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Encomenda não entregue
Exmo. Sr. Gonçalo Peixoto, No dia 20 de abril efetuei uma encomenda de dois vestidos. No entanto, até à presente data, apenas recebi um dos artigos, encontrando-se o outro ainda por entregar. No dia 20 de maio fui informada de que o vestido em falta chegaria na semana seguinte. Contudo, já passou várias semanas desde essa informação e continuo sem receber a encomenda. Entretanto, enviei várias mensagens a solicitar esclarecimentos sobre o estado da encomenda, sem obter qualquer resposta, o que considero inadmissível e uma falta de consideração para com o cliente. Tendo em conta que o vosso site indica um prazo de entrega entre 10 e 17 dias úteis, prazo esse que foi largamente ultrapassado, venho por este meio exigir o reembolso integral do valor correspondente ao vestido não entregue, com a maior brevidade possível. Agradeço a confirmação da receção deste email e a indicação da data prevista para o processamento do reembolso. Com os melhores cumprimentos,
Não encomendei nada
Exmos. Senhores, Em (DATA) comprei-vos, através do vosso site, um/uma (DESCRIÇÃO DO OBJECTO) por (PREÇO PAGO). A referência da encomenda é (COLOCAR REFERÊNCIA). Em (DATA), portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Encomenda não entregue
Boa tarde até à presente data, a encomenda não foi entregue Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e só abrem tickets A data máxima da entrega e sexta feita 19. Depois dessa data não estarei em casa é não quero a encomenda. Ate hoje nada foi entregue. Quero uma solução imediata. Ou serão contatados pela equipa de advogados do deco proteste Obrigada
Reparação ineficaz
Exmos. Senhores, Em 28/05/2025 adquiri um Ar Condicionado KUBO KBAC8701 (16 m² - 9000 BTU - Branco) com o valor de €215,00 + Instalação até 12000 BTUs com Limpeza de pré-instalação por €279,99 + Seguro Garantia Extra 3 Anos - De 200 a 299,99 euros - Ar Condicionado com o valor de €54,99, adicionalmente a 150 euros de uma bomba de agua que a empresa da Instalação disse que era precisa, no total da um valor de: 698 euros. A referência da encomenda é 1104708080. No dia 06/04/2026 Comuniquei-vos de imediato um problema, ja que o ar condicionado nao estava a enfriar, para que procedessem à reparação. Ficámos dois meses à espera que um técnico viesse fazer a verificação, n.º do processo: 3136449, que foi encerrado por recomendação da própria loja física, a qual abriu um novo processo, uma vez que não obtivemos resposta; o novo processo foi: n.º: 3270368. No dia 28 de maio, o técnico efetuou a primeira visita de diagnóstico, indicando que o ar condicionado tinha falta de gás devido à instalação (relatório em anexo). Hoje, 16/06/2026, o técnico veio verificar a instalação e resolver o problema do ar condicionado. O técnico chegou com má atitude, verificou o filtro de ar e indicou que o filtro estava extremamente sujo e que o ar condicionado estava CHEIO de gás, e que a culpa era NOSSA por não arrefecer, por não termos limpo o filtro do ar condicionado, ao que explicámos que não tínhamos conhecimento disso e que o seu colega técnico indicou que, de facto, havia uma avaria devido à falta de gás, o que este técnico negou completamente e pretendia cobrar-nos pela visita e pelo deslocamento. Até ao momento, o nosso ar condicionado, adquirido na vossa empresa Worten — um aparelho praticamente novo e ainda na garantia —, continua sem funcionar e sem arrefecer corretamente, sem que a vossa empresa demonstre qualquer interesse em resolver a situação. Se não conseguem reparar o artigo, ou me entregam outro em substituição do mesmo ou me devolvem o valor que vos paguei, pelo que exijo que se pronunciem no prazo máximo de 10 dias. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo que terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
ENCOMENDA COM DEFEITO DE ESTAMPAGEM
