Reclamações públicas

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R. C.
25/07/2026

Máquina dentro da garantia mal reparada

Bom dia, Comprámos uma máquina de café Delonghi Stilosa à 8 meses. Ao fim de 5 meses e dentro da garantia a máquina apresentou problemas. Solicitámos a assistência da Delonghi que nos indicou que teríamos de deixar a máquina numa loja que presta serviço à marca e cujas instalações ficam em Setúbal, longe da nossa residência. Mesmo assim apesar da despesa e do constrangimento deslocamos nós e deixámos a máquina na loja para proceder ao arranjo. Quando ao fim de 3 semanas nos indicaram que estaria pronta com garantia de estar tudo ok, fomos novamente buscar a máquina. No dia seguinte quando usamos a máquina, para além de não estar totalmente reparada, apresentou falhas novas durante o funcionamento. Voltamos a contactar a Delonghi e pedir a troca da máquina ou a devolução da quantia paga pela mesma. Não nos deram essa opção e ainda querem que sejamos nós clientes a voltar à mesma loja entregar a máquina novamente, onde o reparo foi mal efectuado. Como clientes temos uma máquina sem funcionar ao fim de 8 meses e ainda temos de ter o prejuízo e o constrangimento de nos deslocarmos novamente à mesma loja depois desta prestar um mau serviço? Não nos deslocaremos novamente. A delonghi demonstra aqui uma péssimo profissionalismo e serviço pós venda! Não têm qualquer consideração e cuidado com o cliente. Serviço deixa muito a desejar. Cumprimentos, Rui Cabrita.

Encerrada
B. F.
25/07/2026

Reincidência de avaria, sucessivas reparações sem resolução e incumprimento da garantia legal

