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Contestação de orçamento e pedido de aplicação da garantia legal – dl 84/2021
Exmo Senhores, sinto-me profundamente indignado com a resposta apresentada relativamente ao processo de reparação da Máquina de Limpeza de Têxteis QILIVE (600W, 80 dB, depósito de água limpa 1,3L, depósito de água suja 1,1L, IPX4), entregue para assistência técnica no dia 23 de janeiro de 2026. O orçamento emitido pela LetMeRepair Spain SL – Sucursal em Portugal, sob o nº de reparação RN183157676 e referência 37498017, apresenta o valor total de 51,03€ (IVA incluído) para a reparação. Em caso de não aceitação do orçamento, é exigido o pagamento de 30,75€, sendo ainda apresentada como alternativa a destruição do equipamento. O equipamento tem o valor de 79€, o que significa que a reparação corresponde a aproximadamente 65% do valor total do produto. Trata-se da substituição da vedação superior do reservatório de águas usadas, sendo o valor apresentado manifestamente desproporcional face à natureza da intervenção. O equipamento foi utilizado no máximo quatro vezes, exclusivamente para limpeza de colchão e sofá, utilização pontual e plenamente enquadrada no uso normal previsto para este tipo de máquina. Não se trata de equipamento de utilização diária ou intensiva. A assistência técnica limitou-se a indicar “desgaste da borracha”, sem apresentar fotografias técnicas comprovativas, relatório técnico fundamentado ou demonstração objetiva de uso indevido. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, o consumidor beneficia de três anos de garantia legal (artigo 12.º), sendo o vendedor responsável por qualquer falta de conformidade existente à data da entrega do bem (artigo 13.º), devendo a reposição da conformidade ser efetuada sem quaisquer encargos para o consumidor, incluindo custos de transporte, mão-de-obra e materiais (artigo 18.º). Uma falha prematura de vedação após utilização residual não pode razoavelmente ser qualificada como desgaste normal. Importa ainda esclarecer que a Qilive é marca própria da Auchan Retail, não sendo uma entidade jurídica autónoma. Assim, não pode existir qualquer transferência de responsabilidade para a assistência técnica, sendo o responsável legal perante o consumidor o vendedor, neste caso a Auchan. O contacto telefónico ocorreu no dia 04 de fevereiro de 2026, tendo sido formalizado por email no mesmo dia. Desloquei-me cerca de 50 km até à loja, a pedido da funcionária, para assinar documento de aceitação ou recusa do orçamento, tendo sido informado de que teriam sido enviados 13 emails à assistência técnica sem resposta conclusiva ou fundamentada. Sinto-me colocado numa posição coerciva: pagar 51,03€, pagar 30,75€ para recuperar o equipamento sem reparação ou autorizar a sua destruição. Tal situação transmite uma sensação de lesão económica e desproteção enquanto consumidor. Não procuro conflito, mas sim o cumprimento da legislação portuguesa aplicável. Solicito a reapreciação imediata do processo ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, a reparação ou substituição do equipamento sem qualquer custo e resposta formal, técnica e fundamentada por escrito.