BOA TARDE, MANDEI VIR UMA CAMISOLA DESTA LOJA ONLINE À QUAL JA MANDEI VIR VÁRIAS CAMISOLAS, MANDEI VIR A CAMISOLA DE PORTO CAMPEÃO, ATRÁS TEM NUMEROS COM CARAS DE JOGADORES, VEIO COM A CARA TODA DEFORMADA DE TODOS OS JOGADORES, DISSERAM QUE SABIAM QUE ESTAVA COM ESSE ERRO, NO ENTANTO CONTINUARAM A VENDER A CAMISOLA SO ME RESPONDERAM QUE SABIAM DO ERRO, SEM ARRANJAREM UMA SOLUÇÃO, QUER FOSSE DEVOLVER O DINHEIRO OU ATÉ MANDAREM UMA CAMISOLA EM CONDIÇÕES SEM A ESTAMPAGEM MAL JÁ MANDEI VÁRIOS MAILS, TODOS SEM RESPOSTA DEVEM ESTAR Á ESPERA QUE PASSE OS 10 DIAS PARA DIZEREM QUE NAO PODEM DEPOIS FAZER A TROCA OU DEVOLUÇAO COMO APARECE NO SITE NO SITIO DE TROCAS E DEVOLUÇOES VAO FICAR COM O DINHEIRO NO BOLSO E A ENGANAR AINDA MAIS CLIENTES
Encomenda online sem entrega, sem rastreamento e sem resposta do apoio ao cliente
No dia 1 de junho de 2026, fiz uma compra online na Ouro Vivo, composta por uns brincos e uma pulseira. No momento da compra, foi indicada uma estimativa de entrega de 7 dias úteis. No próprio dia da compra, recebi apenas uma mensagem/email a informar que a encomenda estava a ser preparada. No entanto, desde então, não recebi qualquer nova atualização sobre o estado da encomenda. Além disso, o número da encomenda indicado não permite fazer qualquer rastreamento, apesar de o email sugerir essa possibilidade. Até hoje, 16 de junho de 2026, o prazo de entrega já foi ultrapassado e continuo sem saber onde está a minha encomenda, quando será entregue ou se existe algum problema com a mesma. Tentei contactar o apoio ao cliente, mas este revela-se praticamente inexistente: por telefone, apenas atende uma voz automática que não resolve nem esclarece nada. Também enviei um email a pedir informações e atualizações sobre a encomenda, mas até ao momento não obtive qualquer resposta. Considero esta situação inaceitável, sobretudo tratando-se de uma compra online já paga, com um prazo de entrega anunciado e sem qualquer acompanhamento posterior por parte da empresa. Assim, solicito uma resposta urgente por parte da Ouro Vivo, com informação clara sobre o estado da encomenda e a respetiva data de entrega. Caso não seja possível assegurar a entrega num prazo razoável, solicito o reembolso integral do valor pago. Espero que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível. Caso não obtenha resposta em tempo útil, ponderarei avançar com reclamação formal no Livro de Reclamações Eletrónico e junto das entidades competentes de defesa do consumidor.
Reclamação relativa a atraso e falta de informação sobre encomenda Cybex
No dia 4 de maio de 2026 adquiri na Peanut Lisboa um carrinho de bebé Cybex, incluindo o respetivo ovinho, numa cor específica por mim escolhida e aceite pela loja no momento da compra. Após mais de seis semanas de espera, contactei a loja no dia 16 de junho para obter informações sobre o estado da encomenda. Foi então que fui informada de que a cor castanha do ovinho ainda não foi lançada pela marca Cybex e que, por esse motivo, teria de optar por outra cor ou continuar a aguardar sem qualquer previsão de entrega. Considero esta situação inaceitável. No momento da compra, a loja aceitou a encomenda sem qualquer indicação de que o produto não se encontrava disponível ou sequer lançado no mercado. Se essa informação era conhecida, deveria ter sido comunicada antes da venda. Se não era conhecida, deveria ter sido transmitida ao cliente assim que a loja tomou conhecimento da situação. Enquanto cliente, tomei a minha decisão de compra com base nas características e cor escolhidas, sendo que não me parece razoável ser confrontada, mais de um mês depois, com a necessidade de alterar a encomenda ou aguardar indefinidamente. Uma marca como a Cybex não pode ter a venda produtos inexistentes, e muito menos demorar 6 semanas a comunicar à loja a existência do produto, levando a que o consumidor tenha de aguardar mais um mês por uma outra solução.
