Reclamações públicas

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J. M.
15/06/2026

Crédito indevido, informações insuficientes, recusa em resolver problema

Exposição/Reclamação contra Clínicas BodyScience / Regra Suplementar, Lda. e Cofidis Venho apresentar reclamação contra as Clínicas BodyScience, em concreto a unidade do Porto/Júlio Dinis, bem como solicitar a análise da articulação entre esta entidade e a Cofidis, na sequência da contratação de um plano de tratamentos estéticos/terapêuticos que acabou por ficar associado a um contrato de crédito ao consumo, sem que, no momento da venda, me tivesse sido explicado de forma clara, expressa e suficientemente transparente que estava a celebrar um contrato de crédito com uma entidade financeira terceira. O plano foi-me apresentado e vendido nas instalações da BodyScience, por uma consultora da clínica, no contexto de uma avaliação e recomendação de tratamentos. A informação que me foi transmitida levou-me a entender que se tratava de uma modalidade de pagamento ou crédito interno associado à própria clínica, e não de um contrato autónomo de crédito celebrado com a Cofidis. Só posteriormente percebi que existia um contrato de crédito com uma instituição financeira, com prestações mensais debitadas automaticamente, situação que considero não ter sido devidamente esclarecida no momento da contratação. A comunicação da Cofidis identifica o contrato n.º 50000013491636 como aceite em 09-06-2025 e efectuado através de Regra Suplementar, Lda., com prestações mensais de 76,07€. Esta referência demonstra, no mínimo, uma ligação directa entre a entidade prestadora dos serviços e a contratação do crédito. Por esse motivo, entendo que a situação deve ser analisada não apenas como um contrato de crédito isolado, mas como uma operação associada à aquisição de um serviço específico, vendido e promovido pela clínica. Desde o início da prestação do serviço surgiram problemas. No primeiro dia previsto para iniciar o plano, tirei férias de propósito para realizar uma sessão de tratamento e uma consulta de nutrição. Nenhuma das duas aconteceu como previsto. Foi-me transmitido por uma técnica que não poderíamos começar de imediato com o tratamento escolhido, tendo sido colocada noutra máquina, que me pareceu diferente e menos eficaz do que aquilo que tinha sido apresentado. A consulta de nutrição foi desmarcada à última hora. Estas situações geraram, desde o primeiro momento, uma quebra de confiança na forma como o plano tinha sido vendido e como estava a ser executado. Ao longo do tempo, a utilização do plano revelou-se difícil e insatisfatória. Algumas sessões, designadamente as de nutrição, foram difíceis de marcar, quer por indisponibilidade dos profissionais, quer por desmarcações. Frequentei apenas algumas sessões, mas não fiquei satisfeita com o atendimento nem com o tratamento sugerido. Acabei por deixar de usufruir do plano, apesar de continuar a pagar mensalmente à Cofidis. Acresce que, meses antes da reclamação formal, solicitei o envio da factura, sem obter resposta. Também tentei contactar a consultora da clínica, que me indicou que me ligaria mais tarde, mas esse contacto não aconteceu. A comunicação posterior por parte da BodyScience insistiu em contacto telefónico, apesar de eu ter solicitado expressamente que a comunicação fosse feita por escrito, por email. Em Janeiro de 2026 fiquei desempregada. Embora actualmente já me encontre novamente empregada, à data em que pedi o cancelamento encontrava-me numa situação de maior fragilidade financeira, que tornava muito difícil suportar uma prestação mensal por um serviço que não estava a utilizar e com o qual não estava satisfeita. O documento que me foi apresentado e a política posteriormente invocada pela BodyScience não previam qualquer mecanismo de resolução ou reavaliação em caso de desemprego, alteração relevante da situação financeira ou impossibilidade superveniente de suportar o encargo. Quando contactei a Cofidis, foi-me transmitido que teria de ser a BodyScience a cancelar o processo, o que reforça a ligação prática entre o serviço contratado e o crédito associado. A BodyScience respondeu ao meu pedido afirmando que o prazo de livre revogação já tinha sido ultrapassado e que, por isso, não poderia aceitar o cancelamento antecipado do plano. Acrescentou ainda que, segundo a sua política, não procede à devolução de quantias pagas e que os serviços adquiridos, mas não realizados, ficariam em crédito para usufruto futuro ou cedência a familiar ou amigo. Considero esta resposta insuficiente e desadequada, porque trata o caso como uma simples desistência fora de prazo, ignorando as questões principais: a falta de transparência na forma como o crédito foi apresentado, a deficiente prestação do serviço, as dificuldades de marcação, a ausência de resposta a pedidos anteriores e a minha efectiva não utilização do plano. Mais recentemente, verifiquei ainda que qualquer atraso no pagamento pode agravar significativamente a prestação, que passa de cerca de 76€ para quase 90€, mesmo perante um atraso muito reduzido. Esta situação é particularmente gravosa num contrato que, na prática, continua a obrigar-me a pagar por serviços que não estou a usufruir e cuja contratação, nos seus contornos financeiros, não considero ter sido devidamente explicada. Não pretendo apresentar esta reclamação como uma mera mudança de vontade. O que está em causa é um conjunto de circunstâncias que, no meu entender, tornam a manutenção integral do contrato desproporcionada: um serviço vendido de forma que considero pouco transparente, um crédito que não me foi devidamente explicado como contrato autónomo com entidade financeira, uma prestação de serviços que ficou aquém do prometido, dificuldades reais na marcação e execução do plano, ausência de resposta a pedidos de documentação/facturação e recusa de qualquer solução efectiva para cancelamento ou redução do encargo. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de ser analisada a actuação da BodyScience/Regra Suplementar, Lda. e da Cofidis, designadamente quanto à transparência da informação prestada no momento da contratação, à eventual existência de contrato de crédito coligado ao serviço, à adequação da resposta dada ao meu pedido e à proporcionalidade da manutenção integral dos pagamentos. Pretendo, como solução, o cancelamento do valor associado ao plano de tratamentos não usufruído, com a correspondente regularização junto da Cofidis, sem penalização adicional para mim. Subsidiariamente, caso não seja aceite o cancelamento total, solicito uma solução proporcional e justa, que tenha em conta as sessões efectivamente realizadas, os serviços não prestados, as dificuldades de marcação e a circunstância de eu ter continuado a pagar por um plano que não utilizei. Solicito ainda a emissão/envio de toda a documentação contratual e fiscal em falta, incluindo factura(s), contrato/folha de prescrição assinada, plano contratado, número de sessões incluídas, sessões efectivamente realizadas, sessões por realizar, condições financeiras completas e identificação exacta do papel desempenhado pela BodyScience/Regra Suplementar, Lda. na contratação do crédito Cofidis. Tenho na minha posse as comunicações trocadas com a BodyScience e com a Cofidis, incluindo a reclamação, a resposta da BodyScience, a resposta da Cofidis e a comunicação inicial da Cofidis relativa ao contrato de crédito.

