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Serviço
Exmos Senhores, No passado dia 30 de julho, desloquei-me ao balcão do Novo Banco e falei com a Sra. Anabela Reitor com o propósito de fazer o pedido de amortização total referente ao remanescente no valor (+/- de 3000€) aquando da dação da minha casa no ano de 2015/2016. Valor esse que ficou diluído nos restantes anos do contrato, na impossibilidade de o abater na totalidade na altura. A Sra. Anabela, referiu que era necessário fazer o levantamento do valor em dívida à data, e fazer a transferência do montante calculado com a maior celeridade, de forma a que o valor não sofresse alterações, sendo necessário acrescentar o valor da prestação que iria vencer, bem como o valor de comissão de conta, de forma a não ficar em incumprimento durante os 10 dias seguintes, estes necessários para tratar do processo de amortização. Feito o cálculo, o valor à data de 30 de julho, o valor seria de 2550€. No dia 31 de julho, procedi à transferência no valor referido, com o envio dos comprovativos (em anexo) por email à Sra. Anabela . Após algumas tentativas de contato telefónico sem sucesso e resposta (registos disponíveis), enviei novo email a dia 06 de agosto onde faço o pedido de confirmação da receção do meu email. Nessa data, e em resposta ao email enviado, recebi um email da Sra. Anabela, que solicita que assine o pedido de amortização e o devolva pela mesma via, documento este que remete no email e necessário para dar seguimento ao processo. Na mesma data, devolvi o email com o documento devidamente assinado, e mais uma vez solicito a confirmação da receção do email com o documento solicitado, onde não foi obtida qualquer resposta. Nos dias 07, 08,14,19 de agosto foram sempre feitas tentativas de contato via email e telefónico (comprovativos disponíveis), mais uma vez sem sucesso. Na impossibilidade de conseguir estabelecer contato pelas duas vias, desloquei-me ao balcão na minha hora de almoço e deparei-me com a Sra. Anabela, onde pedi apenas uns segundos de forma a poder indicar, em que situação estava o meu processo e se tinha recebido o meu email com o documento que tinha solicitado, uma vez que não tinha tido qualquer contato por parte desta. A Sra. Anabela refere " você está em falta comigo, mas não tenho tempo para falar consigo agora", uma vez que ia para uma reunião. Perguntei -lhe com quem poderia falar, para ficar descansada de que o processo estava a ser tratado, e a Sra. responde "pode falar com qualquer um dos meus colegas, no entanto, sou eu que estou com o seu processo e nenhum deles sabe o que se passa". Considerando a dificuldade de estabelecer contato e resolver a minha situação, desloquei-me no dia seguinte ao balcão da Avenida da República, próximo do meu local de trabalho e expôs a situação a uma Senhora (atendimento), cujo não fiquei com o nome. A Sra. Sofia ou Sara ouviu-me com cuidado e pediu para verificar os documentos enviados anteriormente, e referiu que poderia tentar resolver a situação, no entanto teríamos um problema, pois o valor à data 09/10 era insuficiente para o montante de amortização, sendo que teriam já sido debitadas prestações e comissões, na conta, uma vez que não tinha sido dado seguimento ao processo inicial de amortização. No mesmo dia, pelas 17 horas, tive um contato por parte da Sra. a referir que tinha tirado um "tempinho" para verificar a minha situação / e-mails e que tinha reparado a receção de alguns emails que não tinha tido oportunidade de ler e outros que teriam ido parar à caixa Spam. Mas que haveria um problema, com o documento recebido, uma vez que este estava assinado digitalmente, e para o Novo Banco o documento não é válido, pois ainda não tem sistema para confirmar a validade das assinaturas, ainda que seja um documento com a mesma validade legal que o documento em papel, sendo este um problema do Novo Banco ainda não ultrapassado, e que haveria um segundo problema, haveria a necessidade de fazer um depósito no valor de (+/- 200€) uma vez que tinha caído prestações e comissões e o valor disponível não era suficiente para amortizar o valor total, conforme pedido feito por mim a 30/07. Referi à Sra. Anabela que o documento assinado tem validade, tal como um documento assinado manualmente, segundo a legislação em vigor e que não iria assinar outro documento, uma