Reclamações públicas
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Reclamação – Atendimento e Procedimentos da Gardunha Gás
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa ao serviço prestado pela Gardunha Gás, no âmbito da reparação do meu esquentador Vulcano Ventilado 2. Informo que o equipamento em questão teve o pressóstato diferencial (ref. 8 738 724 2) substituído três vezes, sendo a última em abril do corrente ano. Apesar disso, a avaria persistia. Quando solicitei junto da Gardunha Gás uma solução definitiva, foi-me comunicado que a substituição da peça – ainda dentro do período de garantia – não poderia ser realizada sem custos, alegando que a Vulcano não aceita a devolução das peças. Foi-me inclusive sugerida a compra de um novo modelo, o que considero inaceitável e lesivo dos direitos do consumidor. Contudo, após visita de um técnico credenciado da Vulcano, a situação foi devidamente resolvida, confirmando-se que a peça não apresentava qualquer problema, tendo sido apenas necessária uma limpeza ao esquentador. Ou seja, ficou claro que a posição da Gardunha Gás foi incorreta e induziu-me em erro, procurando imputar-me custos adicionais injustificados. Assim, reclamo formalmente da conduta da Gardunha Gás, que: 1. Prestou informações incorretas e enganadoras relativamente à garantia; 2. Tentou transferir para o consumidor um custo que não lhe competia; 3. Sugeriu a compra de um novo equipamento sem fundamento técnico. Face ao exposto, exijo: • O reembolso dos valores já despendidos em intervenções anteriores; • Uma explicação formal por escrito acerca da atuação da empresa neste processo. Mais informo que, caso não seja apresentada resposta clara e satisfatória no prazo máximo de 5 dias úteis, apresentarei a presente reclamação nas entidades competentes (Livro de Reclamações Eletrónico, DECO e ASAE). Aguardo a vossa resposta dentro do prazo estipulado. Com os melhores cumprimentos, Ricardo Santana. ricardosantanapt@gmail.com
Serviço
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao contrato nº 03379615]associado ao cliente [ver dados em rodapé]. O motivo da reclamação é o seguinte: 1. Em 13 de Junho celebrei contrato com a EDP gás( Ver anexo) 2. Fui informado que seria feita uma visita pelo distribuidor. A referida visita foi realizada mas não foi validada por falta de entidade certificadora 3. Fui reagendada para 17 de julho; essa visita foi realizada com a presença da entidade certificadora contratada (ver anexo) 4. No inicio de agosto recebi um email da entidade distribuidora para nova visita. Alertei os serviços para o que se tinha passado a 17 de julho e julguei que o equivoco estava resolvido. 5. Houve a tentativa de realizar a visita. O aviso realizado anteriormente NÃO SERVIU PARA NADA 6. No dia 27 de agosto recebi nova visita da distribuidora para retirar o contador. Opus-me a situação e o contador não foi desligado. 7. No mesmo dia contatei telefónicamente a edp e a lisboa gas e as respostas foram invarivalmente: a. Problemas informáticos b. A culpa é do outro…. Ou da Lisboa Gás ou da EDP c. Estou em teletrabalho e por isso não tenho acesso a….. d. Ninguém sabe de quem a decisão de corte. 8. Mais se informa que o antigo consumidor esteve registado na EDP GÁS segundo informação dos serviços, o que torna a alteração mais fácil 9. Fui informado que vai haver nova inspeção em data que ainda vou conhecer. Não sei o que vem fazer …… Tenho os comprovativos de anteriores presenças Em face do exposto peço a devida correção da situação e uma resposta formal no prazo legal. Sou consumidor e pagador e exigo da parte do(s) fornecedores um comportamento adequado, evitando ao máximo incomodos para mim. Anexo os documentos comprovativos, caso necessário. Com os melhores cumprimentos, Atenciosamente Luis Manuel de Oliveira Gomes Naturbérica – Estudos e Divulgação em Biologia, Lda Largo Mira Parque nº 19 RC/Esq. 2640 – 437 Mafra Mail: luisgomes@naturiberica.pr Telemovel: 351917220842 NIF: 501486631
Iluminação Publica sem Luz