Problemas com o apoio ao Cliente
Exmos. Senhores, Em 27 de agosto de 2024 adquiri um/uma Colchão Emma Hybrid por 484.79 €. A referência da encomenda é #0015-Z8KE9Z. Sucede que este apresenta defeitos: O colchão tem claramente diferenças de altura, já admitidas como defeitos de fabrico pela marca em emails trocados. (Fotos em anexo). Depois de comunicar e pedir a ativação de garantia à marca sucederam várias situações: Situação 1: A marca acusou-me (cliente) de adulterar as imagens anexadas, através da seguinte mensagem: "Após validarmos os nossos registos, o sistema e as comunicações anteriores — incluindo o envio das tuas fotografias e o preenchimento da etiqueta do colchão — verificámos que, na tua última fotografia, estás a exercer alguma pressão para que a medida pareça aceitável na imagem." Depois de reclamar e responder aos emails da marca, sentido-me bastante desrespeitada, por uma marca que prima pela qualidade, finalmente deram-me razão com a seguinte mensagem: "Após validarmos os nossos registos, o sistema e as nossas comunicações anteriores, confirmámos que já recebemos as tuas 3 fotos onde o afundamento é claramente visível.". Situação 2: Num email inicial, onde pedi a ativação da garantia foi-me informado que: " O que acontece após a verificação Se for confirmado que o dano corresponde a um defeito de fabrico, será oferecida: a substituição do colchão, ou um reembolso total. O nosso objetivo é assegurar que desfrutes de um descanso reparador durante toda a vida útil do produto." Depois de confirmarem os defeitos do colchão, ativaram de imediato (sem ter pedido) um envio de outro colchão para uma morada que não forneci (morada de envio do primeiro colchão em agosto de 2024). Sucede que depois de ter pedido de imediato que cancelassem a encomenda, não o fizeram e a encomenda foi enviada para a morada que não foi fornecida por mim. Essa morada corresponde à casa de um tio com 95 anos que está incapacitado, sem capacidade para se movimentar. Depois de ter pedido 3 vezes para cancelarem o envio, não o fizeram. Depois de receber uma notificação da GLS a dizer que o colchão estava a caminho da morada tive de pedir à GLS (visto não ter resposta da marca) que me reencaminhassem o colchão para a Venda do Pinheiro (sendo eu de Lisboa) - única opção disponível para o colchão não ir para a casa do tio sem mobilidade. Para além disso, mesmo depois de me terem informado, por email (que deixei acima), que poderia escolher entre um reembolso ou a substituição do colchão, ativaram de imediato sem pedido a substituição do colchão e quando indiquei que queria o reembolso (visto a péssima experiência com a marca), ignoraram a questão e continuaram com o envio do colchão que pedi para cancelar. Depois de insistir no reembolso, finalmente responderam: "Após verificarmos no nosso sistema, como a tua compra foi realizada em agosto de 2024, apenas é possível efetuar o suplemento (que já criei para ti). Nesta situação, não é aplicável o reembolso. ". Visto terem-me dito em emails anteriores que poderia pedir o reembolso, continuei a insistir no reembolso que não me foi dado. Inclusive deixaram de responder aos meus emails, deixando o colchão ir para a morada que pedi explicitamente para não ir, para cancelar a encomenda. Gostaria de obter o reembolso do colchão, bem como a cobertura pelos danos de ter de ir recolher um colchão à venda do pinheiro. Não me quero relacionar mais com uma marca que não presta qualquer tipo de apoio ao cliente. Exijo que me resolvam esta situação, nos próximos 5 dias, o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Luana Lobo
Reclamação e pedido de resolução do contrato - Computador com defeito (Garantia Legal)
Exmos. Senhores, No dia 16/09/2025 adquiri, através da vossa loja online, um computador, o qual foi levantado nas vossas instalações aproximadamente duas semanas após a data da compra. Desde a data do levantamento, o equipamento tem apresentado problemas de funcionamento, não estando em conformidade com o que é expectável num produto novo. Em virtude dessas anomalias, já me desloquei à vossa loja por quatro vezes para efeitos de verificação e/ou reparação, tendo levantado o equipamento em três dessas ocasiões. Contudo, após cada intervenção técnica, o computador continuou a apresentar exatamente os mesmos problemas. Presentemente, o equipamento encontra-se novamente nas vossas instalações. A situação descrita configura uma falta de conformidade nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que estabelece o regime jurídico das garantias dos bens de consumo. Nos termos da referida legislação, a reposição da conformidade deve ser efetuada sem encargos e sem inconvenientes significativos para o consumidor, bem como dentro de um prazo razoável. Considerando as sucessivas tentativas de reparação sem sucesso e a persistência dos defeitos, entende-se que a conformidade do bem não