Venho apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento dado ao processo de garantia do meu monitor ASUS 24” FHD VZ24EHE, adquirido na Worten em 18/09/2023. Desde fevereiro de 2026 que me encontro num ciclo interminável de reparações devido à mesma avaria, caracterizada por riscas no ecrã, ghosting e degradação da imagem após algum tempo de utilização. Ao longo de cerca de cinco meses, o equipamento foi enviado sucessivamente para reparação sem que tivesse sido apresentada uma solução definitiva. Paralelamente, ocorreram perdas de componentes e acessórios durante as reparações, demonstrando uma preocupante falta de cuidado no tratamento do equipamento. 06/02/2026 – Processo WO-35569621 Primeiro processo de garantia. 24/02/2026 * Ecrã substituído. * A avaria manteve-se. ⸻ 04/03/2026 – Processo WO-35865367 Novo processo devido à persistência da mesma avaria. 24/03/2026 * Painel LCD substituído. * A avaria manteve-se. * A caixa original do monitor foi perdida. * O equipamento foi devolvido apenas envolvido em película, sem qualquer proteção adequada. Perante esta situação apresentei reclamação no Livro de Reclamações. Após vários dias de espera, a resposta da central de reclamações da Worten foi que nada mais poderia ser feito, apesar de o equipamento continuar avariado. ⸻ 11/05/2026 – Processo WO-36562736 Novo envio para a marca. 25/05/2026 * Relatório técnico: “Test OK”. * Nenhuma intervenção realizada. * A avaria manteve-se. ⸻ 25/05/2026 – Processo WO-36716171 Novo processo aberto no próprio dia em que levantei o monitor, uma vez que a avaria persistia e o suporte (pé) do monitor nem sequer tinha sido devolvido. 13/06/2026 * Substituição da placa-mãe. * Substituição do suporte. * A segunda caixa utilizada para substituir a original também foi perdida. * O monitor voltou a ser transportado apenas envolvido em película. ⸻ 13/06/2026 – 5.º processo Novo envio para reparação devido à persistência da mesma avaria. 25/06/2026 * Nova substituição do ecrã. * A avaria continuou a verificar-se. Nesta fase, a gerente da loja da Worten de São João da Madeira foi a única pessoa que demonstrou verdadeira preocupação em tentar resolver a situação. O monitor permaneceu alguns dias na loja para que fossem gravados vídeos da avaria, uma vez que a ASUS recusava aceitar os vídeos enviados por mim. Apesar desse esforço, a solução voltou a ser exatamente a mesma: enviar novamente o equipamento para reparação. ⸻ 13/07/2026 – 6.º processo Novo envio para reparação. 24/07/2026 * Nova substituição do ecrã. No entanto, ao chegar ao meu local de trabalho e tentar montar o monitor, verifiquei que faltava um dos parafusos do suporte, o que nem sequer me permitiu montar corretamente o equipamento para confirmar se a reparação resolveu finalmente a avaria. Ao longo de todo este processo fui obrigada a deslocar-me à loja aproximadamente 15 vezes, percorrendo cerca de 15 a 20 minutos em cada viagem apenas para entregar ou levantar um equipamento que nunca teve uma solução definitiva. Durante cerca de cinco meses fiquei privado de uma ferramenta essencial para o meu trabalho, com perda de tempo, custos de deslocação, prejuízo profissional e um enorme desgaste causado por sucessivas reparações inconclusivas. Ao longo deste processo verificaram-se situações que considero absolutamente inadmissíveis: * seis processos de garantia motivados pela mesma avaria; * sucessivas substituições de componentes sem resolução definitiva; * perda da caixa original do monitor; * perda da segunda caixa utilizada para substituir a original; * perda do suporte do monitor; * devolução posterior sem um dos parafusos do suporte; * transporte do equipamento sem acondicionamento adequado; * ausência de qualquer solução definitiva após cerca de cinco meses. Faço questão de referir que, durante todo este processo, apenas dois colaboradores demonstraram verdadeiro profissionalismo e vontade de ajudar, em especial uma das gerentes da loja da Worten de São João da Madeira, que procurou reunir novas provas da avaria para tentar convencer a ASUS a reconhecer o problema. Infelizmente, essa postura foi claramente a exceção. Na maioria dos contactos fui atendido por colaboradores sem preparação para lidar com uma situação desta complexidade, limitando-se a seguir procedimentos sem qualquer capacidade para apresentar uma solução efetiva. A sensação transmitida ao longo de todo este processo foi a de que o objetivo era apenas abrir e encerrar processos administrativos, independentemente de o equipamento continuar ou não avariado. É incompreensível que um consumidor permaneça cerca de cinco meses sem conseguir utilizar um equipamento essencial para a sua atividade profissional, acumulando sucessivas deslocações, perdas de componentes do próprio equipamento, reparações inconclusivas e uma constante transferência de responsabilidades entre a Worten e a ASUS, sem que exista uma resolução efetiva para o problema. Não posso igualmente deixar de manifestar a minha profunda insatisfação com a atuação da ASUS ao longo de todo este processo. Enquanto entidade responsável pelas reparações, esperava um acompanhamento técnico rigoroso, uma correta identificação da avaria e uma solução definitiva para o problema apresentado. Em vez disso, assisti a uma sucessão de intervenções sobre o mesmo equipamento, com substituições repetidas de componentes, relatórios contraditórios e devoluções sucessivas de um monitor que continuava a justificar novas reparações. É igualmente incompreensível que um equipamento seja devolvido sem o suporte, posteriormente sem um dos parafusos e, por duas vezes, sem qualquer caixa de acondicionamento adequada, revelando uma preocupante falta de controlo de qualidade e de cuidado na forma como os equipamentos dos clientes são tratados. Ao longo de todo este processo, nunca senti que existisse uma verdadeira intenção de investigar a origem da avaria ou de resolver definitivamente o problema. A solução apresentada foi sempre a mesma: substituir mais um componente, realizar novos “testes do fabricante” e devolver o equipamento, mesmo quando este acabava por regressar à loja devido à persistência da mesma avaria. Enquanto cliente da ASUS, é extremamente dececionante constatar que, perante um histórico tão extenso e documentado, a resposta tenha sido uma repetição sucessiva dos mesmos procedimentos, sem qualquer capacidade de reconhecer que as reparações efetuadas não estavam a resolver o problema. Ao fim de seis processos de garantia, cinco meses de espera e inúmeras deslocações, deixei de sentir que estava perante um serviço de assistência técnica e passei a sentir que estava apenas preso num ciclo interminável de reparações, onde cada intervenção servia apenas para encerrar um processo administrativo e abrir outro, sem que o problema do cliente fosse verdadeiramente resolvido. No final, fico com a sensação de que tanto a Worten como a ASUS normalizaram uma situação que nunca deveria ter sido considerada normal. Um consumidor não pode ser obrigado a viver meses entre reparações, deslocações e espera, sem nunca ter a confiança de que o seu equipamento lhe será devolvido em condições.

