Reclamações públicas

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A. S.
26/11/2025

interrupções constantes no fornecimento de energia

4.º dia consecutivo com interrupções de energia Venho manifestar o meu desagrado e indignação pela situação inaceitável que se vive na minha zona relativamente ao fornecimento de energia elétrica. Hoje é o 4.º dia consecutivo com interrupções de energia. A falha atual começou ontem por volta das 19h00 e ainda não foi restabelecida até ao momento em que escrevo esta reclamação. Esta situação tem sido recorrente desde o Verão, mas nos últimos dias tornou-se insustentável. Estas falhas constantes afetam seriamente o dia a dia: impossibilidade de aquecer a casa, de preparar refeições, perda de alimentos, dificuldade em utilizar equipamentos essenciais e total falta de conforto e segurança, sobretudo ao final do dia e durante a noite. É inaceitável que um serviço essencial apresente este nível de instabilidade durante vários dias seguidos, sem qualquer solução definitiva ou informação clara aos consumidores. Solicito esclarecimentos urgentes, uma resolução imediata do problema e medidas concretas que impeçam que estas situações continuem a ocorrer.

Encerrada
F. M.
25/11/2025
Alcoagás, Unipessoal Lda

Reclamação Formal – Fornecimento de Botija de 45 kg de Propano

Infelizmente tive uma experiência muito negativa com a Alcoa Gás, que resultou num prejuízo total direto superior a 190€, além do tempo perdido em todo o processo. Adquiri uma botija de 45 kg de propano, que normalmente dura cerca de 3 meses segundo o meu histórico de consumo. Desta vez, durou apenas 1 mês, mesmo tendo um consumo diário inferior ao habitual devido a coincidir com o mês em que eu e a minha esposa começamos a ir a um novo ginásio e por consequência reduzir os banhos em casa. Para garantir que o problema não era da minha instalação, tive de assumir custos adicionais: - 25€ por um técnico - 100€ pela certificação de gás - cerca de 71€ correspondentes ao gás que, em condições normais, não deveria ter sido consumido Só nestes três pontos, o prejuízo direto ultrapassa 190€. A empresa enviou a botija para o fornecedor e informou que não tinha qualquer problema, desviando qualquer responsabilidade. A comunicação e o apoio ao cliente foram fracos, sem acompanhamento, sem interesse em colaborar, mostrando-se descontentes com o seu trabalho ter sido colocado em questão. Escrevo esta avaliação para que outros consumidores estejam informados sobre esta negativa experiência que resultou num prejuízo significativo.

Encerrada
M. D.
16/11/2025

Oscilação perigosa de voltagem

Em agosto passado fiz a seguinte reclamação, via Portal da queixa, à E-Redes por “oscilação perigosa de voltagem” que documentei com várias fotos dos medidores de voltagem que instalei em tomadas aqui em casa: "Em março deste ano comprei um carro elétrico que carrega maioritariamente am casa. Em abril, coloquei painéis solares. Para otimizar os painéis, coloquei tomadas inteligentes em todas as máquinas para medir o consumo e cruzar os dados com a produção solar. Verifiquei, como comprovo com os registos medidos pelas várias tomadas, que a voltagem da energia que me chega a casa varia entre 160 e 260 volts. Nos 20 anos que vivo nesta casa sempre tive muitas avarias de máquinas, mas nunca consegui relacionar com nenhum fator externo." Em resposta, a E-Redes informou, vagamente, que a zona onde resido seria intervencionada em 2026. Não é aceitável aguardar mais tempo. Por segurança, as máquinas param quando não recebem voltagem suficiente para funcionar, então temos constantemente os ciclos de roupa e loiça interrompidos. Desde que comprei o carro elétrico, este perdeu cerca de 70 km no alcance em cheio. Frequentemente o carro deixa de carregar durante a noite, impedindo-me de fazer um dia normal de trabalho no dia seguinte. A máquina de secar avariou. A E-redes tem de intervencionar a minha zona JÁ. Reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos ou que entretanto venha a sofrer Cumprimentos. Luísa Brandão

