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Cancelamento de plano com fidelização
Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Agilcare, quero ainda informar de que nunca foi passado o n° de contrato. Fui contactado via telefone para aderir o plano com a Agilcare. Necessito efetuar cancelamento por insatisfação com o plano, pois já pago o plano a 8 meses e nunca pude usar os benefícios que a contratação disponibiliza, já tentei usar tal plano para consulta médica e odontológicas, mas nunca foi possível. Primeiro porque nunca me foi passado o número de cliente e nem me enviado o cartão para obter acesso ao plano.Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos fidelização por um período de um ano, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/EU do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Agilcare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos.
pagamento do kit COVID-19
Venho comunicar que das 3 vezes em que fui à consulta médica dentária com o meu filho fui obrigada a pagar 14 €, por cada consulta, para o kit covid. Reclamei, oralmente, mas fui informada que teria de pagar. Achei um valor exagerado, e tive de pagar. Venho reclamar perante esta situação.
Cancelamento do meu contrato
O meu nome e Ricardo Gabriel Jacinto Piteira, no passado dia 02/10/2020, liguei para a linha de apoio ao cliente da Medicare para proceder ao cancelamento do plano de saúde, plano de saúde esse que quando fui contactado para aderir explicaram-me enganosamente que tinha 1 ano de fidelização e que a partir desse momento poderia cancelar após o primeiro ano de fidelização, e para meu espanto no passado dia 02/10/2020 me explicaram que não o poderia fazer pois o tempo para cancelar o contrato já tinha passado pois só tinha uma “janela” de 30 dias antes de completar mais 1 ano de contrato, sim porque este plano já tem bem mais do que 1 ano. Fiquei boquiaberto pois o “vendedor” que me ligou na altura da adesão apenas falou que tinha 1 ano de fidelização. Precisando eu cancelar o contrato urgentemente iria me ausentar do país por tempo indeterminado não me compensa ter um plano de saúde nem a mim nem a minha esposa Ana Branco, pois não estamos em Portugal para usufruir e não vamos pagar algo que não vamos usar. Nunca cheguei a receber o contrato, nunca cheguei assinar nenhum contrato nem ler o dito contrato sequer. Ademais, durante a chamada telefónica, o atendimento que me foi prestado pela vossa colaboradora de atendimento ao cliente foi bastante desagradável e agressiva, pouco prestável, com marketing forçado e agressivo e no final desligou-me a chamada na cara. Enviei carta assinada por mim e explicar tudo direitinho e fui contactado por um senhor da Medicare a dizer me que não ia ser possível cessar o contrato pois que não assinei nada mas concordei verbalmente. No entanto, no suposto inicio de cada ciclo contratual não fui contactado por ninguém da Medicare a perguntar se pretendia renovação.E ao contrario do que me foi dito pela Medicare via telefónica e por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Entretanto já reclamei através do Portal da Queixa, também através da Deco Proteste (queixa essa que ficou sem resolução) Já estive em contacto com os funcionários da Medicare varias vezes por telefone mas ninguém me resolve este problema eu não sou obrigado a estar preso contratualmente a um contrato que não assinei! E eu tenho a lei do meu lado, isto esta a causar muito transtorno porque enquanto isto não se resolver não tenho descanso e ando sempre com muita ansiedade e nervoso, cria um grande transtorno, porque uma pessoa fica sempre na espectativa o que e que essa empresa vai aprontar, eu tenho os emails todos guardados e também se for preciso também tenho as chamadas com todas as interações com os funcionários da Medicare, as chamadas são gravadas da parte deles mas eu também gravo as chamadas da minha parte para me salvaguardar, e uma situação que se arrasta desde o inicio de Outubro de 2020, e eu ate a data que decidi cancelar o contrato com a Medicare paguei sempre a tempo e horas, mas desde que pelos motivos que já lhes expliquei a eles pelo facto de ir para fora do pais e que a minha mulher também estar fora do pais não faz sentido manter um seguro de saúde em Portugal. Enquanto usufrui paguei tudo a tempo e horas desde que deixei de usufruir e tentei fazer as coisas a bem e cancelar o contrato derivado aos motivos que expliquei eles não deixaram, a partir dai eu não sou obrigado a pagar aquilo que não estou a usufruir, UMA VEZ QUE NAO ASSINEI CONTRATO NENHUM, portanto e resumindo mais uma vez eu invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos e que o que segundo eles, as prestações estão por pagar desde outubro, coisa que e mentira porque desde Outubro que não usufrui de nada e desde Outubro que estou a tentar que cessem o contrato coisa que na minha ótica e contra a lei ao recusarem se a faze-lo uma vez que não assinei nada que me deixem de chatear com isso porque eu não vou pagar, porque eu não lhes devo nada e só deixei de pagar a partir do momento que me negaram o cancelamento do contrato não posso dever dinheiro que não gastei nem usufrui. Tal como não me podem obrigar a cumprir um contrato que NAO ASSINEI, podem vir com as artimanhas que quiserem e meterem no contrato que nem li nem assinei, e que só mandaram a posterior, umas letrinhas pequenas a dizer que o contrato não requer assinatura, porque isso para efeitos legais vale ZERO.Para o caso da Medicare, seja que funcionário for, ler isto e para que não se esqueça eu volto a invocar o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos.