Encerrada
L. F.
14/06/2026

Condutor fraudulento

Na sexta-feira passada, pedi uma viagem pela Uber para três pessoas. Com o condutor “Romeu”. Um dos passageiros acabou por vomitar durante o percurso, mas, de imediato, limpámos tudo com produtos de limpeza e o carro ficou limpo e a cheirar bem. Apesar disso, o condutor informou-nos de uma alegada 'taxa de limpeza' e cobrou-me 40 euros em dinheiro. Achei estranho, mas, tendo em conta a situação desagradável, acabei por pagar. Hoje, recebi outro aviso para pagar 120 euros por uma nova 'taxa de limpeza', mas já tinha pago ao condutor! Depois de pesquisar, percebi que a Uber apenas cobra entre 25 e 50 euros nestes casos, sendo que o condutor deve tirar fotos do carro antes de pedir qualquer valor extra. Realço que o carro já estava limpo e o condutor nem sequer tirou fotos no momento. Outra situação preocupante é que reparei que a foto do condutor na aplicação não corresponde à pessoa que nos conduziu, o que me deixou bastante desconfiada quanto à identidade do mesmo. Peço que reavaliem esta situação com urgência!

Encerrada
A. P.
14/06/2026

Loja recusa-se a montar relógio

Exmos. Senhores, Dirigi-me hoje pela segunda vez em dois meses à loja do UBBO com um relógio adquirido nessa mesma loja, que me foi oferecido como presente. O relógio está na caixa, contendo também vários extensores que vieram extra, mas que não estão montados no relógio. A bracelete não me serve sem serem colocados os extensores, portanto não consigo utilizar o relógio. Hoje, pela segunda vez, as colaboradoras da loja em questão recusaram-se a colocar os extensores na bracelete. A colaboradora da visita anterior disse não ter o material necessário para o fazer em loja, a colaboradora que lá estava hoje alegou primeiramente (e com muito má vontade em atender-me, diga-se de passagem, visto que nem sequer olhou para mim) que não tinham extensores. Quando a informei que tinha os extensores na caixa alegou que não sabia fazer a montagem pois estava a trabalhar na loja há apenas 3 dias (mas estava a trabalhar sozinha?!). Pediu-me ainda para regressar em 2 dias. Importa referir que para me deslocar a esta loja tenho de fazer uma viagem de quase 1h, pois não resido perto do centro comercial, nem de qualquer outra loja Swarovski mais perto, portanto não é uma viagem que possa fazer com frequência, apenas para ter o mesmo desfecho. A minha questão é se as lojas Swarovski não se responsabilizam pelo pós-venda de artigos, ou se as colaboradoras não são treinadas para fazer este mesmo pós-venda. Ou simplesmente não o fazem porque não lhes apetece? Tenho de momento um relógio de 300€ que não consigo utilizar. Tenho de ir a uma ourivesaria e pagar para que o façam num sítio em que sabem o que estão a fazer?? Que atendimento deplorável, explicaria o porquê da loja estar quase sempre vazia. Se calhar o problema é meu, por continuar a comprar artigos desta marca...

Resolvida
A. M.
14/06/2026
Restaurante O Viriato

Baratas na comida

Boa tarde, caros. Hoje, dia 14 de junho de 2026, almocei com a minha família (4 pessoas) no Restaurante – O Viriato em Cascais. A meio da refeição a minha filha verificou a presença de uma barata na comida (Penso que seria mais do que uma barata). Comuniquei o sucedido à responsável e a mesma disse-me que não tinham esses animais no seu estabelecimento. Mais informo, ainda, que a respetiva senhora não pediu desculpas pelo sucedido! Uma vergonha e uma autêntica soberba. Informo que irei comunicar esta situação às entidades competentes. Anexos. Obrigado.

Resolvida

Serviço ineficaz e inadequado

