Reclamações públicas

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troca da carta de condução estrangeiro

Gostaria de fazer a troca da minha carta de condução brasileira para portuguesa, já tendo ido duas vezes ao IMT de Leiria e não esta sendo possível, pois os funcionários exigem um documento com minha morada fornecida pelo SEF ( sendo que este documento exigido, fica retido no SEF quando buscamos nosso titulo de residência definitivo). Alem de que, na lei do próprio IMT( lei 40/2106 de 29 de julho e lei 37/2014 de 10 marco ) e no site consta que basta entregar um documento comprovativo da residência em território nacional ( no meu caso tentei apresentar O comprovativo de morada da junta de freguesia, apresentado em outros órgãos públicos e aceites).

Encerrada
A. C.
07/04/2018

Problema com cobrança de portagens

A situação já foi exposta por e-mail à interrent, que é uma marca ou uma subsidiária da Eurpcar, mas sem contactos directos adequados.Junto cópia do texto enviado por e-mail:Venho por este meio solicitar a vossa colaboração na resolução do problema que passarei a explicar, no âmbito da vossa responsabilidade pelo sucedido.No dia 12 de Agosto de 2017 aluguei uma viatura por alguns dias, levantada e entregue nas vossas instalações na Av. Marechal Gomes da Costa, em Lisboa.Para subscrever o contrato de aluguer (contrato N.º 173 30197785), foi necessário autorizar a associação de um cartão de crédito ao contrato ( MASTERCARD 5295XXXXXXXX2090), ferramenta que veio a ser utilizada para a cobrança do serviço de aluguer após a entrega da viatura. A factura relativa à cobrança efectuada pela interrent é a que se encontra em anexo, enviada por vós em 17 de Agosto de 2017, e cujo conteúdo é inteira responsabilidade da interrent, ao abrigo da autorização de pagamento subscrita no contrato.À data, a primeira impressão com que fiquei sobre o conteúdo da factura foi a de falta de seriedade da vossa parte e aproveitadorismo pelo poder advindo da autorização dada para cobrança através do cartão de crédito. Digo isto, porque foi cobrado um serviço suplementar de limpeza interior (Supl.Serv.Limpeza Interior CI) no valor de 12.19512€, apesar de tal informação ou intenção não ter sido revelada no momento da entrega da viatura o que demonstra desde logo a desonestidade e e falta de profissionalismo no processo de entrega da viatura.Mais, afirmo categóricamente que a viatura foi utilizada de uma forma responsável e limpa, sendo que o único passageiro e condutor da viatura, durante os dias do aluguer utilizou roupa e calçado limpos, e garanto que não havia de forma alguma necessidade de qualquer limpeza particular por força desta utilização da viatura. Presume-se que as viaturas sejam devidamente tratadas, inclusivamente em termos de limpeza, antes de serem entregues a um qualquer cliente, mas não se encontra qualquer razão aceitável para uma cobrança como a que foi efectuada, se não houver razão para tal, e que seja necessáriamente por força de particular sujidade que possa ser atribuida à utilização ao abrigo de um contrato em particular.Contudo, apesar dessa impressão, que só prejudica a imagem da empresa ao olhos deste cliente, o assunto não mereceu qualquer procedimento, ficando apenas a constatação do evidente oportunismo consumado.Apesar do acima exposto, a questão central desta reclamação prende-se com outro aspecto.Com efeito, o contrato já citado, incluia o aluguer diário do dispositivo via verde (Supl. Serv. Port. Electrónica) com o valor diário de 1.25€, e que o cliente subscreveu com a clara intenção de beneficiar das vantagens deste serviço, e que são amplamente conhecidas, beneficienado sobretudo do facto de vir a pagar as passagens em infrastruturas taxadas, juntamente com a factura do aluguer da viatura, através do débito no cartão autorizado.Como pode ser verificado na factura, existe um item cobrado para o aluguer do