Reclamações públicas

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M. C.
24/01/2021

Coima pela falta de pagamento da taxa de portagem tipo SCUT no valor de 1,75eur

29-10-2020: verifiquei, no Portal das Fianças, a existência de uma dívida por passagem de portagem sem pagamento, no valor de 7,92€. Paguei o valor indicado no mesmo dia, apesar da informação sobre a que portagem se refere não ter estado disponível no portal. 2-11-2020: verifiquei, no Portal das Fianças, a existência de uma coima no valor de 63,25€ onde a empresa Baixo Tejo estava identificada como Entidade Autuante. Assumi que este valor tivesse aparecido na sequência do valor em divida já pago (7,92€).Sublinho que nunca recebi nenhum aviso de pagamento, nem por parte das Finanças, nem por parte de nenhuma empresa privada até o dia 2 -11- 2020. LIVRO DE RECLAMAÇÕES DA AEBT Entreguei no Livro de Reclamações eletrónico da AEBT - Auto-estradas do Baixo Tejo, S.A., uma sequência de reclamações nos dias 2, 4 e 9 de Novembro, tendo recebido sempre em resposta apenas a indicação para pedir esclarecimentos junto Serviço de Finanças.PORTAL DE QUEIXAAinda no dia 2-11-2020, registei a minha reclamação no portal https://portaldaqueixa.com/ . Na sequência desta reclamação, recebi por email respostas do Serviço de Cobrança da entidade Pagamento de Portagens (Serviço prestado por Via Verde Portugal, S.A.). A primeira resposta foi recebida no dia 4-01-2021. O Pagamento de Portagens apresentou as notificações enviadas para mim através de CTT nos dias 31-07-2020 e 13-08-2020. Assim descobri que empresa Via Verde/Baixo Tejo não verificou a minha morada fiscal (a mesma registada no Documento Único de Circulação do meu carro) antes de me enviar as notificações, tendo sido enviadas para uma morada desactualizada desde 12-09-2019.No mesmo dia, 4-01-2021, respondi por email e por mensagem no Portal de Queixa, entregando o comprovativo de que a minha morada fiscal (a mesma registada no DUC) era e é diferente da morada para onde foram enviadas as notificações.19-01-2021: recebi a resposta do Pagamento de Portagens a informar que devo dirigir-me ao Serviço de Finanças.Enviei mais uma resposta, no mesmo dia 19-01-2021, igualmente por email e através publicação no Portal de Queixa, ambas sem resposta até hoje. RESUMOAs minhas questões a reclamar são os seguintes: 1) Através dos documentos enviados à empresa Via Verde, aos quais as Fianças deveriam ter acesso directo (o DUC e o comprovativo da minha morada nas Finanças), comprovei que a Empresa Via Verde /Baixo Tejo não verificou a minha morada antes de me enviar as notificações sobre o pagamento de portagem no valor de 1,75€ em falta. Assim, as notificações de pagamento foram enviadas para a morada errada, impossibilitando-me o pagamento da passagem à partida. Além do mais, ficou demonstrado através do Auto de Notícia, emitido no dia 31-10-2020, que a empresa Baixo Tejo tem acesso à minha morada constante nas Finanças/DUC.2) Paguei o valor em falta, no valor de 7,92€ apesar de informação sobre a portagem que se refere não ter estado disponível. As finanças nunca esclareceram a que correspondia o valor de 7,92€ pagos. Deduzo do email recebido das Finanças no dia 17-11-2020 que o valor pago de 7,92€ refere-se ao Processo de Execução Fiscal (PEF) 3301202001137603, o qual extinguiu-se por pagamento no dia 30-10-2020. Acho inadmissível que logo, após o pagamento do PEF, tenha sido criado no dia 31-10-2020, o novo Processo de Contraordenação (PCO) 33012020060000069258 o qual continua a existir até a data de hoje e no decorrer do qual estou a ser intimada a pagar a coima no valor de 101,50€. Como é possível que este processo exista se paguei o valor em falta solicitado na altura.3)Apesar de sempre o ter solicitado, nunca me foi comprovado que passei a SCUT em causa. Dadas as circunstâncias solicito que a coima seja anulada junto do Serviço de Finanças. Considero que a falta de zelo por parte da empresa Via Verde/Baixo Tejo na verificação da minha morada fiscal constitui aproveitamento, uma vez que abriu espaço ao não pagamento de valor em divida e a posterior exacerbação da coima consequente. Este aparente descuido é equiparável a uma estratégia de coação por parte da Via Verde, uma vez que o pagamento da SCUT em causa seria automático se estivesse o meu carro equipado com o dispositivo de identificação da Via Verde. Acho tudo isto especialmente inadmissível acontecer, principalmente no período complicado o qual todos estamos a passar neste momento devido ao Pandemia Covid-19. Acrescento que fiz tudo que possível, sempre respondi dentro dos prazos legais, paguei o valor inicial que apareceu na página de Finanças no valor de 7,92€ e mesmo assim tenho coima de 101,50€ para pagar junto ao Serviço de Finanças

