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Maq. lavar roupa Candy em avaria
RECLAMAÇÃO FORMAL – Máquina de Lavar Roupa Candy em Avaria Data: 18 de Março de 2026 Remetente: Luís Alberto Ribeiro Borges Rua Rainha D. Catarina, 1500-535 Lisboa Destinatário: Candy Portugal Estrada Nacional 10 Edifício Pratagi, Bloco 4, 1.º Andar 2615 129 Alverca Email: candyhoover@candy.pt ________________________________________ Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente à máquina de lavar roupa Candy, adquirida na Conforama Amadora, que se encontra em avaria desde o dia 5 de Janeiro de 2026, apresentando erros desde Dezembro de 2025. Durante o mês de Dezembro, o equipamento começou a apresentar falhas repetidas, culminando na sua paragem total a 5 de Janeiro. Após este acontecimento, desloquei me à loja onde adquiri a máquina e fui informado de que poderia contactar diretamente os serviços da Candy para assistência. Seguindo essa indicação, tentei registar o pedido de assistência através da aplicação hOn, porém sem sucesso, dado que o pedido não ficou registado. Apenas no dia 26 de Janeiro, após contacto telefónico, foi finalmente aberto o processo de assistência, conforme consta no email com o assunto: “Abertura de caso número 0007984710 – Data: 26/01/2026” (cópia em anexo). Ao longo das semanas seguintes, entre várias tentativas de contacto da minha parte, a resposta dos vossos serviços limitou se a: “o pedido está solicitado, terá de aguardar”. Só 31 dias após a abertura do processo fui finalmente contactado para agendar a deslocação do técnico, tendo-me sido justificado: “Só agora é que houve disponibilidade.” Quando o técnico se deslocou ao local, verificou se que a avaria não correspondia ao diagnóstico inicial, pelo que teria de aguardar novo contacto. Após mais duas semanas sem qualquer retorno, recusei prosseguir com uma reparação sem fim previsível e manifestei a intenção de solicitar a substituição da máquina. A loja Conforama Amadora registou formalmente o meu pedido no dia 15 de Março, ficando expressa a intenção de troca do equipamento ou reembolso do valor pago. Contudo, no dia 18 de Março, fui informado de que a máquina seria considerada reparável, motivo pelo qual não seria efetuada a substituição. Face ao exposto, e considerando que: • se trata de um bem essencial, • os prazos legais de reparação previstos na legislação de defesa do consumidor foram claramente ultrapassados, • a primeira intervenção técnica ocorreu somente 31 dias após a abertura do processo, • continuo sem máquina de lavar há mais de dois meses, • tenho suportado despesas semanais entre 20 € e 30 € em lavandaria, • e o prejuízo, incómodo e desperdício de tempo resultam da falta de resposta adequada dos vossos serviços, informo que esta situação foi também comunicada ao Departamento Jurídico da DECO Proteste, solicitando: 1. O reembolso integral do valor pago pela máquina, ou 2. A substituição imediata do equipamento por um novo, 3. A compensação pelas despesas comprovadas de lavandaria, bem como pelos prejuízos causados devido à demora injustificada. Aguardo uma resposta célere e a resolução definitiva deste processo, que se encontra pendente há tempo excessivo e injustificável. Documentos em anexo: • Cópia da fatura de compra • Email referente à abertura do processo (26/01/2026) Com os melhores cumprimentos, Luís Alberto Ribeiro Borges
Produto com defeito
Exmos. Senhores, Comprei uma cama recentemente, um Sommier da Dormus. O mesmo veio com defeito, um dos cantos não encaixava, procedi logo ao contacto pela linha de apoio. Foi me dito que havia 2 opções para mim, devolução do produto, tinha que desmontar a cama toda de novo, e teria o reembolso total, a outra opção que me foi dada, foi uma compensação, caso conseguisse arranjar o defeito da cama, eu concordei. Procedi então a montagem do resto da cama, cheguei ao fim, e o estrado não baixava por nada, com colchão, peso, nada, não adiantava. Os pistões era demasiado fortes para o pouco peso da cama, relembrando que foi a própria marca que embalou e enviou os produtos, cada pistão tem 1500N, cada um. Tinha que ser muito menos, a própria empresa tinha que saber disso. Mas até aí tudo bem, disseram me que iria ter uma compensação, estava à espera disso para poder comprar outros pistões, disseram me que me iriam ligar dentro de uma semana. Aguardei, uma semana, duas semanas e nada, até que liguei, hoje dia 20/03 e disseram me que o caso já estava fechado, sem meu conhecimento e sem me terem contactado sobre, o caso estava fechado e disseram me que afinal não tinha qualquer tipo de compensação pelo defeito, sendo que me disseram que podia montar a cama que me iriam dar uma compensação. Falha da loja e da atendente que me disse isso, que me deu uma informação falsa. Fico à espera de uma resposta. Não faria sentido ter que desmontar toda a cama de novo, guardar em caixas como disseram que podia fazer, não faz sentido. Cumprimentos.
