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Prémio a ser pago por furto e roubo de veículo
Prezados senhores, no dia 09 de maio de 2022 enviei email à Seguradora LOGO SA para participar sinistro de furto da minha viatura Renault Clio Tourer, matrícula 5X-XX-X8, durante a madrugada do dia 3 para o dia 04 de maio de 2022.No referente email foram anexados todos os documentos solicitados pela seguradora e indicado que haveria de aguardar 60 dias após o registo da ocorrência para que o processo de regularização de pagamento de sinistro pudesse ser iniciado (nº de apólice 7010624905).Após decorrerem os 60 dias, voltei a contactar a seguradora que enviou email no dia 09 de julho de 2022 de forma a dar continuidade ao processo, indicando que pelo valor seguro à data do sinistro propunham-se a pagar €7.450,25, conforme dispunha o Decreto Lei nº214/97, de 16 de agosto e, para emissão da respetiva indemnização uma extensa lista de documentos a serem apresentados.Discordante do valor apresentado, uma vez que no contrato do seguro os valores indicados são €10.593,64 de Capital e €9.873.27 de CAPITAL MÉDIO PONDERADO e, sem perceber quais os cálculos realizados para o valor apresentado de €7.450,25, solicitei esclarecimentos via email no dia 11 de julho de 2022:“Gostava, por gentileza, de esclarecer convosco como este cálculo foi realizado, uma vez que estão a indicar um valor de pagamento bastante inferior àqueles indicados em documento partilhado aquando da renovação do seguro, em 03 de abril de 2021”Ao me informar junto à ASF - Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundo de Pensões - compreendi a vossa avaliação de Regularização de Sinistro quando à classificação de perda total, uma vez que a mesma abrange o veículo ter desaparecido. Contudo, gostaria de solicitar maiores detalhes com relação aos cálculos tendo por base a Tabela de Desvalorização anexa às Condições Particulares do Seguro.Recebi como resposta da Seguradora LOGO, através da Gestora do sinistro, que o “capital seguro do veiculo é indicado pelo Tomador de Seguro no inicio do contrato conforme o indicado nas Condições particulares da Apólice e, neste caso em concreto, a viatura segura tem data de matricula outubro de 2016 (que perfaz 6 anos) a anuidade da maio é de 2021 O Sinistro Ocorre em Maio de 2022. Conforme poderá verificar na tabela de desvalorização que se encontra junto às sua condições particulares da sua apólice à data do sinistro em decorridos 12 meses da anuidade o capital já não é de €10.593,64 (capital de inicio da anuidade), mas de €7.450,25 (decorridos os tais 12 meses).”No dia 23 de julho, envio email a agradecer o retorno a tentar clarificar as questões colocadas, mas a explicar que seguindo o cálculo indicado pela gestora do sinistro e tomando por base a tabela de desvalorização presente nas condições particulares, não conseguia ainda compreender como cálculo foi realizado, visto que pelas minhas contas o valor a ser pago pelo veículo seria um valor acima dos 7.450,25€ indicados pela seguradora.Em anexo a este email, enviei o Contrato com as condições particulares da minha apólice, que contém a referida tabela de desvalorização, a qual indica também um VMP de 9.873,27€ para efeitos de cálculo de taxas do prémio.Assim sendo, solicitei a gentileza de maior detalhe dos cálculos realizados a considerar a referida tabela, vigente no contrato maio-2021 a maio-2022 aquando do sinistro com o veículo: Quais cálculos foram realizados para que o Capital no valor de €10.593,64 atingisse um valor de €7.450,25? Uma vez que seguindo o VMP e os percentuais da tabela não foi possível perceber.A gestora do sinistro respondeu a este email no dia 26 de julho, novamente sem orientação dos cálculos, a indicar o mesmo que nos emails anteriores sem nenhuma orientação para os percentuais da tabela, conforme podem verificar na transcrição a seguir:“Acusamos a receção da v/comunicação, cujo conteúdo anotámos. Esclarecemos que o capital inicial desta anuidade ( 11-05-2021 a 11-05-2022) é de 10.593,64€. O sinistro ocorre 12 meses depois (a 04-05-2022), ou seja no 12º mês da anuidade e por isso a viatura já não tem 55 meses, mas 67 meses. Desta forma o valor a indemnizar está correto.”Desta forma, escrevo/vos, a solicitar ajuda para validação dos valores apresentados pela Seguradora LOGO, de forma a compreender se o calculo esta devidamente correto, pois não coincide com os percentuais da Tabela de Desvalorização apresentada nos Termos Particulares do Contrato.Orientando me pela Tabela de Desvalorização, o 6 ano completo (ou seja no 12º mês da anuidade) corresponde a 92% do VMP, que contratualmente e de €9.873.27, pelo que no meu entendimento o valor a ser indemnizado há de ser de €9.083,40.