Encerrada
J. P.
10/11/2025

Assistência Técnica

Exmos Senhores, Há cerca de 2 meses a minha instalação solar instalada pela Galp Solar deixou de fornecer energia para a minha habitação por motivo o inversor se ter avariado e segundo a Galp por corte de energia elétrica. Desde essa altuar que estou à espera que a Galp me envie a data em que esta reparação ja efetuada mas sem sucesso. Já telefonei várias vezes para o apoio ao cliente (hoje incluído), á enviei email e a resposta que tenho da parte da Galp é de que oportunamente será efetuado o orçamento e enviado para mim. Faço notar de que eu solicitei à Galp que me enviasse por escrito de que o inversor se tinha avariado por motivo do corte de energia elétrica para eu poder reclamar junto da E-redes. Penso que esta não é a forma de tratar um cliente a não ser que haja algo que a Galp não queira partilhar, mas para uma Empresa que está constantemente a telefonar para propor a aquisição de painéis solares se este é o serviço pós-venda que depois oferecem tenho a dizer que deixa muito a desejar. Agradecia que me ilucidassem o que posso fazer ou Deco possa fazer para resolver este assunto. Obrigado, cumprimentos

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
H. W.
10/11/2025

Atraso injustificado na ligação ao gás natural após pagamento

Paguei o valor total de 1.051,86€ no dia 21/09/2025 à Medigás para a ligação ao gás natural no imóvel em Rua Ataíde Oliveira 136, 8000-219 Faro. Enviei o comprovativo de pagamento quatro vezes e realizei três contactos formais por e-mail, entre 21/09 e 09/11, sem qualquer resposta, confirmação ou previsão de execução. Esta situação constitui: - Incumprimento contratual (art. 9.º da Lei 24/96) - Violação do dever de informação (art. 8.º da Lei 24/96) - Falha na prestação de serviço público essencial. Peço mediação e intervenção urgente. Adicionalmente, desloquei-me pessoalmente ao escritório da Medigás em Faro para solicitar esclarecimentos, porém os colaboradores não apresentaram qualquer informação, explicação ou assistência relativamente à execução do serviço já pago. Esta falta de resposta e ausência de cumprimento configuram uma violação grave da Lei 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), do dever de prestação de serviços públicos essenciais e das normas regulatórias do setor energético. A ligação ao gás natural é indispensável para o funcionamento legal do meu estabelecimento comercial, e o atraso injustificado por parte da Medigás está a causar prejuízos económicos reais e a impedir a abertura e operação normal da atividade. Caso a situação não seja resolvida em prazo legal, avançarei com pedido de indemnização por danos e requerimento formal de fiscalização e sanções junto das entidades reguladoras competentes. Solicito resposta formal e um plano de execução com prazo definido, com carácter urgente. Em anexo, apresento os comprovativos relevantes para suporte da presente reclamação, nomeadamente: - Comprovativo da transferência bancária referente ao pagamento integral do serviço; - Cópia do orçamento e condições contratuais fornecidas pela Medigás; - Registo das comunicações por e-mail realizadas entre 21/09 e a presente data, demonstrando as tentativas formais de contacto sem qualquer resposta. Todos estes documentos comprovam o cumprimento das minhas obrigações e a ausência de resposta e execução por parte da Medigás.

Resolvida
A. S.
08/11/2025

Corte indevido de eletricidade e contrato de gás não autorizado

Ex.mos senhores, No dia 7 de novembro de 2025, o fornecimento de eletricidade na minha habitação foi cortado indevidamente pela Galp Energia, sem aviso prévio. Após contacto com a E-Redes, foi confirmado que o corte resultou de um erro da própria comercializadora, o que foi posteriormente reconhecido pela Galp. Para tentar resolver a situação rapidamente, aceitei celebrar um novo contrato de eletricidade, na esperança de que o fornecimento fosse restabelecido imediatamente. No entanto, foi também criado, sem o meu consentimento, um contrato de gás natural, algo que nunca solicitei nem autorizei, configurando uma prática abusiva e ilegal, em violação dos meus direitos enquanto consumidor. Desde o corte, já se passaram mais de 32 horas e o fornecimento continua interrompido, o que gerou prejuízos materiais e financeiros: • Perda total de alimentos refrigerados e risco de avaria do frigorífico; • Necessidade de despesas adicionais com alimentação e higiene fora de casa, tornando a habitação inabitável; • Falta ao trabalho para tratar da situação; • Desgaste psicológico e físico; • Risco para a saúde caso seja necessário utilizar equipamentos médicos elétricos. Durante este período, contactei diversas vezes o apoio da Galp e à noite contactei a E-Redes, sendo informado de que não existia qualquer pedido de reposição emitido pela Galp, demonstrando falta total de urgência e negligência grave por parte da empresa.