Resolvida

Coima pela falta de pagamento da taxa de portagem tipo SCUT no valor de 1,75eur

29-10-2020: verifiquei, no Portal das Fianças, a existência de uma dívida por passagem de portagem sem pagamento, no valor de 7,92€. Paguei o valor indicado no mesmo dia, apesar da informação sobre a que portagem se refere não ter estado disponível no portal. 2-11-2020: verifiquei, no Portal das Fianças, a existência de uma coima no valor de 63,25€ onde a empresa Baixo Tejo estava identificada como Entidade Autuante. Assumi que este valor tivesse aparecido na sequência do valor em divida já pago (7,92€).Sublinho que nunca recebi nenhum aviso de pagamento, nem por parte das Finanças, nem por parte de nenhuma empresa privada até o dia 2 -11- 2020. LIVRO DE RECLAMAÇÕES DA AEBT Entreguei no Livro de Reclamações eletrónico da AEBT - Auto-estradas do Baixo Tejo, S.A., uma sequência de reclamações nos dias 2, 4 e 9 de Novembro, tendo recebido sempre em resposta apenas a indicação para pedir esclarecimentos junto Serviço de Finanças.PORTAL DE QUEIXAAinda no dia 2-11-2020, registei a minha reclamação no portal https://portaldaqueixa.com/ . Na sequência desta reclamação, recebi por email respostas do Serviço de Cobrança da entidade Pagamento de Portagens (Serviço prestado por Via Verde Portugal, S.A.). A primeira resposta foi recebida no dia 4-01-2021. O Pagamento de Portagens apresentou as notificações enviadas para mim através de CTT nos dias 31-07-2020 e 13-08-2020. Assim descobri que empresa Via Verde/Baixo Tejo não verificou a minha morada fiscal (a mesma registada no Documento Único de Circulação do meu carro) antes de me enviar as notificações, tendo sido enviadas para uma morada desactualizada desde 12-09-2019.No mesmo dia, 4-01-2021, respondi por email e por mensagem no Portal de Queixa, entregando o comprovativo de que a minha morada fiscal (a mesma registada no DUC) era e é diferente da morada para onde foram enviadas as notificações.19-01-2021: recebi a resposta do Pagamento de Portagens a informar que devo dirigir-me ao Serviço de Finanças.Enviei mais uma resposta, no mesmo dia 19-01-2021, igualmente por email e através publicação no Portal de Queixa, ambas sem resposta até hoje. RESUMOAs minhas questões a reclamar são os seguintes: 1) Através dos documentos enviados à empresa Via Verde, aos quais as Fianças deveriam ter acesso directo (o DUC e o comprovativo da minha morada nas Finanças), comprovei que a Empresa Via Verde /Baixo Tejo não verificou a minha morada antes de me enviar as notificações sobre o pagamento de portagem no valor de 1,75€ em falta. Assim, as notificações de pagamento foram enviadas para a morada errada, impossibilitando-me o pagamento da passagem à partida. Além do mais, ficou demonstrado através do Auto de Notícia, emitido no dia 31-10-2020, que a empresa Baixo Tejo tem acesso à minha morada constante nas Finanças/DUC.2) Paguei o valor em falta, no valor de 7,92€ apesar de informação sobre a portagem que se refere não ter estado disponível. As finanças nunca esclareceram a que correspondia o valor de 7,92€ pagos. Deduzo do email recebido das Finanças no dia 17-11-2020 que o valor pago de 7,92€ refere-se ao Processo de Execução Fiscal (PEF) 3301202001137603, o qual extinguiu-se por pagamento no dia 30-10-2020. Acho inadmissível que logo, após o pagamento do PEF, tenha sido criado no dia 31-10-2020, o novo Processo de Contraordenação (PCO) 33012020060000069258 o qual continua a existir até a data de hoje e no decorrer do qual estou a ser intimada a pagar a coima no valor de 101,50€. Como é possível que este processo exista se paguei o valor em falta solicitado na altura.3)Apesar de sempre o ter solicitado, nunca me foi comprovado que passei a SCUT em causa. Dadas as circunstâncias solicito que a coima seja anulada junto do Serviço de Finanças. Considero que a falta de zelo por parte da empresa Via Verde/Baixo Tejo na verificação da minha morada fiscal constitui aproveitamento, uma vez que abriu espaço ao não pagamento de valor em divida e a posterior exacerbação da coima consequente. Este aparente descuido é equiparável a uma estratégia de coação por parte da Via Verde, uma vez que o pagamento da SCUT em causa seria automático se estivesse o meu carro equipado com o dispositivo de identificação da Via Verde. Acho tudo isto especialmente inadmissível acontecer, principalmente no período complicado o qual todos estamos a passar neste momento devido ao Pandemia Covid-19. Acrescento que fiz tudo que possível, sempre respondi dentro dos prazos legais, paguei o valor inicial que apareceu na página de Finanças no valor de 7,92€ e mesmo assim tenho coima de 101,50€ para pagar junto ao Serviço de Finanças

