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Air fryer sempre em reparação
Comprei uma air fryer, paguei garantia para ter mais tempo de garantia, primeira vez foi para reparação que levou 3 meses a ser resolvido, veio para casa ao fim de 2 meses de utilização volta a avariar, finalmente ao fim de um mês entregam , qual o espanto quando chegou a casa após ligar já cheira a fios queimados, 15 minutos de utilização e volta a não funcionar, solução da Worten: reparação novamente!! Portanto comprei uma air fryer, paguei mais garantia e para continuar a não ter air fryer em casa, cansada desta situação que nunca mais resolvem
Garantia
Venho apresentar uma reclamação formal relativamente à viatura que adquiri à Matrizauto e que se encontra atualmente na vossa oficina para reparação ao abrigo da garantia. A viatura apresenta diversos problemas, alguns dos quais podem afetar diretamente a sua segurança e utilização, nomeadamente: • Barulho anormal proveniente de uma roda, especialmente ao virar o volante, dando a sensação de que poderá existir risco de quebra ou falha de algum componente; • Vibração do volante quando a viatura circula a velocidades superiores a 100 km/h; • Para-choques soltos; • Uma jante amassada; • Vidros que produzem barulhos anormais e que, ocasionalmente, deixam de abrir. Apesar de a viatura ter sido entregue à oficina para avaliação e reparação, não me foi dada, até ao momento, uma informação concreta sobre o estado da reparação nem uma data para a entrega da viatura. Considero esta situação inaceitável, sobretudo tendo em conta que existem problemas relacionados com a direção, roda e comportamento da viatura em velocidade, que podem ter implicações na segurança. Recordo que, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, o consumidor dispõe de direitos relativamente à falta de conformidade dos bens adquiridos, incluindo, nas condições previstas na lei, a reparação ou substituição do bem. Assim, solicito formalmente: 1. A reparação integral e adequada de todos os defeitos identificados, ao abrigo da garantia, sem qualquer custo para mim; 2. A realização de uma verificação completa da viatura, garantindo que esta fica em condições de segurança e funcionamento adequado; 3. A indicação, por escrito, de quais os problemas diagnosticados, quais as reparações efetuadas e quais os componentes substituídos; 4. A indicação de uma data concreta para a entrega da viatura; 5. Caso a reparação não seja efetuada de forma adequada, ou caso se verifique que a viatura não pode ser colocada em conformidade dentro das condições legalmente previstas, a substituição da viatura, sem prejuízo dos demais direitos que me possam assistir enquanto consumidor. Solicito uma resposta por escrito com caráter de urgência, tendo em vista que já se passaram 45 dias da data da compra e nada foi feito para solucionar o problema de forma definitiva. Vale ressaltar ainda que por diversas vezes tentei tratar a situação para uma resolução de forma amigável, não tendo respaldo e resposta por parte dos responsáveis (Bruno Gerente e Tiago Farinha gestor). Aguardo a resolução definitiva e imediata até terça-feira dia 18/08/2026, não havendo resolução até a data citada deve ser feita a troca da viatura por uma similar com condições adequadas de uso e garantia. Caso não tenha a disponibilidade ou não queiram a troca da viatura, reservo meu direito legal de devolução do item e reembolso de todos os valores pagos sem qualquer tipo de desconto, pois a empresa Matrizauto não está a cumprir com a reparação legal da garantia, ferindo o direito do consumidor, se colocando acima dos órgãos guardiões da lei e até mesmo da própria Lei. Na ausência de resolução adequada, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e aos mecanismos legais disponíveis. Com os melhores cumprimentos Carlos Eduardo Silveira de Lima
Avaria reincidente
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e expressar a minha profunda indignação e revolta com a atitude vergonhosa da Rádio Popular, exigindo a resolução imediata do contrato de compra e venda e a devolução integral dos 1.599,99 € pagos por um portátil defeituoso, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021. É absolutamente inadmissível que um computador MSI Katana 15 B13VGK, que custou uma quantia tão elevada, apresente falhas graves na placa gráfica (NVIDIA RTX 4070), deixando o ecrã verde, vermelho e preto em pleno uso, e que a loja trate a situação com total desrespeito pelo cliente. O equipamento foi enviado para reparação (RMA RWI8-267150996) e, para meu espanto, ao tentar levantá-lo na loja, o ecrã falhou imediatamente à frente do vosso colaborador. A resposta absurda que recebi foi para levar o PC para casa e fazer "atualizações de software". É um despropósito empurrarem a responsabilidade para o cliente quando o produto vem avariado da própria assistência! Segui as instruções, atualizei tudo e o problema continuou. Voltei à loja e a própria coordenadora, juntamente com vários colaboradores, presenciou e testemunhou ao vivo no balcão o ecrã a falhar. Perante a ineficácia gritante da reparação e o transtorno causado, apresentei reclamação e pedi formalmente a devolução do meu dinheiro. O PC seguiu para o centro técnico (Ename / RMA RWI8-267290744) para verificação do defeito no âmbito dessa resolução de contrato. Como se não bastasse, o portátil regressa com um relatório revoltante a dizer que "não tem avaria". O centro técnico ignorou completamente a falha na GPU, não fez testes de esforço 3D e, numa atitude lamentável e não autorizada, formatou o computador sem sequer discriminar essa intervenção no relatório técnico, numa clara tentativa de mascarar um problema grave de hardware e passar o cliente por mentiroso. Sinto-me completamente lesado e enganado por uma empresa que se recusa a assumir as suas responsabilidades. Recusei-me, como é óbvio, a levantar um equipamento defeituoso e sem condições de uso, ficando o portátil retido na loja da Rádio Popular sob vossa custódia. Não vou tolerar mais desculpas, jogos de empurra com o fabricante nem atrasos. A minha relação comercial é com a Rádio Popular e exijo a resolução imediata do contrato com o reembolso integral.