Informação fraudulenta relativa a reembolso
Boa tarde, Comprei uma pulseira de pagamento do serviço 360 City, na Feira Medieval de Óbidos. A pulseira funciona com carregamento, cujo montante não utilizado é depois reembolsado mediante pedido. No papel que me deram, diz que o reembolso pode ser pedido nas 48 horas seguintes ao término do evento. A Feira terminou às 00h de domingo, 31 de julho, para segunda-feira, 1 de agosto, pelo que deveria ser possível pedir o reembolso até às 00h de terça-feira, 2 de agosto, para quarta-feira, 3 de agosto. No entanto, tentei fazer o pedido no dia 2 de agosto, de manhã, e foi recusado por estar fora do prazo. Obrigada,Beatriz Saraiva
Problema com pagamento em duplicado
Adquirimos uma viatura Peugeot 2008, nova, em Outubro de 2018, na Mcoutinho Peugeot, na Estrada Exterior da Circunvalação, em Rio Tinto. Em meados março de 2022 começamos a ter um problema com as leituras da temperatura exterior da viatura o painel de informação dava, constantemente, informaçãode temperatura negativas no exterior por esse motivo era ativado um alerta de pressãodos pneus errada, não coincidente com a temperatura onde a viatura circulava. A viatura foi colocada na oficina da Peugeot do mesmo concessionário, a 26.04.2022,onde fornecemos a indicação acima. Passados um ou dois dias ligaram-nos a informarque a o problema era a sonda de temperatura e que a reparação (o valor da peça asubstituir e da mão de obra) ficava em cerca de 105€ + IVA (anexo cópia da fatura). Foidado o ok da nossa parte para avançar com a reparação/substituição. Mais dois ou trêsdias e fomos levantar a viatura. A viagem efetuada foi direta para casa. No dia a seguir, ao circular com a viatura, o mesmo aviso de erro voltou a aparecerligamos para a oficina a informar essa situação. A viatura seguiu novamente para a oficinae veio com informação de que não conseguiam descobrir o problema, mas que como nãoera nada de grave para nos deixarmos andar com a viatura naquela condição.Reclamamos, oralmente, e pedimos a devolução do valor pago pela reparação, uma vezque o problema não foi resolvido e não havia data para a resolução do mesmo essadevolução foi recusada achamos por bem escrever no livro de reclamações em 05-05-2021(anexo cópia da reclamação) uns dias mais tarde fomos convidados para umareunião, onde estavam presentes, o diretor do concessionário, o chefe da oficina e umagestora de qualidade. Explicaram que a falta de data de resolução prendia-se com a faltade conhecimento da Peugeot do problema e que para tentar uma solução ter de serefetuado um estudo na própria viatura. Esse estudo consistia na colocação do sensor de temperatura dentro daviatura, uma vez que o sensor substituído é no exterior da viatura, mais precisamente naparte de baixo do espelho retrovisor direito. Foi-nos explicado que, com o sensor nointerior da viatura, se o erro persistisse o problema estaria na consola da viatura caso oaviso de erro deixasse de ser ativado, o problema estaria nas cablagens que ligam osensor por baixo do espelho retrovisor à consola da viatura.Acedemos a esse pedido e foi novamente colocada a viatura na oficina para a colocaçãodo sensor no interior da viatura, no final do mês de maio. Circulamos com a viaturadurante cerca de duas a três semanas e de facto o erro deixou de aparecer. Informamos aoficina e foi marcada nova intervenção para o dia 5 de julho, para a resolução doproblema uma vez que o teste efetuado revelou o problema. Fomos contactados telefonicamente no dia 8 de julho, informando que para a realizaçãoda reparação, teríamos de pagar mais cerca 150€, valor esse que se refere a mão de obranecessária, informando ainda que as cablagens seriam oferta. Sem o ok de nossa parte, a reparação não avançaria e por esse motivo pedimos