Reclamação por demora excessiva
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao sinistro n.º 26AME0030055, associado à apólice n.º 009510145653, ocorrido em 24/03/2026. O sinistro foi participado à seguradora imediatamente após a ocorrência e, apesar de já terem decorrido vários meses, continuo sem qualquer resposta concreta quanto à resolução do processo, aprovação dos danos ou previsão de indemnização/reparação. O sinistro ocorreu num estabelecimento comercial em funcionamento, o Glow Up Hair Studio, e os danos provocados pelo alagamento agravaram-se significativamente ao longo deste período. O pavimento encontra-se levantado e deformado em diversas áreas, representando um risco real para clientes e colaboradores. A situação atingiu um ponto extremamente preocupante, uma vez que já ocorreram episódios de clientes tropeçarem devido ao estado do piso. Além do risco de acidentes, esta demora está a causar prejuízos financeiros, operacionais e danos à imagem do estabelecimento. Considero inadmissível que, após tanto tempo, não exista uma resposta clara nem uma solução apresentada para um processo que afeta diretamente a segurança das pessoas e a continuidade da atividade comercial. Solicito uma intervenção urgente e uma resposta formal indicando: • O estado atual do processo; • Os motivos da demora; • A data prevista para conclusão da análise; • A data prevista para reparação ou indemnização dos danos. Caso a situação continue sem resolução, reservarei o direito de recorrer a todas as entidades competentes para defesa dos meus direitos e para responsabilização pelos prejuízos decorrentes desta demora. Aguardo uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Laice Rocha Sinistro n.º 26AME0030055 Apólice n.º 009510145653
Não aceitam devolução de itens que nem foram abertos
Comprei um teclado em loja física há 10 dias. Foi enviado para a morada pretendida porque não havia em stock no local. Voltei de férias e ontem finalmente vi a encomenda. Era uma prenda de aniversário e nem toquei sequer na embalagem original. Ontem vi que a pessoa em questão tinha recebido o mesmo exato teclado, pelo que não tem lógica dar outro de prenda. Queria fazer a devolução do item e trocar por outro produto, mas não é permitido. Eu entenderia se a caixa tivesse sido aberta ou o produto utilizado, mas nenhuma das situações se verificou. Só queria poder trocar o produto por outro que fizesse sentido. Nem estou a pedir dinheiro físico, só quero ter a oportunidade de trocar o produto e não o permitem. Não vejo a lógica desta situação, deviam ser mais flexíveis, porque no caso de prendas, vão perder imensos clientes por insatisfação.