Garantia recusada
Bom dia, comprei uma TV Thompson á cerca de 9 meses, recentemente apareceu umas linhas no ecrã e a imagem fica destorcida minutos depois. Recorri á garantia dada pela FNAC , o qual a resposta da loja do UBBO diz ser derivado a " dano estético". A TV sempre esteve colocada na parede, nunca teve sequer alguma pancada ou risco, pois não está numa zona de passagem. A loja da FNAC no UBBO diz que a TV irá ser enviada para a marca para análise e possivelmente " atribuir um valor de reparação" , se a TV está dentro da garantia e não houve qualquer dano estético como eles referem ( e como foi visível na entrega da mesma pelo funcionário, colocando na guia " apenas apresenta algum pó".) Deixo aqui o número da guia de reparação N° 890010257 para possível ajuda neste sentido . Obrigado
Reparação de estore sem solução, cobranças sucessivas e falta de clareza quanto à garantia
Contratei a Worten para a reparação de um estore manual. No dia 28/07/2026, paguei 30€ pela visita e diagnóstico e, posteriormente, 80€ pela reparação, num total de 110€. Poucos dias depois, o estore voltou a apresentar exatamente o mesmo problema. Após nova análise, fui informada de que seria necessária a substituição de uma peça responsável pelo mecanismo de subida e descida, no valor aproximado de 50€, elevando o custo total para cerca de 160€. O principal ponto da minha reclamação é que já paguei especificamente por um diagnóstico e pela reparação indicada na sequência desse diagnóstico. Se a peça agora considerada necessária só foi identificada posteriormente, entendo que houve uma falha ou insuficiência no diagnóstico inicial, e não uma nova avaria que justifique um novo custo para o consumidor. Além disso, solicitei diversas vezes informação sobre a garantia da reparação, sem receber previamente condições claras. Houve ainda informações contraditórias sobre os valores: no dia 12/08 recebi um aviso relativo a um orçamento de 80€, apesar de me ter sido comunicado que o novo valor seria de cerca de 50€. Existe também uma situação pouco clara relativamente aos contactos e à identificação dos profissionais envolvidos. O técnico que se deslocou à minha residência não correspondia ao perfil do profissional apresentado na plataforma como responsável pelo serviço. Ao contactar o número associado a esse perfil, fui informada de que correspondia a outra pessoa. Parte das comunicações foi ainda feita através de outro número particular, por uma pessoa cuja ligação à Worten ou ao prestador indicado nunca me foi devidamente esclarecida. Na sexta-feira, dia 14/08/2026, voltei a contactar a Worten e, com o objetivo de desbloquear a situação e recuperar o meu estore reparado, manifestei sob protesto disponibilidade para efetuar o último pagamento solicitado. Essa disponibilidade não significa que reconheça a cobrança como justa ou devida. Mantenho, portanto, o pedido para que a Worten apresente uma das seguintes soluções: 1 - Concluir a reparação sem novos encargos para mim, assumindo o custo da peça e apresentando previamente, por escrito, as condições e o período de garantia da peça e do serviço; ou 2 - Reembolsar os 110€ já pagos e devolver o meu estore, para que eu possa procurar outro profissional que realize a reparação com condições de garantia devidamente esclarecidas. Não considero razoável continuar a suportar novos custos pela mesma avaria depois de já ter pago pelo diagnóstico e por uma reparação que não resolveu o problema.
