Reclamações públicas

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E. M.
05/03/2018

Anulação do negócio

Em Novembro compramos um smart (50-TU-15) na smart mania. Desde os primeiros km's (na nossa mão) que notamos que o carro foi tendo vários problemas: Porta do condutor nem sempre abria, não tinha chapeleira, só veio com uma chave, travão fazia barulho estranho, nas subidas ficava sem força, chave ficou presa na ignição, chave deixou de funcionar (técnico da empresa foi a nossa casa para resolver o assunto), barulho no vidro da porta do condutor e o mais grave na 6f passada (dia 2 março) carro ficou sem potencia e a andar a 10/20km hora. Por todos estes motivos tivemos que nos deslocar à Smart mania quase todos os meses e deixar lá a viatura e voltar para a ir buscar. Entretanto pedimos um histórico do veiculo no site 'autodna' (referido num program da SIC) e verificamos que no dia 11 de Abril de 2014 este carro apresentava 127 641 km, nos compramos o carro com pouco mais de 60 000 km.

Encerrada
C. M.
05/03/2018

Pedido de rescisão do contrato com efeitos a partir de 27 de outubro

Setúbal, 01 de março de 2018Venho, por este meio, expressar o meu profundo desagrado com o procedimento da Prosegur.Chamo-me Cláudia Sofia Gomes Vasconcelos Martins e sou vossa cliente desde 27 de novembro de 2012. Comprei o equipamento de alarme da Prosegur e paguei a respetiva mensalidade desde então.Tive conhecimento, no início do mês de novembro de 2017, que teria de abandonar a casa onde residia desde outubro de 2012, por questões que me ultrapassam. Os senhorios da casa foram forçados a vender a casa de forma súbita.Desta forma, contactei no dia 13 de novembro de 2017 a Prosegur, onde expôs toda esta situação. Perguntei o que deveria fazer dadas as circunstâncias. Foi-me aconselhado o pedido de suspensão dos serviços e o envio de um email a reportar a situação à Prosegur. Com muitas dificuldades e após alguns contactos lá consegui que no último dia de janeiro, dia em que sairia da casa e entregaria as chaves, um técnico da prosegur retirasse o meu alarme da casa.Hoje, dia 1 de março, quase 5 meses após o meu 1º contacto, fui contactada pelo Sr. Nuno Cardoso, do departamento de fidelização, que me comunicou algumas informações que me deixaram incrédula, nomeadamente, que a minha faturação não foi suspensa e que existe uma fidelização até novembro de 2018! Ressalvo o profissionalismo deste senhor, que foi sempre muito cordial, correto e educado.Face ao exposto, eu pergunto:- Por que razão estas informações nunca me foram transmitidas antes???- Se esta informação me tivesse sido transmitida quando inicialmente contactei a Prosegur, de imediato teria pedido a rescisão do contrato. Por que não o fizeram?- Se os funcionários de centro de atendimento não têm acesso a estas informações, por que não passaram ao departamento de fidelização? Tinha intenções de continuar a ser vossa cliente na próxima residência mas perante esta forma de atuação, desisto, pois a forma de atuação da Prosegur não se coaduna com a ideia e experiência que tinha com esta empresa.Face ao exposto, pretendo rescindir o contrato com efeitos a partir de 27 de outubro.Sem outro assunto,Cláudia Martins

