Reclamações públicas

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V. R.
19/05/2021

Problema num veterinário

Venho por este meio comunicar que perante uma situação se ter uma coelha doente a entreguei para tratamento numa veterinária Animalcare que me fez acreditar terem pessoal capaz e indicado para tratar de roedores e que no dia seguinte já a poderia levar quando afinal ninguém tinha qualificação a não ser para gatos e cães e não me deram respostas ao evoluir da coelha que acabou por morrer ao fim de um dia quando a fui ver ao veterinário estava sem a presença de alguém que soubesse dizer algo do estado do animal e agora sofro o desgosto de a perder e paguei 140 € para isto.

Resolvida

Não devolução injustificada de caução

REEMBOLSO _ AMÉRICO SILVA JORGE 363266 _ 1881,99Para: geral@saojoaodedeus.pt, geral@ers.ptCc: ines.oliveira@saojoaodedeus.pt, paula.morais@saojoaodedeus.ptExcelentíssimo (a) Senhor(a):Por emergência médica, estive internado no CTD CENTRO DE TRATAMENTO DOENTES LDA, da Clínica São João de Deus em Lisboa entre 14 e 17 do corrente.À admissão foi-me exigido o pagamento de uma caução no montante de 2.500,00 €uros.Após a alta, foram-me apresentadas contas no montante de 618,01 €uros e a promessa de reembolso de 1881,99 €uros para o IBAN, o qual foi fornecido por correio electrónico, no próprio dia 17 do corrente.Estranhamente, em vez de efectivada imediatamente a devolução da caução previamente cobrada a mais, no montante de 1881,99 €uros, foi-me comunicado pela Clínica São João de Deus (paula.morais@saojoaodedeus.pt) que “…o pedido de reembolso foi efectuado hoje dia 18 de Maio, de demorará de três a quatro semanas.” (!!!)Esta inqualificável atitude não é aceitável e constitui uma abusiva e injustificada retenção de bens do doente utente da clínica.Solicita-se, pois, a imediata devolução do REEMBOLSO _ AMÉRICO SILVA JORGE 363266 _ 1881,99 € para o IBAN fornecido: PT50 0035 0141 00078275530 79.Apresento a V. Excelência os melhores cumprimentos.Américo da Silva JorgeÀ ERS e à SIC:Excelentíssimo(a) Senhor(a) PresidenteEntidade Reguladora da SaúdeVenho por esta via reclamar contra a Clínica de São João de Deus de Lisboa, a qual indevida e abusivamente teima em reter o reembolso de 1881,01 Euros da caução prévia que exigiu, para o meu internamento de preparação de colonoscopia em regime de contrato com a ADSE.Como se verifica do correio electrónico incluso, a CSJD cobrou à minha parte: • 52,50€ - colonoscopia• 25,00€ - Kit de protecção gástrica• 540,51€ - despesas de internamentoMas exigiu previamente ao internamento, uma caução de 2500,00€!Com o episódio de alta, competia-lhe, naturalmente, a devolução imediata da parte não utilizada da caução, isto é, 1881,99€.A Clínica de São João de Deus tem recusado a devolução imediata desse reembolso que lhe foi já repetidamente solicitado por correio electrónico e desliga o telefone quando tento solicitar directamente por esta via, a devolução em falta!Peço pois a V. Excelência a utilização dos meios adequados para que me seja devolvido o dinheiro, inaceitável e abusivamente retido por essa clínica privada.Américo da Silva Jorge

Resolvida
B. S.
17/05/2021

Centro de saúde

Venho por este meio comunicar o erro do centro de saúde , pois no dia 11 de maio fui retirar o implanon do qual a remoção do mesmo teve bastante complicação pois por isso demorou 1hora e meia de retirar , e criou infeção e hoje dia 17 desloquem ao centro de saúde do qual se recusao a passar baixa médica por não poder fazer esforços

