Reclamações recentes

F. A.
02/07/2026

Ultima Tentativa Diferente tomada de Posição. AC-03-FX

ÚLTIMA NOTIFICAÇÃO - Pedido de Indemnização Viatura AC-08-FX - Prazo limite: Segunda-feira Exmos. Senhores, A vossa última comunicação, que nada acrescenta nem resolve, apenas confirma a vossa estratégia de evitar assumir a responsabilidade pelos danos causados. Não aceito essa postura como resposta. Face ao exposto e ao meu pedido de indemnização anteriormente detalhado, esta é a minha posição final: Reitero a exigência da compensação pelos 70 dias de privação de uso, danos emergentes e danos morais, conforme fundamentado legalmente. Dou um prazo limite até à próxima segunda-feira, dia 6 de julho de 2026, para que a Volvo Portugal apresente uma solução concreta e satisfatória para o pagamento dos valores em causa. Findo este prazo, dou como esgotada qualquer tentativa de resolução amigável. Informo que a petição para o processo de ressarcimento nos Julgados de Paz já se encontra em preparação, onde será peticionado não apenas o valor dos danos, mas também a condenação nas custas processuais e juros de mora. Não haverá mais trocas de e-mails sobre esta matéria após o prazo estabelecido. A próxima comunicação que receberem será através das entidades judiciais competentes. Aguardo uma posição final, clara e definitiva até à data indicada.

Encerrada
F. A.
18/06/2026

Reclamação Formal e Pedido de Indemnização – Viatura AC-08-FX - >Tomada de Posição/Decisão

Exmos. Senhores, VOLVO Portugal Na qualidade de proprietário da viatura Volvo V60 T8, matrícula AC-08-FX, venho por este meio formalizar o pedido de indemnização pelos danos sofridos face à imobilização da viatura entre 16/03/2026 e 25/05/2026 (70 dias), período durante o qual apenas esperei, mas a marca não disponibilizou qualquer alternativa de mobilidade face à falta de peças em garantia para a minha viatura e sem saber prazo de entrega das mesmas e da reparação. 1. Privação de Uso: Reclamo a compensação de 20€/dia pelo período de 70 dias em que estive privado do uso do meu veículo por responsabilidade direta da falta de peças da marca, num total de 1.400,00€. 2. Danos Emergentes: Prejuízos salariais relativos a 9 dias de ausência profissional, num montante total de 995,50€. 3. Danos Morais: Solicito o valor de 500,00€ a título de compensação pelos danos morais decorrentes do tempo despendido, o elevado stress, dificuldades profissionais , angústia e transtorno causados pela ausência de resposta e de solução urgente de mobilidade durante este longo período. Solicito uma resposta por escrito no prazo de 7 dias úteis. Caso a pretensão não seja atendida, reservo-me então no direito de recorrer aos meios judiciais competentes como Julgados de Paz ou Tribunal Judicial e às entidades reguladoras. Atentamente, Fernando Castro Alves JK jkalminutto@gmail.com     M. +351 912 224 559

Em curso
R. M.
16/06/2026

Volvo xc40 recharge t4 – avaria prematura do módulo igm e ausência de qualquer apoio ds Volvo