Resolvida
A. C.
05/03/2018

Problema com cozinha e montagem IKEA

Adquiri uma cozinha no IKEA (cozinha essa que inclui vários armários com gavetas e portas, um vassoureiro, mais do que uma bancada, lava-louças, microondas, forno, placa de gás e exaustor), que foi paga no dia 17/12/2017.A montagem dessa mesma cozinha foi agendada para o dia 05/01/2018, sexta-feira, e, como durante todo o processo de venda sempre nos disseram que a montagem teria a duração de dois dias, assumimos, naturalmente, que o segundo dia de montagem seria o dia útil seguinte ao primeiro dia da montagem, ou seja, no dia 08/01/2018, segunda-feira. Quando no final do dia 05/01/2018, assinava o relatório que a equipa de montagem me apresentou, confirmei que dia 08/01/2018, segunda-feira, terminariam a montagem da cozinha. Fiquei muito surpreendido quando me disseram que provavelmente sim mas que eu teria que entrar em contacto com o IKEA e fazer uma nova marcação de data. Isto não fazia qualquer sentido mas entrei ainda assim em contacto com o IKEA por telefone no dia seguinte, 06/01/2018, sábado. Na altura disseram-me que ainda não me sabiam informar sobre qual a data da continuação da montagem da cozinha. Depois de vários telefonemas e inclusivamente deslocações à loja nesse dia e nos seguintes, a resposta que acabaram por me dar foi que a cozinha só poderia continuar a ser montada no dia 29/01/2018 pois era a próxima vaga que tinham disponível (ou seja, a data que tinham disponível era praticamente um mês depois do primeiro dia de montagem). Para piorar a situação, tratava-se de um apartamento que estava a ser completamente remodelado e o término das obras estava previsto para 31/01/2018, dia em que eu eu iria ficar sem sítio para viver, tendo obrigatoriamente que me instalar no novo apartamento. Depois do término da montagem da cozinha, o empreiteiro da obra, bem como outros fornecedores, precisariam de tratar de acabamentos e algumas intervenções na cozinha, o que não seria possível com esta data apresentada. Por sorte (e não porque o IKEA conseguiu encontrar uma data alternativa) houve uma desistência para o dia 10/01/2018, quarta-feira e a cozinha ficou, então, terminad nesse dia. Esta situação originou, naturalmente, da minha parte, uma reclamação no livro. Posteriormente recebi uma resposta padrão por carta, do IKEA, a pedir que não deixasse de confiar na marca, etc., resposta essa que não me satisfez. Sublinho que se não tivesse havido uma desistência, eu teria que ter esperado 25 dias até completarem o trabalho que começaram (ou seja, tinha meia cozinha montada com um cenário que mais parecia de guerra, pó de serradura por todo o lado, cartões espalhados, plásticos nos armários, etc.) e também porque acabei por ser prejudicado pois tinha trabalhos de fornecedores agendados para o dia 09/01/2018, terça-feira, e para o dia 10/01/2018, quarta-feira, que tive que cancelar e adiar. No entanto, e infelizmente para mim, a minha terrível experiência com o IKEA estava apenas a começar.A cozinha ficou, efetivamente, montada no dia 10/01/2018, quarta-feira, mas eram mais as coisas que estavam mal feitas do que as que estavam bem. Gavetas desalinhadas armários que não estavam paralelos e tinham espaçamentos completamente díspares entre eles o lava-louças não estava montado por completo havia armários esfarelados na zona dos buracos por terem, aparentemente, sido aparafusados inicialmente no sítio errado armários com os parafusos à vista do lado de fora a bancada começava por estar encostada/paralela à parede mas ia-se afastando/entortando e o espaçamento, que ia sendo cada vez maior, ia