Encerrada
G. V.
16/05/2021

Funcionalidades avariadas

Venho, por este meio, comunicar a V Excias, o facto de a empresa Vida XL, me ter enviado um cadeirão electrico, com dois comandos, o segundo dos quais deveria accionar a funçao massagem e aquecimento, coisa que nunca aconteceu. Já me enviaram mais comandos mas continua a nao funcionar. A mãe tem idade avançada, comprei o cadeirão com a ideia de lhe proporcionar mais conforto pelo que comprei um artigo mais caro (até porque já havia outro cá em casa, mas sem ser electrico). Quero que me resolvam o problema, ou recolham a cadeira e me devolvam o dinheiro. De qualquer forma, o meu objectivo principal é ter uma poltrona para a mãe poder estar mais confortável. Um técnico bastará, desde que resolva a situação, para a minha reclamação ser retirada.Muito obrigadaCumprimentosEugénia

Resolvida
G. S.
13/05/2021

Vende, não entrega, não reembolsa

No dia 14/04/2021 efetuei a compra através do site vidaxl.pt. Número da encomenda: 0351000000614 - Cama hidráulica LED c/ arrumação 160x200cm couro artifi. preto A promessa é de entrega em 5 dias. Hoje estamos quase 1 mês depois da compra e não tenho ideia de quando e se receberei a cama. Pedi reembolso, mas negaram falando que a encomenda já havia sido reposta e estava a caminho, o que se revelou uma mentira, pois em novo contato com o péssimo atendimento via chat, pois o telefone deste site ninguém atende, informaram que houve um problema e não havia sido enviado. Ou seja, este foi um meio inescrupuloso de não reembolsar. E pior. Ao consultar o site consta como produto entregue. Em suma, venda enganosa. Recomendo fortemente não comprarem neste site.

Resolvida
J. O.
10/05/2021

Incumprimento da Lei n°47/2014, de 28 de Julho, Artigo 9°-B da Cláusula 1 e 7 da constituição

Minha experiência para com essa academia, Rua 1° de maio 310 CEP 4520-115, não foi tão boa,fiz 1 aula teste de artes marciais, resolvi que iria me matricular, realizei o pagamento do seguro+cartão de acesso a academia+quinzena=valor X. Devido a um problema que não estava de acordo no dia seguinte resolvi realizar o cancelamento,infelizmente fui informado de que não iria ressarcido o montante já pago.Infelizmente perdi o dinheiro pago, venho por meio deste agradecer os responsáveis da academia Vânia Maia e o Sr Ruy . Lei n°47/2014, de 28 de Julho, Artigo 9°-B da Cláusula 1 e 7 da constituição, fosse cumprida.

Encerrada
M. S.
10/05/2021

Insatisfação e prolongamento do tratamento dentário sem justificação

No âmbito do tratamento dentário (implementação da prótese dentaria da arcada superior), prolongando-se desde abril 2018. Durante o processo de tratamento fui atendida por diferentes profissionais, inicialmente na clínica em Lisboa onde foi feita a primeira consulta dentaria e cirurgia, logo no primeiro contacto com a profissional, considero que houve falta de comunicação, profissionalismo não tendo sido explicado todo o processo da cirurgia e recuperação claramente, foi obvio o descontentamento e falta de confiança durante o procedimento. No seguimento da cirurgia e tratamento foram canceladas várias consultas já na minha área de residência em Portimão, aguardando remarcação por parte da clínica, atrasando a recuperação e tratamento. Expressei o meu descontentamento em fazer a cirurgia em Lisboa por ser longe e ser necessário recuperação depois da anestesia, tendo sido palavreado com a Sra. Cármen que seria disponibilizado alojamento em Lisboa, mais tarde negado por outra profissional no dia da cirurgia. Em específico, numa outra consulta a Dra Diana foi inconveniente e ofensiva quando questionada por mim, por não estar confortável e satisfeita com o trabalho, dizendo que o problema não era minha boca, mas a diferença de tamanho dos meus orifícios nasais. Durante os últimos três anos, como referido não houve uma regularidade no seguimento do tratamento tendo sido canceladas várias consultas progressivamente. Tendo uma consulta marcada a 6 de maio de 2020, que foi novamente cancelada por mensagem no dia anterior para 7 de junho, respondi a mensagem informando que me era impossível esperar pela próxima consulta em junho pois a prótese implementada esta a causar desconforto e ate lesões no interior da boca. A 6 de Maio as 1130, dirigi me a clinica onde fui atendida pelo Dr Maurício, expliquei as minhas dificuldades, clarificando que o maxilar superior esta assimétrico causando me desconforto, por iniciativa própria o Dr Maurício começou a limar o lado esquerdo (o lado mais confortável) e eu pedi para o Dr. parar explicando que o outro lado (direito) tem que ser retificado, o Dr Maurício decidiu chamar o responsável da clinica Sr. Antonio, que não tinha conhecimento de todo o procedimento desde inicio e pediu me para sair do consultório, ameaçando chamar policia sem qualquer justificação. Como resposta, recusei sair do consultório justificando que gostaria de que a minha situação fosse resolvida (o mau hálito recorrente e lesões na zona interna da boca) o Sr. Antonio sugeriu que eu pagasse mais 300 euros por uma limpeza, não pondo como opção saber a origem do mau hálito e das lesões, já que o pagamento completo do tratamento foi completado em 2020. Depois de vários meses, com dores, desanimo, falta de autoestima, não tendo a possibilidade de sair de casa e socializar devido a falta de dentição por desconforto e intolerância a dor, toda a situação afetou a minha vida pessoal e social. Depois do episodio no dia 6 de maio, não vejo outra solução a não ser pedir ajuda legal, pois senti me ameaçada, ofendida e desrespeitada pelos funcionários da clínica SWISS DENTAL SERVICES, aquando estes deveriam dar suporte e atendimento de excelência já que trabalham com a saúde dentaria da população. Expresso a minha indignação pois espero que não se repita comigo e com outros clientes na mesma situação vulnerável. Com os melhores cumprimentosAguardo breve resposta Maria Alice Silveira

