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Subscrição DAZN com fidelização não comunicada
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a DAZN Portugal relativamente à forma como está a comercializar a sua subscrição anual com pagamento mensal. No dia 27/09/2025, aderi a uma campanha que anunciava “1 mês grátis” e um valor mensal visível, características típicas de um plano sem fidelização. Contudo, só após concluir a adesão e aceder à minha área de cliente é que fui informado de que se tratava afinal de um plano com fidelização anual, com pagamento mensal até 27/09/2026. Esta informação não foi prestada de forma clara, destacada e prévia à contratação, conforme exige o Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância. Além disso, não foi devidamente explicado que o início imediato do serviço implicaria a perda do direito de livre resolução no prazo de 14 dias. No próprio dia, contactei a DAZN para exercer o meu direito de livre resolução dentro do prazo legal. No entanto, a empresa recusou o pedido, invocando uma cláusula genérica dos seus termos e condições que prevê a renúncia a esse direito. Considero esta posição inválida, uma vez que nenhuma cláusula contratual pode afastar um direito imperativo do consumidor, sobretudo quando a existência de fidelização não foi previamente comunicada de forma transparente. Entendo, portanto, que a DAZN está a fazer uso abusivo da exceção prevista na lei, uma vez que não informou de forma clara e inequívoca o consumidor sobre a natureza vinculativa do contrato nem sobre as consequências da ativação imediata do serviço. Assim, o direito de livre resolução mantém-se válido. Acrescento ainda que existem diversas reclamações idênticas de outros consumidores, o que demonstra que se trata de uma prática reiterada e potencialmente enganosa. Solicito, por isso, que seja reconhecido o meu direito de livre resolução exercido dentro do prazo legal, que a subscrição seja cancelada sem quaisquer custos e que a DAZN passe a comunicar de forma clara e visível sempre que uma oferta implique um período mínimo de 12 meses. Com os melhores cumprimentos,
Artigo danificado 2 vezes
Boa tarde, Fiz uma encomenda da SKLUM, um espelho led para WC, no dia 20/10/2025. No dia 27/10/2025 a SKLUM enviou a encomenda. No dia 28/10/2025 recebo uma mensagem da DPD a dizer que a encomenda ia ser entregue no intervalo de horário proposto por eles. Tive o dia inteiro em casa, sem sair uma única vez, ao que ao final do dia, vejo a aplicação da myDPD (nem recebi email nem qualquer tipo de mensagem) onde dizia "Não conseguimos entregar a sua encomenda devido à sua ausência). Ligo para a DPD que me informa que deve ter havido um erro e que entregavam a encomenda no dia seguinte. No dia seguinte, a 29/10/2025, recebo a encomenda e antes de a receber, o colaborador do transporte, num tom irónico e a rir-se diz "caminho foi atribulado, deve ter partido isso. Entre em contacto com a SKLUM que eles resolvem, nós não fazemos nada." Fiquei estupefacto com a responsabilidade do mesmo e a ironia no tom de voz. Fiz uma incidência junto da SKLUM, pelo que me enviaram um novo espelho a 04/11/2025. Hoje, dia 07/11/2025, recebo nova mensagem da DPD a dizer que a encomenda ia ser entregue na janela de horário entre as 9h25 e 10h25. Passa esse tempo e ligo á DPD por volta das 11h, ao que me dizem "Não se preocupe, a encomenda está a caminho e vai ser entregue hoje sem falta". Ás 12h15 abro a aplicação myDPD e tal foi a minha surpresa com a seguinte notificação na aplicação "515 ANOMALIA OPERACIONAL ENVIO DANIFICADO". Ligo de volta á DPD ao qual me respondem que tinham partido novamente o espelho no transporte. Tenho várias entregas de espelhos feitos com várias empresas transportadoras e a DPD é a única que me tem danificado os mesmos, repito, ÚNICA! O embalamento dos mesmos é feito de forma adequada, com sinalização de material frágil. Imagino o cuidado que os transportadores têm com estes produtos. Para ajudar, esta empresa DPD, NUNCA se responsabiliza por qualquer dano, NUNCA! Estou pendente desta entrega desde dia 28/10/2025 com urgência e não há forma de me entregarem o espelho em condições dignas.