dispositivo, assim como um artigo descrito como Valor das portagens no valor de 39,43089€, o que constitui o cumprimento do acordado com o cliente que seria o pagamento à interrent de um serviço para ter a cobrança das portagens neste formato e à interrent.Como tal, após observação breve da factura, e apesar do aspecto curioso relativo à limpeza suplementar da viatura, o cliente não obstou a qualquer aspecto e o débito do valor total facturado foi efectivado.Surpreendentemente, em Novembro de 2017, recebo via postal um Aviso de falta de pagamento de taxas de portagem datado de 17/11/2017, no valor de 9.92€, o que mostra que algo falhou na cobrança por parte da interrent.Como acto de boa-fé, e partindo do principio de que falhas são susceptiveis de acontecer, assumi que haveria certamente alguma taxa de portagem que não teria sido incluída no montante facturado pela interrent, e procedi ao pagamento com toda a naturalidade. O aviso recebido e respectivo pagamento encontram-se anexos a esta exposição.Contudo, não posso deixar de sublinhar o desagrado po receber um aviso da via verde e ser considerado incumpridor, por uma falta que de modo algum pode ser imputado ao cliente. Pelo contrário, se haviam taxas de portagem não cobradas, apenas o foram por uma de duas razões:A interrent incorrectamente cobrou o valor de portagens por defeito, por lapso ou outra razão da sua responsabilidade, ouA informação de passagem da viatura numa zona paga não ficou registada atempadamente no dispositivo, e por essa razão a interrent não a cobrou na factura emitida, sendo a responsabilidade da omissão da via verde, e consequentemente da interrent.O que não se compreende e se sublinha como inadmissível é que o cliente receba este tipo de avisos com ameaças de aplicação de coimas, por uma falha que não é da sua responsabilidade, constituindo isto uma ofensa ao bom nome da pessoa visada.Em adição, e agradeço correcção caso a observação esteja inorrecta, não se compreende com que direito o cliente da rent-a-car é intimado desta forma, se a viatura e o dispositivo via verde não estão em seu nome, a não ser por informação revelada pela interrent, o que constitui desde logo uma falha na protecção de dados, subsistindo ainda dúvidas quanto à sua legalidade. Para além disso, o cliente da rent-a-car não subscreveu qualquer contrato com a via verde, mas sim com a interrent, o que obrigaria neste caso, por várias razões, mas no minimo por uma questão de ética e correcção, que a interrent contactasse o cliente no sentido de tentar cobrar um artigo que teria sido incorrectamente cobrado por defeito. Pelo contrário, a interrent iliba-se de responsabilidade na falta de cobrança, e remete para o cliente o ónus da culpa, fornecendo os dados à via verde para que esta utilize os seus métodos de cobrança que deveriam ter sido dirigidos apenas à interrent.Como se não bastasse, recebo recentemente via postal com data de 27/03/2018, nova notificação, cuja cópia remeto em anexo, para pagamentos em falta, uma vez mais por falta de adequada cobrança pela interrent no momento adequado, e por supostamente ter sido considerado como o infractor, o que é completamente falso, de acordo com o contrato de aluguer da viatura.Sublinho que esta recente notificação resume no quadro de infracções um valor de portagens no montante de 24.30€ e um valor de custos administrativos no montante de 44.20€.Não obstante a eventual obrigação de pagar os valores de portagens devidas, solicito esclareceimentos à interrent quanto a esta trapalhada, acentuando que discordo veementemente com a tentativa de cobrança de taxas administrativas por uma falha que é aparentemente da competência da interrent e/ou da via verde, pelo que náo a pretendo liquidar, transmitindo tais responsabilidades à interrent.Informo ainda que darei conhecimento do assunto a entidade competente para a defesa do consumidor.Subscrevo-me,Eurico Mangas

