Reclamações públicas

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H. A.
19/09/2026

Compensação nos termos EU261 (Ref:G1Q57M / VY4MWH)

Boa tarde, Na sequência da decisão relativa ao pedido de compensação EU261 n.º 81275596, venho solicitar a reapreciação do processo referente ao voo FR3078, realizado no dia 8 de setembro de 2026, entre Barcelona e Lisboa. De acordo com o horário inicialmente previsto, o voo deveria ter partido de Barcelona às 19h00 e chegado a Lisboa às 20h10. No entanto, a partida ocorreu apenas às 22h30 e a chegada a Lisboa ocorreu às 00h00 do dia 9 de setembro, correspondendo a um atraso de 3h50 à chegada ao destino final. A decisão comunicada pela Ryanair refere que o atraso resultou de uma falha no equipamento de controlo de tráfego aéreo da NATS, ocorrida durante um trecho anterior, sendo esta situação considerada uma circunstância extraordinária. Compreendo que determinadas ocorrências relacionadas com a gestão do tráfego aéreo possam, em determinadas circunstâncias, ser consideradas circunstâncias extraordinárias. No entanto, solicito que seja demonstrado de forma concreta: de que forma a ocorrência identificada pela NATS afetou especificamente o voo FR3078; qual a relação causal direta entre essa ocorrência e o atraso de 3h50 registado na chegada a Lisboa; quais as medidas razoáveis adotadas pela Ryanair para evitar ou minimizar o atraso deste voo; e quais os elementos ou registos que fundamentam a classificação desta situação como circunstância extraordinária relativamente ao voo FR3078. Nos termos do Regulamento (CE) n.º 261/2004, a existência de uma circunstância extraordinária não deverá, por si só, determinar automaticamente a exclusão do direito à compensação, sendo necessário demonstrar a sua efetiva relação com o atraso concreto e que este não poderia ter sido evitado mesmo com a adoção de todas as medidas razoáveis. Considerando que o voo chegou ao destino final com um atraso de 3h50, solicito, assim, a reapreciação do pedido de compensação e o pagamento da indemnização prevista no âmbito do EU261, caso a Ryanair não consiga demonstrar os elementos acima indicados. Caso mantenham a decisão de não elegibilidade, agradeço que me sejam facultados os elementos concretos que sustentam a decisão, nomeadamente a documentação ou registos que demonstrem a relação entre a ocorrência da NATS e o atraso específico do voo FR3078. Aguardo a vossa reapreciação e respetivo esclarecimento. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
L. R.
19/09/2026

Ryanair não permite embarque após erro no check-in online e informa que já não existem lugares

No dia 07/08/2026, tínhamos duas reservas distintas com a Ryanair: FR 993 – Roma Fiumicino → Valência, 19h40–21h50 – €125,98 FR 2645 – Valência → Porto, 23h15–23h50 – €145,98 Dentro do período permitido para check-in online, tentámos efetuar o check-in para ambos os voos através da aplicação da Ryanair. O check-in do voo FR 2645 foi realizado com sucesso. No entanto, ao tentarmos fazer o check-in do voo FR 993, a aplicação apresentou um erro e não permitiu concluir o procedimento. Temos screenshots que comprovam esta situação. Por esse motivo, dirigimo-nos ao balcão da Ryanair no aeroporto de Roma Fiumicino para resolver a situação. Fomos atendidos e processados antes das 19h00, ou seja, mais de 40 minutos antes da hora prevista de partida do FR 993 (19h40). Foi-nos cobrado um total de €110 (€55 por pessoa) pelo check-in no aeroporto, existindo recibo com a hora exata do pagamento. De seguida, fomos encaminhados para outro balcão para levantar os cartões de embarque. Nesse balcão fomos informados de que já não havia lugares disponíveis no avião e que não nos podiam emitir os cartões de embarque. Regressámos ao balcão inicial, onde o funcionário confirmou que efetivamente já não havia lugares disponíveis. Os €110 pagos pelo check-in no aeroporto foram posteriormente devolvidos. Como consequência, não conseguimos embarcar no FR 993, apesar de termos uma reserva paga e confirmada e de termos tentado efetuar o check-in online dentro do prazo, tendo sido impedidos por um erro da própria aplicação. Como consequência direta da impossibilidade de viajar de Roma para Valência, perdemos também o voo FR 2645 Valência–Porto, para o qual já tínhamos efetuado o check-in com sucesso. Fomos assim obrigados a comprar, de urgência, um novo voo: Wizz Air W4 6047 – Roma → Porto 08/08/2026, 06h45–08h40 €469,98 Além disso, tivemos de permanecer várias horas adicionais no aeroporto, suportando despesas de alimentação e outras despesas decorrentes desta situação. Os prejuízos e custos diretamente relacionados com o sucedido incluem, nomeadamente: - Voo Ryanair FR 993: €125,98 - Voo Ryanair FR 2645: €145,98 - Novo voo Wizz Air: €469,98 - Despesas adicionais de alimentação e outras despesas razoáveis decorrentes da situação. Já apresentámos uma reclamação diretamente à Ryanair, através da nossa conta, tendo sido atribuído o processo n.º 79504417. Solicitamos o apoio da DECO PROteste na análise desta situação, nomeadamente quanto aos nossos direitos enquanto passageiros ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 261/2004, à eventual existência de uma situação de recusa de embarque e ao direito a compensação e/ou reembolso dos prejuízos e despesas adicionais causados pela situação. Temos documentação comprovativa de toda a situação, nomeadamente screenshots do erro da aplicação, recibo dos €110 com a hora do atendimento, reservas dos voos Ryanair, comprovativo do check-in do FR 2645, comprovativo do reembolso dos €110, reserva e recibo do voo Wizz Air e recibos das despesas adicionais. Agradecemos o vosso apoio na avaliação do caso e na defesa dos nossos direitos junto da Ryanair. Atenciosamente, Liliana