sendo preenchido com cada vez mais silicone e outras situações do género como, por exemplo, ao terem aplicado o óleo na bancada de madeira, sujaram-me duas paredes (uma de cor branca e uma de cor cinzenta) que tinham sido pintadas de novo há poucos dias. Sublinho que não se tratavam de preciosimos e de detalhes, eram erros grosseiros. Nessa altura não só entrei em contacto com o IKEA por telefone e pessoalmente, na loja, como também enviei um e-mail exaustivamente detalhado com fotografias do estado geral em que deixaram a cozinha e das diversas situações detetadas. Desde então que foram sido descobertos problemas na cozinha, nomeadamente o exaustor mal instalado e por isso não funcionava, a placa do fogão avariada, um painel do vassoureiro com dois metros de altura que simplesmente se soltou ainda sem sequer ter sido usado, entre outras situações. A equipa de montagem já veio resolver problemas na nossa cozinha pelo menos nos dias 15/01/2018 e 30/01/2018 (mas penso que até tenha vindo mais vezes, é possível confirmarem o número de intervenções no processo) no dia 10/02/2018 vieram duas pessoas da Whirlpool substituir a placa de gás e no mesmo dia 10/02/2018, mais tarde, veio um técnico de qualidade do IKEA, o Sr. Nelson Patrício. Nesta última vinda, constatou-se que a placa do fogão que já havia sido substituída uma vez, continuava com problemas e foi detetada uma situação que vai contra as próprias regras de segurança que o IKEA, alegadamente, preconiza: a prateleira que se encontra instalada por cima do microondas não é a prateleira apropriada, isto é, não é uma prateleira com respiraração, que permita ao forno e ao microondas arrefecer corretamente. Devo ainda sublinhar que esteve marcada a vinda de um técnico de qualidade do IKEA para uma data anterior a 10/02/2018 (data e hora indica pelo IKEA), que tirei um dia de férias por esse motivo e esse mesmo técnico de qualidade não apareceu. E ainda de referir que cheguei a ter eu que contactar diretamente a Whirlpool, apesar de não compreender por que tive de o fazer, uma vez que paguei a cozinha e os eletrodomésticos ao IKEA e é o IKEA que tem que se responsabilizar pelos parceiros que seleciona e dar a cara por eles.São tantas as situações, umas atrás das outras, e o processo já se arrasta há tanto tempo que não encontro palavras para descrever tudo. A verdade é que paguei uma cozinha ao IKEA no dia 17/12/2017 e hoje, ao completar dois meses do primeiro dia de montqgem, ainda não a tenho completa/totalmente funcional. Por questões de segurança, não posso utilizar o microondas nem o forno e muitas vezes os bicos da placa do fogão não funcionam. Numa altura em que a minha mulher se encontra grávida, a situação tem ainda mais impacto pois é uma causa de stresse dado a impossibilidade de utilizar a cozinha (elemento central na vida familiar). Já perdi a conta aos gastos que já tive em combustível por me deslocar à loja do IKEA de Alfragide e de Loures para solicitar urgência na resolução desta situação e pedir esclarecimentos. Já perdi a conta aos gastos que tenho tido diariamente, desde há dois meses, em alimentação, visto que estou impedido de cozinhar.O IKEA devolveu-me, a certa altura, parte do dinheiro da montagem da cozinha mas não me considero minimamente ressarcido por tudo o que gastei, por tudo que tenho passado e que ainda não está resolvido ao fim de dois meses. Nunca passei por uma tão má experiência como aquela que estou a passar com o IKEA. Nunca experienciei, por parte de uma empresa, uma tão grande falta de atenção para com um cliente, considerando o impacto que estão a causar na vida do mesmo.