Resolvida
S. S.
24/01/2021

Pagamento indevido/ não autorizado

Venho por este meio pedir a vossas excelências, que me restituam os 100 euros que retiraram da minha conta indevidamente, pois não possuo qualquer vínculo comercial ou outro com a vossa entidade bancária.Como tal,espero que este engano da vossa parte seja resolvido o mais rapidamente possível, até porque o dinheiro como devem calcular faz falta a toda a gente.Sinto que fui burlada, mas não crendo acreditar que A RESOLUT fosse capaz de tal acto fico a aguardar a resolução e restituição do valor em causa.Já reportei o triste sucedido à minha entidade bancária, o BPI, para que também eles tomem as devidas medidas de segurança.Atentamente, Susana Sousa

Encerrada
D. S.
24/01/2021

Encomenda ANQSWMLNL IKOHS

Bom diaVenho por este meio solicitar ajuda da vossa parte para resolver uma reclamação com a empresa CREATE IKOHS.No dia 30-11-2020 efetuei a compra de um aspirador robô IKOHS NETBOT S18. Fiz o pagamento tal como foi solicitado e no dia 05-12-2020 recebi o tão esperado aspirador no entanto o mesmo vinha com um problema. Tentei contactar logo a empresa através de todos os emails possíveis e imaginários mas sem sucesso. Apenas consegui uma resposta no dia 09-10-2020 e por incrível que pareça através de uma rede social.Disseram-me que a solução seria enviar o aspirador para reparação pois só assim conseguiam detectar a anomalia e reparar ou substituir. Contra meu agrado e uma vez que o aspirador me faz realmente falta lá aceitei enviar o aparelho de volta para o serviço de pós-venda verificar. Receberam o aparelho e no dia 19-12-2020 informaram que tinham procedido à reparação do equipamento e que iriam enviá-lo de volta para mim. No dia 28-12-2020 recebi o aspirador e qual não é o meu espanto que quando o coloco a funcionar a anomalia persiste.Já enviei vários emails (para todos os possíveis e imaginários) e também contactei as mesmas pessoas que havia contactado na rede social e até ao dia de hoje não obtive qualquer resposta. Com isto tudo já se passaram 30 dias após a compra e o aspirador nada de funcionar. Já efetuei reclamações em vários portais mas ainda não obtive resposta.Reclamação apresentada na Plataforma RLL ficou com o número 2020/DT131281Podem ajudar por favor?

Encerrada
B. B.
24/01/2021

Reembolso cartão UNIVERSO

No dia 9 de Novembro de 2020 fiz a compra de um artigo na Worten online através do Marketplace e como forma de pagamento usei o meu cartão UNIVERSO, com a modalidade 12 vezes com juros. Esta compra ficou com o número de encomenda 33643666-A. Acontece que após várias tentativas de expedição do artigo pelo vendedor, GDholic, a mesma viria a ser cancelada no dia 2 de Dezembro de 2020, data em que recebi um email do mesmo a informar, mas esta informação só foi dada tardiamente à Worten, a dia 19 de Dezembro de 2020. Não recebi o artigo e no dia 5 de Dezembro de 2020 a Universo procedeu ao primeiro débito da mensalidade. Indignado contactei a Worten e a mesma confirmou ter feito o pedido de cancelamento junto da UNIVERSO. Contactei a UNIVERSO várias vezes mas sem sucesso, estes não se prontificaram a ajudar nem a tentar resolver ou perceber o problema e a dia 5 de Janeiro de 2021 voltaram a fazer o segundo débito da mensalidade, indevidamente. Após vários contactos com a Universo não obtenho resposta concreta e já recebi a informação na aplicação da UNIVERSO que irão proceder ao terceiro débito no mês de Fevereiro. Até à data de hoje, 24 de Janeiro de 2021, a UNIVERSO não se prontifica a resolver esta situação, situação que considero inaceitável e continuo a ser lesado economicamente por parte desta entidade aguardando até à presente data o meu reembolso.