foi reposta. Assim, face à repetição das avarias e à ausência de uma solução definitiva, venho por este meio solicitar a resolução do contrato, com a consequente devolução integral do valor pago pelo equipamento, nos termos legalmente previstos. Saliento ainda que o prazo de 15 dias mencionado pela loja não é aplicável a situações de falta de conformidade, encontrando-se os meus direitos salvaguardados pela garantia legal em vigor. Solicito, por favor, resposta por escrito no prazo máximo de 10 dias úteis. Caso a situação não seja resolvida dentro desse prazo, reservarei o direito de recorrer aos meios legalmente previstos, nomeadamente ao Livro de Reclamações, à ASAE e ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Com os melhores cumprimentos, Daniel Passos Fatura Nº: FR 5/313
Não querem acionar a garantia
Adquiri uma máquina de café delta q mini qool, no dia 25/11/2024, para oferecer. A pessoa recebeu de presente e como não tinha como a ligar no estabelecimento, foi ficando na caixa, não tendo sido aberta de todo ou utilizada. No sábado, dia 14/02/2026, foi aberta pela primeira vez, porque finalmente já tinhamos sítio para a ligar. A máquina está completamente estragada e não funciona corretamente. Não tira café nenhum, não dá para desligar, engasga-se toda, não está em condições. Dirigi-me a uma loja worten resolve para resolver a questão, no entanto, já não tinhamos o talão, nem associamos a nenhuma conta worten, nem nif, e recusam mandar a máquina para a garantia. Mas eu tenho o meu extrato do banco que me diz exatamente o dia a que a comprei, o montante, a loja e o cartão que utilizei para a compra e mesmo assim, recusaram a garantia. Gostaria de reclamar e perceber se legalmente, o extrato bancário é suficiente para acionar a garantia da máquina.
Produto com defeito e ausência de resposta
No dia 23 de novembro de 2025 adquiri, junto da referida empresa, um Apple Watch SE 44mm GPS Preto, Usado Grade A+ (referência TK32820). Importa referir que o equipamento se destinava a uma prenda de aniversário, pelo que apenas foi testado no dia 18 de dezembro de 2025. Verifiquei aí que o mesmo apresentava diversos problemas de funcionamento, nomeadamente falhas ao nível da bateria e da emparelhagem com o telemóvel. O Apple Watch desliga-se aproximadamente de 5 em 5 minutos e várias funcionalidades não operam corretamente, comprometendo a sua utilização normal. No dia 19 de dezembro de 2025 enviei um email à empresa a reportar os defeitos. Foi-me então solicitado o envio do equipamento para a sede da empresa, pretendendo que eu suportasse os custos de envio. Recusei assumir esses custos, tendo informado a empresa de que, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, artigo 12.º, é da responsabilidade do fornecedor suportar todas as despesas associadas à reparação ou substituição de produtos defeituosos. Solicitei ainda confirmação de que a reparação ou substituição ocorreria sem encargos para mim e em conformidade com a legislação em vigor. Saliento que o equipamento foi comercializado como recondicionado Grade A+, com as seguintes características anunciadas: - Muito bom estado estético e operacional, apenas com pequenas marcas de uso pouco visíveis; - Bateria em muito bom estado (superior a 80%), com 6 meses de garantia; - 18 meses de garantia. Estas condições não se verificaram no produto recebido. Após a minha reclamação, a empresa agendou a recolha do equipamento para o dia 23 de dezembro de 2025. No dia 9 de janeiro de 2026 solicitei um ponto de situação, tendo-me sido comunicado que o equipamento ainda se encontrava dentro do prazo normal de reparação. No dia 19 de janeiro de 2026 voltei a solicitar atualização, tendo sido informada de que o equipamento se encontrava em testes no reparador. Contudo, no dia 26 de janeiro de 2026 fui informada pela empresa de que a reparação apenas seria efetuada mediante o pagamento de 209,90 €, alegando que o equipamento teria perdido a garantia por apresentar vestígios de humidade no interior. Ainda que tal situação existisse — o que não aceito — apenas podem existir duas hipóteses: - Ou se trata de um defeito de origem, da exclusiva responsabilidade do fornecedor; - Ou resulta de deficiente acondicionamento e transporte do produto, igualmente imputável à empresa. Considero esta situação inaceitável, uma vez que: - O equipamento já apresentava defeitos de funcionamento desde o momento em que foi testado; - Nunca foi sujeito a utilização indevida da minha parte; A empresa está a recusar assumir responsabilidades ao abrigo da garantia legal aplicável aos bens de consumo, prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021. Face à ausência de resposta, solicitei ainda que fosse prestado um esclarecimento até ao dia 6 de fevereiro de 2026, prazo esse que foi igualmente ignorado. Até hoje, encontro-me sem equipamento ou qualquer repsosta por parte da entidade.