Resolvida
C. G.
05/04/2018

Assistência - Orçamento nº 63605

Depois de trocar mails com a marca,Venho por este meio relatar o meu descontentamento com esta situação e pretendo uma solução para o mesmo.Adquiri um notebook na Fnac de cascais no mês de Setembro de 2016 e desde então o sotware é lento, tem tido paragens impossibilitando por vezes de desligar da forma convencional, esta ultima situação com o tempo tem vindo a agravar. Depois de tornar se uma situação desconfortável, ou até mesmo desagradável e visto que pouco usei o Notebook,acho que não é uma situação normal ou recorrente em notebooks, nesse sentido dirigi-me á loja FNAC Cascais para enviar o Notebook para a marca ( que foi nesta altura que me apercebi que era um Notebook, e não um computador Portátil de processamento rápido) de forma a verificarem todas esta situações relatadas que ficou anotado no relatório de assistência.Saliento ainda que sinto me enganada, pois adquiri um artigo que não corresponde ao que pretendia,e que apresenta todos estes problemas desde que o adquiri.Fui informada pela FNAC que teria que pagar pela reparação, pelo que a Garantia não cobria Problemas com o Software.Enviei mail para a marca, ao qual reportaram que nada podiam fazer, visto que a situação que reportei e que a assistência têcnica da marca referiu que estava relacionada com problemas de software, algo que não se encontra coberto pela garantia. Mesmo depois de referir que o Notebook sempre apresentou estes problemas desde a aquisição do mesmo. É Preocupante e Lamentável esta atitude perante o Consumidor e não haver qualquer solução da marca para estas situações, em que o cliente é obrigado a ficar com um artigo que não está em condições fidedignas e que não mostra alguma confiança, que não corresponde ao que pretendia e que para além dessa situação vai ficar todos os anos de vida deste Notebook a pagar por uma reparação de software, que parece ser de defeito de origem. Os técnicos da marca, podem verificar que o Notebook, está como novo, pois mal foi usado e que os problemas que apresenta nada tem a ver com o uso do mesmo ou ser da responsabilidade do consumidor.Dados do Notebook :Toshiba S C40-C-10QPSCRLE-00101PEPSN.YF030154P

Resolvida
A. C.
04/04/2018

Problemas com carro

Comprei uma carrinha do ano de 2005 em 24/05/2017 no valor de 6.500 euros + juros ao fim de 10 meses na minha mão a carrinha deu os seguintes problemas tecto descolado, tubo do turbo partiu, ar condicionado ardeu, para brisas não mete agua para lavar os vidros, porta da bagageira tem infiltrações de agua embraiagem esta a ficar estragada e estou a 10 meses a espera que me entreguem a chapeleira da mala falei com o vendedor explicando tudo o que se passava com um tom irónico disse que era normal do uso que a carrinha so tinha garantia de motor e caixa que não podia fazer nada disse-lhe que ia reclamar no livro mais uma vez com um tom irónico e de gozo disse que eu tinha saber o que tinha que escrever e que tinha que ser uma reclamação construtiva.

Encerrada
A. C.
04/04/2018

Aguardo Nota de Crédito para pagamento de Fatura com periodo de Faturação indevido

Exmos. Srs.,Depois de inúmeros contactos para a GALP desde Julho 2017, até à data de hoje não está resolvida a minha situação, que me parece muito simples de resolver.Volto a relembrar (esta é a segunda reclamação que faço):Tinha um contrato (nº 90348854) de Eletricidade e Gás na minha antiga casa. Fiz a rescisão desse mesmo contrato no v/ balcão do Arco do Cego no dia 07/07/2017, onde pedi que fosse feita a rescisão no dia 30/08/2017. (em anexo)No dia 26/10/2017 recebo uma fatura no valor de 135,90€ com período de faturação até 23/09/2017 para a Eletricidade e 28/09/2017 para o Gás. (em anexo)Ora, se o meu contrato cessou a 30/08/2017, foram cobrados dias indevidos de Setembro. Liguei por diversas vezes a pedir que me enviassem notas de crédito para os períodos faturados a mais e, no dia 18/01/2018, recebi uma nota de crédito no valor de 28,41€ mas que só se referia ao Gás. (em anexo)Fica então a faltar a nota de crédito referente à Eletricidade sem a qual não farei qualquer pagamento uma vez que me estão a cobrar consumos que não são meus.Assim que receber essa nota de crédito faço o pagamento do que devo. Não me parece que seja uma situação assim tão difícil de resolver, não percebo a demora, não percebo o porquê. Só peço que me enviem o quanto antes a nota de crédito.Aguardo uma rápida resposta a esta reclamação.Cumprimentos,Rita

