Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
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Reclamações recentes
Volvo xc40 recharge t4 – avaria prematura do módulo igm e ausência de qualquer apoio ds Volvo
Venho apresentar reclamação relativamente à Volvo Portugal, na sequência de uma avaria grave ocorrida no meu Volvo XC40 Recharge T4, matriculado em janeiro de 2020 e com apenas 68.250 km. O veículo sofreu uma falha do módulo IGM (Inverter Generator Module), componente essencial do sistema híbrido. A reparação ascendeu a 3.630 euros, valor já após a aplicação de um desconto comercial de 10% concedido pela concessionária. Sem esse desconto, o custo teria sido ainda mais elevado. Considero esta situação particularmente grave e difícil de aceitar num veículo com apenas cerca de quatro anos de utilização e uma quilometragem manifestamente reduzida. Um componente desta relevância não deveria apresentar uma avaria desta natureza tão cedo, sobretudo num automóvel de uma marca premium cuja reputação assenta na qualidade, durabilidade e fiabilidade dos seus produtos. Importa ainda referir que a garantia do veículo terminou há apenas cerca de 1 ano e 4 meses. Embora a garantia contratual já não esteja em vigor, é legítimo esperar que um componente eletrónico crítico do sistema híbrido apresente uma vida útil substancialmente superior à verificada neste caso. Acresce que existem diversos relatos de proprietários de veículos Volvo equipados com sistemas híbridos semelhantes a reportarem avarias do módulo IGM ou de componentes relacionados, situação facilmente verificável através de uma simples pesquisa em fóruns e comunidades de utilizadores. A existência de múltiplos casos semelhantes levanta dúvidas legítimas quanto à durabilidade deste componente e reforça a convicção de que não estamos perante um caso normal de desgaste decorrente da utilização do veículo. No âmbito desta ocorrência, a Carclasse Oeiras, concessionária responsável pelo diagnóstico e reparação do veículo, solicitou-me toda a documentação relativa às manutenções efetuadas, incluindo as respetivas faturas e comprovativos, documentação que forneci integralmente. Posteriormente, fui informado pela concessionária de que o pedido de comparticipação apresentado junto da Volvo tinha sido recusado, tendo sido indicado como fundamento o facto de algumas revisões não terem sido realizadas na rede oficial da marca. Contudo, todas as revisões e operações de manutenção foram efetuadas dentro dos intervalos recomendados pelo fabricante. Além disso, não me foi apresentada qualquer justificação técnica que demonstre uma relação entre o local onde essas revisões foram realizadas e a avaria do módulo IGM. Por esse motivo, considero difícil aceitar que uma falha prematura de um componente eletrónico essencial do sistema híbrido, ocorrida aos 68.250 km e com apenas quatro anos de utilização, seja afastada de qualquer apoio comercial apenas com base nesse argumento. Mais difícil ainda de compreender é o facto de a bateria de alta tensão beneficiar de uma garantia de 8 anos, precisamente por ser considerada um elemento essencial do sistema híbrido, enquanto um componente igualmente fundamental para o funcionamento desse sistema, como o módulo IGM, apresenta uma avaria grave muito antes do que seria razoavelmente expectável, sem que a marca reconheça qualquer responsabilidade ou conceda qualquer apoio. O que mais me surpreende nesta situação é que o único apoio obtido tenha partido da própria concessionária, através da aplicação de um desconto comercial de 10%, enquanto a marca não assumiu qualquer parcela dos custos de uma reparação desta dimensão, num veículo com apenas 68.250 km e cuja garantia terminou há relativamente pouco tempo. Esperava que a Volvo analisasse este caso tendo em consideração a natureza da avaria, a idade do veículo, a reduzida quilometragem, o histórico de manutenção apresentado e o facto de a garantia ter terminado há apenas 16 meses. Em vez disso, segundo a informação transmitida pela concessionária após análise do processo junto da Volvo, não foi aprovada qualquer comparticipação da marca nos custos da reparação. Enquanto cliente da Volvo, sinto-me profundamente desapontado com a forma como este caso foi tratado. Uma avaria desta dimensão, num veículo de janeiro de 2020 com apenas 68.250 km, não corresponde às legítimas expectativas de qualidade e durabilidade que qualquer consumidor deposita numa marca como a Volvo. Solicito, por isso, que a Volvo reavalie esta situação e assuma, total ou parcialmente, os custos da reparação, demonstrando responsabilidade perante uma falha claramente prematura de um componente essencial do sistema híbrido e reforçando a confiança dos seus clientes na marca. Uma avaria desta natureza, com apenas quatro anos de idade e 68.250 km, não pode ser considerada normal nem aceitável.
