Reclamações públicas

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J. S.
18/12/2025

Não consigo levantar dinheiro diz que não posso fazer operação no banco e o mbway diz suspenso

Tenho dinheiro na conta quero levantar e diz que o cartão não pode fazer as operações e diz que o mbway tá suspenso conseguem me ativar isso para eu poder levantar o dinheiro agora por favor

Resolvida
T. M.
18/12/2025

Revolut - Transferência revolut, aonde está meu dinheiro?

Fiz uma transferência no dia 11 de Dezembro e até o momento não chegou a conta de destino, está como pendente e eu não tenho nenhuma resposta do banco, no chat disseram que um agente iria me ligar o que não aconteceu.

Encerrada
J. B.
18/12/2025

Reclamação formal – Recusa injustificada na emissão do Cartão UNICRE DECO PROTESTE

Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a UNICRE – Instituição Financeira de Crédito, S.A. e a DECO PROTESTE, na sequência da recusa na emissão do Cartão UNICRE DECO PROTESTE, decisão essa que considero injustificada, desproporcional e carecida de fundamento objetivo. 1. Ausência de incumprimentos financeiros Apesar de ser titular de vários cartões de crédito, não possuo qualquer historial de incumprimento, atraso ou situação de mora junto de qualquer instituição financeira. Todas as minhas obrigações são e sempre foram regularmente cumpridas, dentro dos prazos estabelecidos, facto facilmente verificável através das bases de dados relevantes (nomeadamente Banco de Portugal / CRC). 2. Avaliação indevida baseada em critérios alheios à UNICRE A decisão de recusa aparenta basear-se no número de cartões de crédito detidos, incluindo cartões que não pertencem à esfera de competência, gestão ou risco da UNICRE. Salienta-se que: A existência de outros cartões, por si só, não constitui incumprimento nem risco automático; A UNICRE não tem legitimidade para penalizar um cliente por relações contratuais mantidas com terceiros, sobretudo quando essas relações são saudáveis e sem incidentes; Tal critério não é transparente nem proporcional, configurando uma avaliação genérica e não individualizada do risco. 3. Penalização do bom comportamento financeiro A situação em apreço transmite a perceção — que considero grave — de que a UNICRE privilegia clientes com histórico de dívida ou incumprimento, em detrimento de clientes financeiramente responsáveis, que: Pagam integralmente e atempadamente; Não apresentam incidentes bancários; Demonstram uma gestão prudente do crédito. Este tipo de prática é contrária aos princípios de equidade, boa-fé e transparência, que devem nortear a atuação de instituições financeiras e entidades de defesa do consumidor. 4. Falta de fundamentação clara e transparente Até ao momento, não foi apresentada qualquer fundamentação concreta, objetiva e verificável que justifique a recusa do cartão, o que viola os princípios de: Informação adequada ao consumidor; Transparência na decisão de concessão de crédito; Direito ao esclarecimento sobre decisões que afetam diretamente o consumidor. 5. Pedido Face ao exposto, solicito: Reavaliação imediata da decisão, com base em critérios objetivos, individualizados e legalmente sustentados; Esclarecimento formal e detalhado dos motivos exatos que levaram à recusa do cartão; Caso a decisão se mantenha, a indicação expressa dos critérios utilizados, para eventual contestação junto das entidades competentes. Não deixando de lamentar esta situação, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto do Livro de Reclamações Eletrónico, Banco de Portugal e demais entidades reguladoras, caso não seja prestado um esclarecimento adequado e fundamentado.

Encerrada
S. F.
17/12/2025

alteração do credor,sem autorização da instituição bancária envolvida

Exms. Senhores Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente a uma situação grave ocorrida no âmbito do meu contrato com a Tranquilidade. Foi-me comunicado que ocorreu uma alteração do credor da apólice nº 0008275508 com alteração do credor, a qual foi efetuada sem qualquer autorização da instituição bancária envolvida Bankinter, nem o meu consentimento expresso. Importa salientar que tal procedimento é proibido por lei, configurando uma atuação irregular e potencialmente ilegal. Cumpre ainda esclarecer que o processo em curso tinha como único objetivo a inclusão de um novo credor, o Banco Santander, passando a existir dois credores até ao dia da escritura, que após a mesma iria solicitar ao Bankinter a carta de desinteresse, e nunca solicitei a eliminação do credor originalmente existente Bankinter, o que foi indevidamente efetuado sem qualquer autorização ou validação por parte das entidades competentes. Acresce ainda que a escritura apenas se encontra agendada para o dia 22 de dezembro, não existindo, à presente data, qualquer garantia de que a mesma venha efetivamente a realizar-se. Assim, a alteração efetuada ocorreu antes de qualquer ato definitivo, agravando de forma significativa a gravidade da situação. Esta atuação causa-me sérios prejuízos e levanta fundadas preocupações quanto ao cumprimento das obrigações legais e contratuais por parte da Tranquilidade. Deste modo, solicito, com caráter de urgência: A regularização imediata da situação; A reposição do Bankinter como único credor, mantendo-se o enquadramento inicialmente acordado; Uma explicação escrita, detalhada e fundamentada juridicamente sobre os motivos que conduziram a esta alteração indevida; A confirmação expressa de que não serei responsabilizado por quaisquer consequências decorrentes desta atuação. Na ausência de uma resposta célere e satisfatória, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, nomeadamente a ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões), Banco de Portugal e demais meios legais ao meu dispor. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível.