Erro informação
Exmos. Senhores, Venho por este meio remeter, em anexo, a reclamação formal relativa a uma situação ocorrida no âmbito da compra de um frigorífico americano com entrega ao domicílio. Agradeço a análise da mesma e solicito resposta por escrito relativamente ao exposto.
Mudança de casa
Reclamação formal contra a MEO Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a empresa acima identificada, em virtude de uma situação inadmissível, abusiva e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. No dia 01/04/2026, procedi à mudança de residência, tendo solicitado atempadamente à MEO a transferência do serviço de internet para a minha nova morada, situada em Viseu. Apesar de ter cumprido todas as minhas obrigações contratuais, a referida empresa demonstrou total incapacidade e negligência na prestação do serviço. Foi agendada uma primeira deslocação técnica, na qual o profissional presente declarou não ser possível realizar a instalação, alegando a necessidade de intervenção adicional por parte de outra equipa técnica para criação de condições na infraestrutura. Posteriormente, essa intervenção foi efetivamente realizada por outros técnicos. Contudo, para minha total surpresa e indignação, numa segunda deslocação, novos técnicos informaram que o serviço continuava impossibilitado devido a um alegado “sinal fraco”, situação esta causada, segundo os próprios, por erro técnico na intervenção anterior. Informaram ainda que iriam reportar ao supervisor e que eu seria contactado — o que até à presente data não ocorreu. Importa salientar que já passaram três equipas técnicas pela minha residência, sendo a última intervenção no dia 16/04/2026, sem que, até ao momento, tenha sido apresentada qualquer solução concreta ou definitiva. O mais grave é que, apesar da total ausência de prestação do serviço na nova morada, continuo a ser faturado normalmente, o que configura uma prática manifestamente abusiva, ilegal e contrária às normas de proteção do consumidor. Diante do exposto, considero esta situação profundamente injusta, desrespeitosa e inaceitável, revelando uma falha grave na organização e prestação de serviços por parte da MEO. Desta forma, exijo com caráter de urgência: 1. A resolução imediata da situação com a efetiva instalação e funcionamento do serviço contratado; 2. A suspensão imediata de qualquer faturação até à regularização do serviço; 3. O reembolso integral dos valores pagos durante o período em que não usufruí do serviço; 4. Uma explicação formal e detalhada sobre os sucessivos erros técnicos e falhas operacionais. Adicionalmente, informo que, caso não haja resolução célere, reservo-me o direito de apresentar queixa junto das entidades competentes, nomeadamente a ANACOM e demais órgãos de defesa do consumidor, bem como recorrer às vias judiciais para salvaguarda dos meus direitos. Sem mais, aguardo uma resolução urgente e definitiva.
Tentam fugir à GARANTIA
Basicamente o mesmo tipo de atendimento que todos os comentários relatam. Comprei um sistema autoconsumo ha 1 atrás, um Inversor deixou de funcionar, tive de me desenrascar pois ninguem na Sun Energy quer resolver isto a bem. O Belini ignora os emails para ver se me esqueço da garantia da seccao de Albufeira. Telefonei pa sede em Coimbra, disseram para mandar email ao chefe Raul, ja passou 1 mes e este senhor nem responder ao email sabe. CONCLUSAO: nao querem resolver a bem, possivelmente vamos recorrer ao tribunal para resolver isto pois ja paguei a outra empresa para nos resolver isto e enviamos o Inversor de volta pa sede da Sunenergy. So tava a pedir o preço que gastei num inversor novo noutra loja, mas assim vou pedir indeminizacao tambem, pois com crianças em casa neste tipo de situação alguem tem de se responsabilizar pelos os actos da Sun energy.
