Reclamações públicas
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Check in em falta e cobrança do mesmo
Venho por este meio formalizar a minha queixa contra o atendimento e serviço prestado pela empresa Ryanair. Depois de várias tentativas de fazer o check online , sem sucesso e de termos recebido uma reposta automática por parte da própria empresa dizendo que estava a avaliar o nosso pedido e que o check in seria confirmado pelo menos 3 horas antes do embarque. O mesmo não chegou a na hora próxima do voo dirigimos nos com antecedência ao balcão da Ryanair a explicar a situação. Disse-mos que nunca obtivemos retorno da companhia como prometido e não foi permitido faxer o check in online. Foi então no balcão da companhia aérea, do aeroporto de Eindhoven que o profissional da Rynair não quis sequer ouvir a nossa queixa e com a maior falta de educação nos cobrou 55 euros por cada check in (total de 110 euros). Uma gigante falta de profissionalismo e educação. Não se propôs em ajudar e ainda nos menosprezou com palavras desrespeitosas . Inaceitável quando o problema de origem estava na companhia, e mesmo quando buscamos solução e nos foi prometida a mesma, nada aconteceu.
Carro não apareceu e fui cobrado duas vezes – Bolt Drive
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Bolt Drive, relativa a um grave incidente ocorrido no dia 13 de julho de 2025. Nesse dia, aluguei um veículo através da aplicação Bolt, tendo-me sido indicado um local para levantamento. No entanto, o veículo não estava lá, e após múltiplas tentativas de contacto com o apoio da Bolt, não obtive qualquer ajuda imediata nem alternativa de transporte, mesmo tendo ficado completamente impossibilitado de seguir com os meus compromissos profissionais. Fui ainda cobrado duas vezes e só dias depois, após insistência da minha parte e registo no Livro de Reclamações, é que obtive reembolso do valor cobrado e do depósito. Contudo, ninguém me contactou diretamente nem houve qualquer acompanhamento adequado por parte da empresa, o que demonstra falta de profissionalismo e total desrespeito pelo cliente. Dado o transtorno causado, as perdas de tempo, os constrangimentos profissionais e o stress envolvido, exijo uma indemnização proporcional ao prejuízo não financeiro causado. Esta situação ultrapassa uma mera falha técnica e configura uma violação dos deveres básicos de prestação de serviço e apoio ao consumidor.
Danos em viatura causados por trabalhos na A2
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO no seguimento de uma situação que considero injusta e de má conduta por parte da empresa BCR – Brisa Concessão Rodoviária, S.A., NIF 502790024. No dia 06 de junho de 2025, por volta das 10h da manhã, circulava na autoestrada A2, entre Almodôvar e Messines (zona da placa “Barranco da Vinha”), quando o para-brisas do meu veículo (Seat Ibiza, matrícula AZ-53-GM) foi atingido por uma pedra projetada devido a trabalhos de manutenção que estavam a decorrer na via, sem sinalização ou proteção adequadas. Após o incidente, entrei em contacto imediato com o apoio da Via Verde (com quem fui comunicando desde o início) e formalizei reclamação por email, incluindo provas fotográficas. Posteriormente, apresentei uma reclamação formal com o número ROR00000000045303805. A resposta escrita da empresa só chegou a 02 de julho de 2025, mais de 20 dias após o ocorrido, informando que "aguardam confirmação do empreiteiro", sem qualquer reconhecimento de responsabilidade, proposta de solução ou prazos concretos. Já passaram mais de 40 dias desde o incidente, sem qualquer desenvolvimento útil ou compensação pelos danos materiais e morais causados. Apesar de todos os meus esforços para resolver a situação de forma pacífica e direta, continuo sem resposta adequada por parte da Brisa, que, enquanto entidade gestora da via, não pode simplesmente transferir a responsabilidade para terceiros, como empreiteiros. Cabe à Brisa assegurar a segurança e integridade das infraestruturas sob sua gestão, tal como previsto na Lei de Defesa do Consumidor e no Código Civil. Assim, venho solicitar à DECO: Apoio jurídico e orientação sobre os passos a seguir; Intermediação junto da BCR – Brisa Concessão Rodoviária, S.A., caso aplicável; Abertura de processo de queixa por violação dos direitos do consumidor, nomeadamente no que diz respeito ao direito à qualidade dos serviços, à reparação de prejuízos e à resposta dentro de prazos legais. Agradeço desde já toda a atenção e colaboração, ficando disponível para o envio de documentação de suporte (emails, fotos do dano, resposta da empresa, etc.). Com os melhores cumprimentos, Flávia Candeias Email: flaviapachecocandeias1424@gmail.com