Encerrada

Recusa de garantia legal de 3 anos - PS5

Para os devidos efeitos, informo que esta situação já foi alvo de queixa formal no Livro de Reclamações Eletrónico com o número ROR000000000045671869. Venho reclamar formalmente contra a Rádio Popular relativamente à assistência técnica do equipamento PlayStation 5, deixado para reparação na loja Rádio Popular do Fórum Montijo, no dia 04/07/2026 (conforme talão de depósito em anexo). O equipamento foi adquirido em 26/11/2023 (Fatura em anexo), pelo que se encontra plenamente abrangido pela garantia legal de 3 anos estipulada pelo Decreto-Lei n.º 84/2021, em vigor em Portugal. O aparelho apresenta uma desconformidade interna de hardware (desliga-se sozinho), tratando-se de um defeito de fabrico e não de mau uso. No entanto, recebi um contacto telefónico por parte da Rádio Popular a apresentar um orçamento verbal para substituição por uma consola recondicionada, alegando erradamente que o produto "já não tem garantia porque a marca só dá 2 anos". Sublinho que a Rádio Popular não me enviou qualquer orçamento, relatório técnico ou resposta formal por escrito, limitando-se a fazer esta comunicação por via telefónica. Esta atuação viola frontalmente a legislação de consumo portuguesa e o próprio texto impresso na vossa fatura, que assegura os 3 anos de garantia. Relembro que, nos termos do Artigo 18.º do DL 84/2021, a Rádio Popular dispõe de um prazo máximo de 30 dias seguidos para proceder à reparação gratuita do bem, prazo este que termina no dia 03/08/2026. Recuso o orçamento e exijo o cumprimento da lei. Cumprimentos, Tânia Raquel Filipe D' Assunção

Resolvida
T. P.
24/07/2026

Recusa de garantia sem fundamentação técnica

Exmos. Senhores, Adquiri uma viatura Dacia Sandero nova e, quando a viatura tinha apenas 11 meses de utilização, detetei uma abertura na pintura do tejadilho. Desconheço quando essa anomalia surgiu, uma vez que, pela sua localização, não se trata de uma zona facilmente visível no uso normal da viatura. A garantia foi recusada com a alegação de que os danos resultariam de "fatores externos". Desde o primeiro contacto solicitei apenas que me fosse apresentada a fundamentação técnica que sustentou essa conclusão. Essa resposta nunca chegou. Durante semanas fui sucessivamente reencaminhada entre a Santogal Chelas e a Dacia Portugal, sem que nenhuma assumisse a responsabilidade de responder ao meu pedido. Enquanto uma remetia a responsabilidade para a outra, eu permanecia sem qualquer esclarecimento. Apenas após muita insistência, sucessivos emails e várias reclamações, a própria Dacia Portugal respondeu, por escrito, que "os relatórios técnicos devem ser solicitados junto da Entidade Reparadora", remetendo-me novamente para a Santogal Chelas. Uma informação que poderia e deveria ter sido prestada desde o primeiro momento, evitando semanas de desgaste e frustração completamente desnecessárias. Contudo, mesmo após esta indicação expressa da própria marca, continuo até hoje sem qualquer resposta da Santogal Chelas às questões técnicas que lhe tenho dirigido desde o primeiro contacto. O que mais me preocupa e, me gera desconfiança é a forma como esta conclusão foi alcançada. A avaliação da minha viatura consistiu numa observação efetuada pelo chefe da oficina, que recolheu algumas fotografias e as remeteu ao departamento de qualidade. Posteriormente, foi-me comunicada a conclusão de que os danos resultariam de fatores externos, sem que me tivesse sido explicado que análise técnica foi realizada, quais os critérios utilizados ou de que forma foi excluída a possibilidade de um defeito de fabrico da pintura. Não é aceitável que se exclua uma hipótese tão plausível como um defeito de fabrico sem que seja explicado ao consumidor, de forma objetiva e tecnicamente fundamentada, como essa hipótese foi analisada e afastada. É profundamente lamentável que um consumidor tenha de insistir durante semanas, enviar sucessivos emails e apresentar várias reclamações apenas para tentar obter uma explicação que deveria ter sido prestada de forma transparente desde o início. Se existe uma análise técnica que sustenta a conclusão de que os danos resultam de fatores externos, então essa análise deve poder ser explicada e fundamentada. Se essa fundamentação nunca é apresentada ao consumidor, é legítimo questionar como foi possível chegar a essa conclusão. Continuo à espera de uma resposta objetiva: qual foi a análise técnica realizada que permitiu concluir que os danos resultaram de fatores externos e excluir a hipótese de um defeito de fabrico da pintura? Após semanas de insistência, o que permanece sem resposta não é apenas uma questão técnica. É uma questão de transparência, de responsabilidade e de respeito pelo consumidor. A própria Dacia Portugal indicou que a resposta às minhas questões deveria ser prestada pela Entidade Reparadora, mas essa resposta nunca foi dada. Uma marca e a sua rede de reparadores autorizados, quando tomam uma decisão que afeta os direitos de um consumidor, devem ser capazes de a explicar de forma clara, objetiva e tecnicamente fundamentada. Infelizmente, apesar de toda a insistência e das sucessivas reclamações apresentadas, continuo sem essa explicação. A presente reclamação não pretende discutir, por si só, a decisão de exclusão da garantia. Pretende, que me seja finalmente apresentada a fundamentação técnica que sustenta essa decisão, algo que solicito desde o primeiro contacto e que, até hoje, nunca me foi facultado.

