Reclamações públicas
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Reparadora do Bairro, Funchal. Péssimo serviço.
O dia 4 de novembro dirigi-me à empresa Reparadora do Bairro, atualmente situada na Rua 31 de Janeiro 66, no Funchal, para proceder à substituição do ecrã de um tablet Xiaomi Mipad. No momento junto com o tablet foi entregue um outro ecrã idêntico ao que é parte integrante do tablet, nesse mesmo dia foi-me exigido o pagamento na integra do valor da substituição do ecrã (50 Euros), o qual foi efetuado. No momento foi-me dito que a reparação estaria pronta na terça-feira seguinte dia 8 de novembro. Passaram os dias e após sucessivos contactos via Facebook e via telefone, com adiamentos no prazo de entrega do tablet, foi-me entregue no fim do mês de novembro o tablet sem ter sido previamente testada a sua reparação como se veio a comprovar posteriormente. Destaco que não me foi devolvido o ecrã que foi entregue junto com o tablet. O tablet estava com a bateria completamente descarregada, foi colocado a carregar 12 horas e na manhã seguinte o ecrã não estava a funcionar. Foi ligado ao computador e o resultado foi mesmo. Voltei a levar o tablet à empresa e no meio de insinuações de que tinha sido eu a estragar o ecrã já que supostamente estava a funcionar perfeitamente, lá foi admitido que o ecrã instalado tinha um problema. Foi-me então dito que tinham contactado a Xiaomi em Lisboa e que iria ser enviado para ser reparado. Quase 1 mês depois, dia 22 de dezembro volto a contactar a empresa e dizem-me que já foi enviado o tablet para a Madeira e que me iria ser entregue brevemente. Passou quase outro mês, dia 20 de janeiro, volto a contactar a empresa e dizem-me que existem problemas na alfandega, mas que nos próximos dias já me irá ser entregue o tablet. Estamos a metade de fevereiro, passaram já mais de 100 dias desde o dia 4 de novembro, foi-me exigido um valor pela reparação que não foi feita, não tenho comigo nem o meu tablet nem o ecrã que foi entregue junto com o mesmo e a única coisa que resulta dos sucessivos contactos com a empresa são sempre desculpas atribuindo culpas a terceiros e adiamentos para a entrega que não se cumpre. A paciência e a confiança esgotaram. Quero o meu tablet tal e qual foi entregue para reparação e o ecrã que foi entregue juntamente aquele 4 de novembro do ano passado além do reembolso do valor pago pela reparação não realizada.
Garantia bateria de moto
Comprei uma bateria para uma moto, ainda não fez um ano e ja não aguenta a carga. Já reclamei para a empresa em causa, reponderam me que vinham a minha casa dia 04 ou 07 de fevereiro. Já e dia 15 e ainda não apareceu ninguém nem disseram mais nada.