Cobrança abusiva
Exmos Senhores, No dia 26.03.21 acompanhei a minha neta menor de idade a consulta de ginecologia na Clinica Lusiadas de Almada. Na altura de pagamento fui surpreendida com o custo da mesma:169,50 euros, pois estava preparada para pagar 25 euros, o preço da consulta com participação do Seguro. Foi me explicado que aquele valor incluia duas ecografias realizadas durante a consulta.Achei incorrecto fazer examens a uma menor, sem falar previamente com a acompanhante e pessoa responsavel pelos pagamentos. Não havia urgência em fazer estes examens, pois estes podiam ser prescritos e feitos posteriormente nos sítios que tenham acordos com o SNS. Por isso pedi o livro de reclamações e fiz a reclamação com o Nº30148577. Passado mais de um mês, não tenho nenhuma resposta por parte da Clínica. Venho por este meio solicitar o reembolso da diferença que resulta entre os valores que me foram cobrados e os que teria pago recorrendo aos serviços do SNS.Grata pela atenção dispensada, Tatiana Chibáeva
Cobrança Indevida de Serviços
Boa noiteApós solicitar junto desta entidade um orçamento para colocação de 6 implantes dentários e respetivas coroas, foi-me sugerido efetuar um financiamento para o valor total, sendo que caso existisse algum problema no percurso, seria feito o acerto do serviço não realizado. Após a realização desse contrato a entidade resolveu numa só consulta colocar os 6 implantes em simultâneo, tendo apenas colocado 5 pois já denotava excesso de cansaço. Desses 5 implantes, 4 deles tiveram de ser retirados alguns dias depois, pois ficaram soltos e provocaram infeção. Como me recusei a tentar nova colocação desses implantes, decidiram passados 6 meses e ao contrário do que me tinha sido no inicio, atribuir a culpa pelo insucesso da operação, tendo sido cobrado a totalidade desses mesmos implantes não colocados. Venho então por este meio, apresentar uma reclamação do sucedido, pois entendo ter sido vitima de uma burla, ao ter de liquidar 2750 euros apenas pela colocação real de um implante e respetiva coroa.
Problema com Rescisão do Plano de Saúde Animal VETCARE
Boa tarde,Sou cliente Medicare há vários anos juntamente com a minha família. No ano passado aderi ao plano de saúde animal Vetcare pertencente à Medicare para assegurar também assistência ao meu cão.Na assistência ao plano de saúde que usufruo juntamente com a minha família não tenho qualquer razão de queixa, estou bastante satisfeita com o mesmo. No entanto quanto ao segundo plano já não posso dizer o mesmo, o atendimento relativamente aos veterinários não foi o melhor assim como a aquisição de produtos alimentares (ração), não se configurando como uma mais valia uma vez que os valores a pagar são elevados.Neste contexto tive de optar por um veterinário que não tem acordo com a Vetcare e por isso este plano deixou de ser uma vantagem para mim.Assim acionei os serviços de apoio ao cliente para cancelar o plano e foi me dito que o mesmo havia sido renovado automaticamente no inicio deste mês (abril), o que me parece abusivo o fato de não ser pelo menos avisada do procedimento no sentido de poder ter o poder de escolha entre manter ou suspender o plano. Foi- me dito ainda que neste momento não havia nada que pudessem fazer a não ser ficar a pagar o mesmo plano durante mais um ano embora não vá usufruir do mesmo.