Em curso

Documento não recebido

Apos falar ao telefone com o operador o mesmo me informou que se submeter online e pagar iria ter de imediato a guia para poder trabalhar paguei a guia nem vela não entendi porque enganam as pessoas Pedido Estado Guia Ofício Certidão 45382844 Transportes Certificado de Motorista de TVDE - Emissão e Renovação Em Processamento

Em curso
D. G.
16/09/2026

informação errada

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente a uma situação que aconteceu hoje, dia 6 de setembro, num comboio da CP com origem em Guimarães e destino a Porto São Bento. Entrei no comboio em Guimarães às 19h51 e, durante a viagem, quando o ecrã do comboio indicou que a paragem era Ermesinde, preparei-me para sair. Assim que saí do comboio, apercebi-me, juntamente com mais duas senhoras que estavam na mesma situação, de que afinal não estávamos em Ermesinde, mas sim em Rio Tinto. Chegámos a Rio Tinto por volta das 21h. As três saímos do comboio convencidas de que aquela era a estação de Ermesinde, uma vez que era essa a informação que estava a ser apresentada no ecrã do próprio comboio. Só depois de sairmos é que percebemos o erro. Considero esta situação inadmissível. Se a informação apresentada aos passageiros dentro do comboio indica uma determinada estação, é perfeitamente normal que os passageiros confiem nessa informação e saiam nessa paragem. Neste caso, três pessoas saíram do comboio no local errado por causa de uma informação incorreta disponibilizada pela própria CP. Gostaria, por isso, de perceber o que aconteceu e de saber como é possível o sistema de informação do comboio ter indicado Ermesinde quando a paragem era, na realidade, Rio Tinto. Espero que esta situação seja devidamente averiguada, uma vez que um erro destes pode causar transtornos bastante significativos aos passageiros, sobretudo a quem não conhece a linha ou a zona. Agradeço uma explicação relativamente ao sucedido e espero que sejam tomadas medidas para que situações semelhantes não voltem a acontecer.

Em curso
R. R.
16/09/2026

Autocarro 800 gondomar sempre a falhar

O autocarro da STCP 800 sentido gondomar, que passa no campo 24 de agosto pelas 8:03h e 8:13h, voltaram a falhar pela terceira vez seguida nesta semana (14/9, 15/9 e agora 16/09), tive que chamar viagens de uber, que financeiramente não compensa visto que pago 40 euros de passe para usufruir destes autocarros. A empresa tem de ser responsabilizada.