Resolvida
S. G.
09/05/2021

Ploblema com consulta Dentária

Venho por este meio fazer uma reclamação sobre os maus cuidados de saúde que eu tive nesta Clinica.Fui arranjar um dente, no dia 19/04/2021, ao qual senti a necessidade de o cuidar, com a Dr.ª Sofia Cabaço. A Dr.ª Sofia tratou de arranjar uma carie, sem antes tirar um raio x, era uma primeira consulta dentaria na Clinica e todo o processo foi feito sem anestesia (Pago 50 euros). Entretanto nos dois dias seguintes, eu tive imensas dores no dente arranjado e inchaço na fase. Fui no dia 22/04/2021 á Clinica para ser observada. Fui vista por outra dentista Patrícia Moreno, que me fez um Raio X e que me disse que a colega que arranjou a carie no dente, afetou o nervo. Receitou me antibiótico, analgésico e gelo.Apresentaram me uma fatura no valor de 37 euros, e por ter sido uma situação causada pela própria profissional, Sofia, eu recusei a pagar e disse que a mesma teria que se responsabilizar, a senhora da receção foi falar com a Dr.ª Sofia e no regresso disse-me que já estava tudo resolvido e que poderia ir embora.As dores permaneceram e no dia 24/04/2021, voltei á Clinica para ser vista pela Dr.ª Sofia Cabaço, ao qual mandou-me continuar a tomar a medicação aconselhada pela colega e com frieza deu me duas soluções, uma de arrancar o dente e não levar dinheiro pelo mesmo, e a outra desvitalizar o dente com outra colega e pagar a desvitalização. No dia 04/05/2021, ainda continuando com dores e inchaço, fui á Clinica e não havia uma médica Dentista então tive de recorrer no dia 05/05/2021, á médica de família para me passar mais medicação. Só em despesa de farmácia nisto tudo já gastei 16,89 euros.Dia 07/05/2021, reclamei junto da responsável pela Clinica, Ana Bela, todo o acontecimento. Já se encontrando a par da situação, disse-me que a responsabilidade não era da Dr.ª Sofia Cabaço, mas sim que o problema já era existente antes do arranjo da carie, e afirmou que a Dr.ª Patrícia Moreno, nunca poderia ter dito que foi a colega a causar esse erro e referiu também que a fatura da consulta e Raio X, que fiz no dia 22, está para ser paga, na qual eu recusei a pagar e que tinha sido resolvido. Como Cidadão tenho todo o direito em reclamar sobre esta Clinica de que tudo se passou de mau profissionalismo da Dentista e que não assume o erro que cometeu, e eu tenho o meu direito de obter soluções, que não me tragam transtorno financeiro e de saúde por um mau serviço. Pergunto me como poderei ter esta situação resolvida, e gostaria realmente de saber quem se responsabiliza por este caso na qual eu não tenho culpa e que tanto tenho sofrido.