Obstrução ao cancelamento de serviço
Exmos Senhores No dia 30/10 cancelei o meu serviço na Rua de S.Martinho 67 2.Dto, 3810-185 Aveiro, através da Internet. V Exas invocam que tem de existir uma confirmação de cancelamento através de telefonema Vosso para mim. E que necessitam de 10 dias para cancelar o serviço. Com esta manobra dilatoria pretendem cobrar o mês de novembro de 2025. É evidente, e tenho conhecimentos técnicos, que os 10 dias são claramente desnecessários. Trata se portanto de uma prática ilegal e desonesta destinada a cobrar um mês adicional. Em resumo, tendo a instrução de cancelamento feita em outubro não me sinto obrigado a pagar novembro. Com os meus melhores cumprimentos.
Serviço não prestado
Exmos Senhores, Na qualidade de cliente com o número C824087124, venho por este meio reclamar a falta de serviço prestado na travessa 3, 12, Buarcos 3080-331 Figueira da Foz, na qual desde 17de Outubro tento reportar avaria na Box e posteriormente no falta de fornecimento de internet. Não há qualquer atendimento telefónico onde eu possa agendar um apoio técnico porque não resido no local. Acabo de ligar novamente e a chamada é terminada apoio AI prestado pela empresa. Sou obrigada a estar no local para prosseguirem com o atendimento, que eu solicitei que fosse feito por um assistente não virtual Como este número telefone está associado a mais do que um serviço tudo é dificultado. A senhora que habita o local onde o equipamento está instalado solicitou apoio técnico. Agendaram com ela para o passado dia 2/11/2025 pelas 11:35. Pelas 11:15 eu fui avisada por outra pessoa que tinha havido uma visita técnica que abandonou o local sem ter procurado o local correto onde estaria o equipamento avariado. A senhora tentou novo agendamento. Nada soube. Eu tive de me deslocar propositadamente À NOS Saldanha para tentar solucionar o problema. Fui informada que uma visita técnica será realizada no próximo dia 8/11/2025 entre 1:00 horas e as 6:00 da tarde, uma janela de 5 horas sem garantia de qualquer aviso prévio da chegada do tecnico, obrigando a uma disponibilidade para permanecer no local sem garantias de ser bem secedida, como aconteceu no passado dia 2/Nov 2025. Solicito a reparação da avaria do equipamento, ou a rescisão do contrato com a vossa empresa sem obrigatoriedade de cumprir o período de fidelização pelo facto de a NOS não estar a cumprir com a prestação do Serviço que me é mensalmente cobrado.
Ex: contrato contractual vodafone
Exmos. Senhores, Em (31/10/2025) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º (13717737). Sucede que até hoje, passados que são (6) dias, o serviço ainda se encontra ativo, apesar do prazo (PRAZO) previamente estabelecido para procederem à denúncia contratual. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos.
