Reclamações públicas

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I. C.
10/12/2025

Resolução de contrato vitalício nr 171455

Eu, Ivan Manuel Cardoso Correia, sócio do Clube Interpass nº 171455-0 e cônjuge Inês Silva Mendes Correia 171455-1, e restantes elementos agregados a este contrato vimos por este meio resolver o contrato celebrado com a empresa Cif - Clube Internacional de Férias S.A.A nossa decisão deve-se a vários motivos e razões: Os preços, propostas, bem como serviços associados que proporcionam a nós sócios estão longe de ser concorrenciais com a grande maioria dos operadores turísticos, quer nacionais quer internacionais. Há muitos meses que pagamos uma taxa de momento, acima das nossas possibilidades, sem que tenhamos usufruído de algo que nos faça continuar com este contrato ativo, nem mesmo usufruindo dos vouchers de oferta!! Juntando a isto, está o valor, que é extremamente exagerado, pago durante vários meses, fazendo muitos sacrifícios e, que ao momento não são de todo possíveis, bem como justificativos a médio e a futuro tempo com condições de exceção altamente vantajosas. Neste momento a nossa condição financeira e familiar (3 filhos - dois de 4 anos de idade e outro com 5 meses) não permite continuar com este contrato. Bem como os fantásticos descontos que proponham ao cliente sócio, perante as vossas parcerias com outras empresas. Após me informar com a Deco o que podia fazer para cancelar este serviço eles apresentaram-me o artº 50º-A do DL 275/93, de 5 de Agosto (com as alterações do Dec. Lei 37/2011, de 10 de Março, art.º 16.º) a partir do pagamento da segunda prestação, o titular tem o direito de resolver o contrato sem sofrer qualquer sanção, desde que informe a empresa no prazo de 14 dias seguidos a contar da receção do pedido de pagamento de cada prestação. Neste sentido, pretendemos resolver este mesmo contrato desde já, não advindo das mesmo quaisquer outras responsabilidades ou direitos para qualquer das partes. Mais recordo, relativamente a contratos vitalícios, o disposto no Dec. Lei 446/85, de 25 de Outubro, capitulo V, art.º 18, als. e) j), e no capítulo IV - Nulidade das cláusulas contratuais gerais, art.º 12, (cláusulas proibidas), sendo que não podem existir clausulas contratuais perpétuas e que, existindo, são consideradas NULAS. Por todas as razões acima descritas consideramos rescindido o contrato com o Clube Interpass. A autorização do débito direto vai ser cancelada igualmente. Obrigado pela atenção. Com os melhores cumprimentos

Resolvida
R. B.
10/12/2025

Cancelam o Show há mais de 1 ano e não devolvem o dinheiro

Venho, por este meio, manifestar a minha profunda insatisfação relativamente ao processo associado à compra dos bilhetes para o espetáculo “100 Vozes do Gospel”. Os ingressos foram adquiridos há mais de um ano, inicialmente para o evento agendado para 17 de dezembro de 2024, no MEO Arena. Após o cancelamento dessa data, foi comunicada uma nova realização em 24 de novembro de 2025, no mesmo local, a qual, novamente, acabou por ser cancelada. Decorridas quase duas semanas desde a última comunicação enviada pela vossa equipa, não recebi qualquer contacto adicional — seja por e-mail, mensagem ou telefonema — que esclareça os procedimentos a adotar ou que, minimamente, demonstre consideração pelo cliente que aguardou todo este período sem qualquer resolução. Mandei um e-mail há mais de 1 semana e até agora nenhuma resposta (ajuda@bol.pt). Face ao exposto, solicito a devolução imediata do valor pago, por transferência bancária para a minha conta. Considero inaceitável que um cliente permaneça quase um ano sem obter qualquer contrapartida pelo montante pago, nem receber informações claras além do simples anúncio de cancelamento. Ficam, em anexo, os meus dados pessoais e os dados dos bilhetes adquiridos, cuja utilização autorizo expressamente para efeitos exclusivos de processamento do reembolso. Aguardo uma resposta célere da vossa parte. Edgar S.

