Reclamações públicas

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Seguro de Viagem

Processo: 7202659 RNA (Seguro de Viagem)Seguro: Certificado Nº A1141781 Apólice Nº 1013334690Exmos. SenhoresNo dia 12/11/2020, paguei à Agência de Viagens Abreu, uma viagem para a minha família (4 pessoas) aos Açores a ser efectuada entre os dias 2 e 6 de Junho de 2021. A viagem de ida seria feita através da TAP e o regresso através da RyanAir. No preço que paguei à Abreu (398,90 €) estava incluído um seguro de viagem RNA Assistência, para as 4 pessoas.Em janeiro de 2021, uma das pessoas que iria fazer teve um diagnóstico de cancro. Depois de uma cirurgia, internamento e várias consultas no Hospital dos Lusíadas e no IPO, houve a informação que teria de fazer um tratamento que obrigaria a um internamento no IPO, de cerca de 3 dias mais 1 semana de isolamento em casa. Este tratamento deveria ser feito entre a última semana de Maio e a primeira semana de Junho de 2021. Esta data coincidiria com a viagem referida acima referida, tornando impossível a sua concretização.No dia 9 de Abril, informei a RNA do que se estava a passar, enviando toda a informação que julguei necessário mais aquela que a RNA me solicitou de seguida. Foi informado que tinha sido aberto o processo n.º 7202659.Houve várias trocas de emails e contacto telefónicos feitos por mim, onde a RNA insistia que deveria enviar a Nota de Alta efectuada em Janeiro (que eu não tinha conseguido obter), embora tivesse enviado um Diagnóstico Histológico feito na sequência da cirurgia, tirodeictomia total, e variadas informações clínicas adicionais. Em todos os contactos telefónicos seguintes que fiz à RNA (era atendido por operadores que no atendimento inicial respondiam como se estivesse a contactar a Abreu), foi-me dito que a Direcção estaria a analisar o processo.No dia 2 de Maio, conseguimos obter a nota de alta da cirurgia efectuada em Janeiro que enviei de imediato à RNA. Enviei também uma declaração médica de 28 Abril 2021 com o relatório de novos exames efectuados na semana anterior e que confirmavam a necessidade de se efectuar citologia ecoguiada de gânglio suspeito para posteriormente se determinarem os próximos passos terapêuticos. Estes novos exames e os próximos passos terapêuticos iriam ser realizados nas semanas seguintes.No dia 21 de Maio, recebi um email da Abreu a solicitar a confirmação da impossibilidade de fazer a viagem para poderem fazer o cancelamento da mesma, o que confirmei de imediato. Telefonicamente, soube pela Abreu que teria sido a RNA a solicitar “declaração dos gastos irrecuperáveis da vossa viagem, que neste momento são totais “. Depois de vários contactos telefónicos com a Abreu e a RNA, a Abreu enviou-me a declaração dos gastos irrecuperáveis, no valor de 372,64 €. No dia 14 de Junho, como não tive nenhum contacto da RNA, contactei, de novo, a “Gestora do Processo” que, para minha surpresa, me informou estar à espera, da parte da Abreu, da evidenciação dos contactos feitos com a TAP e a RYANAIR, para obter algum reembolso das viagens. Sem esta informação, a RNA não me iria reembolsar!Sendo a Abreu e a RNA parceiros de negócio, será que a RNA suspeita que a Abreu vai receber algum reembolso indevido da parte das transportadores? Seja com for, nada disto me diz respeito.Perante o absurdo desta situação solicito que a RNA proceda de imediato ao reembolso que me é devido,372,64€ !CumprimentosMário Rosa

Resolvida

Reclamação à recusa de pedido de pré-autorização

Pelo exposto venho RECLARAR DA DECISÃO DA SEGURADORA.Acontece que o ato médico em questão não foi programado e não há nenhuma histórica clinica pré-existente à realização do seguro, como referem. Questiono em que medida a doença é pré-existente (uma vez que apareceu depois do seguro ter sido feito) assim sendo, todas as doenças são pré-existentes até darem um “click” A minha reclamação vai no sentido de ter a minha intervenção comparticipada uma vez que nenhum dos pontos da carta de recusa é verdadeiro.Pretendo o pagamento/comparticipação da cirurgia em questão, que me é devida, e que esta situação seja resolvida o quanto antes. É crime alegar que é uma doença pré-existente, baseando-se na “experiencia clinica” .Irei efetuar queixa no livro de reclamações online, bem com no portal da ASAE e da DECO.Aguardo respostaCumprimentos