Acidente de Trabalho
O meu nome é P. e sou marítimo/pescador profissional.Venho por este meio comunicar a V. Exas que sofri um acidente de trabalho no dia 29 de Dezembro de 2021 e que, até à presente data, 14 de Fevereiro de 2022, não recebi da companhia de seguros (acidentes de trabalho) da minha entidade patronal, a FIDELIDADE SEGUROS SA, qualquer equiparação salarial ou reembolso de despesas (consultas médicas, exames médicos, despesas farmacêuticas, despesas de alimentação, despesas de apoio a familiares, despesas de deslocação, despesas relativas a este processo e outros). Neste contexto, a FIDELIDADE não tem vindo a respeitar o disposto nos artigos 283º e 284º do Código de Trabalho – Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro e Lei nº 98/2009, de 4 de Setembro, que dispõem sobre o direito à reparação dos danos devido a acidentes de trabalho.Esta violação dos meus direitos enquanto trabalhador afeta não só a minha integridade físico-psíquica, como o estado emocional da minha família mais próxima, enquanto estou simultaneamente obrigado a recorrer a apoio social para colmatar as despesas que conferem a dignidade, o direito económico, o direito social e cultural, o respeito, a autoestima e o livre desenvolvimento da minha personalidade, inegável a qualquer trabalhador/a ou a qualquer ser humano, como disposto no artigo 22º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (resolução 217 A III) em 10 de dezembro de 1948.Imperiosamente estou também vinculado à solicitação de apoio jurídico visando conseguir a solução efetiva contra este ato que viola os meus direitos fundamentais reconhecidos pelo artigo 20º da nossa Constituição e paralelamente postergando o Artigo 8º da ante referida Declaração.Não ligo o aquecedor, uso micro-ondas para poupar gás, ando a pé em vez de usar o carro, ando de um lado para o outro sem chegar a lado nenhum. Tive um acidente. Resta-me aceitar, recuperar, gerir e progredir. Toda a ajuda, objetiva ou suposta, é bem-vinda nos momentos de infortúnio. Tenho tido, felizmente, a ajuda de familiares, amigos e profissionais de saúde. Só não tenhosido assistido pela instituição responsável pelos acidentes de trabalho sofridos, desde que, em 1913, foi reconhecido em Portugal, a obrigatoriedade das entidades empregadoras repararem as consequências dos mesmos relativamente aos trabalhadores/as ao seu serviço.Calendarização e deslocações para efetivação de consultas, exames, agendamentos, serviços, recibos, telefonemas (que nos levam à loucura apesar de serem chamadas de linhas de apoio), salas de espera, tickets, atestados de presença, solicitação de autorizações de tratamentos (fisioterapia), prescrição e compra de medicação, comunicações, digitalizações, fotocópias e outros. Noites sem dormir causadas pelas dores e pela ansiedade causada por todo esta nova realidade kafkiana. Indispensabilidade compulsiva de compartimentalização e organização do passado, do presente, mas sobretudo, física e mentalmente, do futuro.Este infortúnio acidente causou-me dolorosos danos corporais, como dores na coluna azarada por esta vicissitude. Pessoalmente, estes foram suportavelmente infernais perante a magnitude emocional infligida aos meus familiares, o que faz cair por terra qualquer liberdade de espírito para quem seja forçado a lidar com esta sensação de impotência.Para um marítimo que trabalha na área marítimo-turística na época alta, perder um emprego na pesca na época de inverno, num Algarve que maioritariamente oferece trabalho durante o verão, é, na falta de outras palavras, uma desdita. Agora, se “Quem estiver obrigado a reparar um dano deve reconstituir a situação que existiria, se não se tivesse verificado o evento que obriga à reparação” (Princípio geral do Artigo 562º Código Civil Português), qual a razão porque até há data não obtive algum acesso aos meus direitos? Por que é que só tive uma consulta para avaliação de danos corporais no dia 2 de fevereiro, mais de um mês após o acidente? Porquê?Não falhei, nem quebrarei, perante tal injustiça. Disse Platão: “Existem três tipos de homens. Os vivos, os mortos, e os que andam no mar”.Tenho passado os últimos cinco ou seis períodos de inverno a viver de magros subsídios de desemprego, a enviar