Encerrada
D. R.
23/01/2021

engano ou erro

No dia 29 de junho de 2019 fomos pedir informações da escola e se poderia tirar a carta por causa da minha nacionalidade Espanhola, estava la um senhor e um rapariga jovem que não me pediram nenhuma documentação e que podia-se perfeitamente tirar a carta, então paguei metade dela 265€. Comecei as aulas e estava tudo certo até que começaram a por problemas em marcar o código por causa da nacionalidade e de um papel que eles ao inicio não sabiam qual era mas que quando foram marcas o código descobriram que era preciso o papel da minha residência em Portugal que estava fora do prazo pois eu nesse momento estava a estudar na Inglaterra, marquei hora para atualizar o papel mas só me davam hora em dezembro então eu tive que ir para a Inglaterra e foi combinado com eles que enquanto eu preparava a documentação na próxima vez que voltasse a Portugal continuaríamos com o processo da carta. Devido a pandemia eu tive que voltar a Portugal em Março, e fui falar com eles e expliquei que não conseguia atualizar a residência por causa da pandemia, eles informaram me que já me tinham imitido a licença de aprendizagem para a obtenção de carta de condução, (que supostamente também não poderia ser imitida sem esses papeis), e que pelo tanto tinha sido imitida dia 20/09/2019 sem eu ter sido informada de nada ate Março que fui falar com eles, e sendo assim tinha perdido quase um ano.Eles disseram-me que possivelmente não era preciso que a residência estivesse renovada para marcar o exame e marcaram para final de janeiro 2021. Agora depois de isso a uma semana do exame dizem que não posso comparecer e alem disso que tenho que pagar o exame falei com eles para tentar chegar a um acordo e dizem que sou mentirosa e que eles me avisaram desde o inicio que ter esses papeis som normas de cidadania ! acha que se eu sei desta situação tinha pago alguma coisa ??

Encerrada
I. E.
23/01/2021

Prédio sem Manutenção

Reclamação/insatisfação Boa tarde,Venho, por este meio, comunicar a V. Exas, a minha insatisfação com os serviços prestados pela empresa de Administração de Condomínios CRC - Cristina & Ricardo Costa, Lda, situada na Rua Bernardim Ribeiro166 4465-040 Matosinhos.Faz um ano que me mudei para um prédio em Custóias e vejo que o mesmo se vem a degradar devido à falta de manutenção - telhas que deixam entrar água, canos de escoamento entupidos, garagem com imensas infiltrações e azulejos do prédio que começam a cair para a via pública. Além de se estar a degradar o imóvel é muito perigoso para alguém que possa estar a passar.Em conversa com os outros moradores, vim a saber que a conta do condomínio não tem dinheiro nem sequer para mudar uma lâmpada. A qualquer momento terei problemas de infiltração no meu andar, pois é o último, o que já acontece com alguns vizinhos. O Carro na garagem também pode vir a danificar-se devido às infiltrações.A administração do condomínio já foi contactada por vários condóminos, mas sem efeito, pois, ou não atendem e arrastam a situação com a desculpa da pandemia.Caso não seja feito nada entretanto, esta situação irá piorar.Qual o procedimento mais seguro para esta situação?Devemos, condóminos, tentar mudar a administração do condomínio?Desde já agradeço,Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

O test PCR Covid19 não chegou em 48 horas

Venho comunicar a V. Excelencia que no dia 21 de Janeiro ás 11 AM dirigime au Centro Medicina Laboratorial Germano de Sousa, NIPC 508720311 com sede Rua Cupertino de Miranda, N 9 Lt 8, pare fazer o meu teste Pré viagem que é válid por somente 72 horas e precisava dele para este sabado dia 23 de janeiro antes das 17, pois os vôos para o Brasil saem todos depois das 19 Horas. Portanto me foi indicado que os resultados saião em 48 horas ou menos. Já contactei a MiMEd que foi quem me marcou o teste e a Germano De Sousa por o correio aqui indicado e tambem covid19.lisboa@germanodesousa.comPortanto, esta situação provavelmente me vai fazer perder o avião pois não se pode viajar para o Brasil sem o PCR negativo válid até 72 horas.Se perder o meu vôo hoje exijo que a Germano de Sousa me devolva os 65 Euros do teste e que informe os clientes claramente que não consegue satisfazer a necessidades dos viajantes, pois eu sei que existem outros clientes afetados.