Bom Dia Venho por este meio fazer uma reclamção á empresa de Eletricidade da Madeira em relação a um poste de luz que se encontra sem luz na minha rua há mais de 7 meses já liguei para a empresa ja enviei varios emails para apoio do cliente a resposta é sempre a mesma á mais de 7 meses dizem que vão tratar do assunto com a maior brevidade e até hoje nada foi feito. Esta luz faz imensa falta a rua fica completamente ás escuras sujeita a alguem cair por falta de iluminação. Quem está a gerir a iluminação publica está a gerir muito mal com muitos atrasos ao mudar as luzes dos postes esta situação ja se repete pela segunda vez na mesma zona. Mudaram a luz e durou apenas 5 meses. Disseram que tinha problema tecnico então que seja resolvido ignorar a situação após 7 meses não é solução. Fica situada na zona de Gaula de baixo Santa Cruz
Falta de energia eléctrica em casa
Bom dia Venho por este meio reportar o seguinte, o meu pai possui uma casa em Monsanto concelho de Idanha a nova, e quando cheguei na sexta feira dia 15, a fim de passar férias não tinha electricidade em casa. Apurei que a e redes, enviou uma carta agendar intervenção no quadro, electrico e como as cartas são enviadas para a morada em questão não tivemos conhecimento, apurando ainda por esse motivo cortar a electricidade. Hoje, porque só atendem em dias úteis estou tida amanhã a tentar contactar com a e redes de todas as formas possíveis sem que em todas é referido que devo ligar para 218100100, para onde já liguei mais de cem vezes e a resposta é devido ao elevado número de chamadas não é possível atender, indicando que podem fazer através do site, WhatsApp ou através da aplicação no entanto no final remetem todos que devo ligar para o número acima indicado Estou como já disse desde de sexta feira sem luz, num local em que as temperaturas ultrapassaram os 40 graus, estragou-se a comida não se consegue dormir com o calor uma vez que a falta de eletricidade impede o acesso ao ar condicionado ventoinhas e bebidas frescas. A electricidade está paga, não aceito que por necessidade de intervenção no quadro se corte a electricidade é no mínimo estranho tal procedimento mas o mais grave é não ser possível contactar com a empresa isto é algo que não pode acontecer, já me foi referido que possívelmente se deve aos incêndios não aceito
Falta de pressão de água
Exmos Senhores: Após inúmeras reclamações, e visita de técnica do SMAS, que constatou a falta de pressão de água em minha residencia, venho reiterar esta reclamação, visto estar praticamente impossibilitado de ter água aquecida na minha residencia, por falta de pressão de água. Resido no 10º andar do prédio, e os vizinhos a partir do oitavo andar reclamam também do mesmo problema. De notar, que resido neste prédio desde a sua conclusão, e que a cerca de 2 ou 3 anos, comecei a ter este problema, bem como os vizinhos, após obras efectuadas pelo SMAS na rede de fornecimento de água na nossa rua. Torna-se, para mim, evidente que tal problema se deve a provaveis modificaçóes que o SMAS fez na rede de fornecimento pública. Já, por inúmeras vezes, após o início do problema, solicitei a visita de técnicos do fabricante e outros do esquentador, para uma possível regulação do esquentador (se o problema estivesse relacionado com o esquentador), mas os técnicos sempre confirmaram a falta de pressão. Em visita efetuada pelos técnicos do SMAS, foi verificada a pressão à entrada do meu apartamento, e à entrada de um vizinho (dois andares abaixo do meu, no oitavo andar, portanto), e os técnicos da propria SMAS afirmaram (tenho fotografia do medidor evidenciando a falta de pressão), que a pressão era muito pouca. Estamos em pleno século XXI, e me parece, numa região povoada, e mesmo ao lado da sede da SMAS, que exista um problema deste tipo. Espero manifestação a respeito do assunto, Obrigado JAPL
Reclamação por corte sem aviso prévio
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato de fornecimento de água canalizada, na passada quarta-feira (dia 6 de agosto de 2025) fui surpreendida com o corte, sem qualquer aviso, do fornecimento de água canalizada à minha habitação. No dia seguinte (dia 7 de agosto de 2025) entrei em contacto telefónico com a empresa, onde o funcionário que me atendeu, informou-me que o corte se devia a um pagamento em falta referente ao mês de maio. Referi então que, uma vez que o pagamento é automático por débito direto, essa fatura (FT 20250/00274895) realmente não tinha sido paga nesse mês sem que eu me apercebesse, mas que foi paga por débito direto juntamente com o mês de julho, como assinalado na fatura desse mês (FT 20250/00398010), no