vez que esse novo documento teria uma nova data, e que traria algumas consequências. Ainda que em última alternativa teria arranjado prontamente forma, caso a Senhora Anabela tivesse comunicado essa " lacuna" do banco, na receção do documento enviado por mim a 31 de julho, e não a 09 de outubro passado, mais de um mês. e pelo que me tinha sido informado, como consequência o valor disponível não seria o mesmo, e o transferido. A Senhora Anabela referiu uma vez que não teria intenção de assinar novo documento e fazer um novo depósito, que iria eliminar os documentos que tinha na sua posse, e que caso considerasse, deveria deslocar-se a outro balcão para iniciar um novo processo para o objetivo inicial. Fiquei extremamente insatisfeita com o atendimento durante todo o processo, que não correspondeu ao que seria expectável.Toda esta situação causou-me prejuízos e consequências conforme documentos comprovativos que anexo e valores que estão a ser exigidos para poder concluir o processo de amortização. Sendo que procedi de todas as formas aos pedidos feitos pela Senhora em tempo útil, para evitar a situação com que me deparo actualmente. Após reclamação ao banco para o email de reclamações, tive um contacto na tentativa de resolver a situação, mas teria que assinar novo documento e fazer o depósito conforme comunicado anterior. Neste contato em nenhum momento houve uma justificação para o incumprimento do processo e procedimentos tidos. Assim, venho por este meio solicitar que V.Exª tome todas as medidas necessárias para ser possível concluir o processo inicial de amortização total sem prejuízo, considerando os valores iniciais e documentos enviados. Aguardo resposta o mais breve possível . Sem mais de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos . Maria José
Liquidação de dívida de crédito
Exmos. Senhores, Sou titular do contrato de crédito N 202612. Foi afetuado um crédito automóvel em meu nome ficando o mesmo á responsabilidade do proprietário que era na altura meu companheiro . Por falta de pagamento o automóvel seguiu para leilão onde foi vendido. Ficando no meu encargo o restante valor em falta. Há cerca de uma semana disponibilizei me perante o Bicredit e o Duo capital a efetuar o pagamento total da dívida. Há data de março de 2024 o valor em dívida era 3.250€ que consta no banco Portugal . Posteriormente a isto efetuei vários pagamentos superiores a 500€ estão me pedir 4.000€ para que a dívida fique totalmente liquidada . Venho por este meio apresentar a queixa de que estão a fazer um aproveitamento exagerado de toda esta situação. Agradecia que tivesse total atenção sobre este assunto . Obrigada Diana Sousa
Carro de substituição
Exmos. Senhores, Fujam a sete pés desta seguradora! No passado dia 14 de novembro, tive um acidente que deixou o meu carro imobilizado devido a danos visíveis e internos. Desde então, o processo tem sido um verdadeiro pesadelo. O perito, de caráter e educação questionáveis (como foi relatado pela minha oficina), recusa-se a finalizar o relatório de peritagem. Esta atitude está a bloquear todo o processo, impedindo-me de ter acesso a um carro de substituição, algo de que dependo diariamente, como muitos outros portugueses. Sinto pena pelas pessoas que trabalham no atendimento ao cliente, pois têm de lidar com os erros de uma empresa que presta um serviço tão fraco. Pagam-se preços altíssimos para receber um serviço de qualidade baixíssima. Ocorrencia nº 0022377195 Sinistro nº0024802234 Evitem esta seguradora a todo o custo! Cumprimentos, Gonçalo Silva
Assistencia em viagem nao cumprida
Exmos. Senhores, Pedi o serviço de assistência em viagem da companhia N Seguros no dia 14-11-2024, o serviço foi cedido, o carro foi para a oficina, mas o mecânico não detectou qualquer problema, cinco dias depois voltou a manifestar-se o problema no veiculo , pedi a assistência em viagem e não me foi concedida, por alegadamente e segundo o gestor de assistencia em viagem estar a violar a clausula de pedidos frequentes, não encontrei qualquer clausula contratual com esse nome, tenho direito por contrato a 3 assistências em viagem e foi me negado esse direito, pelo que existe uma violação dos termos contratuais. Paguei o reboque no valor de 67,65 eur. Quero ter este dinheiro de volta e uma justificação por parte desta seguradora. Cumprimentos.