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Efetuei um pagamento inicial de 1€ no site Rentola para acesso a serviços, sem ter sido devidamente informada de que seria ativada uma subscrição. Posteriormente, foi-me cobrado o valor de aproximadamente 39€, sem consentimento claro. Solicito o cancelamento imediato da subscrição e o reembolso do valor cobrado indevidamente, para piorar eu não tinha nenhuma conta associada a ficha, tento olhar e entrar na conta e diz que nao existe, mas retiraram o valor da minha conta
Falsos seguros
Venho por este meio mostrar o mais profundo desagrado com os vossos serviços, será certamente o último seguro que faço com vocês. No dia 16 procedi ao pagamento da franquia de 150€ relativo ao meu seguro de telemóvel, liguei para o suporte e foi-me dito que era esse pagamento que tinha de fazer para procederem a substituição do equipamento e demorava 72h devido ao seguro contratado "premium" que não faziam reparações e era logo "indemnizado". Hoje dia 20 recebo um email que tenho de fazer o pagamento da totalidade do seguro. Seguro esse que nao tem fidelização e já está ativo a 2 anos e tal sem nenhuma reclamação de sinistro. É lamentavel não informarem o consumidor na altura da compra. Para isso não colocariam franquia já que o cliente tem de pagar franquia e contrato. Agradeço resolução ou quero a devolução do meu equipamento e da franquia já paga.
Débito direto indevido
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a empresa eDreams, na sequência da cobrança indevida de uma subscrição anual no valor de 89,99 €, efetuada sem o meu consentimento expresso, bem como pela adoção de práticas comerciais enganosas e lesivas dos direitos do consumidor. No dia 5 de março de 2026, adquiri voos através da plataforma eDreams. Para esse efeito, limitei-me a criar uma conta com o único objetivo de concluir a compra, não tendo, em momento algum, aderido de forma consciente, clara ou expressa a qualquer plano de subscrição designado “eDreams Prime”, nem tendo sido devidamente informada ou questionada sobre tal adesão. Contudo, no dia 20 de março de 2026, foi-me debitado o montante de 89,99 €, correspondente a uma alegada subscrição anual eDreams Prime. Assim que tomei conhecimento da cobrança, contactei de imediato o serviço de apoio ao cliente, solicitando o reembolso integral do valor, por se tratar de uma cobrança não autorizada. Durante o referido contacto, foi-me transmitido que teria beneficiado de um alegado “desconto” na compra dos voos por ser membro Prime. Tal afirmação é falsa e enganosa, uma vez que o desconto apresentado no momento da compra não foi identificado como estando associado a qualquer subscrição paga, nem me foi comunicado que a sua aceitação implicaria a celebração de um contrato de subscrição anual. Posteriormente, ao verificar os e-mails de confirmação da reserva, constatei que existia apenas uma menção residual, em letras diminutas e colocada no rodapé, relativa à suposta subscrição, circunstância que não consubstancia consentimento válido, nem cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente. Esta conduta viola, designadamente: • O artigo 8.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor); • O artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro; • O Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, por configurar uma prática comercial enganosa. Face ao exposto, considero que esta situação configura: • Cobrança sem consentimento expresso; • Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; • Violação do dever de informação clara, adequada e transparente; • Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para o exercício do direito de livre resolução, através da cobrança imediata após esse período. Nestes termos, exijo o estorno/reembolso integral do montante de 89,99 €, indevidamente debitado, e solicito o apoio dessa entidade para a análise da presente situação, bem como para a prevenção de práticas semelhantes junto de outros consumidores. Ver menos
Burla
Bom dia. Venho por esta via manifestar o meu desagrado. A minha sogra foi influenciada por um Sr. João que trabalhava na Audição Ativa, estes Srs. pressionaram a minha sogra a receber esse Sr. João lá em casa, depois disso foi só palavras bonitas para sacar o dinheiro da minha sogra. No dia 27-08-2025 procedeu a um pagamento de 1500€ para o Sr. João, mesmo este sabendo que que ela se estava a queixar com dores e o aparelho não se estava a adequado. Este Sr. João no dia que se deslocou a casa da minha sogra disse que iria lá todas as semanas durante um mês para verificar se estava tudo bem com o aparelho e se ela se estava a adaptar com o mesmo. Mentira, este Sr. tirou-lhe tudo o que precisava e nunca mais apareceu, a minha sogra farta se de ligar para devolver o aparelho, pois magoa-lhe e não se adaptou com o mesmo, todos os meses vão retirar 90€ a conta da minha sogra e não resolvem o problema. Por várias vezes foi solicitado o cancelamento e tentativas de contacto por parte da mesma, mas todas sempre sem sucesso. Em Outubro solicitei a vinda do mesmo a habitação para se fazer o cancelamento e o mesmo com uma arrogância e rispidez, informar que não era possível devolver o equipamento que era apenas uma fase de adaptação. O aparelho encontra-se dentro da caixa usado apenas 30minutos. Agradeço que seja cancelado de imediato todos os pagamentos, venham buscar o aparelho e devolvam todo o dinheiro que receberam até agora, ou irei por vias extrajudiciais. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-lei nº 57/2008, motivo pelo qual a anulação do contrato e o reembolso integral do valor pago.