Exmos. Senhores: Sou cliente desta marca há mais de 20 anos, quase desde a abertura do primeiro salão em Lisboa, precisamente o salão das Amoreiras de que me queixo hoje. Apesar de não entender certas decisões da marca, como mudar de maneira quase sistemática cabeleireiros de um salão para outro de uma forma que me parece ter pouco em conta o respeito pelo cliente, que naturalmente fideliza com determinada pessoa, visto que os profissionais são muito diferentes entre si, mesmo ao nível da qualidade técnica, lá me fui adaptando. Foi isso mesmo que me fiz há cerca de um ano, ao acompanhar o cabeleireiro Diogo Gomes, de quem era cliente há pelo menos uns 4 anos, do salão da Avenida de Roma para o salão das Amoreiras, onde fora colocado como gerente.E onde continuou a correr tudo muito bem. Porém, há cerca de uma semana, fui informada de que este cabeleireiro deixaria de atender clientes (sem excepções), limitando-se à sua função de gerente. Foi com alguma preocupação que recebi a notícia, por conhecer minimamente a qualidade (ou falta dela) da restante equipa deste salão. Ainda assim, dando-lhes o benefício da dúvida, resolvi fazer a experiência e marquei um serviço de cor, com um cabeleireiro chamado Lucas, para hoje, dia 14/06. Ao chegar, notei o salão muito mais sujo do que costume. Por baixo dos meus pés, o chão estava cheio de cabelos e assim permaneceu durante mais de meia hora, sem que ninguém se preocupasse com o assunto. O tal cabeleireiro apresentou-se com um auricular e assim se manteve durante todo o tempo em que me atendeu, o que me parece falta de educação, para começar, e um desrespeito pelo cliente, que lhe está a pagar para ser atendido. Talvez por isso, apesar de lhe explicar exactamente o que pretendia, disse-me sempre "sim, sim, sim" e fez apenas o que lhe apeteceu. Por exemplo: pedi-lhe por duas vezes para me retocar a tinta num determinado local mais "difícil", a meio do tempo, como é costume, e ele apenas pôs uma película aderente sobre o cabelo, o que me deixou a pele à volta toda manchada. Também quanto ao tempo, eu disse-lhe que costumava fazer 40 minutos com a tinta e ele entendeu que eram apenas 35. Quanto ao brushing, mesmo explicando que na frente o cabelo era virado para dentro, ele virou-o para fora e tentou depois retificar, mas já não ficou como deveria. Por este resultado absolutamente insatisfatório, sobretudo no modo como todo o processo decorreu, paguei 45.70 euros, que não é propriamente barato e requer que o resultado esteja de acordo com o valor cobrado. Ora o Jean Louis David não é propriamente um cabeleireiro de bairro, pelo que creio que não pode compactuar com incompetências e faltas de profissionalismo de vária ordem. Se o que pretendem com esta política de pôr um cabeleireiro competente e eficaz apenas a "gerir", como foi o caso neste salão, é afugentar clientes, então o objetivo está a ser conseguido, até porque, naturalmente, relatei esta situação a todos os meus contactos. Por mim, parece-me que esta forma de tratamento de hoje, além de imerecida, é totalmente inaceitável e reveladora de um total desrespeito e falta de consideração por uma cliente habitual, como eu, além de ser péssimo para a imagem da marca que, creio, não corresponde ao que anunciam, nomeadamente quando dizem que o que os diferencia é: "Atendimento humanizado e personalizado: Uma equipa de especialistas em produtos capilares que está pronta para o ajudar com toda a atenção e cuidado. Agilidade na resposta: Entendemos a urgência das suas dúvidas e fazemos os possíveis para responder com celeridade. Soluções eficazes: Procuramos sempre a melhor solução para o seu problema, com foco na sua satisfação." O que se passou hoje, mostra bem que isto não está a ser cumprido de todo, o que é, também, uma forma de publicidade enganosa.