Encerrada
J. C.
28/06/2021

Atraso de entrega de óculos

José Luís Câmara Ferro, residente em Edifício Vila Piornais, Bloco 2, Nº 37, 4º A, Travessa dos Piornais São Martinho, 9000-246 Funchal, Telemóvel 912174429, vem por este meio apresentar a seguinte reclamação:No dia 24-03-2021, efetuei a aquisição de uns óculos de lentes de cor progressivas, em Alberto Oculista, Loja Forum Madeira Optica, Estrada Monumental, 390 LJ 024, 9004-568 Funchal, no valor total ilíquido de 1227,44 €. Nesse momento efetuei o pagamento de 50% do valor, conforme solicitado, tendo pago o restante no dia 14-04-2021, no ato da entrega dos óculos. Após os primeiros dias percebi que sempre que utilizava os óculos a minha visão ficava turva causando grande desconforto. Dirigi-me à referida loja e apresentei as minhas queixas. Para o efeito levei comigo outro par de óculos que uso para o meu dia a dia de trabalho, também com lentes progressivas e adquiridos anos antes, noutra das vossas lojas. Disseram-me que o desconforto era passageiro e que com o tempo me iria habituar. Passada nova semana, voltei ao mesmo local, com as mesmas queixas e com os meus óculos de trabalho para que conferissem se o grau, entre os dois pares, correspondia. A resposta foi a mesma da anterior sem que tivessem verificado e comparado o grau dos dois óculos. Duas semanas depois como o problema não se resolveu voltei à loja e finalmente compararam a graduação dos novos óculos com os meus. Havia uma enorme discrepância entre os dois. Reconheceram o erro, pediram desculpa e solicitaram à fábrica novas lentes, devidamente retificadas. Passadas cerca de 3 semanas, após muita insistência da minha parte, fui informado que os óculos já se encontravam prontos para entrega. Qual não foi o meu espanto, as lentes não só apresentavam uma cor cinzenta (as originais eram castanhas com degradé), como também o problema da visão turva se mantinha. Prometeram-me ser céleres em resolver definitivamente os dois problemas. Dias mais tarde fui contactado novamente no sentido de levar uma das lentes originais em minha posse, pois a fábrica, não podia obter a coloração castanha original, a partir da lente cinzenta que por lapso lhes tinha sido enviado. Prometeram-me novamente que voltariam a ser céleres na solução. Hoje dia, 25-06-2021, TRÊS meses passados, fui à loja e não me souberam dizer nada acerca da data da entrega definitiva dos óculos. Sinto-me LESADO por não usufruir inexplicavelmente de um bem já pago. As respostas têm sido vagas, displicentes e contraditórias. Assim, solicito a V. Exa. se digne providenciar no sentido de que este problema se resolva quão breve quanto possível.

Resolvida

Intervenção cirurgia ortopedia ao fémur esquerdo

Ex srExponho um facto ocorrido. Fui submetido a uma intervenção cirurgia no dia 05/10/2017 no hospital da Mesiricordia na Mealhada, ao fémur esquerdo, foi-me implementado uma Osteossíntese [placa] com 8 fixadores. Após 127 dias, no dia 13/02/2018 véspera do meu aniversário, em virtude de sentir dores com alguma intensidade fui ao hospital em Tomar pelas 21 horas, nas urgências médico solicitou que fosse radigrafado o fémur esquerdo, onde provinham às dores. Após a observação do médico nas urgências, foi-me me facultado que visionara ás radiografias, onde se visionava quê dos 8 fixadores, 4 fixadores que fixava a parte inferior [junto à rótula] da Osteossíntese [placa], estavam partidos pelo local de aperto. Fui transportado numa ambulância para o hospital de Abrantes.No dia 14 de Fevereiro 2018, pelas 09hr30 telefonei ao médico que é o responsabilidade da intervenção cirurgia no dia 05/10/2017, no implante Osteossíntese, o sr dr José Martel, informei do ocorrido, a resposta do ortopedista José Martel foi: isso é fácil, tiram se esses e colocam se outros. Na intervenção ortopédica no dia 20 de Fevereiro 2018 no hospital de Abrantes, para me implantar uma nova Osteossíntese, onde foi colocado outros fixadores, permanecendo os que partiram no meu fémur, a médica ortopedista responsável pela intervenção cirurgia foi a ortopedista sra doutora ortopedista Ana Marques. Após estar sem ser alimentado cerca de 40 horas ao ingerir os alimentos os mesmos eram espelidos, pelo facto de estar num estado anémico. Até hoje o doutor ortopedista José Martel, não assume a responsabilidade da cirurgia pela fragmentação dos fixadores da implatantar. Dos 8 fixadores, 4 fixadores da parte inferior e seguidos partiram se, pelo facto de não ter a noção do esforço que os fixadores suportavam, onde os fixadores foram submetidos a um esforço no aperto do mesmos.Em virtude de não ter consultando o esforço máximo que os fixadores suportavam e não ter feito o uso da chave Dinacrometro , para ter a noção do esforço que estava a submeter os fixadores no momento do aperto dos fixadores, para fixar a Osteossíntese [placa], estabilizar o fémur esquerdo...os fixadores ja fracturados, ou pela diferença da temperatura ou por terem de dar estabilidade ao fémur, em virtude de estarem fraturados, passado 127 dias ouve uma rotura total, onde se pode visionar que a Osteossíntese[placa], mantinha uma linha recta, sem qualquer deformação.Deixo esta pequeno relato para que me seja facultado informação do procedimento que devo seguir. Cordiais cumprimentosJorge Branco