Resolução de Contrato e Reembolso: Violação do Prazo Legal de 30 dias (DL 84/2021) - Fnac Marketplac
Venho apresentar reclamação formal contra a Fnac Portugal devido à violação do prazo legal de reparação e falha na mediação de garantia de um equipamento profissional (Sony A7 IV, Encomenda 1OS8HIAEYQN2U) comprado no Fnac Marketplace (vendedor Egadget Central), processo iniciado a 28/11/2025. Cronologia dos Factos: 28/11/2025: Reportei a avaria no slot de cartões da câmara Sony Alpha A7 IV, data confirmada pelo vendedor no histórico de chat. 04/12/2025: O vendedor instruiu-me a obter um orçamento local. Informei o vendedor que, por compromissos profissionais agendados, apenas poderia entregar a máquina após o dia 13/12. 16/12/2025: Entreguei o equipamento na Clínica Fnac Faro. O prazo previsto para o orçamento era 15/01/2026, o qual não foi cumprido pela Fnac. Na Clínica Fnac, o técnico informou-me que o equipamento foi enviado para um reparador que se recusou a fazer o orçamento, por este equipamento não ser de origem UE. Resultando num atraso 29/01/2026: Recebi o orçamento de reparação às 18:27 no valor de 474.40€ conforme orçamento nº 830025058 disponível em anexo, onde a própria Fnac documenta a instrução do vendedor para a realização do diagnóstico local. Enviei o orçamento ao vendedor às 19:46 do próprio dia. 03/02/2026: O vendedor apenas respondeu após nova insistência minha, onde o informei que o orçamento que o vendedor solicitou estava a expirar. 04/02/2026: Após o vendedor recusar uma solução viável (reparação local ou reembolso), apresentei queixa no apoio ao cliente Fnac. 05/02/2026: A Fnac tentou um contacto telefónico sem sucesso por questões técnicas da linha, nunca voltando a contactar-me. 10/02/2026: Contactei novamente o apoio ao cliente Fnac por telefone, onde o operador ignorou o histórico do processo, limitando-se a dizer que deveria "pedir o reembolso ao vendedor", algo que já tinha sido feito e negado anteriormente. 12/02/2026: O vendedor recusou formalmente o reembolso e a reparação local, exigindo o envio para Hong Kong. Enviou uma guia de transporte e prometeu uma solução para o final de fevereiro — um prazo tecnicamente impossível, uma vez que o equipamento ainda não se encontra disponível para levantamento na Clínica Fnac 12/02/2026: Submeti uma nova queixa formal no apoio ao cliente da Fnac, após o vendedor recusar novamente o reembolso e insistir no envio para Hong Kong (enviando inclusive uma guia de transporte). Reiterei que o prazo legal de 30 dias foi ultrapassado e que a solução proposta era inviável. 14/02/2026: A Fnac respondeu finalmente à queixa de dia 12. A resposta limitou-se a sugerir que eu "abrisse uma reclamação junto do vendedor" através do portal online, ignorando por completo que: Já estou em contacto com o vendedor há meses sem solução; A opção de "Abrir Reclamação" no portal da Fnac encontra-se tecnicamente bloqueada para esta encomenda, impedindo-me de seguir a própria instrução que me deram; A resposta chega num sábado ao final do dia, para um problema profissional urgente que se arrasta desde novembro de 2025. Fundamentação Legal: Prazo de Reparação Excedido: Segundo o Art.º 18.º do DL n.º 84/2021, o prazo para reparação é de 30 dias. O processo conta-se desde 28/11/2025. Mesmo descontando o período de diagnóstico, o tempo de inatividade ultrapassa largamente o limite legal. Inconveniência Grave: A exigência de envio para fora da UE, após 75 dias de espera, é um risco inaceitável para um utilizador profissional. Falha Técnica da Plataforma: A Fnac Portugal instruiu-me a abrir uma reclamação no portal, mas a opção encontra-se bloqueada, impedindo a resolução do litígio. Face ao exposto, exijo a Resolução do Contrato com o reembolso total do valor do equipamento (2139€), acrescido do custo do diagnóstico (45€) que fui instruído a realizar, uma vez que o prazo legal de 30 dias foi largamente ultrapassado.
