quanto à resolução do caso, poderão ter a certeza de que irei efetuar reclamação à ASAE de todas estas ilegalidades acima mencionadas! Aguardo resposta o quanto antes dado que este caso já se prolonga há demasiado tempo e agradeço pela atenção. Cumprimentos, Miguel Serrano.
Prática fraudulenta de coimas
Exms., É com muita insatisfação que venho relatar uma prática fraudulenta adotada pela Ascendi para fazer com que os condutores recaiam em coimas. Sucede que no dia 19 de Abril foram-me instauradas três coimas e dívidas (não consegui anexar) para com a Ascendi no site da Autoridade Tributária (AT). Atualmente, no seguimento da fixação das coimas, o valor total atinge quase 500€. Isto relativo a portagens que não me foram comunicadas anteriormente e que não ultrapassavam os 4€, cada uma delas. Quando comuniquei este facto à AT, alegaram que fora "notificado pela entidade autuante para a morada que consta na Conservatória do Registo Automóvel". Sucede que mudara de casa e, como tal, procedera à alteração da minha morada fiscal e, portanto, deixara de receber comunicações na respetiva morada. Nunca me fora comunicado que deveria alterar adicionalmente a morada do automóvel na Conservatória do Registo Automóvel, nem eu deveria supor tal coisa visto que este é um organismo do Estado Português e tendo alterado a minha morada fiscal a minha morada seria de esperar que esta fosse igualmente alterada na respetiva Conservatória. Além disso, não recebi qualquer notificação de dívida de portagem na área de membros dos CTT, onde supostamente é possível consultar as portagens em dívida. Em resumo, nem a Ascendi nem a Autoridade Tributária me notificaram das portagens em dívida através de canais eficazes antes de serem instauradas coimas, após a minha morada fiscal sido alterada. Em pleno século XXI, não me enviaram qualquer email ou notificação digital (CTT e AT) das portagens em atraso em tempo oportuno, embora tenha sido notificado por email ou notificação digital (CTT e AT) logo após as coimas terem sido instauradas. Esta estratégia extrativa é contrária a todas e quaisquer noções de justiça materializada na Constituição Portuguesa e que deveria ser zelada pelo Estado Portuguesa e suas instituições, como a Autoridade Tributária. Venho, portanto, apelar à vossa boa-fé para fazer com que a justiça prevaleça, exigindo que os condutores passem a ser notificados por vias eficazes e adaptadas ao mundo digitalizado em que vivemos das portagens em dívida.
Falta de resposta / ação de parte da seguradora
Exmos. Senhores, Caso: 25MR012050/001 Apólice nº: MR86054653 Data do sinistro: 2025-02-25 Motivo: Falta de resposta / ação de parte da seguradora. Contexto: Dia 25/02/2025 - foi informado pelo meu vizinho abaixo que havia uma fuga de água. Dia 26/02/2025 – Contactei o seguro para arranjar uma peritagem Dia 03/03/2025 – A peritagem foi feita formalizando a fuga e pedindo um relatório provando a origem da fuga. Dia 26/03/2025 – A empresa Periplus fez a inspeção a identificou a origem da fuga e enviou o relatório. Dia 1/04/2025 – O relatório foi enviado a seguradora. (em anexo). Dia 12/04/2025 – Resposta recebida da seguradora (no anexo) dizendo que o relatório não dava a origem da fuga. Dia 16/04/2025 – Depois de ter falado com a Periplus, respondi a seguradora explicando que o relatório identifica a origem da fuga (no anexo). “Troço entre o ralo de esgoto da banheira e a caixa de pavimento. Resultado: Não estanque”. Problema: Desde dia 12/04 não tenho qualquer tipo de resposta da parte da seguradora. Estamos a falar aqui de uma fuga da água. Considero esse serviço inaceitável (como o processo todo mas isso é outra coisa) e preciso de uma intervenção vossa e que a seguradora faça o necessário para resolver a situação. Desde já muito obrigado Cumprimentos.
Rescisão de contrato
Exmos. Senhores, (Preciso rescindir o contrato com a Medicare, e já venho a tentar fazer faz tempo mas NÃO consigo porque é impossivel fazer sem cumprir a anuidade, mas eu não me encontro em condições de pagar mais e já não uso o mesmo faz muito tempo, fiz em Marco de 2024 e desde aí quase nunca usei mas preferi manter mas agora já não posso, não quero ter dívidas que não conseguirei pagar por isso peço para cancelar… não pode haver algum contrato impossivel de cancelar quando uma parte já não quer, até porque Se tivesse consciencia que não podia a qualquer momento, teria cancelado no mesmo dia mas não sabia. Mas eles dizem que não se pode tem que ser feita daqui a quase um ano isto em Março do próximo ano porque é o tempo que compre a anuidade e não pode ser antes. Está muito complicado pra mim) Agradeceria compreensão. Cumprimentos.
Pratica abusiva na cobrança de comissões de venda
Pagamento injusto por artigos vendidos e retenção de valor através da Eco Wallet Exmos. Senhores, Vendi 36 peças de roupa usadas através da plataforma Micolet, algumas de marcas reconhecidas e em bom estado. No entanto, recebi apenas 7,07€ — valor completamente desproporcional face à quantidade e à qualidade dos artigos enviados. Além disso, fui surpreendida por uma nova funcionalidade chamada "Eco Wallet", que retém os valores obtidos nas vendas. Esta prática não existia anteriormente e foi implementada sem aviso claro, sem consentimento e sem opção alternativa. Antes, os montantes eram transferidos diretamente para o meu IBAN. Considero esta mudança abusiva e pouco transparente, impossibilitando o acesso direto ao dinheiro e prejudicando os consumidores. Também não obtive qualquer resposta coerente aos contactos que fiz por e-mail com a empresa. Solicito: Esclarecimento dos critérios de avaliação e atribuição de preços aos artigos; A reversão da obrigatoriedade do uso da Eco Wallet; O pagamento justo e direto dos valores devidos. Cumprimentos. Fernanda Gonçalves
Falta de resposta e de pagamento de indemnização
Vimos por este meio reclamar o péssimo atendimento/condução do processo e a falta do pagamento da devida indeminização! Tratou-se dum sinistro com o segurado desta empresa, ocorrido em janeiro de 2025, em que foi danificado por uma carrinha, o telhado da casa da minha mãe. Após termos pedido alteração ao IBAN da indeminização, com o avale da seguradora, a situação foi ainda mais agravada e foram efetuados vários contactos telefónicos, trocados infindáveis emails para desbloquear o processo. No dia 2 de maio, informaram por email que: "o pagamento encontra se processado desde dia 24/04 a aguardar pela transferência bancária" e quando ligamos, ninguém sabe dizer o que está a impedir que o pagamento seja realizado. Os danos causados estão já a passar para o interior da casa.
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