Atraso de comboio- Vila Nova de Famalicão-Lisboa
Exmos senhores No passado dia 11 de julho o comboio proveniente de Braga em direção a Lisboa teve um grande atraso. Devia ter chegado a Lisboa às 18h e chegou às 19h30min, o que causou um enorme transtorno. O número do bilhete é 3708-6448826. Cumprimentos Clara Jesus
Cancelamento de voo
Exmos. Senhores, Em 22/4/2025 fiz uma reserva na vossa companhia para um voo EZS1457 ter lugar no dia 3/7/2025, entre Genebra e Porto. Sucede que, em 3/7/2025, isto é, exatamente no dia da data do voo, fui por vós informado que este tinha sido cancelado, sem mais. Venho por isso exigir que me devolvam 709,77€, diferença entre o valor que paguei pelo bilhete cancelado e o novo bilhete que tive de adquirir para regressar ao meu país, não exijo qualquer indeminização pelos prejuízos sofridos, apenas que me seja devolvido o valor que paguei para adquirir um novo bilhete na data mais próxima. O novo bilhete teve um custo de 975,24€, sendo que nos devolveram pelo bilhete cancelado 265,47€, apenas falta o montante de 709,77€. Deixo em anexo o comprovativo do valor do novo bilhete. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Reclamação referente ao voo TP1326 Lisboa–Dublin de 17/07/2025
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao voo TP1326, com partida de Lisboa e destino a Dublin, no dia 17 de julho de 2025. O voo, inicialmente previsto para as 21h30, acabou por descolar apenas às 23h50, chegando ao destino após as 2h da manhã. Apesar do atraso não atingir as 3 horas completas à chegada, os impactos desta alteração no nosso planeamento foram bastante significativos: Tivemos de realizar o jantar no aeroporto, face ao adiantado da hora; - À chegada a Dublin, devido ao horário tardio, tivemos de recorrer a transporte em táxi, pois os nossos familiares não nos puderam buscar; - Tive de cancelar dois atendimentos clínicos online agendados para a manhã seguinte, o que resultou num prejuízo direto de 170 euros; - A viagem foi feita com caráter de urgência, dado o estado de saúde delicado do meu sogro, tornando o atraso ainda mais sensível. - Importa sublinhar que não foi fornecida qualquer explicação formal por parte da TAP sobre o motivo do atraso. Nos termos do Regulamento (CE) n.º 261/2004, embora a compensação automática não se aplique neste caso, os passageiros têm direito a: Assistência adequada em caso de atraso significativo (alimentação, transporte, comunicação); Reembolso de despesas razoáveis diretamente relacionadas com o atraso; Informação transparente sobre as causas do atraso. Solicito assim: 1) O reembolso das despesas com alimentação e transporte em táxi (para os quais possuo comprovativos); 2) Uma compensação proporcional ao prejuízo profissional de 170 euros; 3) Uma justificação formal quanto ao motivo do atraso do voo TP1326. Fico ao dispor para o envio dos comprovativos necessários e espero uma resposta adequada e célere. Com os melhores cumprimentos, Karina & Robbie Fryers.
Falta de ligação de transporte 2790 Areeiro → Alverca no horário da manhã
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha reclamação relativamente à descontinuação do serviço de autocarro 2791 que anteriormente permitia chegar a Alverca às 05h40, partindo do Santa iria. Com a alteração recente dos horários e a junção dos autocarros 2791 com a 2790, o primeiro autocarro da manhã apenas chega a Alverca às 06h40 com a diferença de 1 hora relativamente a anterior, impossibilitando os passageiros de chegar a tempo aos compromissos laborais e profissionais que iniciam antes desse horário. Esta mudança cria uma grande lacuna no serviço, especialmente considerando que no sentido contrário (Alverca → Areeiro) existem autocarros a partir das 04h40, evidenciando um claro desequilíbrio na oferta. Peço que avaliem a reposição do serviço ou a criação de uma alternativa que permita chegar a Alverca por volta das 05h40, de forma a garantir mobilidade adequada para todos os passageiros que necessitam desse horário. Aguardo o vosso feedback e a resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Catarina Amaral
Mala de porão retirada após compra de passagem