para serefetuada a reparação. O valor da 2ª fatura ficou em 85,89€, mas a questão é a seguinte: porque teremos de pagar duas vezes por apenas um serviço correto? foram considerados dois pagamentos de valor de mão de obra Se o valor a pagar da segunda vez é diferente do anterior, o valor pago anteriormente deve ser devolvido o erro não foi nosso, por esse motivo não teremos de pagar duasvezes por um mesmo serviço. De salientar que no primeiro serviço efetuado foi tambémconsiderado um valor de 45,12€ + IVA de diagnóstico, diagnóstico esse que foi errado elevou à substituição de uma sonda que aparentemente não necessitava de substituiçãoPara além desta situação, as cablagens é um local onde nós não acedemos para qualquer ação, e por esse motivo o problema será de origem
Carro na oficina
Exmo.(a)Venho por este meio prestar o meu mais sincero desagrado .Visto que comprei um carro na qual o crédito e com a Credibom, sempre fui cumpridora dos meus deveres , no mês de maio de 2022 o carro foi para a oficina do stand ainda se encontrando na garantia , até a data de hoje não tenho qualquer esclarecimento da parte deles , tendo eu ligado vezes sem fim , enviado msg escristas afim de obter uma solução , nunca me foi proposto um carro de substituição e quando sugeri foi me dito que não tinham carros para dar . Com isto continuo sem carro a pagar corretamente todos os meses , tendo duas crianças pequenas , trabalhando todos os dias . Melhora cumprimentosVanessa lemos
Discriminação e Assédio Moral
Venho por este meio, comunicar a V.Exs, que no dia 29-07-2022, às 8.30h na empresa Progelcone na Abóboda, fui alvo de insultos e discriminação por parte da minha chefe de turno (Anabela Ferreira), pelo que não quis alimentar a discussão por parte dela e virei as costas, piquei o meu cartão de acesso e fui embora mais cedo.Quando liguei para os Recursos Humanos a explicar a situação, a minha chefe de turno já tinha ligado a dizer mentiras sobre mim porque me quer expulsar da fábrica, pelo que também fui mal tratada pelos mesmos sem quererem ouvir algum tipo de explicação da minha parte e dizendo que farei até ao final do meu contrato e não irão renovar o mesmo. Não sendo a primeira vez que este tipo de episódios acontece sem eu fazer alguma coisa ou dar algum tipo de resposta. Acho que a minha chefe não gosta de mim ou do meu trabalho e por isso me quer mandar embora a qualquer custo. Gostava ainda de referir que eu tomo medicação para a depressão e a mesma sabendo da situação, usava frases como “vai tomar a medicação” “quando a vera chegar de manhã com mau feitio perguntem se já tomou a medicação” e partilhava com as minhas colegas de trabalho, e no dia 29-07-2022 não só foi super desagradável comigo, como também me mandou ir para o C****** quando eu estava de saída. Gostava de saber como posso proceder para fazer uma queixa por difamação ou assédio moral.Vera Cruz Viana02-08-2022
Problema com cancelamento de cartão cliente
No passado dia 14 de Julho recebi um email da FNAC a dizerem que iam fazer o débito direto do pagamento de 15€ para a renovação automática do mesmo. No dia 18 de Julho, pelas 10:48, numa conversa telefónica gravada, pedi o cancelamento do cartão. Acontece que tinham o sistema em baixo e portanto não o puderam fazer na altura, ficando registado o pedido para fazer assim que o sistema estivesse operacional. No dia 2 de Agosto, fizeram o débito direto da minha conta, e contatando novamente o apoio ao cliente, constatei que afinal o cartão ainda se encontrava ativo, não servindo de nada o pedido feito 15 dias antes.Quero a devolução do dinheiro que debitaram inapropriadamente da minha conta e que se alerte para todos os clientes FNAC de que os pedidos de cancelamento de cartões tem de ser feitos e controlados.