Encerrada
A. C.
01/03/2018

Burla

Compra num site Portugues e material veio do estrangeiro e parou na alfandega e concluiram que material é falso e vao destruir e estao a pedir.me 50€ como multa.. fui burlado sem saber

Encerrada
R. S.
28/02/2018

Utilização irregular de energia eletrica

Lisboa, 28 de fevereiro de 2018Carta 2205/18/SC-OP-SFAssunto: Utilização irregular de energia elétrica PN 2005536779- CPE PT0002000078745466QRProcesso: 1083146comprei um apartamento na Povoa de Santa Iria em fevereiro de 2016. Abri a eletricidade com a EDP em 16 de abril de 2016. Só comecei a habitar o imóvel em 21 de junho de 2017, que foi quando abrimos o gás também com a EDP, tendo como testemunhas o sr. Carlos e sua esposa, residentes na mesma morada no apartamento em frente.Ate ao mês de novembro de 2017 tive faturas relativamente baixas, visto só ter começado a habitar a casa a partir da data referida e também por termos começado a dar contagens, a partir dessa data comecei a pagar faturas com os devidos acertos.Fiquei perplexa ao receber, ontem dia 27 de fevereiro de 2018 uma carta vossa datada de 14 de fevereiro de 2018, na qual me é imputado o estrago no contador, nomeadamente de o ter furado. Por esta razão passo a expor a seguinte situação:O contador da EDP esta instalado na escada do prédio e não possui fechadura de segurança, nem sequer foi mudado aquando da abertura do contrato, como tal não me pode ser imputada a responsabilidade por quaisquer danos, nomeadamente o alegado furo de que o mesmo terá sido alvo.Na vistoria técnica do dia 29 de dezembro de 2017 em que houve substituição do contador eu não estava ausente como refere o auto de vistoria do ponto de mediação. Cruzei-me com o técnico, cumprimentei-o e o mesmo viu-me entrar na habitação. Em nenhum momento o mesmo, que também me cumprimentou, referiu existir um furo no contador. Não me pareceu estranho ver o técnico a “mexer no contador” visto estar fardado com uniforme da EDP, dai não o ter questionado sobre qual o propósito de ali estar, ate pensei que seria a fazer a contagem.A referida carta de 14 de fevereiro de 2018 onde consta o auto de vistoria do ponto de mediação, que recebi a 27 de fevereiro de 2018 levanta varias questões, nomeadamente:o período calculado de 23 de abril de 2016 a 28 de dezembro de 2017: não entendo o porque deste período nem os critérios subjacentes a esse calculo, visto que só começamos a habitar o apartamento aquando da abertura do gás a 21 de junho de 2017. Se a ultima vistoria técnica foi quando abri a eletricidade a 16 de abril de 2016 talvez fosse benéfico para ambas as partes que o fizessem com maior regularidade evitando- se assim situações desta natureza.Não se verifica existir qualquer relação entre o alegado furo (ao qual sou totalmente alheia) e a “utilização irregular de energia” de que sou injustamente acusada. As faturas demonstram que o consumo só começou a aumentar quando comecei a habitar a casa e a dar contagens a partir do mês de novembro de 2017, posto isto não existe fundamento para a exigência de uma indeminização de energia de tao avultado montanteA responsabilidade e manutenção dos equipamentos de mediação cabe ao proprietário dos mesmos, ou seja, à EDP distribuição. Como cliente não tenho capacidade de reconhecer um dano no contador, neste caso não só me esta a ser imputado esse dever como a responsabilidade por um alegado dano. Esta situação não pode ser aceite. A EDP tem o dever de proteger os seus clientes cumpridores, ao invés de os acusar de praticas ilegais que poem em causa a sua idoneidade. O meu desconhecimento sobre praticas ilegais em contadores e afins é tal que aquando da abertura de contrato aderi também ao serviço funciona, de forma a ter apoio em caso de alguma avaria.é me dado 48 horas para pedir o acesso à prova que demonstra o alegado furo, da mesma maneira tenho 10 dias para resolver esta situação à qual sou alheia e visada de forma injusta. Ora se a referida carta onde sou acusada é datada de 14 de fevereiro de 2018 e tendo recebido a mesma a 27 de fevereiro de 2018, isto significa que na pratica o prazo para resolução desta situação já expirou.Ao receber a carta telefonei imediatamente para o vosso contato 211599810 em que me foi dito para fazer uma reclamação.Em suma, a)caso exista um furo no contador como se alega, não é de todo da minha autoria b)o auto de vistoria apresenta imprecisões que o invalidam c)não me foi mostrado o alegado furo estando eu em casa e o técnico sabendo disso d)o período a que se refere não esta fundamentado e) os nossos consumos não foram beneficiados pelo alegado furo f)os prazos que nos deram para resolver o problema são proibitivos g) vistorias regulares permitiriam evitar situações como estas em que, pois faz-me questionar se a EDP merece clientes cumpridores e idóneos.Aguardo, por isso, a anulação imediata e integral deste processo, ficando desde já ao dispor para qualquer esclarecimento que considerem necessário.Grata pela atenção VGO contrato esta no nome da minha esposa, dai ela ter enviado esta carta em correio registado para a EDP distribuição. No entanto ao ser sócio da Deco, utilizei também este canal para reclamar.