Encerrada
M. S.
07/05/2021

Problema com cancelamento do pano de saúde Medicare

Em Março de 2014, via telefone, aderi ao plano de saúde da Medicare. Em Setembro de 2018 pedi via telefone o cancelamento do meu contrato nº 505049 com a Medicare, posteriormente cancelei o débito direto pensando que estava tudo resolvido. Qual não foi o meu espanto quando em Julho de 2019, passado quase um ano fui contatada por uma empresa de cobranças INDEBT e não pela Medicare que tinha em divida 174.30 euros. Nessa altura cancelei novamente o seguro por carta registada e não mais obtive resposta. Em dezembro 2020 recebi novamente um email dessa cobradora a dizer que a divida já era de 473.10 euros, fiquei admirada e contatei a empresa e foi-me dito que o seguro era renovado anualmente e como a carta só tinha chegado em Agosto de 2019 e o seguro tinha sido renovado em Março de 2019 teria de pagar o seguro até Março de 2020. É preciso realçar que nunca obtive nenhuma resposta por escrito da parte da Medicare e só recebi email da empresa cobradora a exigir o pagamento da divida. Não estando satisfeita com a situação contratei uma advogada que entrou em contato com a Medicare e esta respondeu que não existia nenhuma chamada registada minha a pedir o cancelamento em Setembro de 2018 e que por lei o contrato era renovado anualmente e que tenho de pagar. Agora gostaria de saber, se na altura da renovação existindo prestações em divida qual é o sentido de renovar o contrato e não dizer nada nessa altura ao cliente. Ora, por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento da divida com efeitos imediatos, visto que decorridos 2 anos do inicio da divida Setembro de 2018 a divida prescreveu pois as dívidas relacionadas com a saúde e uma entidade privada que presta serviços na área da saúde, o que faz com que as dívidas prescrevam no prazo de dois anos, assim invoco a lei da prescrição”… se as dívidas de saúde existirem relativamente a uma instituição pública de saúde o prazo de prescrição é de 3 (três) anos, se forem dívidas de instituições e serviços médicos particulares o prazo de prescrição é de 2 (dois) anos, do artigo 317.º do Código Civil.

Encerrada

Falta de acompanhamento médico

Venho por este meio comunicar a V. Exas. que a Unidade de Saúde Familiar Torrão do ACES Tâmega III – Vale do Sousa Norte, Lousada, está a prestar um péssimo serviço de acompanhamento médico e familiar.Enquanto tutora da minha tia, que apresenta vários problemas ao nível da saúde mental, gostaria de apresentar o meu descontentamento sobre o não acompanhamento médico que lhe é devido. Há quase 2 anos que não tem uma única consulta nem realiza exames de rotina e estamos a falar de uma utente que sofreu um avc em 2018, que sofre de problemas mentais e que necessita de um acompanhamento regular ao nível da sua saúde.Ontem desloquei-me à Unidade de Saúde a solicitar a marcação de uma consulta de rotina pelo que me informaram que os serviços não prestam consultas de rotina dada a falha de recursos humanos. É inadmissível tal situação! Os utentes apenas podem solicitar consultas se estiverem em situações de emergência médica. Isso significa que os problemas não são antecipados e uma Unidade de Saúde Familiar procura antecipar problemas, caso contrário não valeria a pena existirem Unidades de Saúde Familiar, bastava existir Urgências hospitalares.Quero ainda apresentar o meu desagrado relativamente ao médico de família que a acompanha, uma vez que se encontra constantemente em situações de ausência ao serviço e não é substituido por noutro profissional o que tem levado a constantes desmarcações de consultas agendadas já há mais de 3 anos.Aguardo uma resposta e respetivo solucionamento do problema apresentado.Com os melhores cumprimentosJoana Tavares

Resolvida

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