Volvo xc40 recharge t4 – avaria prematura do módulo igm e ausência de qualquer apoio ds Volvo
Venho apresentar reclamação relativamente à Volvo Portugal, na sequência de uma avaria grave ocorrida no meu Volvo XC40 Recharge T4, matriculado em janeiro de 2020 e com apenas 68.250 km. O veículo sofreu uma falha do módulo IGM (Inverter Generator Module), componente essencial do sistema híbrido. A reparação ascendeu a 3.630 euros, valor já após a aplicação de um desconto comercial de 10% concedido pela concessionária. Sem esse desconto, o custo teria sido ainda mais elevado. Considero esta situação particularmente grave e difícil de aceitar num veículo com apenas cerca de quatro anos de utilização e uma quilometragem manifestamente reduzida. Um componente desta relevância não deveria apresentar uma avaria desta natureza tão cedo, sobretudo num automóvel de uma marca premium cuja reputação assenta na qualidade, durabilidade e fiabilidade dos seus produtos. Importa ainda referir que a garantia do veículo terminou há apenas cerca de 1 ano e 4 meses. Embora a garantia contratual já não esteja em vigor, é legítimo esperar que um componente eletrónico crítico do sistema híbrido apresente uma vida útil substancialmente superior à verificada neste caso. Acresce que existem diversos relatos de proprietários de veículos Volvo equipados com sistemas híbridos semelhantes a reportarem avarias do módulo IGM ou de componentes relacionados, situação facilmente verificável através de uma simples pesquisa em fóruns e comunidades de utilizadores. A existência de múltiplos casos semelhantes levanta dúvidas legítimas quanto à durabilidade deste componente e reforça a convicção de que não estamos perante um caso normal de desgaste decorrente da utilização do veículo. No âmbito desta ocorrência, a Carclasse Oeiras, concessionária responsável pelo diagnóstico e reparação do veículo, solicitou-me toda a documentação relativa às manutenções efetuadas, incluindo as respetivas faturas e comprovativos, documentação que forneci integralmente. Posteriormente, fui informado pela concessionária de que o pedido de comparticipação apresentado junto da Volvo tinha sido recusado, tendo sido indicado como fundamento o facto de algumas revisões não terem sido realizadas na rede oficial da marca. Contudo, todas as revisões e operações de manutenção foram efetuadas dentro dos intervalos recomendados pelo fabricante. Além disso, não me foi apresentada qualquer justificação técnica que demonstre uma relação entre o local onde essas revisões foram realizadas e a avaria do módulo IGM. Por esse motivo, considero difícil aceitar que uma falha prematura de um componente eletrónico essencial do sistema híbrido, ocorrida aos 68.250 km e com apenas quatro anos de utilização, seja afastada de qualquer apoio comercial apenas com base nesse argumento. Mais difícil ainda de compreender é o facto de a bateria de alta tensão beneficiar de uma garantia de 8 anos, precisamente por ser considerada um elemento essencial do sistema híbrido, enquanto um componente igualmente fundamental para o funcionamento desse sistema, como o módulo IGM, apresenta uma avaria grave muito antes do que seria razoavelmente expectável, sem que a marca reconheça qualquer responsabilidade ou conceda qualquer apoio. O que mais me surpreende nesta situação é que o único apoio obtido tenha partido da própria concessionária, através da aplicação de um desconto comercial de 10%, enquanto a marca não assumiu qualquer parcela dos custos de uma reparação desta dimensão, num veículo com apenas 68.250 km e cuja garantia terminou há relativamente pouco tempo. Esperava que a Volvo analisasse este caso tendo em consideração a natureza da avaria, a idade do veículo, a reduzida quilometragem, o histórico de manutenção apresentado e o facto de a garantia ter terminado há apenas 16 meses. Em vez disso, segundo a informação transmitida pela concessionária após análise do processo junto da Volvo, não foi aprovada qualquer comparticipação da marca nos custos da reparação. Enquanto cliente da Volvo, sinto-me profundamente desapontado com a forma como este caso foi tratado. Uma avaria desta dimensão, num veículo de janeiro de 2020 com apenas 68.250 km, não corresponde às legítimas expectativas de qualidade e durabilidade que qualquer consumidor deposita numa marca como a Volvo. Solicito, por isso, que a Volvo reavalie esta situação e assuma, total ou parcialmente, os custos da reparação, demonstrando responsabilidade perante uma falha claramente prematura de um componente essencial do sistema híbrido e reforçando a confiança dos seus clientes na marca. Uma avaria desta natureza, com apenas quatro anos de idade e 68.250 km, não pode ser considerada normal nem aceitável.
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