Venho apresentar reclamação relativamente à Volvo Portugal, na sequência de uma avaria grave ocorrida no meu Volvo XC40 Recharge T4, matriculado em janeiro de 2020 e com apenas 68.250 km. O veículo sofreu uma falha do módulo IGM (Inverter Generator Module), componente essencial do sistema híbrido. A reparação ascendeu a 3.630 euros, valor já após a aplicação de um desconto comercial de 10% concedido pela concessionária. Sem esse desconto, o custo teria sido ainda mais elevado. Considero esta situação particularmente grave e difícil de aceitar num veículo com apenas cerca de quatro anos de utilização e uma quilometragem manifestamente reduzida. Um componente desta relevância não deveria apresentar uma avaria desta natureza tão cedo, sobretudo num automóvel de uma marca premium cuja reputação assenta na qualidade, durabilidade e fiabilidade dos seus produtos. Importa ainda referir que a garantia do veículo terminou há apenas cerca de 1 ano e 4 meses. Embora a garantia contratual já não esteja em vigor, é legítimo esperar que um componente eletrónico crítico do sistema híbrido apresente uma vida útil substancialmente superior à verificada neste caso. Acresce que existem diversos relatos de proprietários de veículos Volvo equipados com sistemas híbridos semelhantes a reportarem avarias do módulo IGM ou de componentes relacionados, situação facilmente verificável através de uma simples pesquisa em fóruns e comunidades de utilizadores. A existência de múltiplos casos semelhantes levanta dúvidas legítimas quanto à durabilidade deste componente e reforça a convicção de que não estamos perante um caso normal de desgaste decorrente da utilização do veículo. No âmbito desta ocorrência, a Carclasse Oeiras, concessionária responsável pelo diagnóstico e reparação do veículo, solicitou-me toda a documentação relativa às manutenções efetuadas, incluindo as respetivas faturas e comprovativos, documentação que forneci integralmente. Posteriormente, fui informado pela concessionária de que o pedido de comparticipação apresentado junto da Volvo tinha sido recusado, tendo sido indicado como fundamento o facto de algumas revisões não terem sido realizadas na rede oficial da marca. Contudo, todas as revisões e operações de manutenção foram efetuadas dentro dos intervalos recomendados pelo fabricante. Além disso, não me foi apresentada qualquer justificação técnica que demonstre uma relação entre o local onde essas revisões foram realizadas e a avaria do módulo IGM. Por esse motivo, considero difícil aceitar que uma falha prematura de um componente eletrónico essencial do sistema híbrido, ocorrida aos 68.250 km e com apenas quatro anos de utilização, seja afastada de qualquer apoio comercial apenas com base nesse argumento. Mais difícil ainda de compreender é o facto de a bateria de alta tensão beneficiar de uma garantia de 8 anos, precisamente por ser considerada um elemento essencial do sistema híbrido, enquanto um componente igualmente fundamental para o funcionamento desse sistema, como o módulo IGM, apresenta uma avaria grave muito antes do que seria razoavelmente expectável, sem que a marca reconheça qualquer responsabilidade ou conceda qualquer apoio. O que mais me surpreende nesta situação é que o único apoio obtido tenha partido da própria concessionária, através da aplicação de um desconto comercial de 10%, enquanto a marca não assumiu qualquer parcela dos custos de uma reparação desta dimensão, num veículo com apenas 68.250 km e cuja garantia terminou há relativamente pouco tempo. Esperava que a Volvo analisasse este caso tendo em consideração a natureza da avaria, a idade do veículo, a reduzida quilometragem, o histórico de manutenção apresentado e o facto de a garantia ter terminado há apenas 16 meses. Em vez disso, segundo a informação transmitida pela concessionária após análise do processo junto da Volvo, não foi aprovada qualquer comparticipação da marca nos custos da reparação. Enquanto cliente da Volvo, sinto-me profundamente desapontado com a forma como este caso foi tratado. Uma avaria desta dimensão, num veículo de janeiro de 2020 com apenas 68.250 km, não corresponde às legítimas expectativas de qualidade e durabilidade que qualquer consumidor deposita numa marca como a Volvo. Solicito, por isso, que a Volvo reavalie esta situação e assuma, total ou parcialmente, os custos da reparação, demonstrando responsabilidade perante uma falha claramente prematura de um componente essencial do sistema híbrido e reforçando a confiança dos seus clientes na marca. Uma avaria desta natureza, com apenas quatro anos de idade e 68.250 km, não pode ser considerada normal nem aceitável.

