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Pedido de Cartão de Dédito
Uma avaria no chip no cartão de débito tem impossibilitadp a realização de levantamentos e pagamentos em terminais multibanco. A solicitação de um novo cartão foi efectuada, no Balcão Montepio - Praça de Londres, a 3 de Janeiro de 2017. Até hoje, 16 de Fevereiro não recebi novo cartão. Após vários contactos telefónicos, via internet e em outros balcões Montepio, fui informada de tinha dados desactualizados. Dirigi-me ao balcão e os dados estavam todos actualizados, de qualquer forma levei cópia do Cartão do Cidadão e confirmei online que os dados estão em conformidade. Várias pessoas do Montepio asseguram que o cartão está pedido e deve chegar dentro de 1 semana, situação que se arrasta desde 3/1/2017. Hoje fui novamente contactada pelo Montepio, informam que não conseguem desbloquear o pedido do cartão pois há um problema com o CC, não sabem dizer qual o problema pois os próprios reconhecem que está dentro da validade, e foi entregue uma cópia, novamente, no passado dia 6/2/2017. Esta situação causa-me grande transtorno pois não consigo fazer pagamentos nem levantamentos, tenho a minha vida condicionada. Para além disso, terei de pagar por este cartão, quando a responsabilidade de avaria deve ser assegurada pelo banco.
Acesso à rede Solinca Health & Fitness
O contrato que celebrei com o Solinca garante-me acesso a qualque ginásio da cadeia Solinca Health & Fitness.Tendo eu interesse em frequentar pontualmente o Solinca Laranjeiras, o acesso a este clube foi-me negado pelos funcionários da recepção do mesmo que me dizem que terei que me desvincular do meu Solinca actual (Solinca Alfragide) e celebrar um contrato com o Solinca Laranjeiras. Como compreenderão tal não faz qualquer sentido não apenas porque já só sócio Solinca na modalidade de acesso total que inclui todos os clubes da cadeia Solinca Health & Fitness (tal como está expresso no meu contrato) 7 dias da semana em qualquer horário.Em virtude dos factos expostos, considero-me lesado nos meus direitos enquanto sócio do Solinca Health & Fitness.
Erro de Multibanco - Fiquei sem 150€ !!!!
1. No dia 15 de Novembro de 2016, por volta das 15:50h, desloquei-me ao multibanco que utilizo regularmente, sito em Rua Doutor Álvaro Monteiro, pertencente à agência do Banco Montepio, em Marzovelos - Viseu, mais especificamente ao equipamento do multibanco do lado direito, junto da porta principal de entrada da agência bancária, com o intuito de levantar dinheiro da minha conta.2. Após a primeira tentativa de levantamento do montante 150,00€ (cento e cinquenta euros), surgiu uma mensagem no ecrã a informar da impossibilidade de efetuar a operação pois o valor ultrapassava o limite permitido, apesar de eu ter um saldo disponível superior a esse montante, como se pode comprovar pela análise do meu extracto bancário. 3. Essa anomalia do sistema interno do multibanco supra referido é algo comum nessa agência, tanto que, em outras situações idênticas, bastou-me insistir uma segunda vez para que a operação de levantamento de valores pecuniários se concretizasse com sucesso.4. Tendo presente essa irregularidade do sistema desse multibanco, voltei então a repetir a tentativa de levantamento, aparecendo, desta vez, a mensagem de que não seria possível fazer a operação, e para tentar uns instantes mais tarde.5. Perante isto, e sem ter recebido o dinheiro, nem qualquer talão, desisti do levantamento e abandonei o local.6. Contudo, e para meu espanto, no dia seguinte, ao consultar os movimentos de conta, constatei que me tinha sido debitado o montante de 150,00€ (cento e cinquenta euros), apesar de não ter efectuado esse levantamento pecuniário. 7. Consequentemente, nesse mesmo dia, 16 de Novembro, desloquei-me me à referida agência Montepio para expor a situação, tendo sido informado, pela funcionária bancária que se encontrava ao balcão, da existência de outras queixas do mesmo teor, todas elas relativas ao mau funcionamento do multibanco do lado direito. 8. Mais concretamente, a funcionária bancária assumiu a dificuldade de levantamento de dinheiro nos casos em que o utilizador tem saldo suficiente e a máquina tem dinheiro disponível, adiantando que o meu caso não era único, aconselhando-me, assim, a apresentar queixa no meu banco. 9. Em consequência, nesse dia 16 de Novembro de 2016, apresentei reclamação junto da minha instituição bancária, sito na Agência da Caixa Geral de Depósitos no Rossio-Viseu (folha em anexo).10. Fui informado pelo meu Banco para voltar a contactar a minha instituição caso não fosse reposto o montante de 150,00€ (cento e cinquenta euros) na minha conta, no prazo de 30 dias.11. Findo esse prazo, e perante ausência de reposição da verba indevida e ilegalmente subtraída à minha conta, desloquei-me à referida agência do Banco Montepio, tendo sido informado por funcionário bancário que a resposta à reclamação pela SIBS foi incontabilizável por não ter havido sobras de dinheiro nesse dia”!RESUMO: A SIBS tem um Multibanco com problemas de software mas continua disponível, perante a minha situação nem fazem o balanço dos movimentos desse dia nem acedem às câmaras do multibanco para comprovar que não fiz recolha de nenhum numerário.