Encerrada
C. P.
24/06/2021

Atendimento

É lamentavel passar dias a ligar para todos os contatos e a várias horas do dia e nunca atenderem. Nem mesmo nos contatos de emergência.Há anos que funciona assim, tendo já sido obrigada a faltar ao trabalho para me dirigir ao centro de saúde para tratar de algo que há hipotese de ser por chamada. Recentemente tive de me deslocar, fazendo 1h de caminho, pois tive 4 dias a ligar e a enviar mails, sendo que um dos mails e um dos contatos é de emergência para situação de grávida e ficou sempre sem efeito. Estou em fim de tempo de gravidez, ainda não tenho resposta para ser acompanhada na maternidade até ao momento do parto, e nunca obtive resposta aos emails nem atenderam as chamadas em nenhum dos numeros. Torna-se frustrante e preocupante. E no estado em que estou, grávida, é enervante.

Encerrada
J. F.
18/06/2021

Reclamaçao Marquesa

Em setembro do 2020 ano passado, contactamos com a Sorisa, a fim de comprar uma marquesa especifica para realizar implantes capilares. Uma vez analisadas as alternativas, decidimos comprar uma da marca Lemi, ( https://www.lemimd.com/wp-content/uploads/Lemi-Syncro-Bi-Zak-Scheda-Prodotto.pdf ). A nosso único desejo era que fosse em cor branco, e que tivesse encosto redondo para a cabeça. Em momento algum, o vendedor, Sr. Antonio Veiga, fez questão de outras alternativas ou opções da marquesa. Quando esta chegou (apos mais de dois meses quando o prazo de entrega dado pela Sorisa eram 4-5 semanas) a marquesa chegou sem braços de apoio, com a total surpresa tanto do técnico que a instalou como do Sr. Antonio Veiga. Nesse momento, este vendedor, deu a possibilidade de comprar os braços, e uma vez que era um erro do pedido inicial, esse pedido seria sem acrescentar nenhum valor a mais, só o próprio valor dos encostos. Quando estes chegaram, o técnico foi instalar, e verificou que faltavam as estruturas metálicas que dam suporte a os braços, e falou que ia contactar com a Lemi para saber quais eram as alternativas. Conforme me foi transmitido posteriormente pelo tecnico, a Lemi diz que não são fornecidos esses suportes e no caso de ser vendidos e colocados, perder-se-ia a garantia do produto, uma vez tinham que ser instalados em fábrica. Depois de reunir com o Sr. Antonio Veiga e com a coordenadora da Sorisa, a solução que me foi apresentada é a Sorisa ficar com as peças dos encostos dos braços. Uma vez que eu preciso desta peça para a realização das cirurgias de implante capilar, e uma vez o erro foi no momento da encomenda do produto, por total desconhecimento do vendedor do produto e das características do mesmo, solicito seja reparada esta situação mediante a troca da marquesa por uma conforme foi solicitada no início, ou então devolução do valor da mesma. Já foi enviada esta a carta a direção da empresa, sem ter resposta atá a data