centenas de currículos como posso atestar através do IEFP, e obrigado, sob pena de perder o precário provento, a frequentar cursos e formações que nada têm a ver com a minha profissão de marítimo. Desta vez eu andava no mar, trabalhinho bom para quem aprecia a borrasca salgada, embarcado, à pesca, exercendo estatisticamente a profissão mais perigosa do mundo, e fui sofrer um acidente, de carro, em terra. Mas esta denúncia não é sobre a vida, a sorte, ou a morte, é pelo ato abjeto, inescrupuloso, de má-fé, em tornar o alheio azar em sádicos modos de vida.Obrigado a todos. Obrigado DECO. “A política tem sido a arte de obter a paz por meio da injustiça.”- Agostinho da Silva
Discovery Sport NOVO com defeito
Boa tarde,Vou anexar aqui a reclamação que já fiz à marca e que me responderam que lamentavelmente terei que suportar os custos.Podem ajudar-me e dizer para que outra entidade posso reclamar?É um carro com 4 anos e 49.000 km, se ja tem problemas assim desta dimensão... daqui a uns meses volta a ter..Land RoverF, 14 de Dezembro de 2021Assunto: Reclamação - Veículo Discovery Exmos. Srs.Serve a presente carta para expor uma situação grave e solicitar que a mesma seja resolvida o mais breve possível.Em anexo está a estimativa de reparação do Discovery, matrícula 01-VF-79. Este veículo encontra-se imobilizado na oficina da Carclasse desde o dia 15/11/2021, há sensivelmente um mês, sem que tenha sido disponibilizado carro de substituição.Tudo seria compreensível, se não estivéssemos perante um automóvel que ainda não completou 4 anos!!! E não tem 50.000 Km!!E passo a fazer um breve resumo da história deste veículo:O veículo, apesar de ter a data de Dezembro de 2017, apenas foi adquirido em Agosto de 2018, segundo informação da empresa vendedora, terá estado em exposição. Por esse facto, o veículo terá tido um preço inferior ao de mercado.E passo a fazer um resumo:- Data do veículo: Dezembro/2017- Adquirido em Agosto/2018- Reclamação efetuada em Março/2019- Resolução dos problemas expostos e identificados em Junho/2019 – 13.000 Km- Revisão em Maio/2020 – 21.690 Km (em anexo)- Revisão em Março/2021 – 33.923 Km (em anexo)- Em 15/11/2021 – 48.737 KmOu seja, o veículo em que me desloco, ainda não completou 4 anos, ainda não atingiu os 50.000 Km e solicitam-me cerca de 4.000 € para uma reparação?Não posso aceitar de forma alguma. Para terem uma ideia, possuímos na família um veículo S, no qual me tenho deslocado desde há um mês, cuja matrícula é de 1997, tem mais 20 anos do que o veículo que está imobilizado e nunca em algum momento teve reparações desta importância.A informação que me foi dada pela Car, que tem sido impecáveis no tratamento do assunto e feito um esforço na resolução do problema foi que a marca entende que não foi cumprido o plano de manutenção. Discordo em absoluto desse entendimento, o veículo fez as revisões quando o sistema do próprio veículo alertou para a sua manutenção, em nenhuma oficina (e foram 3 – Mc, JO e Car) foi fornecida a informação de que teriam que ser efetuadas as manutenções na data e não nos Km. Estamos perante um veículo com menos de 50.000 Km e no qual, confesso, não tenho qualquer segurança em conduzir. Como podemos aceitar esta reparação nestes termos com a idade e o desgaste que tem o veículo? Não posso, sequer imaginar que alcance os 20 anos do veiculo que hoje conduzo. Que confiança podemos ter num veículo assim, novo e com problemas tão graves?Se por um lado, solicito a comparticipação total da manutenção, por outro, até os questiono se não se justifica fazer um estudo mais aprofundado do veículo e quiçá substitui-lo por um outro? Não terá este veículo “defeitos de fabrico”?Peço-lhes que possam ter em atenção o que lhes comunico, que possa ser resolvida a situação o mais brevemente possível e deixo o meu contacto para algum esclarecimento ou uma eventual solução que entendam.Peço que compreendam a minha posição, que julgo, ser mais que justa.A Land Rover é uma marca demasiado prestigiada para aceitar que um veículo que nem 4 anos tem e nem 50.000 Km, tenha problemas desta natureza e exija do proprietário um encargo tão elevado. Para não falar da questão da confiança.Com os melhores cumprimentos,
Cozinha 3 semanas sem estar em condições.