credito pago e não contabilizado na conta corrente
Venho por este meio apresentar a minha queixa do sentido que em 2002 os meus pais celebraram um contrato de crédito com o Banco Mais o qual foi para litígio judicial por incumprimento de pagamento, mas entretanto a minha mãe faleceu e nós filhas (2) herdamos a divida e fomos condenados a pagar a divida pelo Tribunal de Alcácer do Sal através do mandatário Dr. Tomaz Andrade Rocha mandatário do Banco Mais que por sua vez como o meu pai não tinha rendimentos foi nos impugnada a divida na totalidade e paga em 2013 através da solicitadora D. Celestina Barneto. Entretanto estamos a tratar de uma operação bancaria e qual é o nosso espanto que o meu pai Francisco Baúto Neto apresenta uma divida a Cofidis ( isto porque houve a fusão das instituições) o qual eu me informei e era o mesmo processo. Logo de imediato liguei ao tribunal de alcácer do sal que me informou que a divida estava extinta por pagamento integral, liguei ao Banco que me informou que o dr. tomas tinha o processo com ele e só ele me poderia responder. Liguei ao Dr. Tomas e o Dr. diz que o banco é que tem de o informar que o pagamento já fora feito e que até a data nada tinha informado. Voltei a ligar ao Banco que pediu para fazer um email a reportar a situação. mas quando reportei a situação enviei logo os comprovativos em como a solicitadora tinha enviado o dinheiro para o banco no dia 07/08/2015. Até ao momento não obtive qualquer resposta sobre a resolução da situação e o banco empurra para o advogado e o advogado empurra para o banco. O certo é que nos pagamos tudo em 2013 e até momento o valor não foi considerado e nem sequer sabemos onde ele esta mas alguém o recebeu, isto aquilo falta de profissionalismo e pior ainda o dinheiro não desaparece ele foi transferido para a conta da Cofidis. Pretendo ver este assunto resolvido e esclarecido o mais breve possível, ou teremos de avançar para Tribunal?
Incumprimento dos próprios regulamentos
Gostaria de reclamar de um caso referente ao mercado de aluguer de quartos.Através da plataforma Uniplaces aluguei um quarto no Porto e efetuei o respetivo pagamento (renda + comissão desta empresa). Nas condições gerais da mesma, estava referenciado que poderia cancelar a minha reserva, no caso do quarto não se encontrar nas condições que a plataforma apresentava. Visitei o quarto antes do início do aluguer e constatei que o mesmo não estava nas condições demonstradas. Não tinha iluminação, as paredes estavam todas fissuradas e não havia qualquer roupa de cama. Posto isto solicitei ao senhorio que me permitisse tirar fotografias para comprovar tal facto, o que me foi prontamente negado. Ora, a Uniplaces inicialmente não assumiu qualquer responsabilidade e após ameaça de divulgação da falta de profissionalismo demonstrada, tentou devolver-me apenas a comissão, algo que recusei prontamente, visto que a minha reclamação era apenas relativa ao valor da renda, a qual deveria ser devolvida por estes.Nas condições de aluguer desta empresa pode-se encontrar o seguinte:“Posso visitar o apartamento?Na Uniplaces tornamos a processo de arrendar quartos e propriedades o mais fácil possível, tanto para o estudante como o senhorio.É por isso que temos uma equipa de fotógrafos profissionais que verifica todas as nossas propriedades e escolhemos os melhores senhorios, para que se possa poupar tempo em visitas.Com a Uniplaces, podes ver 40 anúncios diferentes na nossa plataforma no mesmo tempo que demora a fazeres uma visita.As fotografias que vês aqui não são editadas, por isso tudo que vês é 100% igual.Se ainda estás com duvidas, lembra-te de que nós guardamos o dinheiro que nos transferes até 24 horas depois de entrares na tua casa nova, portanto se o quarto não está igual ao que viste na nossa plataforma, nós ajudamos-te a encontrar outra propriedade e devolvemos o teu dinheiro.”Nada do que foi acima citado correspondeu à forma de proceder desta empresa, visto que me negaram a devolução do dinheiro e ainda sugeriram