Encerrada
V. K.
14/06/2026

Europcar Portugal unfair damage invoice

Dear Sirs, Europcar Portugal issued a completely unfair damage invoice after my rental. Car had a scratch that pre-existed before my rental on 14/05/2026, around 10:00. I didn't pay too much attention to what exact scratches were listed in the original protocol, as the front bumper (as well as the whole car) was really full of scratches from every possible side. One scratch was not included in the original protocol, and while returning the car (on 14/05/2026, around 18:25), the serviceman told me that it's me who did it. I was surprised, and told him we have video: we checked together and this scratch was visible on the video taken before rental, but he denied everything and included it in the return protocol as "new" and "caused by me". I immediately (on the very same day, at 22:23) contacted them and explained the situation: a video & screenshots from it (with metadata when the video was taken) as a confirmation that this scratch pre-existed before my rental - the scratch is literally visible there. I sent all the evidence. They returned my EUR 300 deposit after a few days and I thought the situation was over. On 18/05/2026, I received a damage invoice for this scratch at the amount of EUR 177,85 (whole rental cost me around EUR 20). I contested the invoice, sending the same evidence to them on the very same day - 18/05/2024. On 13/06/2026 they replied that they wouldn't cancel it as in the protocol before rental this scratch was not included (most probably - deliberately). I think this situation has signs of an illegal consumer practices scheme: they give a customer a car full of scratches, counting that 1 scratch will be missed for sure in the protocol, and then charge customers crazy amounts of money for the existing scratches. Very disappointing situation. I count on your support. Thank you.

Resolvida
N. R.
14/06/2026

Cobrança de valores após pedido de cancelamento de contrato – Fitness UP

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma situação ocorrida com o ginásio Fitness UP, no âmbito da cessação do meu contrato de adesão. Em 28/03/2026, após o término do período de fidelização (fevereiro de 2026), apresentei pedido de cancelamento da minha inscrição. Na sequência desse pedido, foi-me comunicado um valor em dívida no montante de 62,40 €, correspondente a quinzenas alegadamente em aberto até essa data. Posteriormente, ao solicitar esclarecimentos e tentativa de regularização, foi-me indicado um valor superior de 140,40 €, resultante da continuação de cobranças de quinzenas após a data do pedido de cancelamento. Apesar de ter solicitado repetidamente a discriminação detalhada dos valores e a fundamentação contratual para a manutenção do contrato ativo, não me foi apresentada explicação clara e individualizada que justifique a acumulação de novas cobranças após a minha manifestação expressa de intenção de cessação contratual. Considero que esta situação levanta dúvidas quanto à correta aplicação das condições contratuais, nomeadamente no que respeita ao momento em que produz efeitos o pedido de cancelamento e à legitimidade da continuidade de faturação após essa comunicação. Assim, solicito o apoio da DECO na análise desta situação e orientação quanto aos meus direitos enquanto consumidora, bem como eventual mediação junto da entidade em causa. Com os melhores cumprimentos, Nicole Ribeiro