Faturação indevida
Exmos. Srs.,Venho por este meio fazer uma nova tentativa de resolução a uma questão de faturação indevida que já se arrasta há 1 ano.No dia 20 de Abril de 2020 dei entrada na maternidade dos Lusiadas Lisboa. Quando dei entrada, pedi no front office que me disponibilizassem o preçário. O que me foi entregue foi os diferentes preços referentes a cada tipo de parto e um valor adicional de 40€ diários referentes à alimentação do acompanhante, visto que já nos encontrávamos em regime pandémico e o acompanhante não podia sair do quarto. No dia da alta, foi-me então apresentada a fatura com a alimentação do acompanhante e um valor adicional (164€, 98€ do dia do parto e 22€ diários) correspondeste ao pagamento de EPI's para os profissionais de saúde. Na altura paguei o valor da alimentação e discordei totalmente do valor dos EPI's que ainda não foram pagos.Neste momento passou 1 ano, não consigo falar com ninguém por parte da faturação, enviam-me cartas pró-forma a dizer que tenho de pagar porque seguem indicações da ERS. Já reclamei junto da ERS que me respondeu que não tem conhecimento dessas práticas. E ainda tenho o valor do parto para pagar (e que quero liquidar), mas não consigo falar com ninguém que me resolva o assunto. O atendimento telefónico, quando atendem, passam a chamada para a faturação que não atenderam nem uma única vez.O que pretendo é saber se esse valor dos EPI's é-me realmente devido, onde está essa cobrança legislada e perguntar se essa informação não deveria ter sido logo dada no front office quando pedi o preçário.Fico a aguardar resposta,Melhores cumprimentos,Rita Vidal
Problema com fatura
Exmos. Senhores,Por motivos de cobrança indevida e informação enganosa, venho por este meio apresentar a minha oposição ao pagamento da factura F F2020/0000672647, de Dezembro de 2020, no valor de €299, e apresentar um pedido de reembolso do valor que me for devido após revisão justa da factura em questão que, calculo, que seja de €1.001, no mínimo.No dia 4/12/20, efectuei um pagamento no valor de €5.500 ao Hospital CUF Descobertas, correspondente à caução para a cirurgia de cesariana a que a minha parceira seria submetida. Antes de fazer o pagamento do depósito, questionei à funcionária que nos atendeu na recepção o que determinava o valor final da cesariana, visto que no preçário da CUF Descobertas (disponível online), o preço apresentado para esse procedimento a título particular é de €4.200 a €5.500.A informação que me foi dada pela funcionária nesse dia era que o valor máximo de €5.500 seria somente cobrado caso houvesse alguma complicação na cirurgia, ou caso fosse um parto instrumentalizado. Se a cirurgia decorresse sem qualquer complicação, o valor a ser cobrado seriam os €4.200 e a diferença entre este valor e o depósito ser-me-ia devolvida (€1.300, portanto). Esta foi a última das confirmações que fiz antes do parto, pois enquanto procurávamos decidir em que hospital faríamos o parto e consultávamos preços, pus a mesma questão por telefone à CUF Descobertas, sendo que o motivo que me foi apresentado para aqueles dois preços foi o mesmo que a assistente nos apresentou no dia do parto. Após recebimento da fatura em questão, constatei que o valor cobrado para a cesariana foi de €5.500, sem qualquer justificação, pois a Nota de Alta de Ginecologia e Obstetrícia, emitida pelo próprio Hospital CUF Descobertas, diz que tanto a cirurgia quanto o puerpério foram sem intercorrências relevantes, e que não houve quaisquer complicações. De acordo com a Nota de Alta e com a informação que nos foi sempre dada, o valor a ser cobrado seriam os €4.200, no entanto, foi-nos cobrado o valor mais alto, e mais €299 euros, correspondentes a diárias e medidas de segurança relacionadas ao COVID.Apresentámos uma reclamação por escrito no dia 18/02/21 (nº 30305859), expondo a situação, sem efeito. Antes disso, por