Encerrada

Estelionato contra o consumidor

Fui ludibriado a fornecer as minhas fotos para a publicação de um livro pela editora: JourneySpirit / Alma Lusa Editora com a intenção de ter elas publicadas em um livro. Depois das fotos fornecidas de graça fico a saber que não temos direito a um exemplar de retribuição, é isso só ocorreria com a compra de um livro pela editora. Para ter pelo menos um livro fiz a compra de um volume que já estava na Segunda Edição do mesmo, assim como os portes de envio no mês 07/2020. E até hoje não recebi o livro assim como sou ignorada em meus e-mails ou mensagens de resposta sobre o envio. Já mandei mais de 20 e-mail e mensagens ao editor Jorge Pinto GuedesALMALUSA EditoraDirector +351 914 651 140Sem qualquer retorno.Peço ajuda a Deco assim como deixo o alerta quanto a essa editora.Sem mais

Encerrada
V. R.
22/01/2021

Incumprimento

Em Abril de 2020, identifiquei danos provocados por água na minha habitação, mais propriamente numa parede da suite, junto ao roupeiro (que também apresenta danos e cheiro a mofo) embutido em parede contigua ao wc. Por intermédio de um dos Elementos da Administração do Condómino, a empresa Decisão Brilhante, que efectua reparações e remodelações em habitações, deslocou-se à minha fracção com o objectivo de identificar a origem dos danos identificados. A 1ª deslocação ocorreu em meados de Maio 2020 e onde realizaram alguns testes à canalização e procederam a um abertura de roço na zona da válvula da banheira, que se encontrava em perfeitas condições. Para dar continuidade às pesquisas, o Representante da empresa em causa, o Sr. Jorge Roldão remeteu um e-mail com a identificação de um IBAN e onde solicitava o pagamento de 200€ para a adjudicação dos trabalhos. Este valor foi liquidado através de transferência bancária, no dia 04/06/2020 e foi-lhe enviado o devido comprovativo, pela mesma via, tendo ficado agendada uma nova deslocação para realização de mais pesquisas, para o dia 08/06/2020. Nesta altura, conforme instruções do Sr. Jorge Roldão, foi retirado o roupeiro da parede, por considerar a destruição menos onerosa. Em nova deslocação, em data que ñ sei precisar, existiu nova deslocação de Técnicos a mando do Sr. Jorge Roldão que após novos testes na minha casa, visitaram a fracção do lado, bem como a fracção superior na tentativa de identificar a origem. Na fracção superior, identificaram na zona do tecto do wc, danos por água que teriam origem na fracção imediatamente acima e suspeitou-se que os danos da minha fracção pudessem vir em sequência. Em Setembro, após a intervenção de Perito e outros Técnicos por parte da fracção superior, concluiu-se que esta situação nada tinha a ver com os problemas da minha casa e desta forma, continuava a ser necessário novas pesquisas na minha fracção. Na mesma altura, o Sr. Jorge Roldão foi informado desta situação e tentámos agendar nova visita que foi sendo constantemente adiada pelo mesmo com a agravante de ter deixado de atender os nossos contactos telefónicos e de responder às mensagens e e-mails enviados. Assim, até ao momento, e considerando que necessito de um Relatório Técnico devidamente elaborado pela presente Empresa, para avançar com a resolução do meu problema, apenas consegui que me enviasse um orçamento (em 21/12/2020) e um parco Relatório (em 04/01/2021), continuando em falta a factura do valor que transferi para adjudicação da obra. Considero-me lesada, uma vez que solicitei e adjudiquei os serviços desta empresa para ajudar a identificar um problema na minha casa, há mais de 8 meses e até ao momento, não obstante, todas as minha tentativas de contactos, disponibilidade e paciência para resolver esta situação não me foi disponibilizada toda a documentação que me é devida de forma a poder apresenta-la junto à Proprietária da fracção lesante e respectiva Companhia de Seguros. Adicionalmente, considero-me ainda lesada pelo facto de não poder usufruir do meu quarto na sua plenitude, considerando que não tenho roupeiro e que todo o seu conteúdo se encontra espalhado pelo espaço em redor e a inexistência do mesmo faz com ouça todos os sons vindos das fracções contíguas, perturbando o meu descanso nocturno. No wc, falta ainda a reparação do roço aberto junto da válvula da banheira.

Resolvida

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