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Vinted: não conformidade em equipamento verificado e falta de solução do apoio ao cliente
Comprei uma consola na Vinted com o serviço de verificação incluído, porque o anúncio indicava que vinha acompanhada de um disco com jogos. Segundo a ficha/resultado de verificação enviada pela própria plataforma, o artigo estava em conformidade e em condições. No entanto, quando recebi a encomenda e testei a consola em casa, verifiquei que a consola não lia o disco que vinha com ela, ou seja, não conseguia aceder ao conteúdo pelo qual fiz a compra. Este problema não tinha sido assinalado na verificação e só foi possível confirmá-lo em utilização real após a entrega. Adicionalmente, nas fotografias do anúncio a caixa não aparece rasgada, mas quando recebi o artigo uma das caixas vinha rasgada, o que sugere danos ocorridos durante a verificação. Contactei o apoio da Vinted para reportar a situação, mas foi-me indicado que já tinha passado o prazo de 2 dias para registar não conformidades. Considero esta resposta inadequada, porque a compra foi sujeita a verificação pela própria Vinted e o problema diz respeito precisamente ao conjunto anunciado, que deveria ter sido confirmado nessa verificação. Assim, entendo que a plataforma deve apresentar uma solução efectiva, como reembolso parcial/total ou outra forma de compensação.
Não foi atribuída subvenção
Apresento reclamação formal contra o IHRU devido a falhas graves no acompanhamento e decisão da minha candidatura ao apoio/subvenção. Submeti a candidatura em maio; o valor preliminar foi calculado em agosto; em setembro, anexei o contrato de arrendamento; e em outubro foram atribuídos valores à candidatura, sem qualquer indicação de irregularidades. Durante este período, desloquei-me presencialmente aos serviços, onde fui informado de que a candidatura estava correta e sem pendências. No entanto, em 22/01, recebi um indeferimento, alegando divergência entre o valor do contrato e o valor indicado na candidatura. Esta decisão é injustificada, pois: - O contrato esteve disponível para análise desde setembro. - A gestora responsável nunca solicitou esclarecimentos, apesar do dever legal de o fazer perante qualquer dúvida. - Fui informado presencialmente de que tudo estava regular. - Estive meses a aguardar o apoio, confiando na atuação diligente da Administração. A situação é agravada pelo facto de me encontrar de baixa médica, com redução significativa do meu rendimento mensal. O apoio solicitado é essencial para garantir a minha estabilidade habitacional e financeira. A ausência de comunicação e o indeferimento inesperado colocam-me numa situação de vulnerabilidade que poderia ter sido evitada com uma atuação administrativa mínima. A decisão viola princípios fundamentais do Código do Procedimento Administrativo, nomeadamente: - Boa-fé (art. 10.º), ao frustrar expectativas legítimas criadas pela própria Administração. - Colaboração com os particulares (art. 13.º), ao não solicitar esclarecimentos sobre a alegada divergência. - Justiça e imparcialidade (art. 6.º), ao imputar ao utente uma falha que poderia ter sido sanada. - Boa administração (art. 5.º), pela falta de diligência, celeridade e comunicação. Solicito: 1. A reavaliação urgente da candidatura. 2. A correção do indeferimento, considerando a omissão de pedido de esclarecimentos. 3. A explicação formal para a falha de comunicação. 4. A consideração da minha situação de baixa médica e redução de rendimentos, que exige especial atenção e celeridade.
Cobrança indevida
Venho por este meio apresentar reclamação contra a Uber relativamente à cobrança indevida da subscrição Uber One. Tinha desde o dia 4 de Dezembro ativado a subscrição paga da Uber One, a qual terminava no dia 4 de janeiro. No dia 3 de janeiro, antes de iniciar um novo ciclo de faturação, acedi à aplicação e cancelei a subscrição, precisamente para evitar qualquer cobrança. A aplicação indicou que o cancelamento estava concluído. No dia 5 de janeiro, o valor de 4,99€ foi creditado na minha conta para no dia seguinte, 6 de janeiro, ser debitado na minha conta bancária exactamente o mesmo valor da subscrição paga do Uber One, o que considero indevido, uma vez que o cancelamento foi efetuado dentro do prazo. No próprio dia contactei o apoio da Uber através do chatbot disponível na aplicação. Foi-me indicado que o reembolso seria efetuado no prazo de 7 a 12 dias. Findo esse prazo, o reembolso não foi realizado. Voltei a contactar o apoio, sendo-me novamente garantido que o reembolso seria feito no prazo de 3 a 5 dias, o que mais uma vez não aconteceu. No dia 20 de janeiro, reportei novamente a situação, tendo inclusive enviado comprovativos bancários e explicação detalhada, e pela terceira vez foi-me prometido um reembolso no prazo de 3 a 5 dias, que até à presente data continua por efetuar. Considero esta situação inaceitável, tanto pela cobrança indevida, como pela repetida prestação de informação incorreta e pelo incumprimento dos prazos de reembolso indicados pelo próprio apoio da Uber, não existindo qualquer outro canal de contacto eficaz além do chatbot. Solicito assim a devolução imediata do valor cobrado indevidamente, bem como um esclarecimento formal sobre a situação. Deixo em anexo parte excertos das conversas tidas através do chat da app em por 3 vezes indicam que o reembolso será feito e até hoje não aconteceu.