dia 1 de agosto de 2025. O funcionário informou-me que para que o abastecimento fosse reposto, deveria deslocar-me às instalações de Vila Real, com o comprovativo de pagamento e tinha de pagar o custo da ligação à rede, como se estivesse a celebrar novo contrato. Dia 8 de agosto de 2025 desloquei-me então ao balcão de atendimento, onde me confirmaram que realmente teria que pagar o custo de ligação à rede. Referi então que não recebi nenhum aviso sobre o corte de água e que o mês em atraso foi pago juntamente com o mês de julho, como mencionado na fatura do último mês. Assim sendo aleguei que não era correto cobrarem o valor de ligação à rede, uma vez que o valor em atraso tinha sido saldado na semana anterior e que não recebi nenhum aviso de corte. A funcionária informou-me que foi enviado um aviso de corte por correio, que nunca recebi, e que como esse aviso não foi respeitado por mim a empresa procedeu ao corte, e que teria que pagar o custo de nova ligação à rede. Como é um bem essencial e já me encontrava à dois dias sem água em casa, paguei o custo de ligação, e a funcionária referiu que como era sexta-feira o serviço seria reposto ainda nesse dia, para não ter que ficar sem acesso ao serviço durante o fim-de-semana. Hoje, domingo dia 10 de agosto de 2025, o serviço ainda não foi reposto, estando à quatro dias sem serviço de água canalizada, mesmo tendo todas as faturas pagas. Venho aqui mostrar a minha indignação com este serviço, que envia ao cliente dois métodos de pagamento para uma fatura em atraso (fatura por débito direto no formato habitual, e aviso por carta), mas apenas aceita um deles como válido para a continuidade da prestação do serviço de fornecimento de água, tornando-se confuso para o cliente. Para além disso, a empresa devia garantir que o cliente tem acesso sem sombra de dúvida, ao aviso de corte de água, optando por envio por correio registado com recolha de assinatura, ou então por e-mail (se este já tiver sido confirmado antes), uma vez que a empresa fornece um serviço essencial e que provoca muito transtorno quando o fornecimento é interrompido, principalmente sem qualquer aviso prévio. Posto isto, gostaria de pedir o reembolso do valor do custo de ligação à rede (38,79€), uma vez que o pagamento em atraso foi realizado dentro do método e período de tempo fornecido pela empresa, como assinalado na fatura do mês de julho, e que o aviso por carta que a empresa diz ter enviado nunca foi recebido por mim, tendo o corte sido realizado sem qualquer conhecimento prévio da minha parte. Considero-me ainda no direito a receber a uma compensação de 15€, como previsto no artigo 58, alínea b, no Regulamento n.º 446/2024, de 19 de abril. Além disso, desde já me reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter a compensação pelos prejuízos sofridos. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos, O cliente Andreia Costa
Reclamação por falhas recorrentes e não resolvidas no fornecimento de energia elétrica
Venho apresentar reclamação formal contra a E-REDES – Distribuição de Eletricidade, S.A., devido a interrupções recorrentes no fornecimento de energia elétrica na minha habitação, situada na Estrada Nacional 377 – Caixas, com o CPE: PT 0002 000 117 458 722 SW. No dia 7 de agosto de 2025, ocorreram pelo menos três cortes de energia ao longo do dia, com durações de segundos a minutos, o que representa mais um episódio de um problema que se vem repetindo há vários anos. Apesar de já ter apresentado várias reclamações anteriores, nunca obtive resposta nem foi apresentada qualquer solução técnica duradoura. Estes cortes breves, mas frequentes, causam danos progressivos a equipamentos eletrónicos e eletrodomésticos (como bombas de calor, placas gráficas de PC, frigoríficos, entre outros). Por serem falhas momentâneas, é difícil provar diretamente os danos, mas os efeitos acumulados são evidentes. Solicito, por isso: Uma explicação técnica sobre as causas destas interrupções; A tomada de medidas para eliminar este tipo de falhas na rede; Informação sobre eventuais direitos de indemnização por prejuízos causados por estas falhas. Dados do contrato: Nome do titular: Carlos Manuel Guegueis Gonçalves Código de contrato: 160001953863 CPE: PT 0002 000 117 458 722 SW Fico a aguardar resposta dentro do prazo legal de 15 dias úteis.