Em curso
L. T.
15/09/2026

Dificuldade na obtenção de fatura com NIFs para subsídio de mobilidade

Efetuei uma reserva para duas pessoas residentes na Madeira e, para solicitar o subsídio de mobilidade, preciso da fatura com o NIF de ambas. No momento da reserva não existe opção para inserir os NIFs, mas nas FAQs é referido que é possível adicioná-los posteriormente ao transferir a fatura. No entanto, esta informação não corresponde à realidade: não existe a opção de adicionar NIF. Após diversos pedidos de apoio ao cliente, continuo sem conseguir a fatura correta. O apoio simplesmente não resolve a situação: tanto o email como o telefone direcionam-me sempre para as FAQs. No chat informam-me que não é possível emitir a fatura, o que não faz sentido. Os meus pedidos de apoio são encerrados sem qualquer resposta efetiva ou solução.

Em curso
R. R.
15/09/2026

800 Gondomar NÃO CUMPRE HORÁRIO

O autocarro 800 sentido gondomar que supostamente passa no campo 24 de agosto pelas 8:03h e 8:13h falham constantemente. Durante esta semana ainda não houve nenhum em cumprimento de horário (14/09 e 15/09) levando a uma espera de mais de meia hora na paragem e ter de pagar ubers para o trabalho, que é altamente despendioso e não pode ser rotina! Quanto a estes incumprimentos nada é feito, já faço reclamações há mais de 1 ano e nada muda, alegam sempre que ou é transito ou que por motivos operacionais não são realizadas as viagens, o que é impossivel visto que falham quase todos os dias 2 autocarros seguidos. Deviam ser responsabilizados.

Em curso
B. A.
11/09/2026

Contestação à decisão de recusa – Pedido de Despesas EU261 nº 79535625 (Voo FR4024, 10/07/2026, Lisb

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da Deco Proteste relativamente a uma recusa de reembolso de despesas por parte da Ryanair, que considero indevida à luz do Regulamento (CE) n.º 261/2004. Factos: No dia 10 de julho de 2026, o voo FR4024 (Lisboa–Cracóvia, reserva R315QW) foi cancelado pela Ryanair, tendo sido reagendado para uma hora muito cedo da manhã seguinte. Em consequência direta deste cancelamento, incorri nas seguintes despesas: Alojamento – Tinha reservado um quarto de hotel para pernoitar antes de seguir viagem para o meu destino final no dia seguinte. Com o cancelamento do voo noturno, deixou de fazer sentido usar esse alojamento, pelo que segui diretamente de comboio para o destino final. A reserva não era reembolsável, pelo que o valor pago foi integralmente perdido em consequência direta da alteração dos meus planos, imposta pelo cancelamento. Transporte – Uber – Devido ao novo horário do voo de substituição (muito cedo da manhã), não havia alternativas de transporte público disponíveis para chegar a tempo ao aeroporto, pelo que recorri a um Uber a partir de casa. Não solicitei qualquer hotel ou refeição disponibilizados pela Ryanair — a companhia não prestou qualquer assistência ao abrigo do artigo 9.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004, pelo que suportei pessoalmente estas despesas. Pedido: A Ryanair recusou o pedido de reembolso (nº 79535625) com o motivo "despesas pré-pagas", alegando que as despesas não são consequência direta da perturbação. Discordo desta interpretação, uma vez que ambas as despesas resultaram diretamente do cancelamento e da subsequente alteração de horário do voo. Solicito o apoio da Deco Proteste para contestar esta decisão junto da Ryanair e obter o reembolso do valor total. Junto os comprovativos das despesas e a comunicação de recusa da Ryanair. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
V. B.
11/09/2026