garantia recusada
Exmo. Senhor(a), Assunto: Reclamação por defeito em iPhone 13 Pro recondicionado adquirido na iServices – Pedido de ativação da garantia e resolução do problema Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a um iPhone 13 Pro recondicionado (cor: Prateado, estado: Excelente, armazenamento: 128 GB), adquirido na loja online da iServices em 8 de setembro de 2025 (referência da encomenda: FLUNUXGYG; referência do item: #13PRO1489; número de série: 355677819924594), conforme fatura FRLO/76083 anexa. O equipamento foi comprado por mim, Juliana Bentes Pontes (NIF: 311631320, morada: R. Choupela N80 1D, Águeda, 3750-314, Portugal), no valor total de 524,28€ (incluindo Starter Kit), pago via Floa 4X. O produto foi recebido em perfeitas condições aparentes e utilizado de forma normal e cuidadosa, sempre com proteção (capa e película), sem exposição a líquidos, quedas, impactos ou qualquer tipo de mau uso que pudesse danificá-lo. Não apresenta arranhões, amolgadelas ou sinais de dano externo visível, o que confirma que o problema não resulta de acidente ou negligência por parte do utilizador. Cronologia dos problemas observados: • Início dos sintomas (algumas semanas após a compra, por volta de final de início de outubro de 2025): A tela começou a apresentar travamentos intermitentes. Ao pressionar o botão para desligar e religar a tela (bloqueio/desbloqueio), o funcionamento voltava ao normal temporariamente. Em ocasiões isoladas, surgiam bugs visuais, como linhas estranhas ou cores anormais (manchas ou distorções), que desapareciam após reinício. Atribuí isso inicialmente a um possível problema de software e atualizei o iOS, mas os sintomas persistiram esporadicamente. • Tentativa de resolução inicial (novembro de 2025): Dirigi-me a uma loja física da iServices para avaliação. Os técnicos indicaram que seria necessário deixar o equipamento para investigação detalhada. No entanto, não foi possível fazê-lo na altura, pois o iPhone continha dados pessoais e profissionais essenciais, e precisei de transferi-los para um dispositivo alternativo antes de o entregar. Planejei retornar em breve, mas os sintomas não pioraram imediatamente, permitindo o uso contínuo. • Agravação do defeito (janeiro/fevereiro de 2026, cerca de 4-5 meses após a compra): Sem qualquer incidente (queda, impacto ou exposição a humidade), a tela subitamente apresentou manchas generalizadas de cor azul, semelhantes a vazamentos ou infiltrações internas (como se houvesse um "derrame" de tinta ou líquido no display). Essas manchas cobrem grande parte da tela, tornando o uso difícil ou impossível em certas áreas, com distorções de cor e perda de funcionalidade. O problema surgiu de forma espontânea durante o uso normal, sem sinais prévios de dano externo. Visita à loja e negação de garantia (13 de fevereiro de 2026): Dirigi-me novamente à loja da iServices para ativar a garantia. Após uma inspeção superficial, os funcionários negaram qualquer cobertura, alegando que o defeito seria resultado de "culpa do utilizador" ou mau uso, sem fornecerem uma explicação técnica detalhada ou relatório escrito. Insisti que o equipamento não sofreu qualquer dano causado por mim, mas recusaram-se a proceder a reparo, substituição ou reembolso, limitando-se a afirmar que "não cobre garantia por estar assim". Não me foi dada oportunidade de uma avaliação mais aprofundada, nem justificativa baseada em evidências. Argumentação para cobertura pela garantia: Conforme as condições de venda da iServices (indicadas na fatura), os iPhones recondicionados estão cobertos por uma garantia limitada de até 3 anos (exceto bateria, com 1 ano), ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que transpõe a Diretiva Europeia 2019/771 relativa à venda de bens de consumo. Este regime presume que defeitos manifestados nos primeiros anos de uso existiam à data da compra, cabendo ao vendedor (iServices) provar o contrário (inversão do ónus da prova). O defeito descrito – manchas azuis e distorções no display OLED – é consistente com problemas internos de hardware comuns em iPhones recondicionados, como falhas na laminação do ecrã, desgaste prematuro do painel OLED ou anomalias elétricas (ex.: falta de voltagem ou corrosão interna de cabos flexíveis), conforme relatos amplamente documentados em fóruns especializados e sites de suporte técnico. Esses issues frequentemente surgem sem causa externa, especialmente em unidades refurbished, e não são atribuíveis a "mau uso" sem prova concreta. No meu caso, a ausência de danos visíveis reforça que se trata de um vício oculto ou defeito de fabrico pré-existente, coberto pela garantia. A exclusão para danos por líquidos ou quedas não se aplica, pois não há evidências disso.