Venho por este meio pedir a Conforama ser responsável e acabar a cozinha a compramos mais rápido possível.Temos a cozinha montada desde dia 24 de janeiro e ainda não esta em codices para usarmos normalmente.No dia 23 de janeiro a equipa da Conforama foram em casa para montar a cozinha que compramos na Loja de Albufeira.Montaram armários e peças que tinham, faltaram as peças da sanca e fechar um cantinho. As peças constam na fatura mas não chegaram. Nao sei porque. Acabaram montagem as 20:00 horas.No proximo dia 25 tentei entrar em contato com a loja pelo numero que tenho na folha de projeto - sem sucesso depois de mais de 20 tentativas. Na proximo dia na parte de tarde depois de muitas tentativas recebo chamada da loja - repararam que tem chamada não atendida do meu numero. Era o homem que fez o projeto e diz que ja tem informação sobre as faltas e vai pedir as peças a fabrica.Pedi logo que enviasse também a equipa do tampo da cozinha - e uma equipa diferente. Prometeu. uma semana depois - próxima segunda- feira dia 31 de Janeiro ainda não temos tampo da cozinha assim não podemos cozinhar ne preparar refeições sem placa de fogão e lava louça. Recebo chamada da empresa dos tampos para marcar a visita e tirar as medidas. No proximo dia terça - feira o dono da empresa esta em casa e tira as medidas. não sabe o dia da montagem. Promete ser breve.Montagem tão esperado e efetuada no dia 7 de fevereiro 2 semanas depois de montagem da cozinha.Durante a montagem deixei ele e os empregados dele na cozinha - eles fazem isto todos os dias não é? Tive que entrar para perguntar se precisam de algo e reparei que a parte do tampo da esquerda ( o tampo e de pedra de granite acho eu e é comprido 4 metros e deve ser transportado e montado em 2 partes) esta desnivelada comparado com as juntas do azulejo da parade - recebo resposta que as paredes estão tortas e ele trás um nível de bolha e esta me convencer que esta tudo bem. As 13:00 horas depois de patrão dizer que está com fome - saiam todos a pressa. Antes da me uma folha para assinar da montagem e eu assinei confiante e contente que temos a cozinha pronta para montar a placa do fogão e a lava - louca - grande desilusão. Com a lava-louça no lugar da para ver o desnível da parte a esquerda. Nao da para pousar o lava louca. Esta no ár de um das lados sempre. Tentei entrar em contato com o patrao sem sucseso. So no proximo dia consegui falar com ele. Prometeu nivelar o tampo ate o final da semana e na quinta feira marcamos com ele para segundas feira dia 14 de fevereiro. Hoje. Eu pedi os meus patrões de faltar do trabalho na parte de manha como tinha combinado com o homem e as 9 horas recebo chamada de le para adiar o serviço para as 15:00 horas na parte da tarde.As 16:00 horas eu ja perco a paciência a sair do trabalho outra vez e o homem não aparece . Ligou para ele e a resposta que recebo e que não sabe o dia que consegue vir nivelar o tampo ou quinta feira ou próxima segunda feira dia 21 de fevereiro. Primeiro eu não sou obrigado combinar nada com a empresa dos tampos porque eu comprei tudo a Conforama e eles não entreram em contacto comigo desde a primeira vez e não falaram também com a empresa dos tampos.Quero pedir com urgência de contactar a empresa dos tampos para concluir o seu serviço mais rápido possível para nos usufruir da cozinha que pagamos.Grande desilusão com a loja Conforama.Ate aqui 3 semanas sem concluir o serviço na maneira satisfatória.