Produto danificado
No dia 26 de dezembro de 2025 adquiri uma máquina de lavar roupa através do site da Worten, na modalidade marketplace, vendida pela empresa KIBO. A entrega do equipamento ocorreu apenas no dia 8 de janeiro de 2026. A máquina foi deixada na sala da habitação pela transportadora e a receção foi efetuada pela minha sogra, que assinou a guia de transporte, não tendo sido possível verificar o estado do equipamento, uma vez que este se encontrava totalmente embalado e o local de instalação ainda não estava preparado. No dia 12 de janeiro de 2026, ao abrir a embalagem, constatámos que a máquina se encontrava danificada/partida. Nesse mesmo dia contactámos de imediato a linha de apoio da Worten para reportar a situação. A Worten contactou o vendedor KIBO, que solicitou o envio de fotografias e vídeos comprovativos dos danos. As fotografias e vídeos foram enviados no dia 13 de janeiro de 2026. Desde essa data ficámos a aguardar resposta por parte do vendedor. Apenas no dia 21 de janeiro de 2026 a empresa KIBO respondeu, recusando qualquer responsabilidade, alegando que a assinatura da guia de transporte implica a aceitação do produto em perfeitas condições. Tal posição é abusiva e contrária à legislação em vigor. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra de bens, o vendedor é responsável pela conformidade do bem entregue, cabendo-lhe provar que o defeito não existia à data da entrega. É manifestamente impossível verificar o estado interno de um eletrodoméstico no momento da receção, apenas pela observação da embalagem exterior. A reclamação foi efetuada poucos dias após a entrega, dentro de um prazo plenamente razoável, não existindo quaisquer indícios de mau uso ou de danos provocados pelo consumidor. A recusa do vendedor em assumir a responsabilidade pela entrega de um produto defeituoso constitui uma clara violação dos direitos do consumidor. Acresce que a compra foi realizada através do site da Worten, que, enquanto Perante o exposto, solicito a intervenção das entidades competentes e a resolução imediata da situação, através da substituição do equipamento por outro em perfeitas condições ou, em alternativa, o reembolso integral do valor pago.
Não aceitação de defeito de fabrico
Exmos. Senhores Comprei nesta loja multioptca Gondomar um par de óculos com graduação em que ao fim de cerca 20 meses os óculos ficaram com manchas que implicava coma minha visão. Fui á loja reclamar e aceitaram a minha reclamação dizendo que era defeito de fabrico. Recebi os óculos impecáveis mas desta vês demorou mais tempo a aparecer as mesmas manchas. Dirijo-me ao estabelecimento onde foi atendido pelo mesmo sr. (responsável pela loja) onde me disse que já tinha passado a a validade da garantia e repetiu a mesma razão que deu da primeira ves que era defeito de fabrico e por isso não se responsabilizava. Penso que quando é defeito de fabrico embora ultrapassando a validade e se os óculos tiveram o mesmo problema da primeira ves deveriam aceitar esta reclamação e mudar as lentes gratuitamente como fizeram da primeira vez. Peço de deferimento. Muito obrigado
Alteração das condições sem aviso prévio
No passado sábado, desloquei-me ao ginásio do Marquês de Pombal com o intuito de realizar o meu treino habitual e fui surpreendido com a impossibilidade de aceder às instalações. No local, um funcionário informou-me de que as condições da minha subscrição teriam sido alteradas. Contudo, esclareço que nunca fui previamente informado sobre qualquer alteração às condições contratuais, seja por e-mail, aplicação, mensagem ou qualquer outro meio de comunicação. Perante a minha contestação, o funcionário limitou-se a indicar que, caso pretendesse ter acesso ao ginásio, teria de efectuar uma alteração, ou seja, um upgrade da subscrição. Esta situação causou-me constrangimento, uma vez que fiquei impedido de treinar e fui colocado perante a necessidade de aceitar uma modificação contratual sem qualquer informação prévia, clara ou transparente. Neste momento, a situação torna-se ainda mais preocupante, pois não sei qual é o valor mensal que devo pagar, nem quais são exactamente as condições actualmente associadas à minha subscrição. Acresce ainda o facto de eu beneficiar de um protocolo celebrado através da minha empresa, sendo que, face à falta de informação, desconheço se esse protocolo continua a ser aplicado, qual o valor final a pagar mensalmente e se, efectivamente, continua a compensar a sua manutenção. Considero esta situação inaceitável, uma vez que qualquer alteração às condições de uma subscrição deve ser devidamente comunicada ao cliente com a devida antecedência, garantindo transparência e respeito pelos direitos do consumidor, o que manifestamente não ocorreu. Face ao exposto, solicito: - O esclarecimento formal e detalhado sobre a alegada alteração da minha subscrição; - A indicação de quando, como e por que meio essa alteração teria sido comunicada; - A confirmação do valor mensal actualmente aplicável, incluindo a aplicação (ou não) do protocolo empresarial; - A regularização imediata da situação, garantindo o acesso de acordo com as condições originalmente contratadas; - Em alternativa, a apresentação de uma solução adequada ou compensação pelos transtornos causados. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível.