Falha repetida no último serviço da carreira 1215 para São Marcos

RECLAMAÇÃO URGENTE — 2 noites consecutivas sem o último autocarro 1215 para São Marcos ercurso, da mesma carreira e do mesmo horário, em duas noites consecutivas. Os passageiros pagam o passe e têm o direito de contar com o serviço anunciado nos horários. Quando se trata do último autocarro da noite, a situação é ainda mais grave, porque quem fica à espera não tem outra alternativa de transporte. O que considero completamente inadmissível é que, quando o serviço não é realizado, não exista qualquer aviso ou informação aos passageiros. As pessoas ficam simplesmente na estação, à espera de um autocarro que nunca aparece. Esta situação já não parece um simples caso isolado. É uma falha que se repetiu duas noites consecutivas. Além disso, nos últimos tempos, a qualidade do serviço tem sido uma verdadeira vergonha. Existem também situações que levantam sérias preocupações relativamente à ética e à responsabilidade de alguns motoristas. É frequente observar motoristas a falar ao telemóvel durante a condução, colocando em causa a segurança dos passageiros. Nós pagamos o passe. Não estamos a pedir um favor. Estamos a exigir o cumprimento de um serviço que está previsto no horário. Se existe algum problema que impede a realização do percurso, os passageiros devem ser informados. Não pode ficar ao critério de cada motorista fazer ou não fazer o serviço. Solicito, por isso, uma resposta urgente e concreta: Por que motivo o último 1215 para São Marcos não circulou na noite de 9 para 10 de setembro? Por que motivo voltou a não circular na noite de 10 para 11 de setembro, cerca das 00h55? Por que razão os passageiros não foram informados? Que medidas vão tomar para garantir que esta situação não se repete? Espero uma explicação concreta e não uma resposta automática ou genérica. Caso esta situação não seja devidamente esclarecida, apresentarei reclamações junto das entidades competentes, não apenas por mim, mas também em defesa dos restantes passageiros que foram prejudicados. Isto é inadmissível e não pode continuar assim. Com os melhores cumprimentos, Vira Bila

Em curso
P. F.
09/09/2026

Mau processo de onboarding

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao comportamento do pessoal de embarque da Ryanair, especificamente quanto ao modo como são tratados os passageiros que aguardam na fila não-prioritária. Durante o processo de onboarding, constatei que os passageiros da fila não-prioritária são tratados de forma indelicada e propositadamente humilhante. Em concreto: O pessoal dirige-se aos passageiros em tom de voz alto e intimidatório, mesmo quando se trata de transmitir instruções simples que poderiam ser explicadas com civilidade e respeito; Em vez de se dirigirem individualmente a cada passageiro ou de forma organizada, os funcionários optam por gritar instruções para toda a fila em simultâneo, como se dirigissem um grupo a repreender, e não clientes que pagaram por um serviço; Este tratamento contrasta de forma gritante com a forma como são tratados os passageiros das filas prioritárias, evidenciando uma diferenciação deliberada consoante a categoria tarifária adquirida. Considero que este comportamento não pode ser justificado por necessidades operacionais, uma vez que a mesma informação pode perfeitamente ser transmitida com educação e respeito, independentemente da categoria de bilhete do passageiro. A forma como a situação é conduzida sugere antes uma estratégia deliberada: usar a humilhação e a falta de dignidade no tratamento dos passageiros da fila não-prioritária como incentivo indireto à compra de categorias de bilhete mais caras (embarque prioritário, entre outras). Ou seja, o desconforto e o desrespeito infligidos aos clientes são, na prática, transformados em ferramenta de marketing para promover produtos mais caros da empresa. Esta prática é inaceitável. O tratamento digno e respeitoso de qualquer passageiro não pode depender do valor pago pelo bilhete. Todos os clientes, independentemente da tarifa escolhida, têm direito a ser tratados com o mínimo de urbanidade e respeito, valores que qualquer empresa prestadora de serviços ao público deve garantir a todos os seus clientes sem exceção. Face ao exposto, venho solicitar formalmente que a Ryanair: 1. Reconheça e refute publicamente esta prática, esclarecendo que a diferenciação entre categorias de bilhete não pode, em caso algum, traduzir-se em diferenças no tratamento básico de respeito e dignidade devido a qualquer passageiro; 2. Reveja e altere os procedimentos e a formação dada ao pessoal de embarque, de modo a assegurar que a comunicação com os passageiros — independentemente da fila em que se encontrem — seja sempre feita de forma individualizada, calma e educada, cumprindo padrões mínimos aceitáveis de atendimento ao cliente; 3. Implemente mecanismos efetivos de monitorização do atendimento prestado nas filas de embarque, incluindo avaliação periódica por parte de supervisão independente e canais acessíveis para reporte de incidentes por parte dos passageiros; 4. Pondere e atribua uma compensação adequada aos passageiros afetados por este tipo de tratamento, como reconhecimento do desrespeito sofrido e como incentivo à correção efetiva da prática. Aguardo uma resposta fundamentada e com indicação concreta das medidas que serão tomadas, no prazo legalmente aplicável. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos. PEDRO AREIAS FERNANDES Número de reserva K2CK3G Data e local do voo: Porto para Bristol, 18 ago. 2026 06:05 > 08:10 FR1332 peterareias@gmail.com +351 926420791

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