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Falácia dos eléctricos da Jaguar
Ex.mos SenhoresCom data de 16/9/2019, celebramos um contrato de compra de veículo automóvel Jaguar I-pace, matricula 70-ZE-64, e VIN SADHA2B12L1F86403, no vosso concessionário Carclasse de Guimarães. A 9 de Outubro, apareceu um aviso de avaria no painel do carro, tendo este percorrido cerca de 1100km até essa altura. Após reportado o problema, deu o veículo entrada nas instalações da Carclasse em Guimarães no dia seguinte. Volvidas 4 semanas, mais precisamente a 6 de Novembro, e após muita insistência por vários meios ao meu dispor (telefonemas quase diários, mails e carta do meu advogado), o veículo é transferido para o vosso concessionário JOP, no Porto. Compreendo que qualquer veículo novo possa ter uma avaria, contudo, algumas situações são difíceis de aceitar, nomeadamente:1. O carro ter estado quase um mês num vosso concessionário (Carclasse) a empatar, visto que este não têm sequer capacidade para lidar com avarias em carros eléctricos.2. Um vosso concessionário (Carclasse), ou o seu responsável, se escusar a dar qualquer explicação plausível sobre o que se passa sobre veículos à espera de ser reparados, e sobre a sua responsabilidade.3. Um veículo, à espera de ser reparado e sobre a responsabilidade de um vosso concessionário (Carclasse), circular fora do stand sem autorização do proprietário, inclusive tendo ficado durante a noite fora e circulado depois das horas de serviço como vossas excelências bem sabem que, pela aplicação Jaguar Remote, este controle é facilmente feito, verificando-se que o carro circulou a 21, 22 e 23 de Outubro fora do stand, ficando na noite de 22 em Braga e tendo registando andamento das 21:18 às 21:28h, das 22:13 às 22:19h e das 22:22 às 22:33h.4. Fiquei a saber pela JOP-Porto, onde agora se encontra o meu veículo, que o conserto poderá ultrapassar os 2 meses4.A Jaguar Land Rover já recebeu 2 mails meus a reportar esta situação, assim como 2 chamadas telefónicas, continuando a aguardar o vosso contacto telefónico na expectativa que este problema fique rapidamente resolvido. Comprei este automóvel depois de um meu amigo me ter deixado conduzir o seu Jaguar I-pace (matricula 05-XJ-28), tendo hoje ele também ficado apeado e sem carro, devido a uma avaria das baterias será que lhe espera um calvário como o meu? Meus senhores, será que só podemos dispor da vossa atenção quando se começarem a preocupar com a publicidade negativa? Os meios legais são muito onerosos e demorados, sendo melhor, para ambas as partes, revolver esta situação de forma mais célere e discreta. Continuando ansiosamente a aguardar o vosso contacto telefónico e sempre ao disporJMC
Pagamento de prestação duplicado e promessas falsas
Eu tenho um crédito de conta corrente que é debitado no início de cada mês a volta de 89€.No mês de outubro eu avisei ao Oney que não ia ter dinheiro na conta para o débito direto que fazia o pagando por multibanco no dia 6 outubro e assim eu fez o pagamento e o Oney concordou. No dia 7 de outubro tiraram o mesmo valor por débito direto sendo paguei 2 prestações para o mês de outubro. No dia 7 de outubro liguei para o Oney para avisar que eles tinham cobrado 2 vezes e concordamos que em vez de um reembolso, um dos pagamentos ficava para o mês de novembro e que ia tirar o juros de incomprimento de outubro por não ter o dinheiro na conta para o débito direto mesmo eles concordando que podia pagar por multibanco até o dia 6 outubro sem custos de atraso, mas estes custos eles removeram.Pensando que estava tudo ok para novembro no dia 8 recebo um SMS a dizer que não paguei a prestação de novembro e que se não pagar fico em incumprimento. Liguei logo para o Oney e expliquei a situação e prometeram que alguém do departamento de recuperações ligavam nesse dia, ninguém me ligou. Na segunda feira dia 11 novembro recebo um e-mail a dizer que não paguei a prestação de novembro e que se não pagasse ia ser avisado de incumprimento no banco de Portugal. Mais uma vez liguei para o Oney e expliquei a situação e mais uma vez disseram que alguém ia me ligar no mesmo dia e nada. No dia 12 de novembro liguei outra vez para o Oney e expliquei a mesma situação, onde me atendeu a mesma pessoa em que eu falei de início em outubro e ela confirmou que eu não devia receber nenhum SMS ou e-mail por que o pagamento já estava lá e que o