Serviço de avença abusivo
Sou proprietária de uma habitação em Monte Gordo na qual resido durante metade do ano, incluindo no verão.Na impossibilidade de pagar uma avença mensal no parque de estacionamento da praia, por terem repetidamente vendido a totalidade dos cartões aos primeiros 3 clientes do dia, paguei uma avença mensal de 2ª residência.No entanto esta só me permite estacionar com isenção de parquímetro na minha própria rua, o que é abusivo, discriminatório e quase impraticável.Como proprietária de uma habitação, da qual pago IMI, a avença mensal (que é caríssima) deveria permitir estacionar em todas as zonas de parquímetro de Monte Gordo.Venho assim reclamar e solicitar que a avença seja válida para as restantes ruas e não somente a minha.
Atendimento médico
Eu, Fábio César Fernandes Belo, marido de Angelique Teresa Rodrigues Belo, com o nif 237840553 , residente em caminho velho dos reis magos edifício atlantic view bl.b 5 AS, no caniço, estava presente na consulta de 01 de agosto as 9.30 com a Dtª Carina Mendonça, psiquiatra, com quem a minha esposa tem sido medicada e acompanhada devido a um distúrbio do fórum psicológico, depressiva após o parto do nosso filho. Hoje, estando presente e tendo-se identificado a chegada na receção e tendo e estando dentro do lobby e recinto onde todos os utentes aguardam, esteve pacientemente a aguardar a sua marcação. No entanto, o meu sogro e cunhada estavam a prestar auxílio e cuidados ao nosso filho Henrique Belo, aquando a Angelique estava presente na sua marcação para ser observada pela Srª Dta Carina Mendonça, aguardando a sua vez. Segundo registos telefónicos entre as 10:08 e as 10:15 contactaram a Angelique.Ora bem, a Angelique, presente e a aguardar a sua chamada e além do atraso que estava a ocorrer hoje deslocou-se momentaneamente até a porta junto da receção deste serviço para facultar a chave do seu carro, pelo espaço de tempo acima referido ao meu sogro João Manuel Rodrigues com o contato 913 469 611 e a minha cunhada Celeste Leonor Rodrigues com o contato 963 356 578 com a finalidade de fornecer a chave do carro, ora estacionado no centro comercial La vie, perto das instalações da MD Clinik, na Rua Ivens 3B, Ed. Dona Mécia, 1º E 9000-046 Funchal para ambos ( sogro e cunhada) irem a viatura da Angelique buscar a pasta com todos os bens necessários para os melhores cuidados que exige um bebé, onde contém fraldas, cremes e alimentos para alimentar o meu filho. Esta situação sucedeu-se, derivado a demorada que estava a se suceder no consultório. Como qualquer pessoa sensata e de bom senso, aquando se sabe que a pessoa está presente, apela pelo seu nome uma vez ou mais vezes, para que entre na sua vez no consultório quando solicitada a sua presença. A minha esposa, cunhada e sogro, ambos e todos bons ouvintes, não ouviram nem se depararam com a chamada, criando uma situação extremamente desagradável para a paciente Angelique. Desta feita, entrou uma outra pessoa, onde era a vez da Angelique, ficando a mesma num estado agravado e descontentamento perante o que se passou. A única justificação dada pela colaboradora Monica, foi que foi chamada o nome. Pergunto-me eu, com algumas pessoas presentes na sala de espera, a minha esposa junto a porta de entrada junto da receção com o meu sogro e cunhada, ninguém ouviu para a Angelique entrar porque era a sua vez. Além do mais, esta colaboradora foi extremamente desagradável, inflexível, rude, algo sarcástica e sem sensibilidade perante os pacientes lá presentes neste dia ou mesmo outro.Uma vez, imperdoável, repugnante e de extremo desagrado a forma como esta senhora tentou e se é que tentou ao menos ter consciência do estado em que deixou a minha esposa, que estava já lá nas instalações antes da sua hora agendada para hoje e onde indignada e insatisfeita abandonou as instalações pelas 11.00.Perante o