Encerrada

COBRANÇA ABSURDA CONTA DE LUZ

Estou a entrar em contato com a Galp a várias vezes por uma cobrança indevida e absurda da minha conta do mês de março, em que o valor a me cobrar está em 629.26 euros. A Galp está a me cobrar por períodos que já foram pagos e a todas as vezes que vou a uma loja ou ligo ao apoio ao cliente não há como eles verem o que já foi cobrado.A seguir coloco a DecoProteste a seguinte trajetória energética de minha morada:04/08 - 24/08 = 104.86 pago 25/08 - 24/10 = 169.99 pago12/08 - 20/11 e 21/11 - 24/11 na mesma conta 303.90 pagos24/11 - 24/12 = 105.79 pagos24/12 - 24/01 = 111.91 pagos24/01 - 20/02 = QUERO PAGAR ESSE PERÍODO E A GALP ME COBRA 629.26 DE OUTROS PERÍODOS EM ABERTO QUE JÁ ESTÃO PAGOS E ELES NÃO ESTÃO A ENTENDER! OU FINGEM QUE NÃO PERCEBEM! PERÍODOS ANTERIORES A 24/01 ESTÃO PAGOS NÃO HÁ NADA O QUE COBRAR!UM ABSURDO ISSO E AINDA POR CIMA ME OFERECERAM UM PARCELADO EM ATÉ 12 MESES DE 52.44 EUROS POR ALGO QUE JÁ PAGUEI E TERIA QUE FICAR A 1 ANO PAGANDO NOVAMENTE! UM ABSURDO!QUERO PAGAR O PERÍODO DE 24/01 A 20/02 E NADA MAIS ANTERIOR QUE É UM ABUSO AO CONSUMIDOR COBRAR AO QUE JÁ FOI PAGO!Disponibilizo todas as leituras e pagamentos bancários que a DECO PROTESTE me solicitar para resolver esse erro da empresa GALP.E AINDA RECEBO UM SMS POR INFORMAR QUE VÃO CORTAR A MINHA LUZ A PARTIR DE 18/04 CASO NÃO PAGUE ESSE DISPARATE A COBRAR-ME!

Resolvida
A. C.
02/04/2018

Bonificação do spread

Venho por este meio apresentar a seguinte reclamação:- Em dezembro de 2016 celebrei um contrato de crédito habitação com a instituição atrás referida cuja minuta envio em anexo- Foi contratado um spread de 4,2 pontos percentuais podendo ser reduzido para 2,2 pontos percentuais caso tenha a domiciliação do recebimento do ordenado e mais três das condições indicadas na alínea b) da cláusula quarta do contrato- No início de dezembro de 2017 recebi uma carta do Banco Santander a informar que não cumpria com os produtos e serviços suficientes para manter a bonificação- O recebimento do ordenado está domiciliado na conta à ordem associado ao empréstimo desde o início do contrato- Possuo ordens de pagamento a favor da EDP e das Águas de Gondomar desde janeiro de 2017- Possuo um depósito de entrega programada com entregas mensais de 25€ desde 28 de dezembro de 2017- Fiz sempre por possuir um saldo médio trimestral de depósitos à ordem superior a 1.000€- Em dezembro de 2017 dirigi-me ao balcão para questionar e confirmar que cumpri com os requisitos mínimos para a bonificação do spread- O gerente de conta confirmou comigo que cumpria com as condições acima mencionadas e que iria internamente fazer prova disso para que não sofresse penalização- Ainda antes do final do ano dirigi-me novamente ao balcão para saber ponto de situação e o gerente de conta informou que o assunto estava a ser tratado e que ias ser resolvido. Tinha havido um problema pelo facto eu ter feito os seguros associados ao empréstimo fora da instituição Banco Santander mas como não era condição obrigatória o problema seria resolvido- Não obtendo nenhum feedback por parte do Banco, em janeiro dirigi-me novamente ao balcão e obtive a mesma resposta- Entretanto, no dia 02 de fevereiro foi debitada a prestação com o agravamento do spread. Imediatamente contactei o gerente de conta que me informou que não se tratava de nenhum problema com os seguros mas sim um grave problema informático em Espanha que iria ser resolvido- No dia 02 de março foi debitada nova prestação com o agravamento do spread. Dirigi-me novamente ao balcão para falar com o gerente de conta que mais uma vez disse que o assunto estava a ser tratado e que o problema é que o sistema não detetou o depósito de entregas programadas mensais, que já tinha sido reportado ao seu superior e a Espanha- No dia 08 de março expôs a situação junto do Banco de Portugal na esperança de acelerar a resolução desta situação- Até à data a situação mantem-se por resolver.