departamento de recuperação ia me ligar nesse mesmo dia e mais uma vez nada.Liguei outra vez no dia 13 novembro, mais uma vez explicando a mesma situação e disseram que sem falta nesse dia iam me ligar e mais uma vez nada.Para piorar as coisas no dia 15 novembro foram a minha conta debitar 89.70€ para o mês de novembro, o mês que já tinha pago em outubro e que eles disseram que não ia sair nada nem era preciso pagamento por que já tinha pago em outubro a prestação de novembro.Isto não pode ser assim. Está situação de eles não me ligar quando prometeram, dizer que está tudo ok que só tenho que pagar em dezembro e depois tirar mais um pagamento em novembro não está certo e está a me deixar stressado.Já chegou a um ponto que estou farto de ligar e ouvir mentiras deles e quero que eles percebem que não podem fazer isto.Isto e um serviço ao cliente péssimo e eu quero, para o stress que eles estão a dar que cancelam as prestações e a dívida que tenho com eles por que isto assim não da
Problemas com Carregamentos de Carros Elétricos
Exmos. Senhores,Venho por este meio mostrar o meu desagrado referente à forma primitiva como funcionam os sistemas de carregamento da empresa Mobi.E. Começando pela existência de um cartão, quando estamos rodeados de evolução, onde os parques e drive through são pagos por via verde, a carta de condução e CC estão em aplicação móvel, os pagamentos são feitos por telemóveis e afins. Não faz sentido um cartão de carregamento, quando abro o carro com o telemóvel, quando toda a gente tem um smartphone que carrega no carro elétrico, e ainda assim teremos de regredir e usar um cartão para carregar o carro. Qualquer pessoa que ainda não tenha cartão (ex: turistas) vê-se completamente impossibilitado de carregar, algo que como qualquer outro combustível deveria ser de fácil acesso e sem impedimentos, principalmente numa tecnologia que seria esperado ser bastante inovadora, mas que se vê atrasar por estas complicações. Como se não bastasse, exige documentação que não está logo disponível aquando da compra do carro, como o DUA. É ainda necessário esperar pela chegada do cartão, cujos utilizadores, nem um email confirmatório do seu envio recebem, acabando por ficar na dúvida se o processo de pedido do cartão decorreu devidamente. Ainda não sou utilizadora do cartão da Mobi.E, encontro-me à espera há 1 semana, mas pelo que já me foi confirmado por vários utilizadores, está muito aquém de funcionar devidamente, com alguns postos fora de serviço. Custa-me também acreditar que algo que deveria ser super estimulado, como a compra de veículos elétricos, tenha tantos entraves, incluivé os novos preços que estão a ser taxados nos carregamentos. Em nada me admira que um cidadão indeciso veja vários entraves à compra de um elétrico, pois seria expectável que este fosse mais vantajoso, mais económico principalmente e sem grandes dificuldades de abastecimento como estariam anteriormente habituados com os combustiveis. Num país que devia estar a puxar pela descarbonização, pela evolução tecnológica, está muito aquém de o conseguir, e coisas tão simples como dificuldade de acesso a carregamentos é o suficiente para lhe por um travão.
BURLA EDICLUBE
Boas, meu nome é Jéssica Tatiana da Conceição Rodrigues e gostaria de reportar uma tentativa de burla por parte de uma entidade entitulada de EDICLUBE em conjunto com uma suposta parceria com Instituto Profissional de Estudos da Saúde. Eu recebi uma publicidade na caixa de entrada do meu email e como eu estava desempregada e só tenho o 9ºano resolvi abrir, e como eles ofereciam formações à distância resolvi pedir informações sobre um curso de Auxiliar de Ação Educativa. Passado uns dias recebi uma chamada por parte da EDICLUBE e convenceram-me a avançar com o registo para a minha formação. Dia 17-07-2019 recebi a carta de boas vindas por parte da EDICLUBE do suposto curso de auxiliar de ação educativa com o respetivo cartão de estudante e com as informações do meu formador. Juntamente enviaram-me o contrato de formação, o qual eu assinei e dei autorização do débito direto em conta no valor de 50€ durante 30 mensalidades. Passado uns dias retiraram-me 50€ para o pagamento da primeira prestação. Passado umas semanas resolvi pesquisar mais a fundo sobre a EDICLUBE e percebi que era tudo uma farça, então procedi ao cancelamento do débito direto para não me retirarem mais dinheiro. Passado mais ou menos 1 mês recebi 6 livros em minha casa por parte da EDICLUBE, livros quais eu meti num canto consoante eles me os enviaram. 