Encerrada
D. V.
07/11/2025

Cobrança não justificada

No passado dia 6 de Novembro, um técnico da E-redes ia efetuar um serviço no meu quadro elétrico, ao qual iria no período das 10h30-13h. Chegou às 10h35, tocou à campainha e passados 2 minutos foi embora, quando a minha namorada estava a abrir a porta do prédio. Justificou que ninguém estava em casa e vai ser cobrado uma taxa de 20 euros pela deslocação. Uma colaboradora da e-redes, ao lhe colocar a situação, diz que temos que abrir a porta assim que tocar à campainha, ao qual lhe justifiquei, que dois minutos é uma tolerância inadmissível, como que se gostassem de cobrar o dinheiro e dar a ausência só porque sim.

Encerrada
L. P.
06/11/2025

Impossibilidade de pagamento e corte indevido de fornecimento de água

Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente a uma situação ocorrida com o meu contrato de fornecimento de água. No dia 29 de setembro de 2025, tentei proceder ao pagamento da fatura em atraso referente a esse mês, mas o vosso sistema de pagamento por multibanco não aceitou a operação. Posteriormente, recebi por e-mail novas faturas, incluindo a referente ao mês de outubro, no entanto, fui surpreendido com o corte de fornecimento de água, sem ter sido notificado por email. Ao contactar a Simar, foi-me referido que havia sido enviada uma carta via CTT. Ressalvo que resido em Elvas e apenas me desloco à morada associada ao contrato uma vez por mês ao fim-de-semana, o que agrava a situação, pois agora terei de deslocar-me de propósito até SIMAR de Odivelas, num dia de semana, de ELVAS, apenas para restabelecer o serviço de água — uma situação que poderia ter sido evitada caso o pagamento pelo multibanco tivesse sido aceite e que poderia ser agora liquidada sem ter que me deslocar a um dia útil, já que a Simar está encerrada ao fim-de-semana. Se enviam as faturas por email, porque razão enviam o aviso de corte por correio?!?! Face ao exposto, solicito: Que seja revisto o bloqueio de pagamento por multibanco e me deixem liquidar de outra forma sem ter que me deslocar; Que seja restabelecido o fornecimento de água com urgência.

Encerrada
R. S.
06/11/2025

Serviço não Prestado

Exmos. Senhores, Na qualidade de representante do titular do contrato a que corresponde o serviço nº (Código do contrato 160806818498) comunico que os vossos serviços não foram prestados por várias vezes consecutivas, e perante essa situação, uma vez que as visitas técnicas não foram prestadas conforme indica o contrato resolvemos cancelar o mesmo, pois , não faz sentido pagar um serviço que não foi prestado. Fico a espera de uma resolução. Cumprimentos.

Encerrada
E. C.
31/10/2025

Corte de eletricidade indevido por lei

No dia 28/10/2025 , recebi uma mensagem da E-Redes a informar que viriam à minha residência entre as 15h e as 18h do dia 30/10/2025. Tentei contactar a E-REDES nesse mesmo dia e no dia seguinte, até dei a contagem e sem sucesso, através do número oficial disponibilizado. Ontem, dia 30/10/2025, compareceram no local enquanto eu estava a trabalhar e, como não estava ninguém em casa para abrir a porta, cortaram-me o fornecimento de energia elétrica. Este corte foi realizado sem o cumprimento da antecedência mínima de 5 dias úteis prevista na lei (Decreto-Lei n.º 97/2018, artigo 91.º e seguintes) e sem qualquer justificação válida (como emergência, falta de pagamento ou risco de segurança). Recebi apenas uma mensagem 2 dias antes, o que não cumpre o aviso legal obrigatório. Como consequência, fiquei sem eletricidade em casa e tenho alimentos perecíveis a estragar-se no frigorífico e congelador, o que me está a causar prejuízos materiais e transtornos significativos rotineiros. Contactei novamente a E-Redes hoje, e informaram-me que a reposição da energia só será feita quando a equipa voltar ao local, o que considero totalmente inaceitável. Estou sem luz, com bens alimentares a estragar-se e sem qualquer previsão concreta de resolução. Sublinho que: Não fui previamente notificada com o prazo legal mínimo; Não foi apresentada qualquer causa de força maior; O corte foi efetuado sem presença do titular e sem autorização; A E-Redes está a recusar repor a energia de imediato, mesmo após contacto. Solicito, portanto: 1. Restabelecimento imediato do fornecimento elétrico; 2. Verificação e apuramento da irregularidade cometida pela E-Redes; 3. Compensação pelos danos materiais sofridos (alimentos estragados e eventuais danos em eletrodomésticos); 4. Garantia de que esta situação não se repetirá.

Encerrada

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