Faturação abusiva, alteração indevida de escalão e falhas graves no serviço
FATURA: FT G26PT/00016958 FATURA: FT G26PT/00018216 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e urgente relativamente à situação absolutamente inadmissível que se verifica desde que celebrei contrato com a vossa empresa, Plenitude. Desde a mudança para a vossa comercializadora, tenho sido confrontada com sucessivos erros, incoerências e falhas graves na faturação do gás, que não só não foram resolvidos como têm vindo a agravar-se de forma preocupante. Começo por salientar a emissão de uma fatura anterior no valor de 412 euros, completamente desproporcional e injustificada face ao meu histórico de consumo. Mais recentemente, recebo nova fatura referente ao período de 13/03 a 17/03, na qual indicam um consumo de 8 m³ (89 kWh) e um valor a pagamento de 12,85€, sendo que: Este consumo é manifestamente irrealista para um período de apenas 4 dias; Durante esse período, o gás praticamente não foi utilizado; O valor apresentado não corresponde à realidade do consumo efetuado. Paralelamente, verifico que fui colocada no escalão 2 de gás sem qualquer comunicação prévia, explicação ou consentimento, o que constitui uma clara falta de transparência e uma violação dos deveres de informação ao consumidor. Adicionalmente, é incompreensível que: Não tenha obtido qualquer resposta ao email de reclamação anteriormente enviado; Em vez de resposta, tenha sido emitida mais uma fatura incorreta; Apenas estejam a ser emitidas faturas de gás, não tendo até à data recebido qualquer faturação relativa à eletricidade, o que demonstra uma gestão contratual profundamente deficiente. Esta situação ultrapassa largamente um mero erro administrativo. Trata-se de um padrão de atuação negligente e desorganizado que está a causar sérios prejuízos e um elevado desgaste emocional ao nosso agregado familiar. O impacto desta situação é real e grave: Estamos a evitar utilizar gás na nossa própria habitação com receio de novas faturas abusivas; O nosso conforto básico está comprometido; Existe um claro impacto na nossa estabilidade e saúde mental devido à constante incerteza e falta de controlo sobre valores que nos são cobrados. Importa ainda referir que, enquanto clientes da Galp, apesar de eventuais atrasos na emissão de faturas, nunca fomos confrontados com valores incoerentes, consumos irrealistas ou tamanha falta de rigor. Perante tudo isto, venho exigir com caráter de urgência: A revisão imediata e integral de todas as faturas emitidas, incluindo a de 412€ e as mais recentes; A apresentação das leituras reais que fundamentam os consumos faturados; A identificação clara de quaisquer estimativas utilizadas; A justificação formal da alteração para o escalão 2; A correção de todos os valores indevidamente cobrados; A regularização da faturação de eletricidade em falta; Uma resposta formal, fundamentada e célere à presente reclamação. Informo que, caso esta situação não seja resolvida de imediato, irei avançar com reclamação junto da ERSE e através do Livro de Reclamações, por considerar que estão a ser violados os meus direitos enquanto consumidora. Exijo uma resolução urgente desta situação, que já ultrapassou todos os limites do aceitável. Com os melhores cumprimentos, Eduardo Luís Alves Trindade NIF 253761786 Email: eduardoluist94@gmail.com + 351 918589758
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