Deficiente fornecimento público de água
Toda a canalização pública de abastecimento de água, na zona de S. João da Caparica, está claramente comprometida, sendo urgente a intervenção e a sua substituição. No inverno, a rotura de canos verifica-se praticamente todas as semanas. No verão, com o aumento da população turística, as roturas e a pressão da água é persistente. Agradeço a rápida solução sobre os factos apresentados, que estão a afetar a qualidade de vida de toda a população residente e turística.
Serviços técnicos não prestados
Exmos Senhores, Há cerca de 3 meses comunicámos à GALP SOLAR que o sistema de monitorização de produção de energia dos paineis instalados em Montadinho - São Bartolomeu da Serra não estava a registar o volume de energia produzida e disponibilizada na rede. Na altura foi-nos indicado que a resolução do problema exigia a presença no local. Apenas no dia 25 de junho, foi possível concretizar a visita ao local. Nessa ocasião tive oportunidade de efeutuar os textes que me foram indicados, nomeadamente desligar e voltar a ligar a rede elétrica ou os disjuntores asociados aos painéis. Não foi identificada a causa do problema, pelo que me foi dito pelos serviços da GALP SOLAR que seria necessário proceder a um outro teste com a duração de 24horas, findo o qualme contactariam. Esse contacto só se verificou passada mais de uma semana, com a informação que seria necessária uma visita técnica ao local, mas que isso comportaria um custo. Ficaram de enviar o orçamento, coisa que até hoje não se verificou. Insisti, pela linha de apoio ao cliente (com chamadas gravadas para os efeitos devidos), pelo menos nos dias 19 e 31 de julho, sem resultados. No dia 4 de agosto, novamente presente no local (onde me encontro atualmente), voltámos ao contacto pelamesma linha. Fomos surpreendidos com a exigência de voltar a fazer os mesmos testes realizados há mais de uma mês. Quando pretendemos falar com os serviços técnicos ou alguém com responsabilidade, a resposta foi sempre a de que não era possível, devendo aguardar contacto dos serviços técnicos. Entretanto, o verão aproxima-se do fim. Ou seja, o período em que seria suposto os painéis produzirem a energia necessária para satisfazer grande parte do consumo e ainda disponibilizar alguma para a rede, está a esgotar-se. Em síntese, os prejuízos deste inqualificável relação da GALP SOLAR com um seu cliente também tem uma relevantes dimensão financeira. Aguardarei a resposta a esta reclamação, mas solicitarei desde já a intervenção da DECO para me apoiar na defesa deum consumidor enganado.
Falta de fornecimento sem previsão e recusa de envio de gravação
Exmos senhores, Venho por este meio realizar um apelo face à ingerência escandalosa do SMAS Almada, provedor único de um serviço público essencial: água. O fornecimento foi interrompido alegadamente devido a uma rotura de grandes dimensões, havendo sido comunicado pela empresa que o mesmo foi resolvido ao final do dia. No entanto, tem-se verificado nos dois dias seguintes redução de pressão e falta de água igualmente, sem aviso prévio. A linha do piquete está frequentemente incomunicável, e hoje, 05/08, ao conseguir contactar um agente, foi informado que o problema se deve a problemas de bombagem, sem previsão de retorno. Afirmam que as equipas de manutenção também não fornecem previsões, deixando uma população inteira já há três dias seguidos sem água. Ao solicitar a gravação da chamada, o agente disse que não podia dar, acabando por desligar a chamada. A par da enorme falha de comunicação com os clientes e ingerência do serviço, estão em inconformidade com a legislação de proteção de dados.
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