acima exposto e constatado, e em tudo o que envolva a saúde mental da minha esposa Angelique Belo, e tudo o que advenha e tenha como efeito despoletado pelo sucedido acima, responsabilizo a colaboradora Monica diretamente, uma vez que organiza a agenda da srª dtª Carina Mendonça, onde como profissional sabe do estado de saúde da minha esposa, onde encontra-se atualmente numa fase difícil e de mudança contante, onde tem que ser acompanhada por um profissional de saúde mental, não pela srª Monica. A toda esta situação, menciono novamente que a minha esposa estava e sempre esteve ai presente, pois é do interesse desta melhorar a sua saúde mental, não deteriorar mais do que se encontra. Deixo a consideração da administração deste departamento apresentar soluções, uma vez que nem consigo processar nem avaliar os danos, causados pela Srª Monica na saúde da minha esposa.Existem momentos ímpares e únicos, onde todos precisamos de ajuda. Este foi e é um deles para a minha esposa, onde precisa de terapia e encontra-se revoltada, indignada e num estado inconsolável ao dia de hoje. Aguardo e disponho o meu contato para resolução. Fábio Belo 965408734Sem mais assunto / without any other matter. Com os melhores cumprimentos / best regards.Fábio Belo
Reembolso CELSIDE
Caríssimos Senhores e Senhoras,O meu nome é André Sá, titular do contrato PT 126723 , apólice de um seguro para um aparelho electrónicoCelebrei o contrato acima exposto com a empresa CELSIDE dia 26/05/2021. Nesse mesmo dia foi-me explicado que pagaria 24,99€ por mês (valor considerado alto) porque mais tarde, no momento da rescisão do contrato, me seria devolvido parte desse dinheiro (150€).Dia 26/05/2022 contactei via telefone a CELSIDE para que se procedesse à rescisão do meu contrato, uma vez que já teria passado a obrigatoriedade de fidelização de 1 ano de contrato. Nesse mesmo dia foi-me dito (por um dos colaboradores do departamento comercial) que o reembolso de 150€ demoraria 30 dias úteis. No dia 30 de julho de 2022 voltei a contactar a empresa CELSIDE e voltaram-me a informar que o meu reembolso tinha ordem de pagamento e que demoraria 30 dias úteis, mais 30 dias...Hoje, dia 2 de Agosto de 2022, ja se passaram mais ou menos, 60 dias úteis desde a rescisão de contrato e continuo à espera do reembolso.Em todo e qualquer contrato, pretende-se que ambas as partes tenham direitos e deveres. Eu cumpri a minha parte do contrato ao pagar durante um ano, atempadamente, o valor correspondente a 24,99€. A Celside não está a cumprir a sua parte do contrato e acho que fui vitima de fraude.Fico a aguardar instruções a este assunto de forma a regularizar a situação.Grato,André Sá
Cancelamento de Mbway
Bom dia, Conforme reclamação aberta aqui junta a Sibs Mbway, expus minha situação aonde efetuei uma transferência e a mesma por estar associada a uma conta antiga de outro usuário e não tendo os dados bancário da devida pessoa que deveria receber o mbway, solicitei o cancelamento da transferência junto ao banco no mesmo dia a minha gerente Marisa do balcão de benfica, aonde depois de 15 dias a mesma me informou que não seria possível cancelar o processo pois os o mbway conseguiria fazer. Informei que o próprio sistema a qual já tinha entrado em contato me informou que somente meu banco emissor pode fazer isso. Resumo da situação hoje já se faz 2 meses pelo ocorrido, não obtive sucesso em nenhuma das partes. Sendo assim procurei novamente o mbway sibs por esse portal, aonde o mesmo me informou que somente vocês BPi pode fazer o processo. Nesse caso, o que se passa pois pessoal do balcão me diz que não dá, e o pessoal do mbway diz que somente vocês efetuam o cancelamento. São 200€ que não pode ser perdido assim. A pessoa que recebeu não pode ter os dados divulgados, sendo assim eu tenho que ficar no prejuízo?
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