Atuação lesiva da NOS
No passado dia 03.11.2025, tendo detetado dificuldades no meu telemóvel no estabelecimento de chamadas e de receção destas, bem como na ligação bluetooth à minha viatura, dirigi-me à NOS, situada na Rua da Boavista, no Porto. Retirei a senha D - Apoio Técnico. No atendimento, o técnico, não tendo conseguido detetar qualquer anomalia no telemóvel e porque a loja estava prestes a encerrar, sugeriu-me que procedesse, em casa, à atualização do software que ainda não teria sido feita. Assim fiz, ainda nesse dia, tendo o telefone mantido todas as dificuldades e irregularidades acima mencionadas. Por assim ser, no dia seguinte, dia 04.11. voltei a dirigir-me à mesma loja da NOS, à hora de almoço, tendo voltado a retirar a senha D - Apoio Técnico. Fui atendida por uma técnica a qual, não tendo detetado nenhuma anomalia evidente no meu telemóvel me explicou que, poderia enviar o telemóvel à marca - Samsung - mas que esta não fazia "reparações parciais" e atendendo a que o vidro do telefone tinha um ligeiríssimo arranhão (apenas visível a conrtaluz...) a reparação nunca compensaria já que havia telemóveis em promoção da black friday que teriam seguramente um custo abaixo da reparação. Contrariada, acedi e adquiri um novo telemóvel da marca Samsung - A17 5G por 187,98 euros. Durante 2 horas e meia e por um custo de 8 euros, uma técnica da NOS da referida loja esteve a passar a informação do telemóvel anterior para o novo. Após esse período de tempo e de regresso ao carro, mal emparelho o bluetooth verifico, relativamente ao novo telefone, exatamente as mesmas irregularidades no estabelecimento da ligação, bem como no estabelecimento e receção de chamadas. Regressei à loja e solicitei novamente apoio técnico, muito surpreendida com a situação. Fui atendida pela técnica que me tinha passado a informação do telemóvel antigo para o novo e esta, ao fim de alguns minutos, conseguiu perceber que o telemóvel anterior se encontrava com uma restrição de acessibilidade que estava a causar os problemas detetados. Ora, independentemente do acionamento involuntário - provavelmente da minha parte ou ocasionado por alguma atualização mal sucedida - o que acontece é que dois técnicos do apoio técnico da NOS incapazes de detetar esta condição do telemóvel antigo - me conduziram à aquisição de um novo aparelho telefónico, quando afinal não precisava. Tendo solicitado de imediato a devolução do telefone que tinha acabado de adquirir há 20m, foi-me transmitida essa impossibilidade por "a embalagem ter sido aberta e o mesmo ter sido utilizado". Referi então a alternativa de ser ressarcida no valor da aquisição em amortização do valor do telefone nos meus consumos mensais. De novo me foi transmitida essa impossibilidade. Redigi reclamação no livro de reclamações. Mais tarde, ainda nesse dia, às 18.11h recebi uma chamada do "Provedor do Cliente NOS" que me transmitiu: - a confirmação da impossibilidade tanto da devolução como do ressarcimento do valor despendido na aquisição do telefone; - que os técnicos que dão Apoio Técnico da NOS - que dispõe desse serviço naquela loja em concerto - estão a "fazer um favor" às pessoas que o solicitam, dado a NOS não ter qualquer obrigação nesse sentido; - Que tais técnicos não têm qualquer responsabilidade na prestação de informações técnicas fornecidas e indicações para aquisição d e um novo telemóvel (!!!!); -Que "a senhora não foi obrigada a comprar um novo telemóvel. Fê-lo voluntariamente" (!!!!!). Nota - Estando na posse do novo telemóvel, o mesmo encontra-se guardado na caixa e sem qualquer utilização, dado não necessitar do mesmo. Pedido: Pretendo ser ressarcida no valor da aquisição do telefone - 187,98 euros - mais 8 euros relativos à necessidade de transferência de informação de um telefone para outro, efetuada pela técmica da NOS na loja. Valor: 185,98 euros
Falha nos serviços de tv
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º 314126476, comunico que no período de 31/10/2025 de manhã até ao fim do dia 05/11/2025, estive com os serviços de televisão em minha casa condicionados, tendo apenas televisão na tv à qual estava a box ligada. Todas as outras televisões estavam sem serviço, no router, a luz CATV, piscava a vermelho, em sinal de serviço em baixo. Liguei duas vezes, a resposta foi sempre a mesma, estamos a resolver. Recebi três mensagens com a mesma indicação. O que é certo é que tendo em conta que o sinal chegava à box, e o problema estava entre a box e o router, é obvio que se tratava de uma avaria técnica qualquer, e não de um poste ou um problema num cabo como me foi dito ao telefone da segunda vez que liguei. Assim sendo, solicito que na próxima fatura seja feito um desconto pelos dias em que estive privado do serviço, ou que seja proposta alguma outra forma de compensação pela falha que houve, sob pena de partir para a rescisão do contrato de forma unilateral, por incumprimento da Vodafone, uma vez que não me disponibilizou por um período de 6 dias o serviço contratado. Cumprimentos.