que invadisse a propriedade privada de outrem sem autorização do seu proprietário, para retirar fotografias que provassem o que estava a dizer. Como já referi o senhorio não me permitiu tirar qualquer tipo de fotos.Esta empresa deveria certificar-se da conformidade dos quartos com as fotos e nada disso é feito.Chamo ainda a atenção que não foi passada nenhuma fatura do valor que foi por mim pago, pelo que para além de falta de profissionalismo, não garantem o cumprimento da lei.Anexo ainda a esta queixa as mensagens escritas trocadas entre mim e o senhorio que comprovam que o quarto não estava em conformidade e que o senhorio reconheceu tal facto. Anexo também uma das respostas da Uniplaces a um dos seus muitos clientes insatisfeitos corroborando do enquadramento legal da minha reclamação.As reclamações devem estar a ser em grande número e por isso devem ter tido de mudar de política e então resolveram não devolver o dinheiro às pessoas.Espero continuar a reunir todos os meios necessários, bem como todos os clientes insatisfeitos e que foram também enganados pela Uniplaces para levar o processo para tribunal.Com os melhores cumprimentosVasco Rocha
Emissão de fatura de viagem da TAP marcada pela edreams
Fiz a reserva de um voo da TAP para Copenhaga (ida-volta) pela edreams (reserva nº 2507940447). Solicitei recibo para apresentar na empresa e apenas me enviaram o recibo referente às despesas de reserva. Depois de vários contactos telefónicos, remeteram-me para a TAP. Ao contactar a TAP explicaram-me que tendo sido pago à edreams, terão de ser eles a emitir o recibo. Já solicitei o mesmo por diversas vias e insistem que desde novembro que não emitem recibos das viagens. A situação além de absurda, não está referida no site, onde aliás, solicitam os dados da empresa para a emissão do recibo.Os dados para emissão da fatura são:*Empresa: Instituto Superior de Agronomia**Nº contribuinte: 505869721*Agradeço todo o apoio, pois necessito com muita urgência desta fatura. Só desse modo poderei ser reembolsada da verba gasta.
TOUS: FALTA DE ENTREGA NO TEMPO REFERIDO
Depois de adquirir um artigo no dia 17 de Janeiro de 2017 na loja da internet da TOUS, nomeadamente um relógio de senhora, recebi um email a informar que receberia a encomenda, e passo a citar: dentro das próximas 24/48 horas (excluindo fins de semana e feriados).Como a encomenda foi expedida numa terça-feira (18 de Janeiro), estimei que a encomenda estivesse nas minhas mãos entre os dias 19 ou 20 de Janeiro, ou até mesmo a 23 de Janeiro dando já um ligeiro atraso nos serviços.No dia 24 de Janeiro entro em contacto telefónico, para o número disponivel da TOUS, para efectuar a reclamação, onde me atendeu uma senhora espanhola e que me afirmou que no dia seguinte me dariam alguma explicação. Ainda aguardo pelo telefonema.Passados 9 dias úteis envio o primeiro email de reclamação porque não tinha recebido nenhuma encomenda. Recebo a resposta a 01 de Fevereiro lamentando o incómodo e que a encomenda se encontrava em trânsito. Acrescentavam que, e passo a citar, por norma, as encomendas enviadas para as ilhas dos Açores e Madeira podem demorar até 16 dias úteis a chegar à direção indicada pelo cliente. Terminaram que iriam remeter o email para o departamento responsável, no sentido de oferecer uma resposta com a maior brevidade possível.No dia seguinte, recebo novo email informando que tinham enviado um email para a empresa transportadora Seur, para averiguar a data prevista de entrega. (continuo sem saber qual seria essa data prevista!!!)Terminam este último contacto (email) informando-me que para apresentarem as suas desculpas pelo incómodo, me compensariam com um desconto de 10€ num código promocional da loja web e que não pagaria portes de envio!!! Fiquei extremamente aborrecido com tal atrevimento. O que queria era o assunto resolvido conforme tinha sido referido. Ou seja, entrega em 24H ou 48H. Demonstrei, num email enviado no dia 07 de Fevereiro (sim, já vamos a 07FEV!!!) o meu incómodo e