Encerrada
A. R.
17/06/2021

Facturação Indevida

No passado dia 15-3-2021, fiz na instituição CUF Tejo sito na Av. 24 de Julho 171A, 1350-352 Lisboa três Ressonâncias Magnéticas. Findo os exames médicos dirigi-me à recepção mais próxima no Piso 0 para efectuar o seu pagamento. Na altura a colaboradora apenas conseguiu facturar pela entidade Multicare um dos três exames, este foi pago de imediato por multibanco (65€) e fui informada de que a situação dos restantes ficaria regularizada que seria apenas aguardar por correio a factura das restantes.No dia 5-4-2021, recebo uma carta (Factura ISF2021/0000131730) com o valor dos restantes exames na entidade Particular e não pela Multicare, posto isto, contactei a minha seguradora para confirmar se também estava coberto pela apólice os exames supra-citados. Foi confirmado a sua cobertura e que o problema seria da instituição CUF ao facturar incorrectamente os códigos de facturação em sistema. Na ausência de e-mail, enviei através do MyCuf esta informação.No dia 28-4-2021, ainda se encontrava por resolver esta situação, reforço junto da seguradora a situação e foi comunicado o mesmo, de que o problema está na instituição CUF no registo dos códigos de facturação e na ausência do pedido de autorização. Volto a expressar o meu desagrado desta situação no MyCuf.No dia 8-5-2021, 14.40h, ligo para a CUF Descobertas, uma vez que o contacto da CUF Tejo se encontrava indisponivel, ao que me dizem que não podem resolver porque não têm acesso ao processo mas que as colegas seriam avisadas para resolver esta situação.No dia 27-5-2021 14.20h, recebo um comunicado para regularizar esta factura para que não seja feita a cobrança judicial da mesma. Contacto a CUF Tejo de imediato, sou atendida pela colaboradora Cristiana Custódio que me informa que a carta que recebi é automática do dep de facturação e que não tenho que me preocupar porque esta situação é entre a entidade Multicare e a CUF. A colaboradora tentou falar com o colega do Back-office Tiago Mina, que seria quem estava a tratar do processo, para reforçar a resolução desta factura.Ontem 16-6-2021, recebo uma carta da Advogada Sara Costa a solicitar a cobrança dos valores em dívida na entidade Particular para se evitar a cobrança judicial do mesmo.Hoje, 17-6-2021, 16.25h volto a contactar via telefónica a instituição CUF, sou atendida pela colaboradora Carla Dias ao que me informa que foi feito novo reforço ao colega Tiago Mina a 15-6-2021 sobre esta situação, no entanto, que faria novo pedido de reforço perante a chefia deste.O certo, é que estou desde o dia 15-3-2021 a tentar proceder ao pagamento do mesmo pela entidade á qual usufru-o, Multicare, na qual foi confirmada a sua cobertura e que o problema é da instituição CUF. Esta instituição apesar das várias tentativas de contacto quer via plataforma MyCuf quer via telefónica não dá seguimento ao processo nem sequer sou informada de qualquer tentativa de resolução deste, apenas passa o assunto de colaborador em colaborador. Tendo esta, o vergonhosa e desrespeituosa atitude de enviar 2 cartas com ameças de cobrança judicial do mesmo quando o problema é uma questão interna revelando o seu débil funcionamento do dep. de facturação. Nunca em qualquer momento foi recusado qualquer pagamento da minha parte á instituição em causa, no entanto apenas o farei usufruindo dos meus direitos.

Encerrada
A. P.
16/06/2021

Impedimento por parte da empresa em me permitir a rescisao de contrato

Venho por este meio, efectuar uma reclamação da empresa Swiss Dental Services, com a qual celebrei um contracto de prestação de serviços a dia 11/03/21. Este contracto envolve um crédito ao consumo celebrado com a entidade credora Abanca, com o nº de processo 132-2982.Após variadíssimas tentativas de contacto da minha parte, dentro dos 14 dias previstos na lei, com a gestora comercial da clínica que fez o pedido do crédito, a Sra. Roberta Lima, para a informar da minha desistência, tentativas de contacto que nunca tiveram retorno, acabei por contactar a entidade credora, 4 dias após os 14 dias legais.Tenho em minha posse o screen shot de todas as minhas chamadas telefónicas canceladas e sem retorno. Neste momento e visto que instrui o meu banco para o cancelamento do débito directo, encontro-me numa situação de incumprimento e com o meu nome referido ao Banco de Portugal, quando tenho a minha vida finaceira sem quaisquer problemas ou dívidas.A clínica recusa-se a fazer a devolução do crédito. Aguardo carta registada por parte da clínica em resposta a uma reclamação feita por mim através da ERS.Tentei dentro do prazo legal e através de inúmeros contactos telefónicos rescindir o contracto que mantinha com a clínica, mas como já referi, não houve qualquer retorno das minhas chamadas e encontro-me com um crédito bancário que não quero, tão pouco um serviço dentário com esta clínica. Agradeço por favor a vossa ajuda na resolução deste problema. No meu entender a clínica não está a agir de boa fé, nem pode ignorar completamente um cliente a partir do momento que este assina um contracto prestação de serviços. De facto é fácil aliciar as pessoas e depois não dar qualquer seguimento. Mais informo, que não efectuei qualquer tratamento com a clínica.Aguardo, por favor, um contacto da vossa parte.Melhores Cumprimentos,Ana Moura Pereira