Volvo V60 2020 CC D4 - Excesso oleo
Exmos. Senhores, Venho, por meio desta, registar uma reclamação contra a Volvo e o concessionário responsável, relativamente ao incidente ocorrido com o meu veículo Volvo V60 Cross Country 2020, adquirido em novembro de 2024 através do programa Volvo Selekt, na expectativa de usufruir de um automóvel seminovo com padrões de qualidade, fiabilidade e suporte pós-venda superiores. No dia 12 de julho de 2025, a viatura apresentou um aviso no painel de bordo indicando “nível de óleo excessivo”, recomendando que o veículo fosse imediatamente levado a uma oficina autorizada. Agendei o atendimento com prontidão e, após análise na Carclasse II (Almada), foi confirmada a presença de excesso de óleo. O óleo antigo foi drenado e substituído, sendo-me cobrado cerca de 99 euros por um problema cuja origem, conforme informado pela própria marca, decorre do padrão de utilização urbana (pequenas distâncias) e não de qualquer erro do utilizador. Segundo a área de atendimento da Volvo, trata-se de um “comportamento normal” do motor Diesel Volvo, especialmente quando a viatura circula predominantemente em trajetos curtos — situação comum para qualquer condutor urbano. A própria marca declarou ao telefone que, por este motivo, os veículos a gasóleo deixaram de ser fabricados. Ora, se tal situação é reconhecida pela marca como consequência previsível do projeto do motor, entendo que não pode ser imputado ao cliente o custo recorrente de manutenção corretiva, nem o transtorno logístico de deslocar-se até uma oficina para um problema que não resulta de mau uso, mas sim de uma limitação técnica intrínseca à viatura. Acrescento que esta condição nunca foi mencionada no momento da compra, tampouco consta em documentação associada ao programa Volvo Selekt. Considerando que comprei este veículo com a legítima expectativa de usufruir de fiabilidade superior e isenção de dores de cabeça, é frustrante constatar que a assistência nega qualquer apoio ou reembolso, mesmo havendo reconhecimento técnico do problema. Reitero que, em situações como esta — em que a marca tem plena ciência da limitação técnica e esta afeta diretamente a experiência do utilizador —, o correto seria assumir o custo da correção de forma sistemática, especialmente em veículos sob garantia Selekt. Solicito, assim: Reembolso integral do valor cobrado pela intervenção (aproximadamente €99); Compromisso de isenção de custos futuros para o mesmo tipo de ocorrência e eventuais consequencias a viatura durante o período de garantia; Atualização da comunicação do programa Volvo Selekt para incluir essa informação técnica de forma clara e transparente. Aguardo um posicionamento formal por parte da Volvo Portugal, na esperança de que esta reclamação seja tratada com a devida atenção e seriedade, e que a marca reconheça a legitimidade do meu pedido, assumindo o compromisso com a transparencia, a confiança e a excelencia no serviço que caracterizam a reputaçao da Volvo. Obrigado
Avaria
Exmos. Senhores, (Recentemente usufrui dos serviços Volvo na oficina Irmãos Leite em Vila Real onde o meu S90 foi sujeito a uma revisão devido à necessidade de trocar travões. Aproveitei a ocasião para relatar a existência de uma fuga de óleo recente na viatura. Devido a essa fuga de óleo no motor foi-me proposta uma reparação, insuficiente para a resolução da totalidade do problema. Numa segunda tentativa foi finalmente resolvida a totalidade do problema. Desta reparação sobrou uma conta final de cerca de 1000€ mais a revisão de 623€. Foram substituídas peças, que não são de desgaste, e fiquei um pouco triste e descontente com a marca Volvo. Tubo Turbo, tampa válvulas, tubo de ar, tudo peças que deveriam durar mais do que duraram. Não é normal, parecem peças com defeito com sem qualidade devido ao uso, apenas 90.000Km. Já enviei reclamação anteriormente e a resposta foi que se tratavam de peças de desgaste isto porque tinham sido substituídas as pastilhas e os discos de travão. Solicitei nova verificação e avaliação e a resposta é a mesma. Solicitei relatório elaborado pelo técnico credenciado e foi negado. Dizem não existir. Perguntas, Se não existe relatório, em que baseiam a análise? Não tenho direito a uma segunda opinião? Se são peças de desgaste, tal como correia de distribuição, por exemplo, quando está prevista, em revisão preventiva, a sua substituição? Interessa acrescentar que só reclamei por indicação de um técnico VOLVO, que acha que não é normal acontecer uma avaria destas! Cumprimentos.