Encerrada
J. G.
30/03/2018

Cancelamento assinatura Deco/revista

Já contacto 2x ao telefone para cancelar minha assinatura, e agora através do site. Será necessário termos que pedir o livro de reclamações para que a minha assinatura seja cancelada conforme pedi? Aguardo um contato efetivo para esse Cancelamento!

Resolvida
M. R.
29/03/2018

Denuncia

Eu Zaida da Silva Cabeleira Soares Ramos com o número cartão cidadão 02258513 , contribuinte nº 159665418, venho por este meio denunciar o Banco Wizink ( Barclays) com a conta cartão 4064750082131884 à 10 anos que pago um valor que não efectuei e nem se quer tenho o cartão para usar. O valor que gastei foi 1900 euros o juro que estão a cobrar são de 27% não vejo a conta a diminuir e tenho ainda um valor de 3732.89 que não efectuei e à 10 anos que pago. Antes de estar reformada cheguei a pagar 150 euros por mês e até mais. Depois de reformar me com reforma baixa tornou se mais difícil de pagar valores exorbitantes que esses senhores pedem ainda ameaçam que eu tenho de pagar até morrer esses valores e desligam o telefone na cara. Á 2 anos atrás consegui fazer um acordo e pagava 51 euros todos os mês porque a minha reforma é de 464.55. Em Fevereiro de 2018 entraram em contacto comigo dizendo que a mensalidade ia ser de 109.42 eu indiquei que era impossível pagar esse valor devido à minha reforma e tendo despesas de casa para pagar e medicamentos para comprar e que queria fazer um acordo com eles mesmo sabendo que a minha divida está mais que paga só gastei 1900 euros não sei a onde foram buscar os 3732.89 e cumpri sem falhas a prestação. E muitas vezes tenho que pedir ajuda à minha filha para pagar e ela só recebe pouco mais que o ordenado mínimo já pedi ajuda a vizinhos também para pagar coisas ou se avaria alguma coisa em casa. Ando a ser seguida no hospital Santa Maria e tenho uma doença crónica que muitas vezes com as dores fico paralisada da cintura para baixo. O que torna me difícil o pagamento e mais ainda a agiotagem que se pratica em cartão de crédito que já venho a pagar á 10 anos o que é autêntico absurdo. Ainda por cima a minha filha telefonou ao pé de mim para saber informações e resolver a situação devido eu já ter 72 anos ainda por cima tratou mal a minha filha e a dizer que era um assunto sigilo que ninguém tinha de saber a minha filha passou me o telefone tratou me mal o Senhor Ruben e desligou me o telefone na cara a dizer que era sigilo estes assuntos.Peço a vossa ajuda para resolver o meu problema já não aguento mais a maneira como falam comigo e com as ameaças e tratarem me mal com os nervos fartou me de chorar