irritação por enorme falta de respeito, com a proposta efectuada. Acrescentei que no sítio web para seguir a minha encomenda, esta tinha 'desaparecido' do site!!Passado o limite de até 16 dias úteis referidos no email da TOUS, no dia 07 de Fevereiro, efectuei o meu pedido de retorno de dinheiro através do sítio PayPal por não recebimento do item comprado. Acrescento que até ao momento não recebi qualquer informação da TOUS, ficando o prazo limite da PayPal até ao dia 27FEV2017.Por fim, no dia 11 de Fevereiro, pelas 13h38 (hora Açores), fui contactado por uma empresa de distribuição para entrega da encomenda vinda de Espanha. Informei que não iria receber a encomenda porque seria entregue com 20 dias úteis depois do segundo prazo (referido num dos emails) e com 4 dias de fora do prazo. Elaborei um último email de contacto com a TOUS, informando o descrito no último parágrafo, e que me sinto enganado pela falta de profissionalismo e engano nas datas referidas para entrega.Terminei solicitando que me fosse efectuado o retorno do dinheiro sem qualquer tipo de cobrança por qualquer prejuizo da TOUS.
Reembolso de Despesas
Tenho um seguro de saúde na Multicare e, sempre que recorro a uma consulta ou tratamento fora da rede envio o recibo juntamente com a prescrição médica (no caso de tratamento) para o reembolso de 50%. No passado dia 14 de Dezembro enviei para a Multicare os recibos e a prescrição médica da fisioterapia dà minha coluna e membros inferiores elaborada pelo meu médico ortopedista (no valor de 240€) para reembolso. No passado dia 17 de Dezembro recebi uma carta a solicitar a prescrição dos tratamentos elaborada por um fisiatra. Decidi ligar com a Muticare a pedir esclarecimento. Fui informada que a prescrição que tinham era do médico ortopedista mas que queriam uma prescrição médica de um fisiatra uma vez que só o mesmo tem conhecimentos para prescrever a fisioterapia. Expliquei que não tinha sentido nenhum uma vez que o médico ortopedista é especialista médico/cirúrgico e ele tem mais do que conhecimentos para prescrever a prescrição médica. O que informa o site da Multicare é:Terapêuticas Não Convencionais1. Recibo Original, onde deve constar o nome, especialidades, número de contribuinte, morada, cédula profissional2. Relatório Médico do terapeuta.Estes são os documentos solicitados e estes são todos os documentos que enviei. O problema é que sempre que a Multicare tem que fazer o reembolso aos seus clientes arranja mil desculpas para não o fazer.
Avisos de corte
em outubro tínhamos mudado para esta casa de familiar e recebemos uma factura de fãs bimestral que devido a ser no período de nossa alteração uma parte era minha outra do proprietário atrasamos o pagamento e no mês seguinte veio a factura com 2 facturas para pagar sem qualquer problema ou corte. O problema é que não são constantes recebo a factura electrónica mas não pagamos atempadamente por lapso a qual após a data já não dá para efectuar com aquela referencia.Aguardei a actual factura de fevereiro para poder proceder ao pagamento total tal como já tinha acontecido e nada deparo me com um corte de gás sem qualquer aviso ao qual informam que enviaram por carta nos correios e que nunca foi recebida quando recebo toda a correspondência sempre... Agora a situação é para reactivar são quase 50€ que tenho de pagar não se responsabilizam por não ter recebido aviso pois isso é com os correios... Afinal umas vezes aceitam 1 factura em atraso outras não? Qual é a política da rmpresa? E os CTT tem alguma responsabilidade? O que é informado e que não sendo carta registada a culpa não é deles é a Galp informa que não é obrigada a tal é aviso por e-mail como a factura? E sms como às vezes fazem?!? Não tem uma política igual sempre e para todos os clientes?'o lapso foi meu mas originou toda uma situação que em mais de 10 anos que tenho casa cima Galp nunca me aconteceu pois tenho sempre avisos e se aconteceu alguma vez atraso não cortavam com apenas um mês
Bota com sola descolada, com garantia.