Em curso

garantia nao aceite

Tenho uma trotinete Segway ZT3 que ainda está dentro da garantia e, de repente, deixou de funcionar, apresentando o erro 18. Enviei para a garantia e informaram-me que não seria coberto por considerado mau uso, devido à peça 'hub motor assy650w zt3' estar avariada. Não percebo como é possível ser considerado mau uso, já que a única coisa que faço com a trotinete é andar normalmente. Além disso, nunca me comunicaram nada. Só quando me dirigi à loja, ao fim de 30 dias, é que vi lá os papéis com o orçamento para pagar a reparação. Sinto-me completamente desiludido com esta situação, pois a garantia acaba por não servir para nada. A avaria é interna à roda de trás e não é sequer possível mexer nessa zona. Gostava de saber como chegaram à conclusão de que o problema é causador por mau uso e não defeito de fabrico, quando a trotinete tem apenas um ano de utilização.

Encerrada
J. P.
23/07/2026

Mala Guess que se estragou com pouco uso

Comprei uma mala GUESS na loja do Leiria Shopping, em janeiro de 2026 . A mala começou a apresentar sinais de degradação, os metais começaram a mudar de cor e o material das alças começou a estalar, apesar do uso ser ocasional. Face ao exposto, em meados de maio dirigi-me à loja, mas como não levava a alça que nunca usei, disseram-me que teria de levar o artigo completo. Assim, no dia 31 de maio do corrente ano, desloquei-me com a mala à loja. A funcionária referiu que teria de ser analisada, que iria para o serviço pós-venda e que dariam resposta no prazo de 30 dias. Recebi no email a seguinte resposta "Agradecemos o contacto e lamentamos a insatisfação manifestada relativamente à sua mala Guess. Na sequência da sua exposição, procedemos à análise do artigo, tendo sido possível verificar que os sinais apresentados correspondem a desgaste decorrente da utilização. A avaliação efetuada não identificou qualquer indício de defeito de fabrico ou de não conformidade do produto. Os vestígios observados são compatíveis com o desgaste resultante da utilização do artigo ao longo do tempo, pelo que não foi possível validar a reclamação ao abrigo do Serviço Pós-Venda. Lamentamos não lhe poder dar uma resposta diferente neste caso e agradecemos a compreensão. Permanecemos, naturalmente, ao seu dispor para qualquer esclarecimento adicional." Ora, se o artigo foi utilizado com moderação, não é expectável que se degrade tão rapidamente. Foi feita reclamação no livro de reclamação da loja

Encerrada

GARANTIA RECUSADA

Exmos. Senhores sou vossa associada n7371355-34 entrei em contacto telefônico convosco na terça feira passada( 8 dias )a expor a minha situação, e continuo sem qualquer resposta do Auchan. esta situação arrasta-se a dois meses, e continuo sem a devolução do dinheiro, do equipamento, ref. ROR0000000045616524 Agradeço que me informem com urgência , sobre o ponto de situação e qual a resposta do Auchan. Muito atentamente ER