Garantia extra
Venho apresentar reclamação relativamente à impossibilidade de acionar o seguro de garantia extra associado à minha máquina de lavar loiça Samsung, adquirida na Worten em 24/10/2021. A máquina apresenta uma avaria, nomeadamente erro “LC”, fuga de água pela parte inferior e, posteriormente, deixou de efetuar corretamente a drenagem da água. Possuo um Seguro Garantia Extra de 3 anos para este eletrodoméstico. No entanto, já me desloquei duas vezes a uma loja Worten para solicitar a assistência/reparação e, em ambas as ocasiões, fui informado(a) de que existe um erro relacionado com a fatura que impede o processo de ser aberto. Já apresentei reclamação no livro de reclamações online.
Prazo de garantia ultrapassado
Venho solicitar ajuda para resolver uma situação referente a uma trotinete elétrica adquirida na Rádio Popular pelo valor de 299 €. A trotinete foi enviada para assistência devido a uma avaria. Foi apresentado um orçamento pela marca, que foi recusado. A Rádio Popular confirmou-me por escrito, em 27/07/2026, que o orçamento tinha sido rejeitado e que eu seria avisada quando o equipamento chegasse às instalações da loja. No entanto, continuo sem a trotinete e sem uma solução definitiva. Tenho contactado várias vezes a Rádio Popular, tanto através da loja como do apoio ao cliente, mas até ao momento apenas me informam que a situação será encaminhada para o responsável, sem me apresentarem uma solução concreta. Considero que já aguardei tempo suficiente e não pretendo continuar indefinidamente sem o equipamento ou uma solução. Solicito a intervenção da DECO para me orientar e ajudar a obter uma solução definitiva, nomeadamente a possibilidade de resolução do contrato e reembolso dos 299 €, caso estejam reunidas as condições legais para tal. Tenho documentação que comprova a compra, o processo de assistência, a recusa do orçamento e as comunicações mantidas com a Rádio Popular e a assistência técnica.
Empresa Fraudulenta - Não permite devolução de produto enganador
Exmos Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativa a uma compra efetuada numa loja de roupa online que, pelas práticas adotadas, considero ser fraudulenta.O site utiliza fotografias apelativas e de elevada qualidade para promover os seus produtos, induzindo o consumidor em erro. No entanto, o artigo que recebi 20 dias após a compra não corresponde, em absolutamente nada, ao que foi anunciado: trata‑se de um vestido de plástico, com cores desbotadas, má confeção e qualidade claramente inferior, não refletindo a imagem nem a descrição disponibilizadas no site.Ao tentar exercer o meu direito de devolução, deparei‑me com condições que considero abusivas, desproporcionais e claramente dissuasoras. Os custos de envio extremamente elevados, os prazos de processamento excessivamente longos e ainda uma taxa administrativa de 10 € tornam, na prática, quase impossível proceder à devolução do produto.Em alternativa, a loja oferece apenas um reembolso parcial de 25% do valor pago, solução que considero inaceitável, uma vez que o erro é inteiramente da loja e o produto entregue não corresponde ao anunciado.Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste para análise desta situação, por considerar que a loja está a adotar práticas enganosas, lesivas dos direitos dos consumidores e que dificultam deliberadamente o exercício do direito de devolução.
Tênis apresentou desgaste prematuro
Prezados, Adquiri um tênis modelo Nike Pegasus Premium na cor preta e após 2 meses de uso o mesmo apresentou rachaduras e desgaste prematuro na parte frontal. Fiz a reclamação com pedido de reembolso através do sítio na Internet e enviei fotos do problema apresentado. O Sr. Mohd entrou em contato comigo via e-mail e me pediu para enviar o produto através da HDL e isso foi prontamente atendido. O envio seria para a Inglaterra e a alfândega portuguesa bloqueou a remessa pois foi feita pela empresa como remessa pessoal (completamente errado por parte da empresa). Assim que recebi comunicado do bloqueio informei de pronto a Sports Direct e o Sr. Mohd (responsável pelo atendimento) me pediu 72 horas para resolução. Lá se vão 5 dias e além de não receber o reembolso e não ter recebido o produto defeituoso de volta sigo no aguardo de resolução do mesmo. Já enviei e-mail para o Sr. Mohd e não obtive resposta nenhuma de como proceder. Peço reembolso urgente pois além de não ter o produto ainda tenho um processo aberto na alfândega portuguesa que não fui eu quem abriu.