Problemas na escola de condução
Bom dia,inscrevi-me na escola de condução Lusitânia do grupo Drive Safe em Outubro de 2020. Depois de um confinamento consegui realizar o exame de condução a 27 de Agosto de 2021. De seguida, quando quis marcar aulas de condução disseram-me que teria de aguardar, pois tinham outros alunos à minha frente devido aos meses que estiveram encerrados. Disseram-me que mais no final do ano conseguia marcar aulas, mas quando liguei disseram-me que só no inicio de Janeiro de 2022. Depois de explicar que ia acabar o mestrado e que teria de sair de Lisboa no final de fevereiro (no máximo inicios de Março), garantiram-me que teriam a minha situação em conta e que no inicio do ano iria começar as aulas. No entanto não foi isso que aconteceu. Quando chegou janeiro, continuavam sem me poder dar aulas de condução e não me deram nenhuma estimativa de quando as iriam marcar. Sabendo da minha situação há demasiados meses, não foram capazes de me dar outras soluções, se não esperar. Decidi dirigir-me à escola, dia 11 de janeiro de 2022, e questionei sobre a possibilidade de pedir transferência para uma escola situada em Viseu, a minha cidade de residência para onde iria voltar em Fevereiro. Disseram-me que era totalmente possível, mas que teria de contactar a coordenação por e-mail, e fi-lo nesse mesmo dia. Passaram-se semanas, sem obter nenhuma resposta. Cheguei a passar na escola de condução e a ligar várias vezes e não me resolviam o problema. Só no dia 3 de fevereiro, quando lhes disse que já tinha tratado da transferência de processo com o IMT é que me disseram quais seriam os procedimentos a tomar: neste caso devolver-me parte do dinheiro da carta de condução. Disseram-me, novamente, para enviar um e-mail com o meu NIB para que me devolvessem o dinheiro. Até hoje, 14 de fevereiro, ainda não recebi qualquer transferência e não sei sequer se já trataram do assunto com o IMT. A minha experiência nesta escola de condução foi, e continua a ser, extremamente negativa. Tiveram zero transparência comigo desde o início e, por mais que saiba as consequências que a pandemia teve em inúmeros setores, esta não é a forma de resolver os problemas. Continuam a aceitar alunos, mesmo sabendo que não têm como dar aulas aos alunos que já se encontram inscritos e dúvido que tenham a transparência de explicar essa situação. Gostaria que tivessem tido essa transparência comigo desde o ínicio, pois estive 6 meses à espera, quando podia já estar inscrita noutra escola. Agora resta-me tirar a carta à apressadamente noutra escola, com uma lisença prestes a terminar.
Venda de Automóveis Usados sem Garantia
Venho, por este meio, comunicar que a empresa HABS82 Automóveis Unipessoal, Lda, também conhecia pelo nome Race-car Lowcost, detentora do NIF 516490320, com sede em Rua dos Limites Nº581, 4410-151 São Félix da Marinha, e loja aberta em Rua Paço Velho 247 Armazém 1, 4500-084 Espinho, está a vender automóveis usados sem a garantia mínima de 18 meses a consumidores particulares. Uma pesquisa rápida pelas críticas online deste espaço permite perceber que esta situação não só me aconteceu a mim, como é prática recorrente do estabelecimento.No eu caso particular, comprei uma viatura da marca Seat, modelo Ibiza, com o Nº de Chassis VSSZZZ6KZYR117304, a 09/09/2021 que o proprietário me vendeu a um preço mais baixo a troca de não incluir qualquer garantia sobre a viatura devido ao estado exterior do carro estar bastante degradado e sobre promessa de o motor só precisar de trocar velas e os respectivos cabos de velas. Ficou também acordado que o proprietário do stand ficaria responsável pela passagem no IPO antes do levantamento da viatura.Não tendo conhecimento da obrigatoriedade da venda com garantia por parte do stand, até à presente data, 14/02/2022, já gastei mais de 600€ na reparação da viatura e continua numa oficina automóvel, estando agora aliás numa oficina oficial da marca da viatura, tendo sido constatado que para além dos problemas prometidos pelo proprietário do stand, a viatura estaria a consumir óleo, não tem catalizador e tinha 3 pneus furados.Confrontado com a obrigatoriedade da venda com garantia, o proprietário recusa-se à reparação da viatura, remetendo para o contrato assinado.