Encerrada
V. S.
26/02/2018

Limpeza de chaminé

Limpeza de condutas de exaustão

Encerrada

Carta registrada perdida!!!!

Total insatisfação com os Correios CTT!!!!No dia 3 janeiro de 2018 enviei uma carta da Áustria para a Ilha da Madeira por correio registrado e rápido pois tratam-se de documentos importantes que são 3 cartões de cidadão, passaram-se os dias e nada de a carta chegar ao destino, pois via com regularidade no site dos ctt o (estado da encomenda) e sempre a mesma mensagem a carta está em Lisboa como (objecto rececionado) desde o dia 10 de janeiro, falei para os CTT para reclamações@ctt.pt pediram -me os dados do destinatário e o n° do objeto RO478339662AT e disseram que iam averiguar a situação com máxima rapidez.Ontem o destinatário recebeu um aviso dos CTT que dizem que não conseguiram localizar a minha carta (está perdida) eu agora quero saber quais as medidas que vão tomar a partir de agora, pois estamos fora da ilha da madeira, e sem identificação, tudo causa da vossa irresponsabilidade, foram perdidos 3 cartões de cidadão, será que ainda nós é que teremos que pagar do nosso bolso para ir fazer 3 cartões de cidadão??? Por um erro que foi vosso?Tudo porque não foram responsáveis para com os vossos clientes . quero saber quais as medidas que vão tomar daqui para a frente. Agradeço que me respondam!!!Obrigado: Tânia Nóbrega

Encerrada
E. V.
23/02/2018

CONSERTO 19A/1386 REF.791813CZ

Foi me oferecida uma peça em prata com uma pedra transparente em Novembro de 2017, nem um mês passou e a pedra ficou baça. Em Janeiro apresentei reclamação com devido comprovativo de compra na Pandora do Maiashopping (Visão do Tempo). Ao fim de 3semanas aproximadamente recebo SMS a dizer que o concerto são 8 euros. Telefono para a loja e pergunto o porquê do orçamento apresentado, ao que me respondem que a pedra esta riscada de bater nas coisas. Não concordei, não pelo valor mas pela má analise, pois a peça não roda esta numa pulseira com 2 voltas em couro, fixa e só com esta pedra nao tem outras tão pouco. Apresentei mail a reclamar e telefonicamente dizem me que não aceitam e o conserto são 8 euros.Aceito o conserto e a peça arranjada, e como nao tenho outra solução aprendo a lição e tenho de volta a minha peça nova. Nem 1:30 depois ligam me da loja para me avisar que vão avançar com o conserto, mas a pedra vai vir igual, ou seja baça!!!!! Questiono a Sra. e realmente também não me sabe explicar. Então vou pagar um conserto de quê? Ja não basta fica com prejuízo, pago por ele...e teria que continuar com ele?!!!!! será que as pessoas têm noção do que estão a dizer e fazer?!