No dia 22 de Janeiro de 2015 adquiri umas botas no valor de 129 € numa promoção na loja do NorteShopping, no Porto. No decorrer de quase dois anos, as botas tiveram no máximo 20 utilizações. Em Dezembro passado, notei um descolamento de uma sola (lado direito) e no dia 5 de Janeiro de 2017 fui à loja do Fórum Aveiro (loja mais próximo da minha residência), e entreguei as botas para reparação – é importante referir que apenas a bota direita estava descolada (foto em anexo). Disseram-me que no espaço de uma semana teria alguma resposta quanto à situação das botas. Importante referir que, dia 22/01/2017 a garantia expirava.Após ausência de contacto da loja durante mais de duas semanas, telefonei dia 23/01/2017 para saber o ponto de situação. Disseram que no próprio dia seria contactada, todavia só me ligaram no dia seguinte (24/01/2017) e disseram que podia passar na loja pois o problema estava resolvido.Fui à loja dia 27/01/2017 para levantar as botas e fui informada que era um defeito de fabrico (explicaram-me que provavelmente teria sido um defeito na vulcanização da sola) e que não iriam reparar a bota. No entanto, como o período da garantia ainda estava válido, como solução foi-me oferecido um vale no valor de 129 €.Esta solução não me agradou uma vez que o único produto que me interessava da loja (e da marca!) eram aquelas botas, que custavam agora 239 €, mais 110 € do valor da minha compra. Como foi um defeito de fabrico, do qual estou isenta de culpa, não concordei que estando o produto dentro da garantia, eu tivesse um acréscimo de custo (neste caso, 110€) para obter o mesmo produto. Propus o reembolso do valor das botas, mesmo sendo uma solução que me desagravada, uma vez que gostava das botas e não queria abdicar delas. O colaborador da Timberland que me atendeu compreendeu a situação e prontificou-se a falar com a gerente da loja para tentar encontrar uma solução alternativa. A loja ficou de me contactar posteriormente.No dia 31 de Janeiro de 2017 recebi um telefonema da gerente para levantar as botas. Perguntei qual era a solução proposta e nada tinha sido alterado, ou seja, teria direito a um vale de 129 €. Voltei a referir que não concordava com a solução do vale, disse que me tinha informado na DECO e que esta solução não era legal, uma vez que estando o produto na garantia, em caso de defeito de fabrico, ou o produto é reparado ou tenho direito a um produto novo. Posto isto, a gerente terminou a chamada, dizendo que me contactava de seguida. Voltou a ligar-me, dizendo que se informou, e que afinal a garantia não ia ser ativada: afirmou que tinha sido mau manuseamento (a bota tinha sido sujeita a temperaturas elevadas) pelo que devia ir buscar as botas à loja, no próprio dia, sem qualquer reparação/reembolso, etc. O levantamento teria de ser feito no próprio dia (tendo sido o telefonema depois das 15h) porque a loja iria fechar durante 3 semanas.Primeiramente, e a título de curiosidade, as botas foram unicamente utilizadas em ambientes frios (e não em calor excessivo como insinuado) e como apenas umas das botas (lado direito) estava defeituosa (conforme fotografia) seria estranho que se tratasse de mau manuseamento. Depois, parece-me ainda mais surreal que sempre me tenha sido dito que foi problema de fabrico e só no último telefonema com a gerente, tenha sido mencionado a questão de mau manuseamento, após eu ter referido que me tinha informado na DECO para saber, como consumidora, quais os meus direitos neste caso. Por fim, devo acrescentar também que é indecente informarem-me no próprio dia tinha que as levantar nesse mesmo dia.Quando me desloquei à loja, dia 31 de Janeiro de 2017, voltei a questionar sobre a situação, mostrando que era de todo inadmissível terem mudado o parecer ainda para mais insinuando que seria mau manuseamento de uma das botas, e que por isso, não teria qualquer reparação/substituição/reembolso. Mostrei o meu descontentamento escrevendo no livro de reclamações. Por fim, é importante referir que não recebi nenhum relatório técnico sobre o estado nas botas, o que leva ainda mais a duvidar deste parecer de mau manuseamento, sendo que até ao último dia se tratava de um defeito de fabrico.É inaceitável uma marca conceituada como a Timberland culpar o cliente por um defeito de fabrico, e que, tendo as botas menos de 2 anos e estando na garantia, fiquem inutilizadas sem qualquer resolução apresentada pela loja.
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