Encerrada
B. F.
09/12/2025

EMBARQUE NEGADO

A minha filha de 13 anos, viajando com o serviço de Menor Desacompanhado (UMNR) contratado previamente com a LATAM, teve o embarque negado involuntariamente no dia 08/12/2025, no aeroporto CNF, voo LA3557, destino LIS, com reserva SOOBYS. A tripulação informou que a ligação do itinerário era o “último voo do dia” e, por isso, a LATAM não permitiria que a menor seguisse viagem. No entanto, esse itinerário foi vendido pela LATAM/eDreams, apesar de ser incompatível com as próprias regras da companhia para menores desacompanhados. Ou seja, a construção errada da reserva não foi responsabilidade da menor ou da família, mas sim da empresa. Ainda assim, a LATAM recusou: - Emitir documento escrito de negativa de embarque, mesmo solicitado presencialmente no balcão e posteriormente por telefone; - Justificar formalmente a recusa, o que impossibilitou a agência (eDreams) de proceder à remarcação; - Reacomodar gratuitamente a menor, como determina a política para casos de embarque negado involuntário. A menor esteve no aeroporto, acompanhada por um responsável, preparada para viajar, e o voo partiu sem ela, gerando sofrimento emocional significativo. A LATAM não forneceu assistência adequada, nem apresentou solução compatível com o dever de cuidado a um passageiro vulnerável. Dado que a negativa de embarque foi decidida unilateralmente pela LATAM e que o itinerário inadequado foi disponibilizado pela própria companhia, solicito: - Reembolso integral da passagem. - Peço também que seja disponibilizado o registo formal da negativa de embarque, uma vez que a ausência deste documento bloqueou a resolução do problema junto da agência. Aguardo solução urgente.

Encerrada
J. C.
09/12/2025

Reclamação voo TAP Caracas - Lisboa

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa à minha reserva aérea com a TAP (localizador 9NAIF2), comprada através da Kiwi, para regresso de Caracas a Lisboa no dia 17/01/2026. Situação: A TAP teve a licença suspensa para operar na Venezuela e, portanto, não pode realizar o voo; Apesar de a TAP manter o bilhete “ativo” no sistema, não há possibilidade real de operação; A TAP não fornece informações ou alternativas e transfere a responsabilidade para a Kiwi; A Kiwi, por sua vez, alega que “não existe cancelamento formal”, não oferecendo reembolso nem reacomodação, mesmo sabendo que o voo não poderá ser efetuado. Legislação aplicável: Regulamento (CE) n.º 261/2004 da União Europeia: passageiros têm direito a reembolso integral ou transporte alternativo seguro, bem como informação clara e atempada sobre alterações ou cancelamentos de voo. Pedido à DECO: Interceder junto da Kiwi e/ou TAP para que seja garantido reembolso integral ou alternativa segura de voo; Apoio na mediação ou reclamação formal às autoridades competentes, caso não haja resolução voluntária; Garantir que não haja prejuízo financeiro devido a falha na prestação do serviço. Anexo a esta reclamação: Cópia do bilhete/confirmação de reserva; Troca de emails/mensagens com a Kiwi; Noticia sobre a revogação da TAP na Venezuela: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/portugal-diz-que-seria-irresponsavel-manter-voos-da-tap-para-a-venezuela/ Agradeço desde já a atenção e aguardo instruções sobre os próximos passos para resolver esta situação. Com os melhores cumprimentos, Jose Cisneros

Encerrada
B. M.
09/12/2025

Site inseguro

Exmos Senhores, Venho manifestar a minha preocupação uma vez que comprei 2 bilhetes através do site viagogo que, pelo que me informei não é seguro e arrisco-me a ter perdido 389.5€ Gostaria de pedir ajuda para tentar perceber o que posso fazer para tentar reaver o dinheiro uma vez que já tentei contactar o site que me responde que não fazem devolução, apenas posso vender os meus bilhetes novamente, o que já tentei fazer e não estou a conseguir. Se me poderem ajudar, agradeço Mais info em anexo Obrigada