NOTA DE LIQUIDAÇÃO URGENTEMENTE
Exmos. Senhores, BOA TARDE PRECISO URGENTEMENTE QUE SEJA ENVIADO AO BANCO SANTANDER A MINHA NOTA DE LIQUIDAÇÃO. PAGUEI UM O VALOR QUE ESTAVA EM DIVIDA DESDE O DIA 4 DE NOVEMBRO!! ESTOU FARTA DE ENVIAR EMAIL, CONTACTAR E AMANHÃ JÁ É DIA 20. MAIS UMA VEZ , DEIXO AQUI A RECLAMAÇÃO,. EXIJO QUE SEJA RESOLVIDA ESTA SITUAÇÃO O MAIS URGENTE E ENVIEM A NOTA DE LIQUIDAÇÃO AO SANTANDER!! DEIXO EM ANEXO O COMPROVATIVO, (NOVAMENTE) Cumprimentos. ROSANA P.
Assistência de viagem
Exmos. Senhores, Exmos. Senhores, Ontem dia 18-11-2024 liguei para a assistência de viagens, pois o meu carro avariou na estrada quando liguei para a assistência de viagens para me rebocarem o carro eles recusaram-se a vir fazer a assistência. (Alegaram que sou obrigado a ter uma fatura da reparação anterior porque no dia 07-11-2024 o carro já tinha sido também rebocado na estrada.. ) "Eles no dia 07-11-2024 tiraram fotos aos quilómetros do veículo e se eles tivessem ido dar assistência verificavam que o carro tem muitos mais quilómetros pois já estava a circular depois da reparação da avaria.. Não tenho a fatura da reparação anterior e por esse motivo recusam-se a prestarem me assistência!" Hoje dirige-me a Lusitânia o senhor tentou ajudar me e quando supostamente me vinham prestar essa mesma assistência recebi uma chamada telefónica onde se recusam a vir prestar assistência, persistindo que não tenho reboque sem fatura. "Peço que me enviem o artigo de lei cujo me obriga a ter que guardar o recibo do conserto anterior do meu veículo, pois eu tenho direito a 3 reboques por ano!" Agradeço que me dêem uma breve resposta.. Cumprimentos. Número de identificação fiscal (NIF): 234833378 Número da apólice: 9706646 000001 Matrícula: 10-36-DR
Assistência de viagem
Exmos. Senhores, Ontem dia 18-11-2024 liguei para a assistência de viagens, pois o meu carro avariou na estrada quando liguei para a assistência de viagens para me rebocarem o carro eles recusaram-se a vir fazer a assistência. (Alegaram que sou obrigado a ter uma fatura da reparação anterior porque no dia 07-11-2024 o carro já tinha sido também rebocado na estrada.. ) "Eles no dia 07-11-2024 tiraram fotos aos quilómetros do veículo e se eles tivessem ido dar assistência verificavam que o carro tem muitos mais quilómetros pois já estava a circular depois da reparação da avaria.. Não tenho a fatura da reparação anterior e por esse motivo recusam-se a prestarem me assistência!" Eu pago o seguro sempre em dia, tenho contrato á mais de cinco anos com esta seguradora, agradeço que me dêem uma breve resposta... Cumprimentos.