04-09-2019 entrei em contato com a EDICLUBE por email para prosseguir com a anulação do contrato e respetiva devolução do dinheiro. Como não obtive resposta, dia 17-09-2019 enviei-lhes outro email para anularmos o contrato e para me enviarem o endereço de maneira a eu puder devolver os livros. 30-09-2019 a EDICLUBE mandou-me um email: “Em resposta ao seu email, informamos que dispunha de um período de retracção de 14 dias após a recepção do curso, para analisar e apreciar o mesmo. Período de retracção em que V. Exa. não exerceu o direito de rescindir a matrícula, pelo que deverá cumprir com o contratualizado anteriormente.” Nunca me explicaram que teria 14 dias após a assinatura do contrato para cancelar o mesmo. 17-10-2019 recebi uma carta por parte da entidade mencionada com o respetivo valor de 50€ em dívida, de maneira a proceder ao pagamento. Obviamente que não procedi com o pagamento nem nunca irei efetuar mais nenhum pagamento. Dia 22-10-2019 a EDICLUBE mandou-me um email: “Exma Sra Jéssica T Conceição Rodrigues com a referência de cliente 44393502.Serve o presente e-mail para informar que analisamos o seu processo emque fora do prazo de apreciação previsto por lei, manifesta nãopretender frequentar o curso de Auxiliar de Acção Educativa em que sematriculou.Assim em função da política da empresa e porque se nos configura ser dointeresse de ambas as partes encontrar uma solução que evite maisconflitos e litígios: propomos, para resolver esta situação, o pagamentoda quantia de 150,00 € (cento e cinquenta euros) num prazo de 7dias, ajuntar aos 100,00€ (cem euros) já pagos e perfazendo a quantia de 250,00€(duzentos e cinquenta euros), como ressarcimento de custos registados elucros cessantes com esta situação e recolha do material didáctico.O pagamento deverá ser efectuado por transferência para o nib : 00190721 00200000189 21, enviando-nos o comprovativo de pagamento einformando o nome do titular da conta caso não seja a cliente.Assim que o pagamento der entrada procedemos á recolha do curso.Com os melhores cumprimentos,”. Desde que recebi esse e-mail por parte da EDICLUB que tenho recebido inúmeros telefonemas por parte deles a intimidarem-me e a ameaçarem-me que caso não pague o valor em dívida ou o valor total do curso que vão prosseguir para o tribunal. Tenho andado assustada e sem saber o que fazer para resolver este problema que pelo que pesquisei tem afetado centenas de pessoas ingénuas como eu. 13-11-2019 fiz mais uma tentativa via e-mail para a anulação do contrato, e dia 14-11-2019 a EDICLUBE enviou-me o seguinte e-mail: “Exma Sra Jéssica T Conceição Rodrigues com a referência de cliente 44393502,Não compreendemos o que pretende no seu e-mail. Reiteramos que já lhefoi prestada toda a informação necessária e relembramos que lheefectuamos uma proposta de resolução contractual, a qual a Sra nãocumpriu pelo que se o mesmo não der entrada seremos obrigados a manter oinicialmente contractualizado e cobrar-lhe o valor total em falta docurso - 1400€”. Com isto tudo, peço a vossa ajuda para resolver esta situação que se tem arrastado e ficado cada vez mais insuportável. Obrigado.
Problema com a compra de um exaustor
Venho por este meio comunicar a v. exªas que comprei um Exaustor Encastre Inox (60 cm) CNL 6815 PLUS - TEKA no valor de 173,66€, o mesmo chegou apenas na embalagem de cartão normal da Teka, sem nenhuma protecção extra, embora eu tenha pago mais um extra para transporte frágil. Vinha apenas com um autocolante a dizer frágil. Quando abri a embalagem vi que o exaustor vinha partido, contactei logo por telefone a Castro Electronica a informar do sucedido.Pediram me que tira-se fotos e envia-se por e-mail, fiz isso logo no próprio dia que recebi a encomenda no dia 28/10/2019, disseram que iriam enviar um estafeta para recolher a encomenda e até á data ninguém veio recolher o exaustor. Dizem que só depois de decepcionarem o Exaustor poderão resolver a situação. Dizem que será CTT Expresso a recolher mas até á data nada foi feito. Já enviei vários e-mails para facilitar a vinda do estafeta, já tentamos varias marcações e nada. Tenho a cozinha a ser instalada e a situação do exaustor não se resolve.Estou disposta a ser eu a enviar o exaustor, mas nem a morada me enviam.