serviços não solicitados
Venho por este meio apresentar reclamação contra a DHL Express (Portugal) relativamente à cobrança de um serviço de desalfandegamento associado à carta de porte n.º 6795754405, o qual não foi solicitado nem autorizado por mim enquanto destinatária. No momento da compra no site do vendedor, procedi ao pagamento integral dos bens e da entrega, não tendo sido prestada qualquer informação clara, prévia ou expressa sobre a existência de serviços adicionais de desalfandegamento, custos suplementares ou possibilidade de cobranças posteriores ao destinatário. Adicionalmente, não recebi qualquer notificação prévia da DHL (email, SMS ou outro meio), antes da realização do desalfandegamento, que informasse sobre a prestação do serviço, o respetivo custo ou solicitasse o meu consentimento expresso. O facto de os dados fornecidos pelo remetente terem sido considerados suficientes para efeitos aduaneiros não equivale a consentimento prévio e expresso do consumidor para a prestação de um serviço pago. Enquanto consumidora, não tenho o dever legal de procurar autonomamente tabelas de preços ou condições gerais após a conclusão da compra. Cumpri integralmente as minhas obrigações contratuais, tendo pago os produtos e a entrega no site do vendedor. A cobrança do valor de 13,00 € + IVA, referente ao serviço de desalfandegamento, configura uma cobrança indevida de serviço não solicitado, em violação do dever de informação ao consumidor, nos termos do artigo 22.º da Diretiva 2011/83/UE, aplicável em Portugal. Aceito o pagamento do IVA legalmente devido, mas contesto a cobrança do serviço de desalfandegamento, por não ter sido solicitado nem autorizado. Solicito a apresentação de prova do meu consentimento prévio ou, na sua ausência, a anulação da cobrança do valor de 13,00 € e respetivo IVA.
Compra anulada e não reembolso
Venho por este meio reclamar contra a Too Good To Go por me anular uma compra que fiz para uma reserva de comida que fiz no dia 26 de Janeiro sem razão aparente,cobrar me o montante e até hoje não me terem contactado nem reembolsado. É uma completa VERGONHA que estas pessoas atuem fora da lei, tendo me prejudicado já várias vezes e sem consequências.
Falha de encomenda, serviço e reembolso
Bom dia, Fiz o pedido nº 494986 no site Allzone.es, pertencente à ALL IN DIGITAL MARKETING SL, com CIF B88369178 e sede social em AV Bruselas, 7º andar, 2º andar, Alcobendas (28108), Madrid. Inicialmente, informaram que o stock estava esgotado, depois atualizaram a informação dizendo que a encomenda estava em curso e agora não enviam a encomenda nem há forma de a cancelar no site. Contactei-os pela terceira vez e, em ambas as ocasiões, não obtive resposta às minhas perguntas, enviando e-mails com texto pré-escrito a dizer "o prazo normal de entrega é de 3 a 6 dias úteis após o envio, neste caso, a partir de 16 de janeiro". O site informa que "a sua encomenda será entregue entre 19 e 23 de janeiro*" e já é dia 27 e ainda não a recebi nem tenho qualquer atualização sobre a encomenda. Não respondem às minhas perguntas nem verificam as respostas antes de responderem ao meu e-mail. Perguntei: “Têm o produto que encomendei em stock? Quando pretendem enviá-lo após o estado de 'em preparação'? Qual a data estimada de entrega da encomenda?” Durante a ausencia de resposta recebi um email automático a indicar, novamente, que haveria produto(s) fora de stock. Obviamente que cancelei a encomenda e contactei a pedir o ARN do reembolso. Ao qual respondem com emails automáticos e transcrevo "O tempo estimado de processamento de cancelamento é de 48/96hs, em caso de ofertas especiais (saldos, blackfriday, cyber monday, green monday, campanha de natal ou campanhas diferentes) um adicional de 48/96hs pode ser aplicado ao processo. Uma vez confirmada a anulação, o reembolso será efectuado no prazo de 7 a 14 dias úteis. De notar que as instituições financeiras podem demorar entre 7 a 10 dias úteis a finalizar o processo de reembolso, tempos estes que estão fora do nosso controlo." Peço por favor a vossa ajuda Obrigado.
Ecomenbda com pagamento efetuado que não foi recebida
Venho por este meio r5eclamar de uma encomenda que nunca me foi entregue, apesar de a ter pago no ato da encomenda. Trata-se de um sofá que encomendei a dia 02JAN26 e que após rastreamento da encomenda é mentira que tenham feito a entrega a dia 24 JAN26 e que eu não estava em casa. Não foi deixado qualquer aviso na caixa de correio para preceder ao levantamento da mesma nos CTT, o que também é impossível, visto tratar-se de um sofá. A encomenda foi feita no site: https://bricocasa-pt.com/ o site não tem contato telefónico, apenas tem o email, ao qual recorri para apresentar a minha reclamação mas até hoje não obtive resposta. Acho que estamos perante um site fraudulento.
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