Encerrada
C. C.
29/03/2018

Reparação Indevida

Venho ao vosso contacto, uma vez que, estou com uma situação muito desagradável com a MEDIA MARKT, loja Matosinhos e também com a seguradora contratada por estes, DOMESTIC & GENERAL, PLC.Passo a explicar toda a situação:No passado dia 15/02/2018 tive um sinistro, do qual resultou um grande estrago em todo o meu equipamento móvel Samsung S7 Edge, e desta forma contactei com a Linha de Apoio ao Cliente da DOMESTIC & GENERAL, PLC. a fim de participar o ocorrido, visto serem estes os detentores da apólice de seguro que subscrevi aquando a compra do equipamento, tendo para isso pago a quantia de 149€.Neste primeiro contacto, as coisas começaram logo a correr mal, visto que a informação transmitida pela Seguradora era que a apólice de seguro já não estava válida, pois tinha sido pedido o seu cancelamento pela loja MEDIA MARKT MATOSINHOS, breves minutos após a minha subscrição. Naturalmente contestei esta informação, pois da minha parte não houve nenhum pedido neste sentido, nem a loja tinha que o fazer sem o meu consentimento, e sem se quer me dar conhecimento do sucedido. Eu paguei este serviço e exijo-o ter.A informação transmitida tanto pela MEDIA MARKT como pela DOMESTIC & GENERAL, PLC, é que iam analisar a situação de forma a ver o que se tinha passado, sem no entanto primeiro andarem a fazer-me perder tempo com o tentar empurrar o assunto de uns para os outros.Esta situação ficou resolvida quando decidiram abrir uma nova apólice com data de início de 01/04/2017. O que posso concluir com esta situação da apólice, é que infelizmente tive que participar o sinistro, pois na eventualidade de não precisar de o fazer, teria pago 149€ por um serviço que não tinha! Considero isto uma “jogada” de muito mau tom e de fraco profissionalismo tanto da loja como da seguradora, cobraram um serviço ao cliente e cancelaram o mesmo, julgando o cliente ter tudo em conformidade quando na verdade estava tudo mal. Desta situação, continuo até hoje a aguardar que me expliquem o porque da anulação da apólice, uma vez que, não houve nenhum pedido da minha parte.Com a situação da apólice ultrapassada, pago a franquia correspondente a 10% do valor do equipamento (60€), e fico a aguardar o levantamento do meu equipamento.O equipamento foi então levantado, reparado e posteriormente entregue no dia 28/02/2018. Após a receção deste, verifico logo que o mesmo não vinha nas perfeitas condições, pois apresenta danos que não tinha antes do sinistro, foram colocadas peças totalmente usadas e peças que não estão em conformidade com os parâmetros do fabricante (Samsung), ou seja, peças não originais.Neste sentido, voltei ao contacto com a Linha de Apoio ao Cliente da DOMESTIC & GENERAL, PLC, por forma a saber onde é que o meu equipamento tinha sido reparado e por quem, onde a informação que obtive, está gravado nas chamadas efetuadas, é de que o equipamento foi reparado por técnicos da DOMESTIC & GENERAL, PLC, e que são técnicos habilitados pela marca a faze-lo. Mais informo que, esta informação já foi totalmente desmentida pela DOMESTIC & GENERAL, PLC na resposta via email, à reclamação que efetuei, e passo a citar o que é escrito por estes:“Examinados os nossos registos e auditadas as gravações das chamadas, comprovamos que V/Exa., no dia 16 de Fevereiro de 2018, contactou os nossos serviços de apoio ao cliente para participar um sinistro ocorrido com o seu equipamento, seguro na nossa Companhia, tendo o nosso departamento técnico nomeado uma empresa externa especializada na área, entidade completamente externa à DOMESTIC & GENERAL, PLC., para que a mesma constatasse o dano e efectuasse os procedimentos técnicos necessários ao apuramento da respectiva causa, através da identificação de exame fidedigno do dano participado.”Toda esta situação pode ser confirmada nas chamadas efetuadas, que já foram por mim solicitadas, via email.Depois destes acontecimentos, contactei com a Linha de Apoio ao Cliente da Samsung Portugal, por forma a perceber quais as entidades reparadoras devidamente credenciadas por estes para a reparação dos equipamentos, onde de facto não consta a DOMESTIC & GENERAL, PLC. Tenho em minha posse uma listagem onde constam