Não cumprimento do acordo
Prezados senhores No dia 30 de Março de 2019, realizei um acordo (Doc. 1) com a V/ empresa (Célula Perfeita), a conceder-vos exclusividade na comercialização do meu título de férias (Empreendimento Club La Costa). Desde contrato, constava que, se no prazo estipulado (mínimo 6 meses) não fosse comercializado o título de férias, o valor da inscrição (total 1 076,25 €) ser-me-ia devolvido na totalidade. A V/ empresa enviou-me um e-mail (Doc. 2) no dia 01 de Julho de 2019, a solicitar o pagamento das despesas de leiloeira e serviço de endosso para seguimento da comercialização do título, no valor total de 3 628,50 €. Algo que eu recusei, uma vez que no acordo foi apresentado somente o valor da inscrição, não estipulando o pagamento de quaisquer despesas extras. Por sua vez, no passado dia 30 de Setembro do corrente ano, enviei-vos uma carta registada com aviso de receção (Doc. 3) a rescindir o acordo de comercialização. Nessa carta, apresentei o NIB para o qual deveriam ter devolvido o valor da inscrição. Diante do exposto, concede-vos um prazo de 7 dias para que seja ressarcido do valor anteriormente mencionado, para o IBAN apresentado no Doc. 4.
Acidente de trabalho
Venho por este meio informar que encontro-me completamente desagradado com a forma como fui tratado pelos vossos serviços desde que sofri o acidente de trabalho dia 10-09-2019. Nesse dia dei entrada na urgência da hospital da Luz de Guimarães. Fui visto por uma médica de medicina geral, fiz raio X a ver se tinha algo partido e foi marcada consulta para médico do seguro nesse mesmo hospital. Fui atendido pelo ortopedista Paulo Carvalho, não vou chamar de doutor pois comigo não foi doutor foi sim um funcionário da seguradora apenas interessado na vossa parte estive 15 dias em casa retomo ao trabalho com incapacidade temporária parcial de 25%. Não aguentando de dores fui aos serviços clínicos da minha empresa que requesitaram que eu fosse reavaliado mais cedo, estive uma semana a trabalhar com dores mal conseguia apoiar o pé no chão, segunda feira seguinte sou chamado a tal consulta, a mesma com o mesmo ortopedista que diz isso não está inchado não sei do que se queixa, mas lá mandou fazer uma ressonância magnética. Passado uma semana volto de novo hospital já com a ressonância magnética pronta mandou fazer fisioterapia, 10 sessões. Estive então a fazer o tratamento na consulta antes de ir novamente ao ortopedista a doutora da clínica manda me retirar as canadianas para ir apoiando o pé no chão. Dia seguinte vou ao hospital e manda-me trabalhar com incapacidade temporária parcial de 20%. Trabalho dois dias e continuo com dores e cada vez mais a andar com o pé de lado de forma defensiva para me sentir o mais confortável possível. Ligo para a seguradora explico eles mandam ir ao hospital, fui mas tive de ir para a urgência pois o ortopedista não tinha vaga, nada fizeram a não ser marcar consulta para o ortopedista. Passam dois dias volto para a consulta e o ortopedista diz que tenho de aguentar até dia 14 de Novembro que não me vai alterar nada. Hoje fui lá, andei 2 semanas a trabalhar com dores sem puder desempenhar as minhas funções. Chego lá hoje após 5 minutos de silêncio perguntou me como eu estava (mais valia não o ter perguntado) e disse que iria receber alta. Se eu me sinto igual com dores a andar e mesmo parado as vezes dói me como recebo alta? Não tenho direito a ser tratado? Sinceramente não sei o que fazer pois não estou em condições de trabalhar e como já não tenho a incapacidade terei de me apresentar ao trabalho oara desempenhar as minhas funções a 100% coisa que sei que não vou aguentar.