Encerrada
M. R.
08/12/2025

BacanaPlay violação da lei e alteração de condições de bónus

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o operador de jogo online BacanaPlay, devido a práticas que considero injustas, enganosas e lesivas dos meus direitos enquanto consumidor. No dia 29/11/2025, aderi à promoção “50% Cashback até 200€”, na qual estava claramente indicado que o rollover necessário era de 1x o valor do bónus. Aceitei a oferta, efetuei os depósitos e realizei apostas cumprindo integralmente as condições apresentadas. Após isso, obtive ganhos legítimos que totalizam €1.354. Contudo, após cumprir o rollover e tentar levantar os meus ganhos, o sistema passou a exigir um rollover de 6000x, totalmente diferente do que foi publicitado. Ao contactar o suporte, foi-me confirmado que se tratava de um erro interno na configuração da promoção. Apesar de reconhecerem o erro, a BacanaPlay recusa-se a libertar os meus ganhos e apresentou apenas duas opções injustas: 1. aceitar novamente €200 com rollover de 1x, anulando os ganhos reais; ou 2. manter os €1.354, mas com um rollover artificial e retroativo de 5900 pontos, imposto após o jogo já ter sido realizado. Ambas as alternativas violam os meus direitos e representam uma alteração retroativa das condições da promoção, o que é contrário à Lei de Defesa do Consumidor, ao Regime das Práticas Comerciais Desleais e às obrigações impostas pelo Regime Jurídico dos Jogos Online. . Assim, considero que a BacanaPlay: • não cumpriu as condições promocionais publicitadas; • alterou retroativamente regras já concluídas; • reteve indevidamente fundos que me pertencem; • apresentou propostas manipuladoras para evitar o pagamento dos ganhos; • violou os princípios de boa-fé, transparência e lealdade contratual. Tendo cumprido todas as condições da promoção tal como foram apresentadas, exijo que os meus ganhos sejam libertados sem condições adicionais. Solicito a intervenção da DECO para mediar este conflito e garantir os meus direitos enquanto consumidor.

Encerrada
C. G.
08/12/2025

Maus tratos na fila Wonderland lisboa

Venho por este meio fazer uma reclamação acerca do dia de ontem no wonderland Lisboa. Estou grávida de 6 meses , estava acompanhada por duas crianças, meus filhos , no qual andamos na roda gigante , eles andaram na cadeira giratória e sempre me cederam a passagem de prioritária devido ao facto de estar grávida , quando foram para andar no trampolim , solicitei ao rapaz que os meus filhos passagem devido a minha condição física , no qual me pediu que aguarda se , assim o fiz, enquanto o fiz, uma senhora de idade , um homem com idade para ser meu pai e uma rapariga de 20 e poucos anos começaram-me a maltratar a dizer que estava a usar a minha gravidez para passar a frente de pessoas que estavam ali a horas , que se assim fosse iam colocar uma almofada na barriga e iriam para a fila assim , que eu não indo andar que não tinha prioridade nenhuma e se não me "aguentava" fosse outro dia , onde entretanto chega um responsável suponho e me questiona o que se passa se eu não estou acompanha pelo meu marido para ele ir para a fila por mim. Acho uma situação lamentável do ser humano , do mais baixo nível que pode haver , dirigirem-se assim a uma GRAVIDA com duas crianças . Estando assim na fila 40 minutos e nesse período de tempo essas mesmas pessoas a maltratarem-me e ninguém em situação alguma seja colaboradores da wonderlandlisboa ou qualquer outra pessoa foi capaz de fazer alguma coisa perante a situação em si. Lá me cederam a passagem porque é um DIREITO MEU e como disse em cima, as pessoas continuaram a fazer comentários maldosos , sem educação, sem boa fé , sem credibilidade, sem fundamento e sem saber o que falam. Quero deixar aqui escrito que é uma vergonha a situação de ontem e que eu iria ter muita vergonha de agir assim com alguém. É obvio que eu tendo prioridade e com uma barriga enorme acompanhada por crianças que irei passar na fila , como passo em tantas outras porque é a lei . Não tenho que estar 3 Horas numa fila pois a minha condição física não é igual a das restantes pessoas e ninguém teve isso em consideração