Resolvida

Recusa em administrar vacina Covid 19

Boa tarde,Venho dar conhecimento da seguinte situação, altamente irregular, ocorrida no Centro de Saúde de Pegões Cruzamento, onde me foi negada a vacinação agendada pelo Ministério da Saúde.Fui ontem contactada telefonicamente pelo Sr. Gonçalo, do Centro de Saúde de Pegões Cruzamento, informando que a vacina agendada para mim, para o dia seguinte, não me seria administrada, apesar dos SMS confirmando a data e local, uma vez que não dão vacinas naquele local às segundas, terças e sextas-feiras. Como ele afirmou também, seria tarde demais para cancelar no site e recusou os meus pedidos de reagendamento para outra data ou local.Hoje, dirigi-me à hora marcada ao respetivo Centro de Saúde, onde me informaram novamente que o meu agendamento seria um erro por parte do Ministério da Saúde, do qual não têm culpa, uma vez que não atendem a quaisquer agendamentos para vacinação às segundas, terças e sextas-feiras.Negaram-me qualquer possibilidade de reagendamento. Disseram-me que a única hipótese seria cancelarem o agendamento em meu nome para eu mais tarde remarcar (não souberam dar a certeza se tal seria mesmo possível) no site para uma quarta ou quinta-feira.Não sei se esta anulação do meu agendamento, por recusa do Centro, me excluirá do plano de vacinação nacional em curso.É uma vergonha esta falta de respeito pelo esforço nacional de vacinação, pelos utentes e pela já frequente recusa de articulação com os demais organismos oficiais.Cumprimentos,Andreia António

Resolvida
D. G.
14/06/2021

Tentativa de alteração do centro de saúde

Boa tarde,Venho por este meio solicitar informação e resolução face à seguinte situação:Mudei de residência, à cinco anos, vim de Alvarelhos-Trofa para Laúndos-Póvoa de Varzim, e nestes anos passados tentei inúmeras vezes alterar o meu centro de saúde, sem sucesso, liguei para vários centros que me indicam que não existem vagas ou indicam-me outros fora da minha área de residência. Não me dão a possibilidade de entrar na lista de espera e quando fui a um deu-me um prazo de 4 anos na lista de espera. É inadmissível uma vez que já estou a aguardar à imenso tempo e anteriormente não me informaram que teria de me inscrever para uma eventual vaga.No dia 01/09/2020, informaram-me que o Centro de saúde de Aver-o-Mar, estava a aceitar vagas, por isso fui até ao mesmo efetuar a inscrição, no entanto a funcionária mencionou que seria para lista de espera, devido à quantidade de pedidos. Desta forma, não tendo médico atribuído (médico de família), não serve de nada a inscrição. A funcionária informou-me que quando fosse aceite entrariam em contacto, o que nunca aconteceu.Em março deste ano tive gripe, no entanto devido aos sintomas serem similares à da Covid-19 tive de me deslocar a um centro de rastreio da Covid-19, em Santo Tirso, uma vez que o meu posto médico era de Alvarelhos-Trofa, ou seja tinha centros de rastreio na minha área de residência e fiz uma viagem muito mais demorada, pelo motivo descrito anteriormente.Além dos motivos supra indicados, já não efetuo análises nem qualquer tipo de exame há cinco anos, pois não consigo deslocar-me ao meu posto de saúde em Alvarelhos, devido ao horário de trabalho + viagem de 50 minutos para chegar ao local.Constantemente telefono para diversos centros de saúde e a resposta é sempre a mesma, já enviei emails a diferentes entidades de saúde e nunca obtive qualquer resposta.Agradeço que resolvam a situação, uma vez que já se está a prolongar demasiado e é o meu direito de cidadã frequentar um posto de saúde na minha zona de residência.Cumprimentos,Diana Guimarães

Encerrada

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