Reclamacao do cinto de seguranca do condutor
venho por este meio a reclamar o cinto de seguranca do cundutor tenho o Volvo XC 60 de 2020 o que estou muito satisfeito com o veiculo mas ao longo deste tempo venho a ver o meu cinto de seguranca de fraca qualidade a esgasar esfarelar isto porva que estamios afalar de material muito importante para a seguranca de fraca qualidade depos de reclamar foi me dito que a grantia era de 2 anos mas nada justifica o cinto estar nestas condicoes nem acredito que a volvo tenha esta postura,pois tenho outros carros e nada assim se encontra agradecia a vossa atencao Paulo Figueira
Constante anomalia luz de Motor acessa
Exmº. Senhores,Volvo cars PortugalNo decorrer da compra da viatura Volvo XC60 de matrícula AD00ZV em dezembro de 2020, após o levantamento da viatura no stand da Marca em Vila do Conde, á chegada a Lisboa, a luz do motor acendeu laranja. Em contacto com o vendedor, foi referido que a luz do motor acendeu na cor Laranja. A indicação que me deram foi que poderia ter sido uma falha na regeneração do motor e que possivelmente iria apagar. Efetivamente passado 1 semana a luz desapareceu. Uns tempos depois a luz voltou novamente a acender, tendo este problema ficado intermitente durante 1 a 2 meses. Chegou uma altura que foi contactado o stand da compra e solicitado que fosse agendada uma deslocação á oficina para ser efetuado a analise e reparação do problema. Após agendamento foi efetuado a 1ª intervenção a 21/06/2021 na Ascendum Lisboa para efetuar revisão e analisar o referido problema. Foi deixada a viatura 2 dias na oficina, tendo sido levantada com a informação que teria sido substituído sensores. Novamente passado cerca de 1 a 2 semanas a mesma luz voltou a acender em pleno andamento da viatura. Foi contactada a Ascendum e agendada uma nova intervenção para resolução do problema. Mais 2 dias a viatura na oficina, e desta vez não nos foi comunicado o problema ou resolução. A Viatura passado 2 meses voltou a acender a luz novamente. Desta vez a viatura foi encaminhada para a oficina Volto Auto-Sueco em Queluz. Aproveitando a data de Revisão a mesma ficou para que fosse analisado o problema da luz de motor acesa novamente. Foi-me indicado que foram substituídos uns sensores e caso a luz voltasse a acender para ir de imediato á oficina para tentar analisar o erro. 2 Dias depois em andamento a luz acendeu e desloquei-me á oficina novamente para poderem analisar a luz acesa e ver o erro. A viatura teve intervenção apenas para analisar o erro no imediato. A informação que tive foi que não era possível analisar o erro mesmo com a luz acesa. Foi feito limpeza da luz acesa e voltamos a andar com a viatura. O problema voltou com a intermitência da luz até que, no dia 13/05/2022 a viatura entrou para fazer revisão e analisar o problema da referida Luz de motor acesa. Desde então a viatura está até ao dia de hoje 15/06/2022 em reparação, sendo que a última informação que obtive foi que seria solicitado á fabrica a troca do turbo. Assim gostaria de mostrar o meu total desagrado com toda esta situação, pois ao comprar uma viatura nova, pensamos não ter este tipo de problemas, e mesmo que os existissem a marca fosse no mínimo consciente com o cliente. Desde o dia 13/05/2022 até ao dia 8/06/2022 nunca o apoio Volvo contactou a questionar, informar ou qualquer que seja para saber a situação do cliente. Foi necessário o cliente entrar em contacto com a Volvo para mostrar o desagrado da mesma em relação ao tempo decorrido sem que existisse alguma preocupação se o cliente tinha viatura para poder trabalhar ou não. No dia 8/06/2022e após o meu contacto a demonstrar insatisfação pelo tempo de reparação a Volvo propôs o aluguer de viatura para que pudesse minimizar o tempo sem viatura. Conforme informação eu neguei a viatura de aluguer. Desta forma e ao abrigo da garantia da viatura e após 4 intervenção da Volvo para resolver o problema da viatura nova, sem que tenha existido sucesso na mesma, venho solicitar que seja efetuada a Substituição da viatura com as mesmas características idênticas á viatura adquirida. Neste momento perdi completamente a confiança numa viatura com um ano e meio e que em 4 intervenções troca diversos sensores e nesta última inclusive componentes de motor.Ficarei a aguardar a vossa resposta a toda esta situação que como podem analisar pela descrição, não é comum na compra de uma viatura nova e quando o apoio ao cliente diz telefonicamente que o cliente tem de ter paciência e que estas resoluções demoram, deveriam de ter noção que mais do que ninguém o cliente já sofre por ter adquirido um bem com defeito e que lhe causa transtorno durante 1 ano e meio.Aguardarei tao breve quanto possivel a vossa resposta a esta questão . Obrigado
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