Demora na mudança de morada da instalação
Exmos. Senhores, Venho tentando solicitar a alteração da morada de instalação desde o dia 30/10 sem sucesso. Realizei mais de 10 ligações e 2 idas a loja Vodafone. A experiência tem sido a pior possível, eu trabalho remotamente e dependo do serviço de internet para realizar minhas atividades. Em meu ultimo contato, 06/11, em torno das 16h solicitei ao atendente o cancelamento dos pedidos de alteração feitos via telefone desde o dia 30/10. Para que eu possa solicitar em loja a alteração e assim acompanhar o processo de uma melhor forma. O atendente informou que o prazo é de 72 horas, peço que entrem o contato de forma imediata visto que estou já a 7 dias tentando resolver esta situação. Como cliente da Vodafone a quase 3 anos em Portugal gostaria de externar minha total decepção e insatisfação com este processo de atendimento para mudança de morada de instalação. Aguardo contato breve por parte dos senhores. Cumprimentos.
Cobrança indevida e informação contraditória sobre suspensão de serviço
Sou cliente da NOS (N.º de Cliente: C86694941294) e venho expor uma situação de má informação e cobrança indevida de multa após um pedido de prolongamento de suspensão de serviço. Em outubro de 2025, pedi o prolongamento da suspensão do meu serviço, inicialmente solicitado por ter vendido a minha casa. No dia 6/10, uma assistente da NOS informou-me por telefone que o prolongamento era possível e enviou-me por e-mail um formulário para preencher. O próprio formulário menciona que a suspensão pode durar até 180 dias. Nos dias seguintes: • 14/10: recebi e-mail a pedir nova assinatura do documento; • 15/10: recebi e-mail a solicitar o envio do meu Cartão de Cidadão; • 16/10: recebo um e-mail com uma marcação técnica indevida para a casa já vendida; • 17/10: outro colaborador confirmou que o caso estava a ser tratado; • 23/10: sou informada de que afinal o prolongamento “não é possível” e que terei de pagar uma multa, com a justificação de que a colega “se enganou”. Esta situação é absurda: a empresa confirmou por telefone e por e-mail a possibilidade de prolongar a suspensão, enviou documentação oficial, e depois recua, penalizando-me por um erro interno. A NOS está a violar o dever de informação correta e transparente previsto no artigo 9.º da Lei de Defesa do Consumidor, e a impor uma penalização abusiva contrária ao artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 24/2014. Peço a intervenção da DECO PROTESTE para: 1. Garantir a anulação imediata da multa aplicada indevidamente; 2. Assegurar que a NOS reconheça e corrija o erro de informação prestado; 3. Evitar que outros consumidores passem pela mesma desorganização e tratamento contraditório. Tenho todos os e-mails e o formulário oficial enviados pela NOS como prova do ocorrido.
Incumprimento do dever de informação prévia sobre o termo de fidelização e alteração de preço
Exmo(a). Senhor(a), Venho, por este meio, apresentar uma queixa contra a Vodafone Portugal, Comunicações Pessoais, S.A., relativamente ao contrato de telecomunicações móvel associado ao n.º de cliente 314389179 e ao serviço “Red Infinity 5 Mbps”, celebrado em 07/08/2023, com período de fidelização de 24 meses. De acordo com o contrato, beneficiei de descontos mensais aplicáveis durante o período de fidelização, reduzindo a mensalidade para cerca de 24,50 € (IVA incluído). Contudo, no mês subsequente ao termo da fidelização, recebi uma fatura com um valor superior, correspondente à retirada dos descontos associados, sem qualquer aviso prévio da Vodafone sobre o fim da fidelização ou sobre a nova mensalidade a vigorar. Apenas após contactar telefonicamente o serviço de apoio ao cliente, e já depois de receber a fatura com o valor aumentado, fui informado de que o contrato havia terminado o período de fidelização e que, por esse motivo, os descontos deixariam de ser aplicados.
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