Encerrada
A. D.
17/12/2025

Cobrança indevida

Esta empresa esteve durante ANOS a cobrar-me o seguro de um equipamento que já não tenho. E quando fiz o seguro foi por tempo limitado. Enviei o pedido de cancelamento e descubro que ainda continuam a cobrar! Não façam seguros com esta seguradora

Encerrada
G. G.
17/12/2025

Transferências fraudulentas

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 455 358 527 58 do banco ActivoBank e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrado um débito direto no total valor de 791,94€ (11 transferências diferentes) euros, em 15/12/2025. Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.

Encerrada
G. G.
17/12/2025

Transferências fraudulentas

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 455 358 527 58 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrado um débito direto no total valor de 791,94€ (11 transferências diferentes) euros, em 15/12/2025. Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.

Encerrada
N. F.
17/12/2025

roubo de conta bancaria, via pagamentos efetuados com entidade 50410

Estimados Srs. Fui vitima de acesso a minha conta bancaria da CGD, já reportado ao meu banco, via pagamentos - total de 16 movimentos, num total de 1.306,35 euros - utilizando a entidade 50410 e referencias da safecharge limited. Na posse das referencias, o ou os criminosos usaram dados do cartão obtidos de forma fraudulenta. Facto também já encontrados em uma segunda conta, cujo valores estamos a apurar. Gostaria de ser ressarcido de todos os valores roubados entre 30 de Maio e 08 de Dezembro de 2025. Melhores cumprimentos, Nuno Fonseca

Resolvida
J. M.
16/12/2025

Formatação indevida de smartphone

Bom dia, Venho por este meio expressar o meu profundo descontentamento relativamente à resolução do sinistro associado ao meu telemóvel. No dia 23 de novembro de 2025, o ecrã do meu equipamento sofreu danos. No dia seguinte, 24 de novembro, iniciei o processo através do portal de cliente da Domestic & General, tendo sido posteriormente agendada a recolha do dispositivo para reparação. Recebi um e-mail por parte da seguradora com instruções específicas sobre como proceder à embalagem do equipamento — e-mail esse que junto em anexo. Segui rigorosamente todas as instruções fornecidas e enviei o telemóvel para reparação. Para meu grande espanto, ao receber novamente o equipamento no dia 4 de dezembro de 2025, verifiquei que o mesmo havia sido formatado, resultando na perda total de toda a informação nele armazenada, incluindo dados pessoais e profissionais de elevada importância. De imediato contactei a linha de apoio, onde fui atendido pelo Sr. Carlos Queiróz, que me informou que, devido a uma alegada norma europeia de proteção de dados, todos os equipamentos enviados para reparação são automaticamente formatados. O referido funcionário afirmou ainda que tal informação constava no e-mail sobre a forma de embalar o equipamento, o que não corresponde à verdade, conforme é possível verificar no anexo. Foi também referido que tal aviso estaria num ficheiro anexo ao e-mail, porém nenhum ficheiro foi anexado. Entendo que não tenho obrigação de conhecer todas as normas técnicas ou regulamentares aplicáveis, sendo responsabilidade da seguradora comunicar de forma clara e inequívoca qualquer procedimento que implique perda de dados. Devido a esta falha por parte da seguradora, perdi fotografias de elevado valor sentimental, bem como aplicações e ficheiros relacionados com o meu trabalho, cuja recuperação é impossível, prejudicando seriamente a minha atividade profissional, a minha carreira e o meu vencimento. Face ao exposto, solicito que o meu caso seja analisado com a máxima atenção, uma vez que se tratou claramente de um erro da seguradora, resultante da falta de envio das informações e anexos necessários, bem como da ausência de qualquer aviso prévio sobre a formatação do equipamento. Agradeço desde já a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos, José Martins

Encerrada
J. B.
16/12/2025

Burla

> Reclamo contra o Wizink Bank pela manutenção de cobranças relativas a transferências não autorizadas para TapTapSend (Brucella), no total de 6.700 €, realizadas em outubro, das quais só tive conhecimento em novembro, após tentativa adicional de retirada no valor de 300 €, que não autorizei. Agi de imediato após a descoberta, bloqueando o cartão e apresentando denúncia. Apesar de comunicação escrita a indicar resolução, o Wizink mantém as cobranças sem apresentar prova de autenticação forte. Solicito a intervenção da DECO para anulação das cobranças e reposição da legalidade.

Encerrada

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