Encerrada
J. R.
06/12/2025

Venda de pacotes fraudulenta

Venho por este meio solicitar a devolução, em dinheiro (atual valor comercial), dos 3 pacotes registados na Área deCliente do Odisseias. Quando decidi utilizar os pacotes comprados, verifiquei que se trata de um esquema fraudulento disfarçado. Os pacotes em especifico são os 'Viva os Noivos! Exclusivo | 500 Hotéis' e 'Viva os Noivos! 260 Hotéis', contudo, esta situação deve-se verificar com outros. Na compra dos pacotes verifiquei que estava incluído: duas noites, no caso do pacote 'Viva os Noivos! Exclusivo | 500Hotéis' e, uma noite no caso do pacote 'Viva os Noivos! 260 Hotéis', no Évora Hotel. Quando tentei efetuar a reserva, quer num pacote quer noutro, verifico que me é exigido o pagamento de um 'Upgrade', termo utilizado pelos próprios, de 88 euros, no caso do pacote com as duas noites e 37 euros no caso do pacote com uma noite. Desloquei-me ao balcão da Odisseias no Norteshopping para reclamar e foi me dito que não tinham livro de reclamações físico porque não precisavam e, tinha de efetuar a reclamação online. Logo aqui fiquei bastante desconfiado sobre a veracidade da informação. Para além disso, a menina referiu que já tinham ocorrido erros de marcação de Hotéis com estes pacotes referidos, e que tinha de ligar para a linha de apoio. No dia seguinte, entrei em contacto com a linha de apoio e disseram me que é assim que funciona, pode ser cobrado o valor do tal 'Upgrade', sempre que a Odisseias assim entender, e referiu o ponto 'i' dos termos e condições: " "PACK", “E-PACK” ou “E-VOUCHER” – MARCAÇÃO, RESERVA E REALIZAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS i. O voucher é válido de acordo com a disponibilidade de cada parceiro (dias de semana e/ou fins de semana). Para mais informações, consulte a disponibilidade de cada parceiro no site www.odisseias.com ou diretamente com o parceiro. Devido ao elevado número de reservas para fins de semana, feriados e períodos de época alta, recomendamos que realize a sua marcação com a maior antecedência possível. Poderão inclusivamente, em alguns parceiros, ser cobrados custos adicionais de acordo com o período de reserva escolhido e não contratado para as ofertas de estadias " Ora, no voucher, só refere que poderão ser cobrado valores adicionais em época alta, de março a setembro, e, dependendo do parceiro, em determinados períodos. Ao telefone com o Évora Hotel, este indicou que as datas entre 2 e 5 de dezembro de 2025, não eram consideradas para nenhuma das situações e não existia alteração de valor da noite. Novamente em contacto com a linha de apoio, a menina referiu que essas datas são estipuladas pela Odisseias, e que este valor de 'Upgrade', se a odisseias assim o entender, pode ser sempre solicitado seja em fevereiro, novembro ou outro altura do ano qualquer. Conclusão, o valor da reserva efetuada diretamente no Hotel fica bastante mais económica. O Hotel incluído no voucher, só se pode utilizar se pagar um valor adicional, contudo, não está escrito em nenhum local quais as datas em que este valor pode ser cobrada. Que é como quem diz, é como a Odisseias quiser, e pode ser o ano todo. Isto é um esquema claro e inequívoco de vender gato por lebre, uma vez que os Hotéis com melhor cotação, 4 e 5 estrelas, tem todos um valor adicionar para reservar. Quero o valor dos meus pacotes, pode ser o valor comercial atual mesmo que seja inferior, mas não quero ter nada que ver com este esquema montado pela Odisseias. Em anexo segue a reclamação efetuada no livro de reclamações online.