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal referente a uma passagem aérea adquirida através da vomanh aérea TAP PORTUGAL. No momento da compra, o bilhete incluía claramente uma mala de porão, conforme indicado nas informações da tarifa. No entanto, após a finalização do pagamento e ao verificar os detalhes da reserva, constatei que a mala de porão não consta mais no bilhete emitido. Este facto é inaceitável, pois constitui uma alteração das condições inicialmente contratadas, induzindo o consumidor em erro e prejudicando os seus direitos. Solicito a regularização imediata da situação com a inclusão da mala de porão conforme anunciado no momento da compra, ou, em alternativa, o reembolso do valor correspondente ao serviço suprimido. Anexo a este contato os documentos e capturas de tela que comprovam a informação da tarifa antes do pagamento, bem como o bilhete final sem o serviço contratado. Caso não haja uma resposta satisfatória num prazo razoável, informo que tomarei as devidas providências junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, NOME: CRISTIENE BARROSO CASSIANO NÚMERO DA RESERVA:YETUHM EMAIL: cristienebarrosocassiano@gmail.com Telefone 926842138
Roubo de bagagem
Exmos. Senhores, venho solicitar o vosso apoio para a resolução da situação para a qual apresentei reclamação hà mais de 1 mês. A minha bagagem e da do meu filho foram roubadas da bagageira do autocarro da rede expressos. A situação ocorreu no passado dia 11 de junho de 2025, durante uma viagem da Rede Expressos com partida de Sete Rios às 21h e destino Fátima. À chegada a Fátima, apercebemo-nos de que ambas as bagagens haviam sido subtraídas da bagageira do autocarro. Comunicámos de imediato a situação ao motorista, que, após contacto com o serviço de apoio, nos indicou que deveríamos apresentar queixa junto das autoridades competentes e registar a ocorrência no site da Rede Expressos, o que foi prontamente feito. Volvido mais de um mês desde a apresentação da reclamação, lamentamos não ter recebido qualquer resposta ou contacto da rede expressos Salientamos ainda que a colocação das bagagens na bagageira do autocarro não foi uma escolha voluntária, mas sim uma prática obrigatória imposta pela empresa, pelo que consideramos que a Rede Expressos deve assumir responsabilidade pelo sucedido. Esta situação resultou na perda de diversos bens pessoais e peças de vestuário, com um impacto considerável no nosso dia a dia. Assim, solicitamos uma resolução célere deste caso, nomeadamente a compensação pelos prejuízos sofridos, cuja estimativa de valor nos disponibilizamos para apresentar mediante pedido.
Atrasos constantes na Linha Braga - Porto São Bento ( e vice-versa)
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à má gestão da linha ferroviária Braga-Porto São Bento (e vice-versa), com especial destaque para a constante supressão de comboios. Mais uma vez, o comboio com partida prevista de São Bento para Braga às 18h15 no dia 17 de julho de 2025 foi suprimido sem qualquer justificação clara, nem alternativa eficaz apresentada aos passageiros. Infelizmente, esta não é uma situação pontual, mas sim recorrente. A linha Braga-Porto São Bento (e vice-versa) é, sistematicamente, das mais afetadas, seja em dias normais, seja em períodos de greve ou constrangimentos operacionais. Outras linhas recebem gestão adequada e, principalmente, prioridade, enquanto a linha Braga-Porto São Bento (e vice-versa) é invariavelmente a primeira a sofrer cortes. Esta linha é uma das mais utilizadas da região (se não a mais utilizada), especialmente nas horas de ponta, o que é facilmente comprovado pelo número elevado de carruagens necessárias para transportar todos os passageiros. No entanto, essa realidade não se reflete na forma como é gerida ou tratada. Além dos transtornos constantes, esta situação tem consequências diretas e graves na vida de quem depende deste serviço. Pessoalmente, sou titular de um passe mensal, pago religiosamente todos os meses, e mesmo assim vejo-me constantemente prejudicada, perco compromissos importantes e enfrento consequências profissionais por atrasos que não são da minha responsabilidade. É inadmissível que, enquanto utente pagante e regular, continue a ser penalizada por falhas de gestão que se repetem e agravam com o tempo. Exijo à CP ou outros orgãos superiores uma reavaliação urgente da forma como esta linha está a ser tratada e que sejam tomadas medidas concretas para garantir um serviço estável, digno e justo. Para agravar ainda mais a situação, logo no dia seguinte, 18 de julho, o comboio da linha Braga-Porto São Bento com partida de Braga às 08h50 foi novamente alvo de má gestão, tendo sido parado em Campanhã. Verifiquei que outros comboios chegaram depois e, inexplicavelmente, seguiram para São Bento antes do de Braga. Estes comboios tinham menos carruagens e, por isso, não conseguiram acomodar todos os passageiros que vinham no comboio de Braga, causando nova situação de desconforto e sobrelotação. Mais uma vez, a linha Braga-Porto São Bento foi claramente colocada em segundo plano, o que é grave e revela uma total falta de consideração pela quantidade de passageiros que a utilizam diariamente. Sem mais, Helena Silva
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