UPS FATURAS
Em continuação da reclamação efetuada pelo próprio no dia 12/04/2021, referente ao NIF:215769422eEncomenda nr: 59060229877 e 43309395196Alego ter recebido uma fatura no dia de hoje 12/02/22 ,F221/011043 referente ao mesmo envio. A fatura não vou pagar e agradeço o envio de nota de crédito da mesma. Para mais informações voltem a ler toda a reclamação associada anteriormente. Mais informo que as faturas F211/105316 e F211/078104 são igualmente obsoletas conforme escrito noutra reclamação aqui na Deco Proteste.Agradeço que parem com os erros e envio de faturas sem nexo pois o próximo passo será o judicial.Sem mais de momento,Atentamente,Antonio Gomes
Problemas com a entrega
Exmos senhores,No dia 28 de novembro efetuei uma compra online de dois artigos cujo nº de encomenda é o 3583156, apos vários contatos telefónicos e via email a reclamar o atraso da entrega de um dos artigos, nomeadamente o Demon Slayer nº4, que supostamente entregariam em 5 dias.Espanto meu que ate a data de hoje ainda não recebi o livro e no dia 28 de janeiro, exatamente dois meses depois dizem-me que o livro esta esgotado por parte do fornecedor, obviamente a minha reação não foi das melhores. Lamentaram a situação mais uma vez, e que não poderiam fazer nada, apos ter referido que iria procurar ajuda judicialmente, pois todo o acompanhamento deste processo tinha sido mal conduzido, desculparam-se mais uma vez e disseram que iriam tentar arranjar uma solução. Passados dois dias uma trabalhadora do apoio, nomeadamente a sra Inês Marcos, ligou-me a dizer que na Bertrand de Guimarães tinham um exemplar e que iria ser enviado para a Bertrand do RioSul, e que da loja iriam entrar em contato comigo para proceder a recolha do livro, e que todo este processo iria demorar aproximadamente duas semanas, mas o senão era que me tinham que fazer a devolução do dinheiro, pois era um procedimento normal e que o novo artigo seria pago em loja, ainda tive o cuidado de perguntar se o valor seria o mesmo, ao qual a trabalhadora foi confirmar e a resposta foi que o valor mantinha-se, disse que esperava que este fosse o fim deste processo.Tendo em conta que ninguém entrou em contato comigo da loja do RioSul, diriji-me a esta e para meu espanto, o funcionário da loja diz que efetivamente receberam o artigo proveniente de Guimarães, mas que já não o tinham, ainda questionei mais que uma vez, se o livro não fazia menção que vinha para mim, a resposta que me foi dada é que deve ter havido um problema no sistema mas que não havia nada a fazer.Fiquei fula, liguei para linha mais uma vez, onde também não tinham resposta para mim, mas que iriam averiguar. hoje ligou-me a trabalhadora Inês Marcos, a pedir novamente desculpas, mas não podia fazer nada, isto tudo no mínimo é surreal, ainda disse que me sentia enganada por ela, pois cancelou-me o pedido justificando que viria um livro para mim de Guimarães e que no meio disto tudo fiquei sem o livro, e ainda teve o desplante de me responder que ao menos tinha o reembolso, a questão nunca foi o valor do livro, mas sim o livro em questão, de uma oferta de aniversario passou a ser, supostamente uma prenda de Natal, que no fim disto tudo foi um fiasco, pois desde o dia 13 de dezembro que tenho entrado em contato por inúmeras vezes sem nunca terem arranjado uma solução, é uma tremenda falta de ética profissional, custa-se o livro o que custa-se, e não acredito que desde 28 de novembro ate a data que ninguém mais comprou este livro, numa loja física ou online da Bertrand, acredito sim que houve uma grande falha humana e não vejo ninguém sendo responsabilizado
problemas na higienização/ limpeza de sofa