Cilada - um dos piores pós-venda de Portugal
Exmos. Senhores, No dia 19 de março do corrente ano, adquiri, neste estabelecimento um automóvel usado de marca Renault, Megane Break, automático, gasóleo, cujo conta-quilómetros indicava um total de 187 mil quilómetros já percorridos, pelo preço de 8000 € (oito mil euros), sendo 500 € (quinhentos euros) adiantados em sinal no mesmo dia 19 de março, e o saldo restante pago em espécie 500 € (quinhentos euros) e 7000 € (sete mil euros) em transferência bancária no dia do levantamento do veículo, em 25 de março do corrente ano. Na altura, foi-me assegurado pelo vosso vendedor, o Sr. Lucas, que o veículo tinha sido sujeito a rigorosa inspeção nas vossas instalações e que se encontrava em ótimas condições de funcionamento. No entanto, no mesmo dia do levantamento pude observar que pequenos defeitos que havia assinalado não foram corrigidos, como a troca da borracha da porta do motorista, além da ausência de uma alça de apoio do passageiro e de um plástico de proteção próxima à direção. E ainda mais grave, no dia seguinte ao levantamento, 26 de março, começou a aparecer mensagem no painel indicando a necessidade de “Mandar verificar ESP”, “Verificar sistema antipoluição”, “Mandar verificar caixa de velocidades” e “Sobreaquecimento caixa velocidades”. Em uma oportunidade o carro deixo de funcionar em trânsito, provocando constrangimentos ao condutor. Além disso, o carro começou a apresentar um vazamento de líquido quando estacionado. Como estive com o carro por apenas uma semana, tendo abastecido o veículo uma única vez e percorrido menos de 100 quilómetros, não tendo sujeitado o veículo a qualquer esforço além do normal que pudesse originar o problema, só posso concluir que o defeito já existia quando adquiri o automóvel. Mantive contato com o referido vendedor que indicou que poderia deixar o carro para corrigir o problema, o que foi combinado para ser feito no dia 02 de abril, e nesta foi realizada a entrega do veículo para reparação. Então foi indicado pelo vendedor que o carro provavelmente estaria pronto no dia 05 de abril. Após insistentes ligações diárias foi definido como novo prazo para levantamento do veículo com as falhas sanadas no dia 10 de abril. No entanto, quando houve o contato o referido vendedor informou que estaria de férias, indicando o contato de outro vendedor, Sr. Heldder, para tratar do caso. Após contatos com este último ficou indicada a data de 12 de abril para levantamento do veículo. Nesta data, recebi o contato de um terceiro vendedor, Sr. Luciano, informando que o veículo estaria pronto até o final do dia. No entanto, apesar de ter me deslocado até a agência ao final do dia o veículo não estava disponível e, em ligação viva voz realizada por este vendedor para o mecânico com a minha presença foi informado que o veículo continuava a apresentar o mesmo defeito que antes, havendo a desconfiança que haveria algum problema nos sensores do veículo. Apenas no sábado, dia 13 de abril, por volta das 13h. consegui levantar o veículo na loja. Entretanto, após uma semana de uso o veículo, no dia 20 de abril, o automóvel voltou a apresentar as mesmas mensagens no painel, além de uma mensagem de “Mandar verificar o regulador”, com um barulho estranho vindo do motor do carro e sem dar ignição. Na oportunidade o mecânico do stand disse que o problema estava no tubo intercooler que apresentava uma rachadura e aplicou supercola como forma de amenizar o problema enquanto chegava a peça. Até hoje, passados pelo menos três meses da última ida à oficina, nunca fui comunicado sobre a chegada da peça. Nesta mesma oportunidade também foi identificado um buraco no assoalho do veículo, o que só foi possível observar depois do mesmo ter sido erguido para realização de serviço na oficina da empresa. Após diversas idas e vindas à oficina e ao stand, fui realizar uma viagem curta e o veículo apresentou falta de força e veio a falhar de vez, o que me levou a ter que acionar o seguro para resgatar o veículo, o que ocorreu no dia 01/11/2024. Verificou-se que o problema além das mensagens e da falta de força era com os injetores, que precisam ser substituídos. Isso gerou um orçamento de 2.000 € (dois mil euros). Para variar o atendimento na pós-venda realizado pelo Gerente, Sr. Alexandre, é péssimo e parece ter piorado com o fechamento da oficina que dava suporte ao stand, pois já faz mais de 10 dias que não me dão respostas sobre se devo realizar o serviço em oficina de terceiros ou se irão resolver (será que irão mesmo?) na própria oficina. De qualquer modo, a demora em resolver os defeitos identificados no carro tem feito me sentir lesado pela conduta adota pela Rocha Automóveis Matosinhos, Arthur & Raphael Rocha, Lda., pois até a presente data o problema não foi solucionado e não posso dispor do veículo que adquiri para o transporte de minha família, de modo a perceber constrangimentos e prejuízos com a necessidade de arcar com custos financeiros e de tempo com o deslocamento diário para o trabalho e estudos. Como é bem sabido pela legislação portuguesa o veículo se encontra em período de garantia, cabendo a vossa empresa a obrigação de assegurar o perfeito funcionamento do artigo comercializado. Assim sendo, venho por este meio solicitar que resolvam logo a reparação do veículo ou autorizem que eu o faça em oficina de minha confiança, considerando que, até a presente data, ainda que tenha solicitado informação a mais de 10 (dez) dias para ter esta definição e até agora não disponho da resposta para poder ter o veículo em condições de uso. Preciso que realizem os serviços solicitados e disponibilizados em orçamento, especificamente a troca dos injetores e do tubo intercooler, bem como seja consertado o buraco no assoalho do veículo. Caso não disponham de espaço na agenda da oficina do stand, que seja autorizado a realizar o serviço em oficina de minha confiança, sem perda da garantia contratual. Cumprimentos.