Resolvida
B. G.
21/07/2025

Volvo V60 2020 CC D4 - Excesso oleo

Exmos. Senhores, Venho, por meio desta, registar uma reclamação contra a Volvo e o concessionário responsável, relativamente ao incidente ocorrido com o meu veículo Volvo V60 Cross Country 2020, adquirido em novembro de 2024 através do programa Volvo Selekt, na expectativa de usufruir de um automóvel seminovo com padrões de qualidade, fiabilidade e suporte pós-venda superiores. No dia 12 de julho de 2025, a viatura apresentou um aviso no painel de bordo indicando “nível de óleo excessivo”, recomendando que o veículo fosse imediatamente levado a uma oficina autorizada. Agendei o atendimento com prontidão e, após análise na Carclasse II (Almada), foi confirmada a presença de excesso de óleo. O óleo antigo foi drenado e substituído, sendo-me cobrado cerca de 99 euros por um problema cuja origem, conforme informado pela própria marca, decorre do padrão de utilização urbana (pequenas distâncias) e não de qualquer erro do utilizador. Segundo a área de atendimento da Volvo, trata-se de um “comportamento normal” do motor Diesel Volvo, especialmente quando a viatura circula predominantemente em trajetos curtos — situação comum para qualquer condutor urbano. A própria marca declarou ao telefone que, por este motivo, os veículos a gasóleo deixaram de ser fabricados. Ora, se tal situação é reconhecida pela marca como consequência previsível do projeto do motor, entendo que não pode ser imputado ao cliente o custo recorrente de manutenção corretiva, nem o transtorno logístico de deslocar-se até uma oficina para um problema que não resulta de mau uso, mas sim de uma limitação técnica intrínseca à viatura. Acrescento que esta condição nunca foi mencionada no momento da compra, tampouco consta em documentação associada ao programa Volvo Selekt. Considerando que comprei este veículo com a legítima expectativa de usufruir de fiabilidade superior e isenção de dores de cabeça, é frustrante constatar que a assistência nega qualquer apoio ou reembolso, mesmo havendo reconhecimento técnico do problema. Reitero que, em situações como esta — em que a marca tem plena ciência da limitação técnica e esta afeta diretamente a experiência do utilizador —, o correto seria assumir o custo da correção de forma sistemática, especialmente em veículos sob garantia Selekt. Solicito, assim: Reembolso integral do valor cobrado pela intervenção (aproximadamente €99); Compromisso de isenção de custos futuros para o mesmo tipo de ocorrência e eventuais consequencias a viatura durante o período de garantia; Atualização da comunicação do programa Volvo Selekt para incluir essa informação técnica de forma clara e transparente. Aguardo um posicionamento formal por parte da Volvo Portugal, na esperança de que esta reclamação seja tratada com a devida atenção e seriedade, e que a marca reconheça a legitimidade do meu pedido, assumindo o compromisso com a transparencia, a confiança e a excelencia no serviço que caracterizam a reputaçao da Volvo. Obrigado

Encerrada
P. V.
08/10/2024

Avaria

Exmos. Senhores, (Recentemente usufrui dos serviços Volvo na oficina Irmãos Leite em Vila Real onde o meu S90 foi sujeito a uma revisão devido à necessidade de trocar travões. Aproveitei a ocasião para relatar a existência de uma fuga de óleo recente na viatura. Devido a essa fuga de óleo no motor foi-me proposta uma reparação, insuficiente para a resolução da totalidade do problema. Numa segunda tentativa foi finalmente resolvida a totalidade do problema. Desta reparação sobrou uma conta final de cerca de 1000€ mais a revisão de 623€. Foram substituídas peças, que não são de desgaste, e fiquei um pouco triste e descontente com a marca Volvo. Tubo Turbo, tampa válvulas, tubo de ar, tudo peças que deveriam durar mais do que duraram. Não é normal, parecem peças com defeito com sem qualidade devido ao uso, apenas 90.000Km. Já enviei reclamação anteriormente e a resposta foi que se tratavam de peças de desgaste isto porque tinham sido substituídas as pastilhas e os discos de travão. Solicitei nova verificação e avaliação e a resposta é a mesma. Solicitei relatório elaborado pelo técnico credenciado e foi negado. Dizem não existir. Perguntas, Se não existe relatório, em que baseiam a análise? Não tenho direito a uma segunda opinião? Se são peças de desgaste, tal como correia de distribuição, por exemplo, quando está prevista, em revisão preventiva, a sua substituição? Interessa acrescentar que só reclamei por indicação de um técnico VOLVO, que acha que não é normal acontecer uma avaria destas! Cumprimentos.

Encerrada

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