telefone, falei mais de uma vez com a CUF e nada foi resolvido. Ainda hoje, dia 16/04/21, após receber mais uma comunicação do Hospital a informar que não havia alteração nenhuma a ser feita por eles no valor faturado, telefonei ao Hospital para questionar, uma vez mais, o que determinava se o preço era €4.200 ou €5.500, e a resposta que me foi dada foi a mesma – que dependia se o parto era instrumentalizado ou não.Apesar da cobrança indevida, e de explicarmos detalhadamente toda esta situação várias vezes, informam-nos que devemos efetuar o pagamento para evitar a evolução do processo para cobrança judicial. Adianta salientar que em momento algum nos desleixámos quanto a este processo e sempre procurámos contactar o Hospital.Acredito que o Hospital CUF Descobertas, para além de fazer cobrança indevida e apresentar informação enganosa aos clientes, está a fazer competição desleal a outras instituições de saúde ao apresentar um preço mais baixo e cobrar um valor mais alto sem serem observadas nenhumas das condições apresentadas para a cobrança desse valor. No nosso caso, tínhamos como opção o Hospital Lusíadas Lisboa que apresentava logo o valor de €5.500 como preço da cesariana. Só não optámos pelo último por acreditarmos que não haveria motivo nenhum para ser um parto de risco e que, assim sendo, iríamos poupar €1.300.Pelo exposto, venho apresentar a minha oposição ao pagamento dos €299 e pedir um reembolso no valor de €1.001 – com base no valor que nos seria reembolsado ao preço justo da cesariana, após dedução desses €299.Com os melhores cumprimentos,João Miguel dos Santos
Queimaram o meu nariz
No dia 5 de fevereiro de 2020, dirigi-me a clinica Sanin para remover um angioma no nariz. Lembro-me que na altura em que fiz a marcação por telefone perguntei claramente se iria ficar alguma marca e disseram-me que só ficava uma ligeira marca que depois passava. Quando o tratamento estava a ser feito, senti um cheiro muito estranho e percebi que algo não estava bem, mas como era a primeira vez pensei que pudesse ser normal. Meses foram passando e eu fique com uma marca no nariz que parece uma queimadura de cigarro, a clinica sempre a dizer que com o tempo passava... primeiro dissseram-me que demorava seis semanas, depois das seis semanas disseram-me que era normal demorar mais tempo e depois eu dirigi-me a clinica para mostrar o meu nariz e devolveram-me os 80€ do tratamento, mas não fizeram mais nada. Passou mais de um ano e eu continuo com a marca de queimadura no nariz, já tentei de tudo e não passa. E gostava que a clinica se responsabilizasse por o que me fez. Eu cheguei lá com uma marca vermelha no nariz e sai com o nariz queimado. O dinheiro que me foi devolvido não é suficiente para o que me fizeram. E também acho importante que isto se saiba para não haver mais pessoas a passar pelo mesmo.
Problema com consulta de oftalmologia
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que no dia 21/12/2020 fui a uma consulta de oftalmologia. com o Dr. Alencar Sulzbacher para que o mesmo me receitasse lentes para os óculos. Fui atendido com arrogância e com total desconsideração pela minha idade já avançada (89 anos). Cobrou-me exames, conforme cópia que anexo, que habitualmente não me são feitos para este fim. Não me entregou o resultado dos exames. A minha filha fez o pedido desses exames na APP dos Lusíadas, mas não obteve resposta.Por fim, passou-me a receita, que também envio em anexo, que como podem verificar, só contempla um dos olhos e a graduação não é a correta. Com essa receita o oculista não me conseguiu fornecer os óculos. Tive de ir a uma outra consulta, no Hospital de Loulé, para conseguir receita válida, que envio em anexo.Considero que fui burlado e humilhado.Solicito devolução dos valores pagos, pois não serviram o meu propósito.Cumprimentos,Orlando Afonso
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