Resolvida
J. R.
22/02/2018

Compra de veiculo usado

No mês de Junho o meu Namorado Ivan Alex Cunha Melo com o NIF 268421935, dirigiu-se ao Stand Samucar para adquirir um veículo, trocando pelo actual, Pegout 208 com matrícula de 07/2013.O Vendedor Sr.Carlos Ramos apresentou-lhe um veículo Citroen C4 com matrícula de 06/2013 que acabou por adquirir.Como as datas das matrículas eram muito próximas e só lhe iriam entregar o carro em Julho, combinou com o Vendedor que pagaria o IUC do Pegout 208 e ele acordou em pagar o IUC do Citroen C4 antes de lhe entregar o veículo.No dia 06-02-2018 recebemos uma carta das finanças a indicar que o IUC do Citroen C4 não foi pago até à data limite de pagamento em 02-01-2018, o que não achei correcto pois a matrícula do veículo que adquiri no Stand, o Cotroen C4, é de 06/2013.Entrei em contacto com as finanças, ao que me informaram que a data de Matrícula em Portugal é de 2016-12-06. No contracto que realizaei no Stand não consta essa informação, nem nunca foi prestada pelo Vendedor, pelo Stand ou mesmo pelo Banco que me enviou um e-mail a confirmar o averbamento do veículo.Só recebi o livrete do carro quase 3/4 meses depois da aquisição do mesmo.Já entrei em contacto com o Vendedor que descarta a responsabilidade desta situação, e indoca que não sabe o ano da matrícula de todos os veículos que vende e quem sabe essas informações é a financeira da Empresa.Solicito a resolução desta situação, pois quem tem de fazer a liquidação como se comprometeram aquando da compra do veículo.Pois se me tivessem informado das datas correctas, não teria nenhum problema em ter pago o IUC do veículo que tinha na altura antes de o entregar, e do IUC do novo veículo na data correcta no mês 12.Aguardo resposta breve,Obrigada

Encerrada
A. C.
21/02/2018

Burla/ seguro doméstica and general

Boa tarde Venho por este meio reclamar um seguro, que no meu ver é indevido ao consumidor. No passado dia 21/02/2017, pelas 12:05, na Loja Worten de faro 2 efectuei uma compra de um equipamento Samsung Galaxy A5 SS 2017de cor preta. Depois de escolher o equipamento que queria adquirir, foi-me questionado se gostaria de também adquirir um seguro que suportaria danos acidentais, furto por arrombamento ou roubo, onde o valor era de 179€ e onde não teria de pagar mais nenhum valor caso um destes casos se sucedesse, a minha resposta após repensar foi positiva e só depois de efectuar a compra do equipamento (429€) e mais o valor do suposto seguro (179€) é que me foi dada a folha com os dados e clausula do segurador. No entanto dia 19 de Janeiro de 2018, acidentalmente o meu equipamento sofreu uma queda na entrada de meu prédio que contém um chão de cimento rugoso e rachou o ecrã principal por dentro, não chegando a afectar os cristais mas impossibilitando a visão do ecrã. Liguei no dia seguinte para o segurador onde me foi dito que para accionar o suposto seguro teria de pagar mais um valor de 42.9, o que achei estranho mas aceitei pagar.. A minha questão é, para que é que eu efectuei um pagamento em loja no acto da compra de 179€ por um seguro que me pede ainda mais 42.9 pelo dano acidental? Sendo assim não é seguro nenhum e estou a pagar o seguro quase por duas vezes.Mas não é só isso, a reclamação também serve para divulgar que mais parece que estou a ser vítima de burla,ainda hoje após ter passado um mes, e já ter feito o pagamento, ainda não vieram recolher o telemóvel, já liguei 3 vezes, uma para ativar os seguros e dar meus dados, a segunda porque não enviam mail nem ligavam e os dados estavam mal,, e a terceira para disseram que ainda iriam recolher meu telefone, mas até agora nada ainda.A minha questão sobre ser vítima de burla, acontece porque existe uma cláusula que diz que tenho direito a uma reparação a cada 12 meses durante um ano,ou seja, faz hoje dia 21/02/2018 um ano, fico com a sensação que estão adiar para depois de dia 21 para eu perder o direito de reparação nestes futuros 12 meses.Achei por bem reclamar neste portal, visto que isto não me acontece só a mim e também porque a empresa envolvida com o segurador (WORTEN) não sabe dar uma explicação para este seguro e para esta situação, respondendo apenas telefonicamente compreendemos a sua situação e o seu desagrado. Então se compreendem, qual o porquê deste seguro tão enganoso e de alguma forma que comete extorsão de dinheiro de diversos clientes. Sem mais assunto, venho pedir que me ajudem a resolver esta situação. Filipe Neto

Encerrada

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