Reclamação formal contra a decisão da Victoria Seguros de continuar a cobrança de seguro multirrisco
Excelentíssimos Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Victoria Seguros, em virtude da vossa decisão de continuar a cobrança do prémio do seguro multirriscos, com base no contrato mencionado, até à sua data de vencimento (01/06/2025). Esta situação é completamente desnecessária e injusta, uma vez que já contratei obrigatoriamente um novo seguro multirriscos para o mesmo bem imóvel através do banco Millennium BCP. Tal contratação tornou-se imperativa para dar cumprimento às condições impostas pelo referido banco durante o processo de transferência do crédito habitação. Entendo que o Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 de Abril, estabelece que os contratos de seguro podem ser anulados apenas no vencimento, salvo outra indicação contratual. No entanto, esta norma não pode ser utilizada para obrigar o consumidor a manter dois seguros idênticos sobre o mesmo bem imóvel, resultando numa situação manifestamente abusiva. Adicionalmente, as condições gerais do contrato mencionam um aviso prévio de 30 dias para o pedido de cancelamento, prazo que não foi possível cumprir dado o caráter urgente e obrigatório do novo contrato imposto pela entidade bancária. Desta forma, considero que a postura da Victoria Seguros viola os direitos do consumidor e resulta numa dupla cobrança, completamente inaceitável e contrária ao princípio da boa-fé contratual. Exijo, assim: A cessação imediata do contrato de seguro em questão; A suspensão de quaisquer cobranças subsequentes relacionadas com o mesmo contrato; Uma resposta célere e fundamentada, de forma a evitar a necessidade de outras medidas legais ou administrativas. Informo que esta reclamação será registada também no Portal da Queixa, no Livro de Reclamações Electrónico e comunicada à DECO Proteste. Agradeço a vossa melhor atenção e aguardo uma resolução imediata desta situação. Com os melhores cumprimentos, Fernando Júnior
Veiculo de Substituição
Exmos. Senhores, Gostaria de reportar a situação enfrentada com o meu seguro automóvel, na expectativa de que a DECO Proteste possa intervir ou orientar sobre o que considero um tratamento inadequado e injusto. No dia 12 de novembro de 2024, enquanto me deslocava do Porto para Lagos, meu carro sofreu uma avaria. Como estava a mais de 200 km do destino, o seguro providenciou um veículo de substituição por 24 horas, e o meu carro foi levado pela empresa de reboque para uma garagem temporária. Na quinta-feira, dia 14 de novembro, a oficina em Lagos que eu havia indicado para os reparos informou que o veículo havia finalmente chegado. No dia seguinte, 15 de novembro, recebi o diagnóstico e o orçamento do conserto, com a previsão de que o carro só ficaria pronto na segunda-feira, 18 de novembro, devido ao tempo necessário para realizar a troca do alternador — peça identificada como danificada. Diante disso, entrei em contato com o seguro para solicitar um veículo de substituição durante o período de reparo. Porém, fui informado de que essa extensão não seria concedida, com a justificativa de que o conserto exigiria apenas um dia de trabalho (aproximadamente 8 horas). Contudo, devido ao horário da oficina e ao fato de o reparo ocorrer na sexta-feira, o serviço só poderá ser finalizado no próximo dia útil, segunda-feira. Diante disso, questiono: Por que o cliente deve ser penalizado pela indisponibilidade da oficina nos dias de fim de semana? Por que o seguro não considera o período total que o carro permanecerá em reparo, incluindo o tempo que ele ficará na oficina indisponível para uso? Agradeço a vossa atenção ao caso e espero poder contar com a mediação da DECO Proteste para garantir o cumprimento adequado dos serviços e apoio previstos na minha apólice. Cumprimentos.
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