Encerrada
L. L.
22/07/2026

Activação Garantia - Ausência de Resposta

Em 22 de junho de 2026, comuniquei à Emma a avaria do sistema hidráulico do sommier, que deixou de amortecer o movimento e de manter a cama aberta, solicitando a ativação da garantia. Na sequência de sucessivos pedidos da empresa, enviei fotografias, vídeos e, posteriormente, um novo vídeo e o formulário substitutivo da etiqueta do produto, cumprindo integralmente todos os elementos solicitados. Apesar disso, não foi apresentada qualquer solução técnica, reparação, substituição ou confirmação da ativação da garantia. Após vários dias sem resposta, reiterei a reclamação em 11 de julho. Em 13 de julho, a Emma voltou a solicitar fotografias, vídeo e formulário, alegando que os elementos anteriores teriam sido enviados apenas como ligações, embora o histórico da mensagem de 4 de julho identifique expressamente um ficheiro de vídeo e um PDF anexados. À data de 22 de julho de 2026, decorridos 30 dias desde a participação inicial, o processo permanecia sem resolução, diagnóstico técnico ou indicação concreta dos procedimentos a adotar, verificando-se apenas a repetição de pedidos documentais já anteriormente cumpridos.

Encerrada
F. M.
22/07/2026

Violação do prazo legal de reparação em garantia (Decreto-Lei n.º 84/2021)

Reclamação contra a Homy Casa – Incumprimento da garantia legal e pedido de resolução do contrato Venho apresentar uma reclamação contra a Homy Casa relativamente ao incumprimento da garantia legal de um sofá adquirido pelo valor de 499,00 €, conforme fatura n.º NE EC.OL25/31093, emitida ao abrigo do NIF 312803532. Durante o período de garantia, o sofá apresentou um defeito, tendo sido recolhido pela Homy Casa para reparação. Desde a recolha, fiquei privada da utilização do bem e a empresa não apresentou uma solução definitiva que resolvesse a situação. Perante o atraso na reposição da conformidade, comuniquei formalmente à Homy Casa que já não pretendia a reparação nem a devolução do sofá, por ter perdido totalmente a confiança na empresa, exercendo o meu direito à resolução do contrato e solicitando o reembolso integral do valor pago. Em resposta, a Homy Casa recusou o meu pedido, alegando genericamente que dispõe de um prazo legal de 60 dias para a reposição da conformidade ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021. No entanto, apesar de eu ter solicitado expressamente a fundamentação legal dessa afirmação, a empresa não indicou o artigo ou a disposição legal concreta em que sustenta essa interpretação. Esta situação causou-me um inconveniente significativo, pois permaneci sem o sofá durante um período prolongado, o que me obrigou a procurar outro para suprir as necessidades da minha família. Perante a perda total de confiança na Homy Casa, não aceito qualquer nova tentativa de reparação nem pretendo receber o sofá de volta. Assim, solicito a resolução do contrato de compra e venda e o reembolso integral do valor pago, no montante de 499,00 €. Solicito o apoio da DECO Proteste para que a Homy Casa cumpra as suas obrigações legais e proceda ao reembolso integral do valor pago, colocando termo a este litígio de forma justa e célere. Dados da compra: * Empresa: Homy Casa * Fatura: NE EC.OL25/31093 * NIF: 312803532 * Valor pago: 499,00 € Cumprimentos Marcos e Francine Moreira

Resolvida
J. P.
21/07/2026

garantia recusada

Exmos. Senhores, Em 23-03-2026 adquiri um SMART #1 BRABUS por 48.609,61. A referência da encomenda é 6817350 de 23-01-2026 Sucede que este apresenta defeito _Auto pilot: de 120 para 20kms/horas em tragem brusca sem obstaculo. ocorrencia em varias ocasiões, pondo em risco os veiculos vindo de tras, o vendedor Alexandre da SmartSantogal de sete rios, denomino como ajuda a condução, acho que é mais uma das opões incluido no veiculo que nao fonciona. Radar e sensores de estacionamento, mesma situação funciona as vezes, sem real ajuda no estacionamanto, mas uma opção disfuncional. mais um bloqueio nas opções o que impede a sua configuração, constatado com a vendedora Alexandra Por fim dia 15-05-2026 o autohold e travões não foncionaram a 20kms/horas precipitando o veiculo por um precipicio, rebocado para oficina de sete rios, onde permanece desde essa data Comuniquei-vos de imediato o problema, em 22-05-2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia para o carro consultar anexo, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 7 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. José paralta gerente Estimaprestigio Unipessoal Lda

Resolvida

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