Encerrada
C. P.
06/12/2025

Problemas psicológicos dinheiro de volta

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a perdas financeiras em plataforma de jogo online ilegal, com pedido de orientação e apoio para medidas de proteção. Situação: • A minha filha, residente em Lisboa, utilizou a plataforma ESC Online, a qual não possui licença do SRIJ para operar em Portugal. • Os pagamentos foram realizados através do sistema MB Way do Novo Banco. • A titular apresenta problemas psicológicos diagnosticados, incluindo comportamento aditivo, estando em acompanhamento médico. • Apesar de ser dinheiro ganho em jogo, a plataforma permitiu que continuasse a apostar de forma descontrolada, sem qualquer alerta, limite ou mecanismo de proteção, explorando a vulnerabilidade da minha filha. • Enviei contato à ESC Online solicitando informações e reembolso parcial, sem resposta até à presente data.

Encerrada
R. M.
06/12/2025

Apoio ao cliente

Exmo(a) Senhor(a), Escrevo para formalizar uma reclamação referente à reserva de voo 40-80105835 para Lisboa/Roma - Roma/Lisboa efetuada através da Booking. Ao realizar a reserva para 3 pessoas, inseri os nomes completos de todos os passageiros. Contudo, no momento do check-in, verifiquei que o meu nome estava incompleto (apenas primeiro e último nome), enquanto os outros dois estavam corretos. Achei estranho, uma vez que este é o nome que consta no meu registo da Booking. Antes da viagem, telefonei para a booking, por duas vezes, e também solicitei uma investigação cabal da situação. Como não recebi número de caso referênte à reclamação apresentada decidi expor a situação por e-mail. À qual me responderam que deveria ligar para o número 308805835. Quando liguei para este número a agente pediu-me para esperar alguns minutos, e informou-me que os logs foram analisados enquanto eu estava à espera, e que apenas o meu primeiro e último nome constavam nos registos, o que considero uma resposta superficial e tecnicamente impossível de ser verificada em minutos A agente tem acesso ao nome que o sistema integrou, a agente certamente não tem acesso a como o nome foi integrado no sistema, ou seja o nome foi integrado pelo que foi escrito manualmente, ou pelo nome que constava inicialmente na base de dados? Este tipo de informação não está disponível aos agentes do apoio ao cliente, o departamento de informática é o departamento adequado para avaliar este tipo de discrepâncias. Neste tipo de situação é necessária uma análise informática aprofundada, como qual a origem dos dados (base de dados ou inserção manual do nome) e os registos de auditoria/logs. Não estou a reclamar do valor pago pela alteração, mas sim pela falta de vontade e esforço para investigar uma possível falha sistema, como bug de software, problema de integração de dados ou corrupção de dados, que é possível em sistemas informáticos. Eu sei que os agentes com quem eu falei não poderiam fazer a análise requerida, mas demitiram-se da sua responsabilidade de encaminhar o assunto para o departamento adequado. Os agentes simplesmente assumiram que o cliente escreveu o nome incompleto. A minha solicitação foi para que uma investigação cabal fosse realizada, o que não aconteceu. A terceira agente também disse que iria enviar os "logs" que analisou, mas até à data ainda não os recebi. Solicito, por este meio, uma investigação técnica aprofundada para apurar a causa exata desta discrepância, e não uma simples confirmação da informação que me foi dada por telefone. A Booking tem a responsabilidade de garantir a integridade dos dados das reservas e de investigar possíveis falhas nos seus sistemas, e esclarecer como os dados pessoais dos passageiros são integrados no sistema. Aguardo uma resposta com o número do processo e um compromisso de análise técnica detalhada. Com os melhores cumprimentos.

Encerrada

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