No final de Setembro de 2021 contactei a Cleancare para limpeza de uma sofá e colchão. A empresa deu garantia absoluta da eficácia do trabalho a realizar e referiu que o sofá deveria demorar a secar cerca de 10h. Após a limpeza do sofá, este demorou cerca de 4 dias a secar completamente (mesmo seguindo todas as indicações fornecidas: arejamento constante com abertura de janelas.) Após 2 dias da intervenção o sofá encontrava-se ainda bastante molhado e começa a libertar um odor extremamente desagradável e incomodativo, semelhante com mofo/humidade em tecido que não seca. Contactada telefonicamente a empresa para informar do ocorrido. Esta agenda nova intervenção de limpeza para 12/10/21. Os profissionais que efetuaram a intervenção confirmam o odor resultante da intervenção anterior e o aparecimento de várias manchas. Saliento que 2ª intervenção o tempo de secagem foi muito menor, no entanto, o odor entranhado, persistiu. A empresa agenda 3ª intervenção a 25/10/21 em tudo semelhante à anterior do ponto de vista técnico e resultado (técnico confirmam odor, era o mesmo colaborador). Após contacto com a empresa, esta sugere a devolução do valor pago ou nova intervenção que ocorreu a 3/11. Todas as intervenções adicionais foram a cargo da empresa. A 18/11/21- nova intervenção focada na neutralização do odor com produto diferente (sem sucesso). A empresa abre processo na companhia de seguros. Tivemos a visita do perito que sugere mais uma intervenção com ventiladores de secagem rápida, que ocorreu a 16/12/21, pela mesma empresa. A 18/12/21 contacta-se a empresa (diretamente ao técnico que realizou a intervenção por indicação do mesmo). Nesta intervenção houve melhoria do odor mas não por completo. O técnico sugere nova intervenção com os mesmos ventiladores, ficando a aguardar marcação da mesma, que não ocorreu. No mesmo dia somos contactados pelo perito do seguro que nos informa que o processo se encontra encerrado, pois a empresa refere que os clientes não reclamaram. Falso. Após contacto telefónico, agenda-se intervenção para 11/1/22, mas o odor persiste. A 12/1/22 novo contacto a pedir reabertura do processo na companhia de seguros. A empresa indicou que o iria fazer. A 24/1/22 na ausência de feedback pela empresa faz-se novo contacto onde a empresa refere não ter reaberto processo na seguradora. Após esta data foram estabelecidos vários contactos sem qualquer resposta. Cada vez mais, se verifica uma dificuldade no atendimento dos nossos telefonemas, tendo que recorrer a outros números para que atendam. Na última intervenção foi pedido que assinássemos um documento que referia que a intervenção foi efetuada com sucesso dando o trabalho como concluído. Documento que recusamos assinar dado que o odor persiste e, nas intervenções anteriores não foi pedido para assinar qualquer documento. Também a nossa palavra foi colocada em casa, no último telefonema, referindo que os técnicos são sentiam nenhum odor quando se deslocavam para fazer as intervenções. Isto não era a opinião dos técnicos quando falavam connosco, tendo reconhecido sempre um odor persistente e a existência de algo mal executado na 1ª intervenção. Entendemos, que se a empresa não reconhecesse a existência de algo que não correu bem, não fazia 6 intervenções a seu cargo e abriria um processo na companhia de seguros. Tendo estado em casa, em todas as intervenções, saliento que o som produzido pelo equipamento de limpeza na 1º intervenção, tinha uma intensidade muito menor que nas seguintes, o que poderia ser a causa de uma menor sucção de agua no sofá, levando a que este demorasse mais tempo a secar e começasse a desenvolver o odor de que nos queixamos. Todo este processo está documentado em emails.Peço uma resolução célere desta situação, uma vez que é motivo de incomodo e desconforto familiar com 5 meses de evolução. Pedimos a reabertura do processo na companhia de seguros para que esta possa fazer a reapreciação do assunto em causa, uma vez que a empresa refere ter esgotado todos os meios e soluções para a resolução do odor que persiste.
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