Encomenda não entregue
Venho por este meio apresentar a minha reclamação acerca da empresa Interflora Portugal relativamente a um serviço solicitado na página web https://www.interflora.pt/funerais, pago e que não foi prestado sentido-me literalmente enganada com a falsa publicidade do site em questão.Nessa página realizei uma encomenda on-line de um arranjo de flores para uma cerimónia fúnebre no dia 9 de novembro de 2019 para que fosse entregue nesse mesmo dia, tendo preenchido todos os campos solicitados com todos os dados de entrega. Foi gerada a encomenda e recebi mail com a mesma. Realizei o pagamento de 96,51 € e recebi o comprovativo do mesmo com todos os dados referentes à encomenda.Como não recebi qualquer comprovativo de entrega, tentei contatar a empresa no dia seguinte, 10 de novembro, em vão, pois não permitia realizar a chamada. Fiz nova tentativa de contato no dia seguinte, a 11 de novembro para confirmar a entrega da encomenda, quando me foi dito que a mesma não havia sido entregue por o sistema funcionar de forma automática e não assegurarem esse serviço ao fim-de-semana. Assim sendo pergunto, porque fui lesada a este nível, se na página web acima referida, onde realizei a encomenda refere que fazem entregas no mesmo dia e em todo o território de Portugal? Saliento ainda que no mail de confirmação de encomenda faz referência a um número de contato que afinal não se encontra disponível e não faz referência a qualquer disponibilidade horária para contato.Nas condições gerais da página refere ainda que “Em caso de eventos especiais (funerais, casamentos, etc.), é dada prioridade aos horários solicitados pelo cliente, o qual, em caso de impossibilidade de cumprimento dos mesmos por qualquer motivo, será informado imediatamente através do telefone ou do endereço de correio eletrónico, disponibilizados pelo próprio.”É de lamentar a falha e o mau funcionamento dos serviços da Interflora Portugal e o estado emocional em que eu fiquei por não poder deixar uma última lembrança ao meu falecido familiar e sua família a quem dedicava estas flores e a dedicatória que nela tinha inscrito demonstrando o meu pesar pela perda deste ente querido. Situação impossível de remediar visto ser uma situação única e momentânea, não podendo voltar atrás.Aguardo o reembolso monetário da encomenda que não foi entregue.
Mau serviço
A minha reclamação prende-se com o mau serviço que a CP está a prestar aos seus clientes. No caso, na linha da Azambuja, na composição que passa na Castanheira do Ribatejo às 08.19h, que é uma vergonha. Esta comboio para além de chegar ao seu destino (Santa Apolónia) todos os dias atrasado pelo menos 10 minutos, vem tão cheio que, sinceramente nem sei como não há passageiros a sentir-se mal todos os dias. Eu que entro na estação da Castanheira já faço o percurso todo em pé, sem me conseguir sequer mexer. Além disso, esta semana comecei a ver baratas nos bancos, o cheiro a mofo que sai dos ar condicionado é horrivel, bem como as condições gerais de limpeza do mesmo.Já que a CP, já nem responde às reclamações feitas directamente no site deles, resolvi vir por aqui. Talvez tenha mais sorte.M.C.
Ameaças sem dar hipótese de escolha
Exmos. Senhores,há cerca de 4 anos fiz um contrato com a Sumol+Compal em nome da empresa Sorrisos que Viciam Unip.Lda, a qual já se encontra encerrada. O contrato foi feito de 40 mil litros de produto em troca davam-nos 10 mil euros + IVA, que até ao momento só nos deram 8 mil euros, em virtude de ter estado hospitalizada fui obrigada a ceder o espaço. A pessoa que ficou com o espaço esteve 2 anos no estabelecimento e também por doença foi obrigado a encerrar. O estabelecimento tinha uma média de consumo anual de 9 mil litros, funcionou durante 4 anos, 2 comigo e 2 com outra gerência, que dá um total de 36 mil litros, sim porque continuaram a vender para o mesmo espaço com as minhas maquinas, apenas restam consumir 4 mil litros. Para meu espanto a Sumol+Compal tinha uma letra em poder deles em meu nome e do meu fiador e accionou-a ao banco no valor de 44 mil euros. Tendo em conta que os 4 mil litros podem ser consumidos em águas, que ao ser consumidos são 8 mil garrafas de 0,50 cl teria um custo de 3.200 euros, tendo em conta que a Sumol+Compal deve-nos 2 mil euros + IVA. Fomos ameaçados, não podendo ter nada em nosso nome, nem eu nem o fiador , inclusive até me bloquearam a conta do banco sem prévio aviso, eu que sou sozinha com uma menor a meu encargo e estive cerca de 4/5 dias sem poder ter dinheiro. Não me deram sequer a hipótese de gastar os litros e após sairmos do espaço e termos avisado, continuaram a vender no mesmo espaço com as maquinas do nosso acordo. Sinceramente não percebo como é que esta empresa pode fazer uma coisa destas e pedir este absurdo de valor. Até estou disposta gastar os restantes litros, para mim tudo bem agora fazerem o que estão a fazer é inacreditável. Deveriam ter-nos avisado e dar uma escolha. Agora pedir o que estão a pedir.... completamente desagrado para com esta empresa.Atentamente,Ana Raquel Augusto dos SantosFiador: Nelson Augusto Pereira Alves
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