todas as lojas credenciada pela Samsung para o efeito acima indicado, e esta situação pode também ser consultada no site da Samsung. Fui aconselhado pelo fabricante a deslocar-me a uma entidade reparadora certificada por estes, para que, pudessem efetuar uma análise superficial do meu equipamento. Assim o fiz, deslocando-me à Mavideo Eletrónica, sita em São Mamede Infesta. Após a análise destes, fui informada que tinham sido colocadas peças usadas no equipamento, peças não originais do fabricante, peças que nem os parâmetros da UE seguiam, tendo como exemplo a parte frontal do equipamento que apresenta um botão todo riscado, uma das laterais apresenta uma amolgadela/pico, a capa traseira colocada nem apresenta o carimbo da CE.Fui ainda informada que como o equipamento tinha sido aberto por uma empresa não credenciada pelo fabricante, perdia toda e qualquer garantia deste! O equipamento ainda nem um ano de idade tem.Nesta situação, e se o fizeram desta forma em peças de acesso direto ao cliente, ou seja, peças que facilmente conseguimos visualizar, imagino como estariam as peças colocadas no interior do equipamento, as quais não temos visibilidade sem procedermos à desmontagem do mesmo! Como devem compreender, esta situação não transmite nenhuma confiança no equipamento reparado, tanto pelo tipo de peças colocadas, bem como pelas pessoas que o repararam, visto não serem estas credenciadas pelo fabricante para o efeito. Tenho ainda conhecimento que o equipamento foi reparado em Espanha.De forma a tentar resolver esta situação, já contactei com a Linha de Apoio ao Cliente da DOMESTIC & GENERAL, PLC, onde não obtive sucesso, e onde uma das informações que mais transmitem é para se não concordamos reclamarmos por escrito, situação esta que foi feita tendo obtido uma resposta, estando agora à espera de nova resposta ao reclamado novamente. Já efetuei diversos telefonemas e também deslocações à Loja MEDIA MARKT Matosinhos a fim de ultrapassar tudo isto e também não obtive sucesso nas respostas. Já efetuei também 2 reclamações no Livro de Reclamações desta loja, dando assim também conhecimento de toda esta situação à ASAE e também à ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.Informo ainda que, no dia de ontem (28/03/2018), voltei a deslocar-me à Loja MEDIA MARKT MATOSINHOS, a fim de saber se já existia algum desenvolvimento nesta situação, onde a resposta que obtive foi que da parte deles nada mais podem fazer, e que é uma situação que tem que ser resolvida pela Seguradora. Relativamente à MEDIA MARKT, aquando das minhas deslocações, todos me dizem que tenho razão e que é uma situação inaceitável, no entanto, nada fazem para reverter esta situação estando eu a ser lesado porque não utilizo o meu equipamento naquele estado.Informo ainda que, um dos argumentos utilizados por esta loja ontem é de que sem as fotos do estado do equipamento após o sinistro, nada mais conseguiriam fazer, visto que, a Seguradora não queria saber se eles tinham ou não visto o estado em que ficou o equipamento. Considero esta situação inaceitável, visto não achar normal ter que tirar fotografias ao meu equipamento completamente todo partido, para fazer prova do seu estado, quando o mesmo foi visualizado pelos funcionários da loja onde o mesmo foi adquirido, e foram vários que o viram, não sendo apenas um!A esta situação, atribuo-lhe o nome de peritagem, e na eventualidade de ser necessária, tem que ser a loja ou a seguradora a faze-lo, não sendo esta tarefa em momento algum do cliente no meu entender.Por fim, e depois de ter dado a conhecer toda esta situação lamentável, agradeço a vossa ajuda para ultrapassar a mesma, pois não posso de todo aceitar o meu equipamento pelo qual paguei 656€ completamente alterado, onde até danos que não tinha antes do sinistro apresenta, onde as pessoas que o reparam não têm a credibilidade por parte do fabricante para o fazer, o que faz com que não haja a mínima confiança no que foi feito no equipamento. Saliento ainda que, não aceito ficar com um equipamento que ainda nem um ano tem sem a garantia do fabricante, garantia esta que ainda tinha mais de um ano validade.

Resolvida

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