Salamandra com ferrugem
Exmos Senhores, No seguimento da compra de uma salamandra no Leroy Merlin da Alta de Lisboa, a qual apresentava defeitos evidentes no momento do desempacotamento, nomeadamente sinais de ferrugem em vários pontos, amolgadelas de uma lateral e vidro partido O equipamento manteve-se exatamente nas condições em que foi entregue — empacotado e sobre a base de madeira — até ao momento do seu desempacotamento no início de novembro de 2025, pelo que não aceito a resposta enviada pelo Apoio ao Cliente da Solzaima, no sentido de excluir a ferrugem da garantia, quando esta já existia e isso revela problemas no material Foi apresentada reclamação no Livro de Reclamações, contudo, a resposta obtida pelo Apoio ao Cliente da Solzaima é manifestamente inaceitável, por não resolver a situação, não ter enviado um técnico para ver a máquina, nem respeitar os direitos legalmente consagrados ao consumidor enviei tambem um email para o Ceo da Empresa no dia 06-02-2026, mas até ao momento não recebi qualquer resposta. Acresce ainda que toda esta situação me causou prejuízos significativos, nomeadamente ao nível do aumento dos gastos com eletricidade, bem como um desconforto acentuado devido à baixa temperatura no interior da minha habitação, onde a temperatura máxima atingida foi de apenas 11 °C. Estes prejuízos são consequência direta da impossibilidade de utilizar o equipamento nas condições normais a que se destinava. Face ao exposto, solicito a reapreciação urgente do processo e a apresentação de uma solução adequada, nos termos da garantia legal aplicável, incluindo a reparação, substituição do equipamento ou reembolso do valor pago, bem como a consideração dos prejuízos entretanto sofridos.
troca de maquina
comprei uma maquina na radio popular ha 15 dias e desde o primeiro dia a maquina apresentou um erro e nao funcionava..foi la o tecnico e esta ficou em funcionamento..nesse mesmo dia apresentou outro erro..desligou-se a maquina e apresentou outro erro ou seja apresentou 3 erros seguidos e nao funciona.. fui levar a maquina onde a comprei na radio popular e EXIGI O DINHEIRO OU UMA MAQUINA NOVA..a maquina ja foi entregue ha 8 dias e nem resposta e dizem que provavelmente irão reparar aquela e não receberei uma maquina nova conforme as minhas pretensões por isto estou a recorrer para a radio popular a solicitar ajuda
Produto com defeito
Marca nada confiável, comprei um aquecedor de toalhas, o qual ao fim de duas a três semanas começou a verter um liquido pelas extremidades, tipo óleo. Abri uma incidencia passo a passo no site, a recolha demorou mais do que o expectável, foi para uma suposta reparação que demorou muito tempo, e ao fim de suportamente reparado, foi me enviado novamente. Qual o expanto que vem aonda pior do que estava, retirei da caixa e nem sequer o desembalei. E ainda vem com partes danificadas. Já reportei o caso novamente. Nem sequer volto a ligar o aparelho, segurança não existe nenhuma. Foi a primeira e a ultima vez que comprei algo da marca Create.
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