Em curso
P. U.
13/06/2026

Cobrança de serviço agendado não prestado

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Uber Portugal relativamente a uma viagem agendada, por considerar que me foi cobrado um valor superior devido ao agendamento do serviço, apesar de esse serviço não ter sido efetivamente prestado. No dia em causa, agendei uma viagem para as 05h45, uma vez que necessitava de estar no meu local de trabalho às 06h00. Optei pelo agendamento porque pretendia garantir a disponibilidade de um motorista naquele horário. Contudo, a viagem não decorreu conforme contratado. O motorista inicialmente atribuído não compareceu para efetuar o serviço agendado, tendo rejeitado a viagem. A recolha acabou por ser efetuada por outro motorista que se encontrava de passagem e aceitou posteriormente o pedido, o que originou atraso na minha deslocação e consequente prejuízo, uma vez que cheguei atrasado ao trabalho. A Uber cobrou-me o valor de 11,05 €, correspondente ao preço da viagem agendada. No entanto, após o sucedido, efetuei uma simulação para o mesmo percurso e horário, sem recurso ao agendamento, tendo obtido um valor aproximado de 7 €. A minha reclamação não incide sobre a realização da viagem em si, nem sobre a remuneração do motorista que a efetuou. O que contesto é o facto de me ter sido cobrado o acréscimo associado ao agendamento quando o serviço específico de agendamento falhou por responsabilidade da própria plataforma. Em resumo: • Paguei cerca de 4 € adicionais pelo serviço de agendamento. • O motorista atribuído ao agendamento não cumpriu o serviço. • A viagem acabou por ser realizada por outro motorista que aceitou posteriormente o pedido. • Sofri transtornos e atraso devido a essa falha. • A Uber recusou sucessivamente o reembolso da diferença, limitando-se a responder que o valor cobrado estava dentro da estimativa inicialmente apresentada, sem abordar a questão central da reclamação. Considero que houve incumprimento parcial do serviço contratado, uma vez que a funcionalidade de agendamento, pela qual foi cobrado um valor superior, não foi efetivamente prestada nos termos anunciados. Assim, solicito a intervenção da DECO no sentido de obter o reembolso da diferença entre o valor cobrado pela viagem agendada e o valor que teria sido pago numa viagem normal solicitada no momento, correspondente a aproximadamente 4 €, bem como a apreciação da legalidade desta prática comercial. Em anexo seguem as capturas de ecrã da reclamação apresentada à Uber e das respostas recebidas.

Encerrada

Solicitação de agendamento

Exmos senhores. Venho por este dispor a minha indignação referente aos Serviços da AIMA. Desde o mês de janeiro submeti o agendamento para o titulo de residência de longa duração. E até o presente momento sem quaisquer resposta ou data prevista para tal. Estou a viver com minha familia há 5 anos em Portugal, e desde então nunca havia passado por situação tão morosa como a do presente momento. Portanto, aclamo a instituição uma resposta para o processo e ao ponto de situação. Cumprimentos.

Encerrada
C. S.
12/06/2026

Há 1 semana: Informam que vão entregar e não entregam

Venho novamente apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado, que considero ineficiente e muito aquém do mínimo de qualidade esperado. Estou há uma semana à espera de encomendas que, repetidamente, não são entregues dentro dos prazos estipulados. Infelizmente, esta situação tem-se tornado uma constante, revelando uma falta de eficiência que acaba por prejudicar seriamente os vossos clientes. É incompreensível que o serviço funcione desta forma: criam-se expectativas de entrega e o cliente é obrigado a permanecer em casa durante o dia todo, apenas para receber, perto das 19h00, uma notificação a informar que "não foi possível efetuar a entrega", o que não corresponde à verdade, pois estive sempre presente na morada indicada. Além disso, sem qualquer autorização ou pedido da minha parte, as encomendas são desviadas para pontos de levantamento, obrigando-me a deslocações desnecessárias, especialmente quando pago por um serviço de entrega ao domicílio. Considero esta atitude uma total falta de respeito pelo tempo e disponibilidade dos clientes. Pagamos por um serviço que não é prestado com a seriedade e atenção devidas. Por isso, solicito: - A entrega imediata da minha encomenda na morada correta; - Um esclarecimento concreto sobre os motivos destas falhas, sem respostas padronizadas que não demonstram qualquer melhoria; - Medidas urgentes para impedir que situações semelhantes voltem a acontecer no futuro. Aguardo uma resposta rápida e a resolução desta situação.

Encerrada

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