Reclamação relativa à recusa de reparação em garantia de uma impressora HP
Como utilizo impressoras com pouca frequência, embora necessite de uma ocasionalmente, ao longo dos anos tive vários problemas com impressoras de jato de tinta. Para evitar esse tipo de problemas, decidi adquirir uma impressora a laser, por considerar que seria uma solução mais adequada às minhas necessidades. Assim, no dia 31/05/2025, adquiri, através do site da Worten, uma Impressora HP Color Laser 178nw (Multifunções – Laser Cores – Wi-Fi). Apesar de ter sido utilizada muito poucas vezes, a impressora começou também ela a apresentar problemas. Começou a libertar um pó verde-escuro proveniente do interior do equipamento e, posteriormente, deixou de imprimir corretamente. A partir de determinado momento, qualquer documento que imprimisse, fosse uma imagem ou simplesmente texto, resultava numa folha completamente preta, tornando a impressora inutilizável. Perante esta avaria, no dia 28/06/2026, entreguei a impressora na Worten para reparação ao abrigo da garantia legal, cerca de 13 meses após a sua aquisição e, portanto, ainda dentro do prazo de garantia de três anos. A impressora foi entregue na caixa original, juntamente com o cabo USB e o cabo de alimentação. Posteriormente, a impressora foi-me devolvida sem que a avaria tivesse sido resolvida. A impressora apresentava exatamente o mesmo problema e, para além disso, foi-me devolvida com os seguintes itens em falta: - o meu cabo USB; - o meu cabo de alimentação. Foi-me ainda transmitido pela Worten o seguinte: “A unidade de cilindro apresenta danos físicos (riscos no cilindro fotossensível), e há vazamento/acúmulo de toner no interior da impressora e nos cartuchos de toner. Os cartuchos de toner são itens de consumo e o cilindro apresenta desgaste/danos decorrentes do uso; portanto, esse problema não é coberto pela garantia. Recomendamos a substituição da unidade de cilindro e dos cartuchos de toner necessários, bem como a realização de uma limpeza interna da impressora.” Não considero esta justificação aceitável. Estamos perante uma impressora com apenas cerca de 13 meses de uso e utilização muito esporádica. Não foi apresentada qualquer evidência de utilização incorreta, negligente ou diferente daquela para a qual o equipamento foi concebido. Além disso, a própria descrição da avaria é relevante: existe vazamento/acumulação de toner no interior da impressora, existem danos no cilindro fotossensível e a impressora apresenta como principal sintoma uma impressão completamente preta. Estes elementos não demonstram, por si só, que os danos tenham sido causados por desgaste normal decorrente da utilização. Pelo contrário, considero perfeitamente plausível que exista uma falha num dos componentes da impressora ou do próprio sistema de toner que tenha provocado a libertação/acumulação de toner e, consequentemente, os danos no interior do equipamento e no cilindro. A alegação de que o cilindro apresenta simplesmente “desgaste/danos decorrentes do uso” parece-me insuficiente para justificar a recusa da garantia, sobretudo sem qualquer explicação concreta sobre a causa dos danos e sem demonstração de que tenha existido mau uso da minha parte. É importante distinguir entre o desgaste normal de um consumível e uma eventual avaria que provoque o seu funcionamento anormal e danos no próprio equipamento. É evidente que, quando um cartucho de toner se esgota devido à utilização normal, cabe ao consumidor adquirir um novo. No entanto, considero que uma situação em que o toner vaza ou é libertado anormalmente para o interior da impressora, provocando desperdício do consumível e possíveis danos noutros componentes, não pode ser simplesmente tratada como um gasto normal de utilização. Neste caso, o toner era o original fornecido com a impressora e não um consumível adquirido posteriormente por mim. Se existiu um defeito no cartucho ou no sistema de impressão que provocou o vazamento e contribuiu para a avaria da impressora, considero injustificado que os custos dessa situação sejam imputados ao consumidor. Também considero particularmente grave que a impressora tenha sido devolvida sem reparação e exatamente com a mesma avaria, apesar de ter sido entregue para reparação dentro do período de garantia. Acresce que a impressora foi entregue juntamente com o cabo USB e o cabo de alimentação, mas estes não me foram devolvidos. Não sei por que motivo estes acessórios desapareceram durante o processo de reparação e considero que a situação também deve ser esclarecida. De acordo com a legislação aplicável, os bens móveis novos beneficiam de uma garantia legal de três anos. A avaria foi comunicada quando a impressora tinha apenas cerca de 13 meses, pelo que considero que a recusa da reparação em garantia deve ser devidamente fundamentada e não pode basear-se apenas numa referência genérica a “desgaste decorrente do uso”. Já apresentei também uma reclamação diretamente no Livro de Reclamações, com o número ROR00000000045685503, relativamente a esta situação. Considero, portanto, que a Worten não apresentou uma justificação suficientemente fundamentada para excluir esta avaria da garantia, tendo devolvido o equipamento sem reparação, com a mesma avaria e, adicionalmente, sem os cabos que acompanharam a impressora quando esta foi entregue.
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